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Faculdade gera mudanças na vida de acadêmicos

Postado em 6 de dezembro de 2011

Repórter: Marcelo Kloczko – acadêmico do 4º semestre de Jornalismo

Muitas pessoas afirmam que o período da faculdade é o melhor de todos. Mas alguns acadêmicos enfrentam dúvidas em relação ao curso e, principalmente, como será o mercado de trabalho. Os acadêmicos do quarto semestre do curso de Jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), também enfrentaram algumas dúvidas em relação ao curso e aprenderam muito na faculdade. Eles também afirmam que já sofreram mudanças durante os dois anos do curso e também já fazem planos para o futuro.

A acadêmica Karoline Bertotto tinha em mente a escolha pelo curso desde a sétima série. Ela optou pela área da comunicação por ser mais dinâmica e interessante e também pelo fato de não gostar muito da área de exatas. “Nas aulas de português sempre despertava o interesse pelas redações, principalmente as narrativas. As professoras sempre me incentivam para seguir nesta área”, declara.

Karoline acreditava que a faculdade seria algo maravilho e fácil de ser realizado, mas encontrou uma outra realidade nos estudos. “É preciso ter garra e perseverança para fazer o que quer. Correr atrás estar sempre atualizado e informado sobre os acontecimentos”, ressalta. Ela ainda comenta que as atividades do curso estão ficando cada vez mais difíceis. “No primeiro ano era mais a interação, conhecer os colegas, o curso. O segundo ano já é mais a prática, realizar mais as atividades”, comenta.

A estudante Bárbara Leticia Franco tinha o interesse pela área de Jornalismo desde pequena e hoje não consegue se imaginar atuando em outra profissão, a não ser a de jornalismo. “Se eu não terminar esse curso não me vejo como profissional em outra área”, afirma. Uma coisa que chamou muito a atenção de Bárbara foi aprender a importância de uma pesquisa para a área da comunicação. “A pesquisa é o embasamento de tudo. Caso você não pesquise você corre um grande risco de passar vergonha”, ressalta.

Durante o curso, Bárbara percebeu uma grande mudança em seus hábitos, principalmente em seu senso crítico. Ela admite que cresceu muito, tanto na mentalidade como também em analisar as coisas de outra forma. “Cresci muito nesses últimos dois anos, uma das coisas que mudei muito foi desenvolver um maior hábito pela leitura”, revela.

Já a acadêmica de São Mateus do Sul, Thaís Guimarães Lima, escolheu Jornalismo também por gostar muito de escrever, mas já possuía em sua mente descobrir algo novo para outras áreas, como em rádio e TV. Ela acabou gostando também da área de Telejornalismo, principalmente na área da produção. “Gosto de fazer todos os processos de telejornalismo, deste a elaboração da pauta até o processo mais demorado que é a decupagem”, conta.

Quando terminar o curso Thaís pretende sair de sua cidade natal e procurar algo na área em uma cidade maior. “Uma cidade onde haja vaga no mercado de trabalho, sair com algo em vista já. E pretendo ainda em fazer cursos de especializações”, conclui.

 

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O perfil do profissional de Comunicação

Postado em 6 de dezembro de 2011

Publicamos, aqui, dois textos produzidos para a disciplina Introdução à Comunicação Social II, refletindo sobre as características necessárias ao perfil de um profissional da comunicação. Boa leitura!

Profª Angela Farah

 

O profissional de comunicação

Douglas Marques - Acadêmico do 2º semestre de Jornalismo

O profissional de comunicação é um vórtice pulsante de informações. Ele absorve, associa, recorta e depois cola, organiza e distribui. Tudo aquilo que passa por suas mão é marcado por digitais; provas da essência do espírito de quem as fez. Comunicação é sempre assim, pessoal, íntima. Mas nem por isso deve deixar de ser também verdadeira.

