Concurso Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado

Sunset organizado pelo Diretório Acadêmico Trinta de Abril reúne os acadêmicos

Repórter: Paula Partyka

A terceira edição da escolha do Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado, 21 de outubro, no Clube Náutico Hobi. Desta vez, o Diretório Acadêmico Trinta de Abril (DATA) foi responsável pela organização do evento, com o apoio total do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). A previsão do tempo para esse sábado é de 90% de chance de chuva, mas a organizadora Clarissa Crisley afirma que o evento deve acontecer mesmo com chuva. O Clube Náutico dispõe de um espaço fechado para diferentes situações.

O concurso deve ter início às 16h e reunirá os alunos da faculdade e a comunidade em geral. A entrada é franca. A mesa avaliadora dos concorrentes terá três membros. Ainda não foram divulgados quem são. Os critérios de avaliação são: beleza, carisma, desfile e a torcida.

Para animar o evento, as bandas participantes são Ledbeder, Hardways, Blizzard, Set List Show e Alisson Klein. E os apoiadores são a Colcci, que está à disposição de emprestar aos candidatos calça jeans que deve ser utilizada no desfile; Consoli Eventos está responsável pela decoração; Aline Franciely é parceira na premiação e o Jornal O Comércio deu conta da divulgação.

Os representantes do Curso de Comunicação Social são Paula Beatriz Kienen Schreiner e Jampierre dos Passos. Os demais acadêmicos do curso estão na torcida para que os dois se elejam a nova cara da Uniuv. “São duas pessoas lindas e vão deixar os outros participantes preocupados”, brinca Dada Damasceno, acadêmica do segundo semestre de Publicidade e Propaganda.

 

O objetivo de promover um evento para a escolha do Garoto e Garota Uniuv é unir os colegiados em uma confraternização em nome da Uniuv. “Eu acredito que isso realmente já aconteceu antes do dia do evento, pois os concorrentes a todo momento colaboraram e estiveram sempre com muito entusiasmo”, finaliza Clarissa.

 

43 ANOS DE MUITA HISTÓRIA

A idade nova do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), oficialmente lembrada no dia 19 do mês de setembro ressalta o espirito de equipe e de trabalho, tudo para fazer jus ao lema, “Viva bem, estude melhor”. E os resultados mostram que isso tem dado certo.

Se a vida começa depois dos 40, ela começou bem para a Uniuv. São mais de 1.400 acadêmicos, 12 cursos e duas pós-graduações. O Colégio Técnico, o Coltec, faz parte deste “DNA” e representa outros estudantes usando parte da estrutura da Instituição. Ao mesmo tempo em que cuida dos “pupilos” de hoje, já se pensa no amanhã.

Para a acadêmica de Arquitetura Camila Lemos, 23 anos, estudar na Uniuv, além de estudar bem, é gratificante. “Eu me sinto em casa, professores, colegas. Até o pessoal da Cantininha, todos acolhem de um jeito. Além dos professores que são todos uns fofos e super competentes em suas áreas. Eu tenho orgulho de dizer que estudo aqui”, conta.

Ao longo de todo o mês, uma sequência de atividades marca os 43 anos da Instituição. No dia 19 foi feita uma palestra no Cine Ópera, com Mário Sérgio Cortella. E no dia 22 acontece o concurso de talentos musicais o Set List Show.

Luana Aparecida Witek, aluna do primeiro ano de Educação FÍsica, diz estar encantada com todos os projetos e a estrutura da Uniuv. “Eu sempre via meus irmãos estudando aqui e falando como era, e ficava ansiosa esperando minha hora. E agora que já estou aqui, meu é um sonho”, finaliza.

Em um comparativo feito entre os anos de 2014, 2015 e 2016, entre instituições públicas e privadas do Paraná, é nítida a evolução dos cursos da Uniuv no ranking, que, agora está entre os 20 melhores do Estado, 350 posições a frente de outras instituições da região.

 

 

Uniuv comemora 43 anos com palestra de Mario Sergio Cortella

Palestra de Mario Sergio Cortella, importante nome na filosofia e educação,  abre as comemorações do aniversário da instituição. Gestão de Conhecimento e Educação foram os temas abordados.

Repórter: Regiane Stachera

 

Quem decidiu na última hora assistir a palestra de Mario Sergio Cortella ficou com um gostinho de arrependimento. Às 17h, no dia do evento que ocorreu na terça-feira (19),  os ingressos estavam esgotados. Lotado, a fila acumulou-se na quadra do Cine Ópera, em Porto União.

Professor e vice-reitor, Lúcio Kurten dos Passos  disse que estar à frente da Instituição neste momento com o professor e reitor Alysson Frantz  tem sido um trabalho muito árduo e prazeroso, porque é possível enxergar nos acadêmicos o desejo de transformar a Uniuv em uma instituição de ensino superior de referência, não só para nossa região, mas para o país como um todo. “Estar à frente da instituição é, para mim, uma grande honra e responsabilidade”. Para ele, a palestra representa um grande presente para a sociedade e é uma materialização do sucesso da Uniuv. “Leandro Karnal, Clóvis de Barros Filho e Mario Sergio Cortella representam os mais conhecidos pensadores contemporâneos do Brasil. Neste momento, a Uniuv fecha este ciclo, uma vez que já trouxemos todos eles e faltava Mario Sergio Cortella”, orgulha-se Passos.

Professor, como prefere ser chamado, Mario Sergio Cortella também é escritor e filósofo. Discípulo de Paulo Freire, Cortella trouxe momentos profundos de introspecção com 1h30min de fala. Ele brincou e disse se considerar um  ” filósofo pop” graças ao mundo digital, que disseminou as suas ideias e tomou muitos seguidores nas redes sociais, os quais se identificam cada vez mais.

