Atualizar, sempre

Com relação a tudo na vida não se pode parar no tempo, e no jornalismo, isso seria regressão 

Por Matheus Iltchechen

Cada dia uma nova tecnologia é inventada. Um novo jeito de se fazer uma função antiga é divulgada, e para novos modos, tem que haver adaptações.

Com o Jornalismo tem sido mesmo. Desde o advento da internet até mais recentemente a evolução dos celulares à smatphones, tudo está mais fácil, mais na mão e mais rápido. E o jornalismo teve que lidar com isso testando e aprendendo. Teve de se atualizar.

Os primeiros textos para o meio online, de jornais impressos, foram extremamente tradicionais, mantendo todo o conteúdo do impresso ao meio online, não havendo adaptação nem muito menos um estudo do meio em que estava sendo publicado.

Após algum tempo de evolução destes textos online, o jornalismo foi se moldando a forma de textos mais curtos objetivos e, não podia faltar, mais dinâmicos e interativos.

E desta forma que o texto não perdeu espaço num mundo cada dia mais visual. O texto tomando uma visualidade mais forte e chamativa continua informando e pode dizer, que até mais do que somente blocos de texto extenso em uma página da web.

O que não que dizer, por exemplo, que este texto perdeu conteúdo, e está vazio. Pelo contrário. Os leitores querem conteúdo bem baseado e escrito, mas que tragam algo a mais à leitura. Como o prazer de uma galeria de fotos, vídeos e infográficos bem desenhados.

Assim o jornalismo fortaleceu seu espaço, mantendo a informação mesmo disfarçada de conteúdo “bobinho” de web.

Porém, os jornalistas têm sofrido um pouco com isso. Além de que esses profissionais mais antigos tenham que se adaptar a novas tecnologias, e transformar o que aprenderam em anos de jornalismo em um conteúdo mais simples e mesmo assim, elaborado, as redações também, tem sofrido seus cortes.

Funções como a do Gatekeeper tem se fundido aos profissionais, e todos passam a ser capazes de filtrar conteúdo e buscar assuntos mais interessantes, e porque não, polêmicos.

Assim vejo que o jornalismo não tem perdido espaço, mas de forma abrangente, é concorrente de atenção em um mar de pequenas coisas que atraem os olhares dos leitores.

A tecnologia não irá parar de se desenvolver, e cabe aos jornais e jornalista se adaptarem a essa nova forma de fazer, e não aos leitores.

Com os smartphones, ler no celular ficou cada vez mais fácil e cômodo, e isso vai continuar se fortalecendo.

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Não se pode prever ainda como tudo vai se transformar, mas se pode adiantar que não ficará mais fácil para um jornalista, mas também não ficará muito difícil para aqueles que têm vontade de aprender e é antenado no mundo da web.

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