Essas marcas eternizadas na notícia, na nota, na declaração, de onde vêm? Do mundo visto pelo caleidoscópio único e intransferível. Evidente que não se pode afirmar a superioridade de um ponto de vista em relação a outro. Afinal, estamos todos no mesmo planeta, pisando o mesmo ar e respirando a mesma terra; apesar de em diferentes coordenadas, apesar de noutras sendas. O importante é tão somente que a visão não esteja turva, cega de inverdades e erros. Propositais ou não. Suspeito até que se todos conseguissem avistar uns aos outros, lá nas suas diferentes latitudes e longitudes, concordariam que a paisagem é de fato, a mesma. E que não há vantagens em se estar no topo ou no fundo do vale. Na verdade, o que há são apenas diferenças na perspectiva e nas cores.

Perceber esses contrastes, dos lugares, dos tempos e das impressões, faz com que – mesmo esparramando vísceras no papel – o profissional de comunicação seja verdadeiro no que diz, para consigo e para com os outros. Só que até chegar a esse estágio, a estrada é árdua, longa, exige já nas preliminares uma série de predisposições e qualidades inalienáveis, tais como a disciplina, flexibilidade, vontade e, principalmente, a paixão.

 

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Perfil Profissional

Olavo Contim - Acadêmico do 2º semestre de Publicidade e Propaganda

 

A cada ano que passa, o número de profissionais capacitados a exercer determinada profissão vem crescendo de forma contínua e progressiva. Por consequência, a concorrência fica cada vez maior, também, e o mercado de trabalho exige do profissional diferencial e eficiência, para que haja destaques no meio dessa enorme demanda.

Seja qual profissão for, o respeito sempre deverá existir. Seja com colegas de trabalho, concorrentes e, principalmente, a peça-chave de tudo: o cliente. O cliente sempre deverá ser respeitado, ouvido, bem atendido e a ele sempre transmitida a confiança naquilo que o profissional quer mostrar.

Outro ponto é o comprometimento com aquilo que se faz. Doar-se para a sua profissão e executá-la com amor. Ao contrário do que pensam, fazer o que se gosta é muito mais importante do que apenas fazer algo pelo dinheiro. A profissão feita com carinho, amor e comprometimento é uma profissão bem feita, o que faz com que o profissional se destaque por aquilo que faz, tendo seu trabalho reconhecido.

Resumidamente, por fim, a ética é um fator-chave para qualquer profissão, pois sem ela não se chega a lugar nenhum e não se conquista credibilidade e confiança das pessoas no profissional que está querendo expor o seu trabalho.

 

 

 

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Acadêmica de Publicidade e Propaganda analisa tendências das telenovelas

Postado em 6 de dezembro de 2011

Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

O sexto semestre de Publicidade e Propaganda precisou entregar um projeto e uma monografia como forma de avaliação das disciplinas de Planejamento de Campanha e Métodos e Técnicas de Pesquisa, com os professores Liliane Gasda e Edinei Wassoaski, respectivamente. A acadêmica Ana Paula Bahniuk explica que os dois trabalhos são realizados neste ano porque, nos dois últimos semestres do curso, os alunos precisam desenvolver um trabalho de conclusão de curso (TCC) em cada semestre. “Os outros cursos têm um TCC para fazer. Nós temos dois e ainda temos menos tempo”, diz.

Ana Paula decidiu fazer a monografia sobre as tendências que a telenovela lança na sociedade. O tema envolve moda, psicologia e publicidade. “Escolhi desde o primeiro ano. Apenas aprimorei para a monografia”, afirma. Ela diz que sempre gostou de moda e entende muito de psicologia. A receita se completou quando Ana Paula teve a disciplina de Produção Publicitária em TV e Cinema. “Sabia que a moda influencia as pessoas. Quando tivemos aula de TV decidi fazer algo assim. Juntei TV, publicidade, moda e psicologia e a receita para a monografia estava aí”, conta.