Cortella falou sobre a gestão do conhecimento e a educação. Para Cortella, a renovação sempre deve acontecer e o aprendizado nunca deve parar. “A Uniuv em 2017 é uma nova Uniuv. Eu não sou inédito, eu sou novo. Inédito eu seria se eu fosse completamente diverso do que fui antes. E muito do que eu sou, eu trouxe da minha história, mas eu não sou mais como eu era. E nós não nascemos prontos”.

Entre muitas reflexões, Cortella falou sobre a importância em abrir a mente para coisas novas, sem querer ser o dono da razão. “Não confunda idoso com velho, idosa é uma pessoa que tem bastante idade, velho é uma pessoa que acha que já sabe de tudo e não precisa aprender. Idosa é uma pessoa de 65, 70. Velho você pode ser com 20 anos de idade, 30, 40 ou 70”. Para ele, também é preciso ter a insatisfação positiva, que consiste em querer mais e melhor. “A coisa mais perigosa que pode existir é a satisfação por completo. Quando a pessoa está satisfeita por completo, com o que ela sabe ou que ela faz,  deve estar atenta. É preciso ter uma insatisfação positiva para conseguir renovar-se. Cortella citou Rolling Stones como exemplo. Uma das mais antigas e importantes bandas de rock, que nunca deixou de produzir,  tem como um dos seus principais singles a música ‘I Can’t Get No – Satisfaction’. “Não foi o sucesso ou o dinheiro que os fez parar. Eles continuaram porque tem a insatisfação positiva. Não estão satisfeitos! Querem sempre produzir mais e melhor!”, explica Cortella.

Para terminar a palestra, o professor citou Millôr Fernandes. “O importante é ter sem que o ter te tenha”, isto é, não ser possuído por aquilo que você possui. “Não seja cego naquilo que você deve ser ‘senhor’ ou ‘senhora’. Millôr também disse, quando ele tinha 80 anos de idade: Atenção,  moçada! Quando eu disser ‘no meu tempo, eu quero dizer ‘daqui há 10 anos’. Tudo isso para lembrar que no mundo em que você tem uma operação veloz – uma mudança muito rápida – cuide pra não envelhecer a cabeça, a percepção e  a prática”, finalizou.

Ouça um trecho da palestra:

Inspirados com as reflexões, acadêmicos da Uniuv falam sobre a palestra e comemoram

Uniuv: minha segunda casa

Para Ivana Carolina, acadêmica do curso de Jornalismo, a Uniuv é a sua segunda casa. “Sou suspeita para falar sobre a Uniuv, pois estou na instituição há sete anos – desde o Coltec até agora, no último ano da faculdade. Desde que entrei aqui em 2011, parece que passo mais tempo na instituição que na minha própria casa, mas isso não me incomoda nem um pouco, pois gosto muito do ambiente”. Sobre a palestra de Cortella, Ivana disse que esse momento foi muito especial, com alguém com pensamentos e ideais tão interessantes como o Cortella. Para ela,  foi um presente da Uniuv para a comunidade.

 

43 anos: Uma comemoração de luta e orgulho.

Felipe Cheremeta, acadêmico do curso de Jornalismo, disse que para ele é um motivo de orgulho estar participando desses 43 anos. Ele está na Instituição há cinco anos. “É um orgulho estar aqui e saber que foi muita luta para que a Uniuv chegasse onde está agora. Muitos empresários e o poder público ajudaram. Fico orgulhoso em saber que a  história da Uniuv  é construída com alunos e professores dedicados pela educação que somam para fazer a história”

 

Comemoração dos 43 anos da Uniuv teve palestra com Cortella

Repórter: Raffael Suda

 

Na terça-feira, 19 de setembro, o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) realizou uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella, no Cine Teatro Ópera, com o tema “ Educação e Gestão do Conhecimento”, para Acadêmicos, professores e comunidade em geral.

Cortella é um filósofo, escritor e professor paranaense e é um dos maiores pensadores brasileiros da atualidade. É graduado em Filosofia, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP. Ele também é autor de várias obras publicadas nas áreas de Filosofia e Educação. Cortella, em sua palestra, abordou vários temas como a humildade e salientou que um bom professor aborda esse tema.

Simone Witchemechen, professora de História, disse que a palestra estava muito interessante,  e  já admirou grandes trabalhos de Cortella. “Realmente  a palestra estava um espetáculo, ele toma cuidado com cada palavra que diz, ele  retrata temas de forma tão simples que é inacreditável, ele realmente superou minhas expectativas”, disse Simone.

 

 

No fim do evento, Cortella realizou autógrafos nos livros. Confira algumas fotos do evento no Facebook.

https://www.facebook.com/pg/UNIUV/photos/?tab=album&album_id=1447560105309827

 

UNIUV completa 43 anos

Palestra comemorativa aconteceu no dia do aniversário da instituição

Repórter: Paula Partyka 

Para comemorar os 43 anos que o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completou nesta terça-feira, 19, a instituição promoveu no Cine Teatro Ópera uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella. O Teatro estava com as cadeiras lotadas para prestigiar o evento. Alunos, professores e toda a comunidade puderam desfrutar de sabedoria e bom humor nas quase duas horas de palestra e refletir sobre gestão do conhecimento.

Cortella é filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário há quase 44 anos. Salientou, em sua fala, que quem estava presente de alguma maneira se identificava com o que estava sendo dito. Mostrou a diferença entre ser velho e idoso e, muitos, não reconheciam essa diferença. “Idosa é uma pessoa que já tem bastante idade e velho é aquele que acha que acha que já sabe, que já está pronto”, insiste.

