6º Semestre de Jornalismo recebe visita de ex-jornalista

Texto: Elaine Schmitt – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

Foto: Edinei Wassoaski

Mãe e esposa, Bianca Neppel contou aos alunos de Comunicação Social da Uniuv, na noite de segunda-feira, 3 de maio, durante a aula de Redação Jornalística, como mudou seu mundo do Jornalismo para o Direito. “Mudei, primeiro, porque gosto de dinheiro”, conta a advogada sorrindo. Morando atualmente em Canoinhas (SC), Neppel concedeu aos jovens acadêmicos de União da Vitória (PR) respostas que envolvem sua profissão e conduta. No meio da palestra foi perguntada pela aluna de jornalismo Michelle Martins sobre como transportar os conhecimentos científicos para o mercado de trabalho. Ela respondeu que um jornalista não poderá fazer tudo aquilo que quer e acha certo mas, da maneira que se propôs a fazer, deixar “eles” acharem que mandam e, por trás, fazer ao seu modo. “Eu, como exemplo, deixo meu marido achar que manda em casa, mas sei que não manda. Faço isso porque consigo mais coisas dele, como o cheque e o cartão de crédito”, brinca ela.

Ao longo de duas horas, a advogada contou mais sobre seu início revoltante na carreira de jornalista. “Eu queria era falar tudo o que eu pensava mesmo”. Mais tarde, ela amadureceu sobre o quê e como dizer as coisas. “Aprendi que não adianta dar murro em ponta de faca”, confessa ao explicar porque se deve aprender a lidar com o senso crítico natural na maioria dos jornalistas e informar por valer a pena.

Depois, a visitante falou mais sobre Direito e punições. Ela definiu a justiça como “amorosa” quando procura todos os meios de inocentar um acusado criminal. “Até que se prove que não, um homem é inocente e não ao contrário”.

Por fim, deixou clara sua admiração, para a surpresa de muitos alunos, pela revista Veja, a importância pela busca da imparcialidade no jornalismo. Ela comentou que por mais humanos que se possa ser há o compromisso em informar para transformar a sociedade.

2 thoughts on “6º Semestre de Jornalismo recebe visita de ex-jornalista

  1. Boa tarde, fiqeui estupefata ao ler a matéria. Inicialmente nunca falei em justiça “amorosa”, até porque isso não existe. Também não deixei clara a admiração pela Revista Veja. Apenas disse que eles fazem jornalismo bem feito, que a revista é bem escrita. Apenas isso.

    Lamento que minhas palavras tenham sido tão distorcidas.

  2. Sempre a fala dela é distorcida, tadinha gente, errata para a jornalista injustiçada. É que fica estranho ler quando alguém de fora consegue enxergar em apenas uma conversa que a vida para alguns é cartão de crédito, dinheiro, cheque, mandar no marido e ler a Veja.
    “Eu sou ricaaaaaaaa… e posso te processar porquê sou poderosa”, disse sorrindo.

    A matéria ficou perfeita. Parabéns Elaine!!! Você tem olhar jornalístico

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