O tema foi trabalhado durante todo o ano. No primeiro semestre, Ana Paula desenvolveu o pré-projeto, com os objetivos do assunto, pesquisa bibliográfica e metodologia. Neste semestre, os acadêmicos ficaram responsáveis de desenvolver o conteúdo. “O professor exigiu 30 páginas de conteúdo, fora todo o resto”, comenta. Dos oito alunos da turma, apenas Ana Paula entregou a monografia no prazo determinado. “Achei um absurdo a quantidade de páginas exigidas, mas consegui terminar. Só eu entreguei.”

Ana Paula escolheu duas novelas da TV Globo para analisar: América e Caminho das Índias. A aluna preferiu as novelas de Glória Perez porque considera a autora “famosa” em assuntos sociais. “As duas novelas trouxeram estilos que não tinham nada a ver com o país, que eram o country e o indiano”. A acadêmica analisou como as duas modas tão incomuns com a realidade do Brasil chegam às ruas a aos guarda-roupas.

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Jornalismo se prepara para o encerramento do ano

Postado em 6 de dezembro de 2011

Repórter: Elisiane Domainski – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo
Todo ano começa com promessas e expectativas. Em Jornalismo não foi diferente: pessoas novas, com estilos, pensamentos e comportamentos diferentes que ingressaram no curso. E alunos que, depois de 4 anos de batalha, finalizaram o Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), e se preparam para a banca. Cada um que aprendeu e levou do ano muitas conquistas.

2º Semestre

Como já esperado, no primeiro ano de faculdade, os acadêmicos entram pensando nas práticas, nas aulas de Telejornalismo, rádio e impresso. Para Wagner Bilitzki, acadêmico do segundo semestre de Jornalismo, apesar da teoria, o ano foi muito proveitoso. O acadêmico aprendeu com as palestras e toda a base repassada pelos professores, como a professora Angela Farah, que segundo ele, conseguiu se expressar muito bem nas suas aulas. Wagner também relembra que um dos trabalhos mais empenhados da turma, foi a criação do jornal, na aula de informática. “Criamos desde a diagramação até a parte editorial. Fazíamos em duplas. Publicidade fazia a parte publicitária e, Jornalismo, fazia a parte das matérias”, conta.

4º Semestre

Para Mayara de Lima, acadêmica do quarto semestre de Jornalismo, o segundo ano como esperado, foi bem mais prático. “Acabei aprendendo muito mais do que eu imaginava. Não me esforcei tanto, quanto eu queria, mas fui muito sugada de um jeito positivo pelos professores”, conta.

A acadêmica relembra que todos os professores foram importantes durante o ano. Ela destaca que a professora Angela Farah e a Fahena Horbatiuk foram as que mais marcaram positivamente, a sua passagem pelo segundo ano, pela humanidade e inteligência.

Dos trabalhos que marcaram, ela destaca a matéria de TV sobre a federalização do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). “Foi a matéria que eu mais me dediquei o ano inteiro. Cerca de 800 pessoas viram a matéria que ficou no site da Uniuv. Fiquei conhecida. Amei”, afirma.

3º Semestre

Para Thais Siqueira, acadêmica do sexto semestre de Jornalismo, o ano foi mais difícil que o esperado. “Eu achava que o quarto ano era mais difícil. Mas quanto mais difícil melhor, assim eu aprendo mais”, conta. Para a acadêmica, um dos professores que marcaram seu ano, foi a professora Angela Farah e o professor Amauri Yamauti. “A Angela é uma excelente professora, ainda mais com a fundamentação teórica – o TCC. Aprendendo quais são os tipos de jornalismo. E o Amauri, a parte de TV, que eu gosto”, conta.

Thais acha que melhorou muito na parte impressa, apesar de antes gostar mais de TV. Ela comenta que um dos trabalhos que mais a marcou no ano, foi a grande reportagem multimídia de saúde, para a matéria de Jornalismo Online. “Eu fiz em TV, rádio e impresso sobre o colesterol. Entrevistei nutricionista, médicos e várias pessoas que tem o colesterol e outras que se cuidam para não ter. Esse eu me dediquei bastante”, conta.