O discurso do filósofo mencionou o professor pernambucano Paulo Freire – que, inclusive, estaria completando mais um ano de vida neste 19 de setembro – fazendo uma ligação com humildade. O educador é o brasileiro com maior número de títulos de doutorado Honoris Causa. “Paulo era um homem tão humilde que ele chamava Paulo. Não sei se sabem, mas Paulo em latim significa pequeno.” Saber compartilhar conhecimento e aceitar receber conhecimento é uma virtude. Gente grande de verdade sabe que é pequeno e, por isso, cresce. As pessoas não devem ser humildes e isso não é ser submisso, é ter a capacidade saber que há muitos modos de ser humano.

Ele ainda definiu que um bom professor é humilde. O “ser professor” é uma profissão que não é só uma dedicação, mas que também exige condições de trabalho, por isso o enfrentamento daqueles que sequestram as condições de trabalho docente.

No mundo de mudança e velocidade, Cortella lembrou de acontecimentos importantes da história. Para alguns, tragédias que aconteceram há 20 anos são apenas relatos da história, e outros, até conseguem lembrar o que faziam no dia de tal acontecimento.

Lia Gregório, professora de Filosofia formada na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), gostou muito da palestra, além de ser uma admiradora de longa data do filósofo. “Eu já o apreciava em livros e vídeos na internet e foi muito bom desfrutar de sua fala ao vivo. O Cortella tem a capacidade de tratar de temas aparentemente complicados de maneira muito simples e didática”. Lia conclui que quem assistiu a palestra pode levar consigo a reflexão de estar sempre renovando-se, reinventando-se e buscando conhecimento constantemente, para nos mantermos ativos e atuantes no mundo de hoje.

Os temas tratados foram trazidos para a realidade e cotidiano. Além disso, Cortella usou um tom de voz agradável e imponente, essencial para qualquer comunicador que deseje prender a atenção. E salientou que generosidade intelectual, coerência ética e humildade intelectual são três virtudes a serem buscadas, compreendidas e praticadas.

A imprensa local aproveitou a oportunidade para fazer entrevistas no início do evento, antes da palestra começar. E ao fim, Cortella se dispôs a autografar livros da plateia.

Corrida Uniuv incia comemorações de 43 anos

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completa no ano de 2017, exatamente 43 anos. E dando início as comemorações do aniversário foi realizada a Corrida Uniuv, no dia 10 de setembro.

A Corrida fez parte da nona etapa do sétimo Circuito de Rua Interbairros de Porto União da Vitória. O evento foi organizado pelo curso de Educação Física em parceria com a equipe do circuito e contou com a participação de 363 atletas, entre eles alunos e professores da Uniuv.

A acadêmica do 6º semestre de jornalismo, Paula Partyka, contou como foi participar da corrida e o que a Uniuv representa para ela nesses três anos de faculdade.

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O professor de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, Luiz Carlos Stork Junior, também participou do evento. Ele contou que foi o seu segundo ano participando da corrida. “Esse ano foi o mesmo percurso da prova, num clima diferente, tinha sol, judia bastante também, mas foi bem legal e a experiência particular”.

Acadêmicos de Comunicação Social contam como foram os Jorgos Intercuros

Depois de uma semana de disputa entre as Atléticas, chega ao fim o IV Jogos Intercursos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Os jogos aconteceram entre os dias 2 e 11 de agosto no Ginásio de Esportes da universidade.

Após dias fervorosos pela disputa do primeiro lugar geral e também das torcidas, os membros da Atlética de Comunicação fazem uma avaliação sobre os Jogos. A expectativa para saber os resultados tomou conta dos acadêmicos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, que mais uma vez se reuniram no Ginásio para mostrar que têm força e pique para a disputa. E com a força de vontade de toda a equipe, a Atlética de Comunicação Social levou o prêmio de melhor mascote dentre todos os cursos da Uniuv. O galo Comuncalouko foi o grande campeão desta edição.

Com o término dos jogos, os acadêmicos de Comunicação Social da Uniuv, fazem uma avaliação geral dos jogos, contando tudo o que aconteceu nos dias de competição, além disso, apontam os pontos positivos e negativos do evento que balançou as estruturas do Ginásio da universidade.

Para o acadêmico do oitavo período de Jornalismo, Bruno Guilherme Fernandes, a edição deste ano dos jogos da Uniuv, cumpriram seu principal objetivo, que era de conseguir a interação entre os acadêmicos de todos os cursos da universidade. Além disso, Fernandes destaca a importância dos jogos e conta que mesmo depois de formado no curso de Jornalismo, comparecerá aos jogos no próximo ano.

 

Já para a acadêmica Amanda Letícia Neves, que está no oitavo período de Jornalismo, os Jogos Intercursos desse ano, foram ainda mais satisfatórios que nos anos anteriores. Amanda, relata que neste ano os acadêmicos ficaram mais empenhados em vencer as disputas, porém sempre respeitando o espaço de outras torcidas. Segundo ela, a Uniuv torna-se referência para outras universidades em relação aos jogos, além de destacar o empenho da Atlética de Comunicação Social em vencer os jogos, sendo vista como  a melhor torcida e também tendo o melhor mascote.

 

Acadêmicos de comunicação falam sobre os Jogos Intercursos

Repórter: Leandro Machado

 

 

A IV edição dos Jogos Intercursos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) chegou ao fim, mas deixou muitas saudades em todos os que participaram do evento ou que apenas prestigiaram os jogos. Entre os acadêmicos da instituição é quase que uma unanimidade a aprovação do evento, que a cada ano traz novidades.

Em conversa com os alunos de Comunicação fica bem claro o quanto o evento é bem visto. Para os calouros então, o evento foi surpreendente. Jonatas Ribeiro Mazur, do primeiro semestre de Jornalismo, conta que ficou surpreso com o evento realizado na Uniuv, de como o evento é importante para a interação entre alunos e professores, fazendo com que o espirito de união se fortaleça.

