Atlética de Comunicação faz bonito na quinta edição do Jogos da Uniuv

Entre os dias 1 e 10 de setembro nas dependências do complexo esportivo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), ocorreu a quinta edição dos Jogos Intercursos

 

O mês de agosto chegou e com ele a quinta edição dos Jogos Intercursos da Uniuv. Neste ano a competição apresentou novidades, além de ter tido uma duração maior – foram oito dias entre o início das eliminatórias e grande final. Houve também a participação dos líderes de torcida e a competição de pebolim nas categorias masculino e feminino.

 

A Atlética de Comunicação Social, pioneira entre os cursos da instituição, este ano teve como auxiliares do mascote “Galo” o quinteto de líderes de torcida, formado por acadêmicos do curso. Katia da Luz, uma das líderes, lembrou que essa novidade animou a torcida em conjunto com o mascote. “É algo diferente para a nossa cidade, foi uma coisa que animou a faculdade”, explica.

 

 

Lideres de torcida e o mascote do curso. Foto: Reprodução Uniuv

 

 

Outra novidade dos jogos, a competição de pebolim,  trouxe o campeonato para a Atlética de Comunicação. No feminino, Emanuela Tracz e Ingridy Svidnicki foram campeãs, já no masculino quem ficou com o troféu de primeiro lugar foi a dupla Patrick Soares Lourenço e Luis Sebben.

 

Emanuela Tracz. Foto : Reprodução Uniuv

 

Gabriela Borges de Souza, hoje egressa da instituição, participou desde a fundação da agremiação, sendo a primeira presidente. Neste ano, ela voltou as arquibancadas do centro esportivo para auxiliar na organização do grupo. “Este ano a diretoria funcionou legal, eles correram atrás, fizeram o que tinha que fazer para que tudo ficasse perfeito durante os jogos”. Gabriela revela que se sentiu orgulhosa por ver como o evento e a participação dos acadêmicos cresceu. “Eles conseguiram dar continuidade e melhoraram muito mais, até em relação ao mascote, que no primeiro ano era apenas a cabeça do galo”. Pelo segundo ano consecutivo a premiação de melhor mascote foi para o “Galo” de comunicação. Porém esse ano o troféu foi dividido com o Urso Polar da Atlética de Odontologia.

 

Evolução do mascote da Atlética de Comunicação Social. Fotos : Reprodução Uniuv

 

No quadro final, além dos troféus na disputa do pebolim e de mascote, a Atlética de Comunicação conquistou o de Melhor Torcida, sendo assim a única bicampeã dos jogos. O primeiro título foi conquistado em 2016.

 

 

Nem tudo se ganha

 

Na competição de Just Dance e futsal feminino os times dos cursos de Comunicação Social não obtiveram êxito, saindo nas fases eliminatórias. Eloisa Winter, acadêmica do segundo ano de Jornalismo, disputou as duas modalidades. Ela lembra que no futsal o time parou já no segundo jogo quando perdeu de 7 a 1 contra administração, mas que a união entre as jogadoras foi grande desde os treinos. “Teve quatro treinos, dois eu não pude participar por causa do (projeto) Rondon, mas todas estavam bem unidas, tanto que quando o jogo acabou, eu, a Dada e a Lu choramos muito pela eliminação”.  Para ela a união das torcidas foi algo que superou as expectativas e surpreendeu a todos. “Foi bonito ver o pessoal unido, torcendo junto”, afirma.

 

Lucio Kurten dos Passos, vice-reitor da instituição e professor dos cursos, afirmou que ao final desta edição, a reitoria junto com o curso de Educação Física já começam a organizar e pensar a edição de 2019, que segundo ele deve abranger novas modalidades e uma maior participação tanto de acadêmicos quanto da comunidade em geral.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ciclo de debates apresenta mesa redonda com tema sobre os direitos humanos e a democracia

Idealizado no ano de 2017 pela turma do terceiro ano do curso de Jornalismo, mesa redonda ganhou corpo e se consolidou apresentando temáticas que envolvem a comunidade

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A representatividade como tema de TCC

Repórter: José Ernesto Weningahmp Júnior

Em 2018, a representatividade do meio LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais e Intersexo), está a cada dia sendo mais discutida nas rodas de conversa

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), o número de assassinatos de homossexuais e travestis no Brasil aumentou 30% em 2017, em relação o ano anterior. Em 2016, foram mortos 343 LGBTI pelo Brasil, o número chegou no ano passado a 445. Em um segundo levantamento obtido pelo jornal O Globo, a cada 19 horas um LGBTI é assassinado. Com estes dados, o Brasil hoje carrega para si a medalha de ouro em crimes de “LGBTfobia” no mundo.

Juliano Bertoldi, acadêmico do último ano do curso de Jornalismo da instituição, trará em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o meio LGBTI. A ideia do acadêmico e de apresentar como é a representatividade do meio nas redes sociais e nos veículos de comunicação, tudo isso em programas para um canal no Youtube.

 

 A orientação, ficou a cargo da Professora Ana Cristina Bostelmam

A nova doutora da Uniuv

Em 2016, o curso de jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) ganhou o seu primeiro doutor: Lucio Kurten dos Passos, que teve seu doutorado em Comunicações e Linguagens aprovado. Quase dois anos se passaram e agora o curso de Jornalismo passa a ter a sua primeira doutora. No dia 4 de abril, Angela Maria Farah defendeu o seu doutorado na Universidade de São Paulo (USP). O projeto envolveu a leitura semântica de como a criança em situação de rua é retratada nos jornais paranaenses.

O começo:

“A reportagem poderia ser mais efetiva”

Depois de presenciar um menino sendo algemado em um bar por um delegado, Angela, na época acadêmica de Jornalismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), decidiu que a sua reportagem que estava produzindo para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), mostraria quem eram estes meninos de rua. Após o final da graduação, ela apresentou este mesmo trabalho em um simpósio na Universidade de São Paulo (USP), onde os presentes questionaram se os meninos do sul eram loiros de olhos azuis. “Eles esperavam algo mais teórico, mas quando eles escutaram histórias de vida, se surpreenderam e isso foi muito bom”.

Cremilda Medina

            Quem foi aluno de Angela, alguma vez na vida, já ouviu falar da jornalista Cremilda Medina. A professora possui certo apreço pela jornalista, que acabou orientando seu trabalho de doutorado.

Cremilda Celeste de Araújo Medina

Jornalista, pesquisadora e professora titular sênior da Universidade de São Paulo (USP) ela traz para a Comunicação Social e para o Jornalismo os desafios do Saber Plural, tendo como eixo central o Dialogo Social, principalmente na prática da reportagem. Cremilda também é líder do grupo de pesquisa “Epistemologia do Dialogo Social”.

 

 

 

O Doutorado:

            Com consequência do tema abordado por Angela em sua graduação, no início do seu processo de doutorado, sob a orientação de Cremilda Medina, a professora resolveu mostrar a mudança semântica que o termo “Meninos de Rua” sofreu a partir da década de 60.

Dentro da Biblioteca Publica do Paraná, Angela se debruçou sobre as edições do jornal Gazeta do Povo, para assim mostrar essa mudança, passando pela elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).