4º Semestre

Para Janaína Anair da Silva, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, todas as expectativas para o último ano de faculdade, foram alçadas. Ela conseguiu terminar o TCC, agora vai passar pela banca. Segundo ela, todos os professores foram essenciais para que ela conseguisse aprender o máximo possível. Durante as gravações do TCC, Janaína teve algumas dificuldades em conseguir as entrevistas. “Algumas pessoas odeiam câmeras”, comenta. A acadêmica também acha que o laboratório precisava estar mais equipado de câmeras. “Um dia precisava de câmera e não tinha”, conta.

E o lado do professor?

Segundo a professora Angela Farah, o ano foi muito importante. Para ela, o professor, além de ter o conhecimento, precisa acreditar no que faz e, principalmente, em quem está do outro lado – o aluno. “Às vezes, a gente coloca muita expectativa em cima do aluno e acaba se decepcionando. Porque talvez, essa expectativa seja muita para o que você pode no momento”, comenta. Porém, a professora comenta que é preciso valorizar o que o aluno conseguiu produzir. “Mas você conseguiu produzir alguma coisa. Eu tenho que olhar para essa ‘alguma coisa’ e ver se está bom, ruim, médio e ajudar você a passar por isso”, conta.

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Acadêmicos de Jornalismo e Publicidade criam jornais em sala de aula

Postado em 17 de novembro de 2011

Repórter: Bruna Oleskovicz – acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo

Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de experimentar, na prática, um pouco das futuras profissões. O trabalho realizado pelos acadêmicos envolvia criar um jornal com matérias desenvolvidas pelos alunos do curso de Jornalismo e a propaganda criadas pelos alunos de Publicidade e Propaganda. Além disso, os estudantes diagramaram seus jornais com a ajuda da professora responsável pelo trabalho, na disciplina de Informática.

A professora Juliana Biscaia explica que o trabalho foi feito em dupla, que deveria ser composta por um aluno de cada curso. “Foram desenvolvidos aproximadamente 14 jornais”, conta. Segundo a professora, não foi estipulado nenhum critério para os jornais, apenas algumas dicas. “Passei ideias de como eles poderiam fazer o trabalho, como os temas, as editorias, etc.”, conta. O resultado surpreendeu Juliana. “Ficou muito legal, bem mais do que o esperado”, destaca.

O acadêmico de Jornalismo, Wagner Bilitzki, conta que sua dupla gostaria de criar um jornal diferente. “Surgiu a ideia de montar um jornal sobre fotografia, até porque meu colega é autodidata em fotografia”, afirma. As tarefas entre as duplas fora divididas. “Eu fiz as matérias e meu colega a diagramação”, conta. Porém, Bilitzki teve que apresentar seu trabalho individualmente, pois seu parceiro trancou o curso para fazer intercâmbio, mas ele afirma que aprendeu algo importante com essa experiência. “Pude notar a facilidade em desenvolver um jornal se trabalhar em equipe”, destaca.

Já o aluno de Publicidade e Propaganda, Jader Wolff, conta que sua equipe criou uma empresa de publicidade fictícia. “Nós fizemos todos os anúncios que seriam veiculados nos jornais das duplas”, explica. O acadêmico ressalta a experiência que adquiriu logo no início do curso. “Gostei de realizar esse trabalho, pois me trouxe a oportunidade de aprender a estimular a minha criatividade”, afirma.

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Alunos do 1° ano de Comunicação Social não tiveram Semanada

Postado em 17 de novembro de 2011

Professores e alunos comentam sobre a Semanada e seu benefício para os cursos de Comunicação

Repórter: Claudiane Berres – acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo

Nos primeiros anos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda (PP), os conteúdos trabalhados em sala são teóricos e há pouca atividade para exercer a prática. Com isso, os professores promoviam a Semanada, uma única semana com prática total. Era a oportunidade dos acadêmicos terem contato com os laboratórios de rádio e TV, o que acontece pouco nos primeiros semestres dos cursos. A Semanada é quando os acadêmicos podem ter um contato próximo com a profissão, produzir textos jornalísticos e publicitários, além das matérias multimídias.