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Mazur não participou de nenhuma competição dos jogos pelo fato de não se sentir apto na prática de nenhuma das modalidades da competição, mas revela a vontade de, nos próximos anos, participar mais ativamente nas competições. Apesar de não ter jogado, o acadêmico fez parte da torcida organizada dos cursos de Comunicação.

A grandiosidade do evento também é destacada pelo acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, Cristiano Michahouski. Mesmo não tento participado do evento com muita frequência, ele destaca a importância dos Jogos Intercursos para a comunidade em geral.

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Assim como Mazur, Michahouski não participou de nenhuma modalidade dos jogos, segundo ele a falta de habilidade foi um dos empecilho. Mesmo já tendo praticado vôlei e futsal em outro momento de sua vida, na atualidade não se acha apto em nenhuma das atividades.

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Com um grande número de público, os Jogos deste ano tiveram uma participação intensa por parte dos acadêmicos de todos os cursos. O espírito competitivo não ficou dentro da quadra, e isso ficou bem evidente nas torcidas organizadas dos cursos, a animação e alegria contribuíram para o sucesso do evento.

IV Jogos Intercursos tem abertura com pira olímpica

Na dia 7 de agosto, os acadêmicos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) participaram da abertura da quarta edição do Jogos Intercursos. Esse ano aconteceu a disputa de cinco modalidades: futsal, basquete 3×3, vôlei 4×4, tênis de mesa e just dance. E como já é tradição, houve premiação para campeão geral, melhor torcida, melhor mascote, cestinha, goleiro menos vazado e artilheiro.
A cerimônia de abertura contou com a participação do acadêmico e paratleta Adriano Souza, que acendeu a pira olímpica, dando início oficialmente aos jogos. O evento também contou com a participação do prefeito de União da Vitória, Santin Roveda.


Nesse dia, cada curso se apresentou com seus devidos jogadores e também seus mascotes.

Veja a opinião dos acadêmicos de Jornalismo sobre a cerimônia de abertura:

Leandro Machado,acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

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Cristiano Michaouski, acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

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Aula de fotografia encanta calouros

 

Repórter: Juliano Bertoldi

 

Os cursos de Comunicação Social, Jornalismo e Publicidade, do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), nos últimos anos, teve algumas alterações em sua grade curricular, com o objetivo de se modernizar e trazer sempre novidades para os seus acadêmicos.

As aulas de fotografia ministradas pelo professor e vice-reitor Lúcio Passos, é uma disciplina que se manteve ao longo do tempo. Começou com as câmeras ainda com filmes, precisava revelação e todo trabalho manual que na época necessitava. E foi se adequando com as novas tecnologias.  No primeiro ano a aula de fotografia recebe o olhar curioso e atento dos acadêmicos (calouros). E é motivo de alegria quando chega o dia de fotografar e receber as dicas do mestre.

 

 

Na primeira aula a caloura do curso de Publicidade, Luana Lewinski, conta que ficou impressionada com toda a experiência do professor Lúcio. “Foi muito legal, ele mostrou alguns dos trabalhos que fez, algumas fotos que ele tirou e ficamos impressionado com seu trabalho. Lembro que ele mostrou fotos de comidas que já fez e ele cuidou de todos os detalhes pra que a foto ficasse perfeita. É um profissional incrível”, afirma. Luana conta que nunca teve um contato muito grande com a fotografia. “Nunca tinha feito nenhum trabalho que usasse a fotografia, que a gente precisasse tirar uma foto e apresentar em sala de aula, mas sempre gostei e estou amando.”

Já a caloura de Jornalismo, Lucélia Leite, conta que estava muito ansiosa para a primeira aula de fotografia. “Eu estava bem ansiosa porque eu já trabalhava nessa área, fotografando jogos de futsal pelo estado, acompanhando a equipe da minha cidade que é Canoinhas”. Ela conta que era amiga de fotógrafos que fizeram faculdade na Uniuv, por isso ficou muito motivada. “Então eles me deixaram bem empolgada para as aulas. Fiz dois mini cursos de Fotografia, mas eu percebia que não era suficiente”, diz Lucélia.

Ainda sobre o professor ela afirma: “O professor Lúcio é um ótimo professor e desde o primeiro dia superou minhas expectativas. Uma ótima explicação e uma aula bem descontraída. As aulas práticas foram as melhores”.

Gramophone: programa de Rádio da Uniuv contou com a participação de convidados especiais

Repórter: Regiane Antonina Stachera

 

Durante o segundo bimestre, os alunos do terceiro e quinto semestre do curso de Jornalismo realizaram entrevistas no estúdio de rádio da Uniuv. E, a cada semana, recebiam um convidado diferente. Amauri Yamauti, professor da disciplina, propôs para que os alunos do terceiro semestre convidassem os seus entrevistados.  Os alunos, que estão no quinto semestre, tiveram outro desafio: elaborar pautas com temas como religião, esporte e política. Somente no dia da entrevista eles souberam quem eram os entrevistados.

Para realizar esse trabalho foi necessário fazer pesquisas e produção de pautas relevantes, além da participação de pessoas notórias da comunidade. “Um bom profissional no rádio precisa ler muitos jornais locais e nacionais, acompanhar a mídia radiofônica local, nacional e internacional, observando as técnicas e ficar atualizado por meio de artigos acadêmicos”, diz Yamauti.