Muitos feriados, palestras, acabaram deixando impossível realizar a Semanada este ano. “Foram dois semestres corridos. Muita atividade extra, palestras interessantes para os dois cursos, e os professores precisam dar provas e trabalhos”, comenta Julliana Biscaia, professora coordenadora PP. Julliana ainda afirma que isso não vai prejudicar a turma, pois todo o conteúdo da Semanada vai ser vivenciado pelos acadêmicos nos outros semestres, tanto de Jornalismo quanto PP.

O acadêmico de Jornalismo, Assis Gabriel Krebs, acha que o primeiro ano tem muita teoria e que falta aulas práticas. “Muito conteúdo atrapalha, tem que mostrar o que aprendeu na teoria. Faltou prática”, diz. Krebs ainda conta que muitos alunos desistiram dos cursos de comunicação por ser muita teoria. “É o principal fator de desistência, porque muitos trabalham e o conteúdo na faculdade é pesado. Cansa as pessoas”. Segundo Krebs a Semanada poderia conter as desistências. “Como a Semanada é aula prática, mostra mesmo a vida do profissional”, conclui. Já o acadêmico de PP, Valdomiro Dalcomuni Neto, acha que é importante essa carga teórica nos primeiros semestres. “Eu acho importante ter a teoria. É faculdade, é um diferencial”, comenta.

A professora de Jornalismo, Angela Farah, acha que o motivo da desistência é outro. “Muitas pessoas acham que jornalismo é fácil, leve. Na faculdade percebem que é muita filosofia, psicologia e se assustam”. Ela acredita que a Semanada tem seu benefício, mas também acha que ela não é totalmente eficiente. “A Semanada ajuda a entender a profissão, no entanto, não é uma prática bem embasada. Acaba sendo mais entretenimento”, comenta. A professora Angela ainda conta que os acadêmicos têm ideia do que é a profissão, que isso é tratado dentro da disciplina de Introdução a Comunicação Social, e que a disciplina proporciona o contato dos acadêmicos com profissionais. “Eles recebem informações, profissionais. Eles têm noção da profissão”, finaliza.

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Acadêmicos de Jornalismo falam sobre a pré-banca

Postado em 17 de novembro de 2011

Repórter: Pedro Henrique  Almeida – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

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Conselho Editorial incentiva a produção científica e publicações de obras

Postado em 17 de novembro de 2011

Repórter: Amanda Mendes – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Conselho Editorial do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) foi criado em 1999. Logo após foi lançada a coleção José Júlio Cleto da Silva, com o objetivo de produção científica e cultural dos docentes e escritores regionais. Atualmente, o Conselho Editorial conta com várias obras e é um incentivo para alunos do Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo publicar os seus livros-reportagem.

Segundo a professora e presidente do Conselho Editorial Fahena Porto Horbatiuk, o conselho visa motivar e colaborar com a produção cultural regional, fazendo lançamentos festivos das obras, valorizando os autores. O Conselho Editorial apóia escritores e pesquisadores da região, fazendo revisão e diagramação de textos, solicitando o International Standart Book Number (ISBN), sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros e ficha catalográfica.

De acordo com a professora do Curso de Comunicação Social e membro do Conselho Editorial, Angela Maria Farah, são escolhidos alguns critérios para a publicação de uma obra, pois não é possível publicar todos os trabalhos, somente duas obras por ano. A escolha é feita por meio da relevância do tema para a comunidade.

Como muitos acadêmicos do Curso de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo apresentam em suas bancas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) livros reportagem. Este foi o caso da acadêmica Priscila Ernst, que contou a história de São João do Triunfo e teve sua obra publicada pelo Conselho Editorial. “Tinha que ser publicado, pois não tinha nada que contasse a história do município, até por questão da Universidade, vem muita gente de todas as regiões para cá”, comenta Angela.

Para a acadêmica Bruna C. Oleskovicz, do sexto semestre de Jornalismo, o Conselho Editorial é uma oportunidade para os acadêmicos poderem divulgar seus trabalhos e servirá também como mais uma fonte de pesquisa, além de valorizar a região. O seu TCC será impresso e ela pretende publicar o seu trabalho. “Pretendo publicar, pois gostaria que ele fosse lido por outros estudantes e sirva como base para outros trabalhos”, relata Bruna.

Ela acredita que com o apoio do Conselho as publicações se tornaram mais fáceis e, como ele é formado por membros que possuem grande conhecimento, eles realizam um trabalho que facilita a publicação.

Segundo o reitor Jairo Vicente Clivatti, a Universidade se caracteriza por pesquisa e extensão, pois é uma medida essencial para motivar a publicação. “Hoje, não se pode pensar em uma Universidade sem um Conselho Editorial, constituindo, pensando, agindo e incentivando principalmente as pessoas a publicar suas obras”, relata Clivatti.

 

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Mais uma vez: unidas pela Comunicação

Postado em 17 de novembro de 2011

Repórter: Fernanda Santos – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

As irmãs Fernanda e Rafaella Maier, além de laços afetivos, seguiram os mesmos caminhos e hoje trabalham juntas

Na terça-feira,8 de novembro, o segundo e quarto semestres de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, receberam a visita de Fernanda e Rafaella Maier para falar sobre os meios de comunicação que atuam e contar quais as suas experiências. O convite para a palestra surgiu do aluno Osmari José Lopes, que cursa a disciplina de Teoria da Comunicação, ministrada pela professora Angela Farah. “Como deveríamos trazer pessoas ligadas a Comunicação Social, sugeri a presença de Rafaella e Fernanda porque eu já as conhecia”, disse Lopes, afirmando que as iratienses aceitaram o convite com muito entusiasmo e ficaram muito felizes, pois é a primeira vez que o curso recebe representantes de Irati.

Formação em Comunicação gera vínculo entre as irmãs

Rafaella Maier formou-se em Jornalismo pela Faculdade Santa Amélia, em Ponta Grossa. “Faria Publicidade e Propaganda. Por não ter opções, fiz Jornalismo e vi que era a área certa. Tenho certeza absoluta que fiz a escolha mais sensata”, diz Rafaella.  Antes mesmo de se formar, a estudante de Jornalismo já trabalhava em um jornal local como recepcionista e depois assumiu o papel de jornalista responsável. Nesse emprego, Rafaella permaneceu por oito anos. Em 2011, integrou na agência de Publicidade com sua irmã, Fernanda.

Formada em Publicidade e Propaganda em 2009, pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), Fernanda Maier começou a trabalhar quando iniciou a faculdade. A publicitária principiou na Prefeitura Municipal de Irati, local em que permanece atualmente pela Casa da Cultura. Em julho de 2010, resolveu abrir sua agência de Publicidade. “Recebi a proposta de iniciar o projeto com parcerias, mas decidi que faria isso sozinha”, contou Fernanda, que em fevereiro de 2011, recebeu Rafaella como companheira para que juntas formassem a Prax Publicidade e tomassem frente da Revista Visual.

Profissionais formados são minoria em cidades do interior

Rafaella e Fernanda promoveram um grande bate-papo com a turma para expor suas experiências de trabalho. Rafaella contou que durante sua passagem pelo jornal impresso, sempre teve trabalhos paralelos ligados a revistas e outros jornais locais, na condição de free lance. Falando da revista, meio em que promoveu várias perguntas dos acadêmicos, Rafaella explicou que como é mensal, há mais tempo para a preparação do material que será publicado. “Porém, junto a matérias, temos que cuidar do setor de finanças e vendas, por exemplo, campos em que no jornal havia divisões de atividades”, informa a jornalista.