O programa “Gramophone” foi idealizado pelo professor Lucio Kürten dos Passos. Ao vivo e com uma hora de duração, os alunos aprendem na prática como seria um programa jornalístico de rádio com entrevistas, músicas, intervalo comercial e notícias. “O programa é importante, pois é uma forma de simular uma entrevista real com personalidades da região e colocar em prática as técnicas de entrevista, direção de programas, técnicas de apresentação e programação de emissoras”, explica Yamauti.

Entre os convidados, o padre Ederson Iarochevski participou do programa, entrevistado por Douglas Amaral, Cristiano Michahouski e Regiane Stachera. O padre falou sobre temas que envolvem a religião católica e outras religiões, bem como sobre a participação dos homossexuais na igreja e sacramentos como o batismo e o casamento. A  caridade e a importância da religião também foram temas abordados. Em uma conversa descontraída, o padre esclareceu muitos tabus. Ele disse que a igreja é a casa de Cristo e deve acolher todos. “Quem sou eu para julgar? Todas as vezes que a igreja não acolhe, ela está traindo Jesus Cristo. Se chegar alguém que tenha uma definição de sexualidade diferente para falar comigo, não vai interessar pra mim. O que interessa é saber que aquela pessoa está ali, está interessada em fazer uma vivência de espiritualidade e quer fazer parte de uma comunidade. Acho que esse preconceito está mais dentro da linha de algumas pessoas que estão dentro da igreja do que da própria instituição. A igreja tem as portas abertas e entra quem quer”, explica Iarochevski.

Para Michahouski, fazer entrevistas no programa Gramophone foi uma experiência muito produtiva. “Foi muito interessante porque era um tema polêmico, porque era sobre a religião. Era algo que eu sempre quis fazer no jornalismo e eu nunca tinha feito. O que chamou atenção foi que o padre levou isso numa boa. Ele é uma pessoa com a mente bem aberta.”

O professor e secretário de planejamento de Porto União, Cordovan de Melo Neto, foi entrevistado por Paula Partyka e Raffael Suda. Técnico de basquete no Colégio São José, ele explicou sobre a história do esporte e sobre suas regras. Neto também contou sobre os títulos conquistados. Eles foram campeões brasileiros nos jogos realizados em Fortaleza, em 2015.

Os alunos Mariane Baufleur e Leandro Machado entrevistaram o professor Emerson, do curso da Filosofia da Unespar. Ele falou sobre crise e sobre a corrupção. “Tivemos uma experiência muito boa, pois conseguimos aplicar os nossos conhecimentos na disciplina e aprender com a visão do convidado sobre o tema”, afirma Mariana.

 

Os alunos do terceiro semestre do curso de Jornalismo, Leonardo Talaminni e Júnior Wenningkamp também adoraram a experiência. “As aulas de rádio são muito boas e a prática é excelente. É um programa com intervalo, música de fundo, algo bem dinâmico”, conta Talaminni. Eles entrevistaram a fotógrafa Viih Sonnestrahl, que falou sobre como é ser uma empreendedora, explicando como as redes sociais tornaram-se aliadas à profissão, na divulgação do seu trabalho.

 

 

 

Cleverson Daniel e Lucas Polak entrevistaram o padre Marcelo. “Muitas pessoas estão perdendo a fé. Está crescendo o número de ateus no mundo, principalmente em países desenvolvidos. O padre falou que isso acontece principalmente nos países desenvolvidos, porque as pessoas só têm necessidades materiais e, sem dificuldades, não buscam Deus”, conta Daniel.

Um projeto está em andamento para o estúdio de rádio na Uniuv. “Estamos estudando um projeto para fazer uma Web Rádio, como trabalho de pesquisa e extensão. O projeto está nas mãos do vice-reitor, apenas aguardando aprovação”, conta Yamauti.

Paula Partyka: a mascote que você respeita

Repórter: Mariana Baufleur

Todos os anos acontecem os Jogos Intercursos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Desde o ano passado, além dos prêmios para as modalidades esportivas, começou a valer o prêmio de melhor torcida. Junto com a torcida organizada, os cursos começaram a eleger seus mascotes.

O curso de comunicação também elegeu seu mascote: o galo da atlética.

 

No ano passado, o curso de Comunicação conquistou o primeiro lugar na premiação das torcidas e o galo, claro, estava junto.

O mascote, na verdade, é a mascote. Paula Partyka, acadêmica do quinto semestre de Jornalismo, aceitou o desafio de se tornar o símbolo da atlética do curso de Comunicação.

 

 

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Paula disse que foi bem de repente a escolha de ser o mascote. “Nós estávamos entrando pra apresentar os times na abertura dos jogos do ano passado’’, comenta. Ela conta que ninguém, até o momento da apresentação dos times, tinha se apresentado para ser o mascote e ela se propôs. “Deu super certo, eu adorei participar”.

Já neste ano, Paula disse que vai participar de novo. “Ser mascote agregou muito na minha vida acadêmica.”

 

 

 

As amizades aumentaram muito ela comenta. “É uma interação muito legal que o Ticaracatica proporcionou pra mim”.

Futuros publicitários criam agência de consultoria de imagem

Repórter: Leandro Jose Machado

 

Os acadêmicos Luana Sznicer, Paula Schreiner, Guilherme Bochnia e Alexandre Niemies, do terceiro ano de Publicidade e Propaganda, do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), desenvolveram na matéria de empreendedorismo, ministrada pelo professor Tiago Kohut, uma agência de consultoria de imagem.

 

 

Essa experiência fez com que os alunos tivessem a oportunidade de usar sua criatividade e de colocar em prática tudo que aprenderam dentro de sala de aula. Além disso, cada um pode ter uma noção de como é abrir um negócio próprio, sabendo principalmente das dificuldades e dos esforços  necessários para manter uma empresa no mercado.

 

O nome da agência é “Star Four” e o seu principal objetivo é cuidar da imagem de pessoas famosas ou não, como explica melhor a acadêmica Luana.

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Luana explica também o significado do nome da agência: o “Star” significa ‘a estrela’ que o cliente poderá se tornar após contratar os serviços da empresa. “Vai entrar lá no anonimato e vai sair de lá uma estrela.” Já o ‘“Four” é pelo fato dos sócios serem quatro pessoas. Luana também explica o slogan da agência, que passa a mensagem de o cliente é a quinta estrela do negócio.

No dia 13 de julho, a Star Four foi apresentada na III Mostra de Criatividade Uniuv, juntamente com outras empresas desenvolvidas por alunos dos cursos de Administração, Jornalismo e Sistemas de Informação. Depois de muito trabalho os acadêmicos mostraram o resultado final do seu projeto.

 

 

Pré-banca: acadêmicos do 7º semestre de Jornalismo da Uniuv falam sobre o nervosismo e as expectativas

Repórter: Cristiano Michahouski

Durante os anos de faculdade, todos os estudantes passam por diversas situações complicadas para alcançar o tão sonhado diploma. O passo mais importante para concluir a graduação é o tão temido Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que faz com que muitos acadêmicos passem algumas noites sem dormir. Desde a escolha do tema, pesquisas, até a elaboração e conclusão do trabalho são itens que tiram o sono dos acadêmicos.

Acadêmicos do sétimo semestre de Jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), que já estão com seus TCCs em andamento, preparam-se para a pré-banca, que acontece no próximo dia 03 de julho. A pré-banca é um passo importante, pois é por meio dela que os acadêmicos ficam sabendo como está a situação de seu TCC. Na pré-banca os professores escolhidos para assistir à apresentação de uma porcentagem do TCC do acadêmico, avaliam a pertinência do trabalho com o curso e a viabilidade do projeto proposto. Também é a forma de identificar se os alunos estão dando os passos necessários para a conclusão do trabalho.

A pré-banca que tem como objetivo saber se o projeto é viável, deixa os acadêmicos nervosos e ao mesmo tempo ansiosos para o dia da apresentação. Bruno Guilherme Fernandes, que está no sétimo semestre do Curso de Jornalismo, está fazendo uma reportagem para TV sobre a ‘Influência dos Youtubers’, com a orientação do professor Amauri Yamauti, e conta suas expectativas e como está o nervosismo para o dia da pré-banca.

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A acadêmica Ivana Caroline Porn, que cursa também cursa o último ano de Jornalismo, está produzindo uma grande reportagem multimídia sobre ‘A Representação da Mulher no Cinema’, que têm como orientadora a professora Angela Maria Farah. Ela diz que não fez uma escolha de professores para assistir e avaliar seu trabalho, que será realizada dia 28 de junho, alguns dias antes, porque no dia 03 de julho, estará em Rondônia, participando do Projeto Rondon.

Ivana relata que o nervosismo está a flor da pele, porque os quatro anos da faculdade serão avaliados em um dia, por meio do TCC.

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Ivana ainda fala sobre suas expectativas para a apresentação e faz uma auto-avaliação sobre seu trabalho.

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Semana de Comunicação é iniciada na Uniuv

Repórter: Raffael Suda

 O evento, que teve início nesta semana, já esta chegando ao fim. A Semana de Comunicação do Centro Universitário de União Da Vitória (Uniuv), organizado pelo colegiado dos cursos de Comunicação Social, teve inicio na segunda-feira, 15, e chega ao fim na sexta-feira, 19. Durante a Semana serão realizadas palestras com profissionais da área de comunicação tanto publicidade e propaganda como jornalismo.

A Semana tem como objetivo mostrar como é a relação entre o mercado de trabalho após a vida acadêmica. A proposta é aproximar os estudantes do mercado de trabalho e trazer profissionais do mercado para que possam compartilhar suas experiências com os alunos. Gustavo Jung, acadêmico do terceiro ano de Publicidade e Propaganda da Uniuv, afirma que as palestras são super interessante pelo fato dos palestrantes transmitirem como é o mercado de trabalho e suas experiências. Confira no áudio abaixo.

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O acadêmico Vagner Rodrigues, que já está concluindo seu curso de Publicidade e Propaganda, conta que a Semana de Comunicação é uma ótima oportunidade para se ter noção do mercado de trabalho fora da faculdade, principalmente sobre a rotina e experiências de agências de grandes centros urbanos. “As palestras nos motivam ainda mais para trabalhar com a profissão, e também nos orientam para saber quais áreas dentro da profissão vamos seguir”, afirma.

James Castilho que está no primeiro ano do curso de Publicidade e Propaganda da Uniuv, conta que ficou com uma grande expectativa para a Semana, pois nunca presenciou um evento como este. “O primeiro dia foi super legal muito interessante, estou ansioso para os próximos dias”, disse.

Confira fotos e entrevistas com os palestrantes da Semana no Facebook.

 

Acadêmicos de Comunicação Social contam como é trabalhar com fotografia

Repórter: Cristiano Michahouski

Fotografia é uma matéria essencial dentro dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, sendo a fonte de imagens para ambos os cursos.  Além da fotografia ilustrar a matéria, ela serve também para trazer mais credibilidade para o leitor. A fotografia pode também contar uma história  sem conter texto, apenas com imagens, muitas vezes, a própria imagem vira notícia.

Pelo fato da fotografia estar presente na comunicação o tempo todo, muitos acadêmicos de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) optam por entrar na carreira de fotógrafo. Foi pensando nisso que a acadêmica do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda, Kátia Aline Luz, começou a fotografar.

Kátia conta que desde muito nova já se interessava pela fotografia. Muitas vezes fotografava momentos em família, com câmeras antigas. Também já fez alguns trabalhos de graça para entrar no mercado de trabalho. Depois de iniciar o curso de Publicidade e Propaganda resolveu colocar em prática o que estava aprendendo. Kátia dá dicas para outros acadêmicos do curso que sonham em ser fotógrafos.

 

 

O acadêmico do sétimo semestre de Jornalismo, Bruno Guilherme Fernandes, é outro fotógrafo dentro do curso de Comunicação. Fernandes conta que faz fotos nas horas vagas, como ‘hobbie’, e que o interesse em trabalhar nessa área surgiu dentro da faculdade, quando estava no primeiro ano e que também fez um curso para se aperfeiçoar mais no trabalho.

Fernandes ainda destaca alguns pontos positivos e negativos na carreira e explica como a fotografia colabora na formação dos profissionais de Comunicação Social.

 

 

Para Amanda Bueno Cechinatto, que cursa o sétimo período do curso de Publicidade e Propaganda, o interesse em ser fotógrafa surgiu no primeiro ano da faculdade, por meio do contato com as aulas práticas de fotografia com o professor Lúcio K. dos Passos.

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Amanda diz para os acadêmicos como é a experiência profissional em fotografar e também a gratidão que sente pelo trabalho. Amanda ressalta a importância que as fotos dão para a autoestima das pessoas e o prazer em ver um trabalho finalizado e com bons resultados.

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Mas como nem tudo são flores, alguns problemas podem ser enfrentados por quase todos os fotógrafos e a fotógrafa e futura Publicitária conta quais são as maiores dificuldades que enfrenta na profissão.

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Amanda relata como a fotografia colabora nos cursos de Comunicação. Além do aprendizado, ela diz que é possível você enxergar os mínimos detalhes, que antes talvez não pudessem ser vistos, ajudando em sua formação profissional como publicitária.

 

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Semana de Comunicação: evento gera expectativa nos acadêmicos de Jornalismo

Repórter: Mariana Baufleur

Nessa semana, os acadêmicos dos cursos de Comunicação Social estão participando da Semana de Comunicação, que acontecerá entre os dias 15 e 19, no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O objetivo da Semana é trazer novidades para os alunos de comunicação na área do qual o profissional atua.

Para os acadêmicos de Jornalismo, as expectativas são as melhores possíveis e a empolgação já toma conta.

Para a acadêmica do primeiro semestre de Jornalismo, Lucélia Leite, a expectativa para e durante a Semana é enorme.

 

 

 

 

 

Com Felipe Cheremeta não é diferente. A expectativa é que seja muito proveitosa, ressalta o acadêmico do primeiro semestre de Jornalismo.

 

 

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“Espero que seja bastante produtiva”, comenta a aluna do primeiro semestre de Jornalismo, Kamylla Lima.

 

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Já para a caloura Eloisa Winter, também do curso de Jornalismo, a Semana está muito “top”, saindo da rotina das aulas e trazendo profissionais que já tem experiência na área.

 

 

 

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Acadêmicos de Jornalismo desenvolvem plano de negócio

Repórter: Leandro Machado

Os alunos do terceiro semestre de jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) estão desenvolvendo, com o apoio de professor Tiago Kohut, um plano de negócio, feito dentro da disciplina de empreendedorismo.

O objetivo principal é estimular o espírito empreendedor nos alunos e dar um incentivo na questão de empreender em um negócio próprio. A proposta é mostrar também a importância de uma boa gestão empresarial que, independente da área que o aluno seguir profissionalmente depois da faculdade, deve saber fazer.

Segundo Kohut, os alunos podem se tornar bons profissionais na área de Jornalismo, mas eles também precisam saber que podem ser empreendedores. Para serem bons empreendedores eles precisam conhecer algumas ferramentas importantes para a gestão do negócio. Por exemplo, saber como iniciar uma empresa, como é o dia a dia de uma empresa, quais os primeiros passos que se deve tomar para iniciar um empreendimento e avaliar o mercado de trabalho, os riscos, os custos, entre outras coisas.

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Para acadêmica Maria Baufleur as aulas são muito importantes para que os alunos vejam como empreender é fácil.  Segundo ela muitas vezes uma ideia pensada dentro da faculdade pode ser colocada em prática fora. “A gente pode sair da faculdade com uma ideia e a partir do que foi aprendido durante as aulas de empreendedorismo, podemos conseguir montar um negócio e ser bem sucedido e trabalhar na nossa área”, enfatiza.

Acadêmicos põem a mão na massa

Seguindo as orientações do professor, os acadêmicos desenvolveram uma empresa jornalística como nome de “União News”, que visará levar informações de um modo diferenciado para a sociedade de União da Vitória (PR) e Porto União (SC). “Traremos notícias com um novo olhar jornalístico, com profissionais qualificados e dispostos a noticiar a verdade com humanidade e respeito, trazendo aos leitores o fato na sua melhor versão. Teremos comprometimento, tornando-se a nova cara do jornalismo em nossas cidades”, esclarece a acadêmica de Jornalismo, Paula Partyka. As notícias serão veiculadas diariamente através de um portal da internet, e nos finais de semana em um jornal impresso.

 

 

Kohut fala dos resultados apresentados até agora e das expectativas dos alunos em relação ao projeto

 

 

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No mês de junho, os alunos irão apresentar o resultado do trabalho na III Mostra de Criatividade Empresarial da Uniuv. A Mostra tem como objetivo tirar do papel um projeto empresarial e por de fato em prática o que foi aprendido em sala de aula. Ela acontece como uma forma interação entre os alunos de vários cursos diferentes, que podem trocar e compartilhar ideias diferentes. Além disso ela é aberta a toda a comunidade, como informa Kohut.

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Professores dos cursos de Comunicação que foram acadêmicos da Uniuv contam suas experiências profissionais na instituição

 

Repórter: Cristiano Michahouski

 

Alguns dos profissionais que fazem parte do corpo docente do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), são bem conhecidos pelos acadêmicos dos cursos de Comunicação Social. Mas o que poucos sabem, é que parte desses professores já foram estudantes da Uniuv. Conhecido por ser o coordenador do curso de Jornalismo e lecionar algumas matérias para os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Edinei José Wassoaski, já deu as caras na instituição muito antes de trabalhar como professor. Wassoaski conta que a ideia de dar aula na Uniuv, surgiu quando ainda estava no último ano da faculdade. O convite surgiu por meio da professora Angela Maria Farah, que na época era coordenadora do curso de Jornalismo, que Wassoaski cursava. “Nunca pensei que a oportunidade para dar aulas viesse tão cedo. Após o convite da professora Angela, iniciei minha pós-raduação, e quando ainda estava no primeiro ano, abriu uma vaga na Uniuv e eu consegui entrar como monitor, pois ainda não havia concluído a pós”, conta. Ele relembra que iniciou o curso de Jornalismo em 2002 e antes havia feito um ano de Relações Públicas na Uniuv. “Sempre foi meu sonho, mas como não havia o curso no ano anterior, optei por iniciar Relações Públicas, para eliminar matérias quando tivesse a oportunidade de cursar Jornalismo. Desde que me formei, a faculdade mudou bastante, na época era apenas um prédio e agora temos toda essa grandiosa estrutura. Acredito que dar aula na mesma instituição que me formei é gratificante, no começo achava estranho, ensinar algumas pessoas que tinham estudado comigo, agora depois de alguns anos, posso ver a minha evolução pessoal e profissional”, relata Wassoaski.

Outro professor conhecido pelos acadêmicos da Uniuv, é Tiago Josie Kohut, que dá aulas de economia e empreendedorismo na instituição. Ele conta que quando cursava o último ano de Ciências Econômicas, surgiu o interesse em ser professor dentro do ensino superior. “Antes da faculdade não tinha vontade de ser professor, não me via dando aulas, mas quando estava terminando minha graduação, comecei a despertar o interesse pela profissão, pude ver que eu poderia sim ensinar economia para os alunos”, diz. De acordo com Kohut, assim que fez algumas especializações na área de economia, fez concurso para professor na Uniuv. “Entrei na Uniuv em 2009, dei aula para diferentes turmas, algumas com três alunos e outras com 70”, relata.

Kohut ainda conta sobre as experiências na carreira de professor e também fala sobre sua evolução profissional. “Já dei aula para alunos mais velhos que eu. Aos 23 anos era chamado de senhor, algo que me espantava no início, então para mim, ser professor, é experimentar novas sensações. Alguém de 60 anos, ser seu aluno e te tratar com o mesmo respeito que você trata seus pais, mas por muitas vezes ser querido e odiado pelos alunos, tudo isso em um mesmo momento.” finaliza.

Luíz Carlos Storck Junior, o famoso Sabiá, como é conhecido dentro da Uniuv, cursou Publicidade e Propaganda na instituição, se formou em 2012 e depois de três anos voltou como professor. Ele conta que evoluiu bastante como profissional desde que se formou e que a vivência como professor no meio acadêmico o fez mudar bastante. “Quando estava no terceiro ano da graduação, comecei a ter interesse em ser professor da instituição, quando abriu processo seletivo, fiz e consegui passar. De início tinha uma carga horária bem menor, hoje já tive a oportunidade de aumentar essas horas”, conta Sabiá. Ele relata que muitas coisas que ele fazia quando era acadêmico, junto com a experiência que possui atualmente, ele usa como exemplo para seus alunos. “Acredito que essas experiências me ajudam na proximidade com a turma, claro que hoje minha mente é outra, pois como professor algumas visões mudam totalmente”, ressalta.

Conheça mais sobre o projeto Pipa da Uniuv

Repórter: Raffael Suda

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) oferece aos acadêmicos e professores da instituição mais uma chance de fazer parte do Programa de Incentivo à Produção Cientifica (Pipa) em 2017. O programa Pipa é uma modalidade de pesquisa acadêmica desenvolvida por alunos de graduação em diversas áreas do conhecimento e oferece uma bolsa ao acadêmico participante. Os projetos podem ser feito por qualquer curso e os acadêmicos selecionados para fazer parte dos projetos recebem um valor mensal como forma de um pagamento pelo trabalho realizado. “O programa de incentivo a participação acadêmica tem como objetivo incentivar os acadêmicos a fazer pesquisa, trazer o que vê na sala de aula, ver na comunidade para mostrar para os colegas ver mais afundo em si”, explica a representante do Pipa, Juliane Boiko Bohone. Esse programa inicialmente não tinha bolsas, agora já tem um número grande de bolsistas e projetos em diversas áreas.

Para participar do Pipa, depende pelo interesse do aluno. O programa começa com um professor escrevendo o projeto, que é submetido a uma seleção. Esse professor pode escolher um número de bolsistas que precisa para o projeto dele. Após ser selecionado, é feito um edital para os bolsistas. Esse edital é publicado e o acadêmico pode se inscrever, escolhendo o projeto que ele quer. Depois de ter feito a inscrição é feito um processo de seleção, que consiste em uma entrevista na avaliação do currículo dos acadêmicos que querem ser bolsistas, e também de uma carta de intensões que ele entrega junto com a inscrição, que tem o objetivo de que ele explique o porquê quer participar daquele projeto. E para aqueles que já foram bolsistas podem continuar recebendo, porém é feito uma nova avaliação para esse candidato.

Atualmente, o programa está fazendo a seleção de bolsistas que deve encerrar final de abril deste ano.