Para o jornal, Rafaella comenta que escrevia matérias de assuntos gerais. Mas, para a revista, o sistema de informações é diferenciado. “O público é distinto e o material jornalístico é preparado de forma mais social, com menos textos e mais fotos”. Para ela, está aí um dos grandes diferenciais entre uma revista e o jornal.

“Para publicitários, o mercado é difícil”, inicia Fernanda. Em Irati, ela é a única publicitária com diploma que trabalha na área. “Acredito que o maior problema para as pessoas é entender para quê serve a Publicidade e Propaganda, até pela presença de muitos amadores”.  Fernanda salienta que por muito tempo pensou que não havia tanta necessidade de se obter um diploma na área, mas com o tempo observou que foi fundamental para a sua formação profissional. “Hoje, exerço o que aprendi e ainda tenho minhas dificuldades”, esclarece.

Irmãs não se arrependem do que escolheram e são apaixonadas pelo que fazem

Fernanda narra que durante a faculdade aprendeu a gostar da Publicidade, mas durante um tempo deixou esse gosto de lado. “Então, quando me formei, pensei em fazer outro curso porque realmente perdi um pouco da vontade de trabalhar na área”. Porém, Fernanda relembrou dos quatro anos em que enfrentava as estradas para vir de ‘van’ à faculdade e dos sacrifícios com essas viagens diárias. “Percebi que precisava trabalhar com a Publicidade e entendi que nada foi em vão”, relata a apaixonada pela Publicidade, Fernanda.

Rafaella observa que ser jornalista não é uma profissão fácil porque exige tato, sensibilidade e imparcialidade, independente das circunstâncias. “Jornalismo é muito mais do que escrever textos e colocar verbos nos momentos certos: é escrever da forma com que todas as pessoas entendam”. Para ela, o papel do jornalista é ser ávido, correr atrás das notícias mesmo com todas as dificuldades que surgirem no caminho.  Sobre o diploma, a jornalista descreve que infelizmente a profissão não é valorizada a começar por essa questão. “Mas para os bons, a queda do diploma não faz diferença porque sempre haverá trabalho para gente que realmente gosta do que faz e se dedica. E eu amo o que faço”, finaliza Rafaella.

 

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Jornalismo e Publicidade podem viver bem juntos

Postado em 3 de novembro de 2011

Repórter: Marciel Borges – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de fazer um bate papo com profissionais da área de comunicação. A iniciativa é da professora Angela Maria Farah, que explica que é importante trazer profissionais da área para conversar com os futuros jornalistas e publicitários. “Além de trazer conhecimento é uma oportunidade para os alunos terem uma visão como o mercado está trabalhando. Já tivemos muitos alunos que participaram do bate papo e conseguiram um trabalho na área”, diz a professora.

Um dos convidados foi o jornalista e administrador Gerson Coas, da Rádio Colmeia. Coas contou como é feito o trabalho de comunicação da Colmeia tanto no jornalismo como na publicidade. Destacou também os passos que a emissora passou até chegar aos tempos atuais, e pensando no futuro, como na compra de equipamentos. Ele destacou a aquisição do novo transmissor. “O rádio hoje ainda continua sendo o veículo de comunicação mais barato, uma pessoa pode comprar um pequeno rádio por dez reais”, ressalta o jornalista.

Ao falar em jornalismo e qualidade foi destacado a questão da emissora permanecer com a Unidade Móvel, que é um veículo preparado para trazer as informações de qualquer lugar. “A equipe da rádio está sempre atualizando e melhorando o sinal da Unidade Móvel para fazer o papel de informar a população”, comenta Coas com um sorriso.

Ao dizer que jornalismo e publicidade podem viver bem, o jornalista comenta o trabalho que ele realiza como assessor de imprensa da Associação Catarinense de Motocross. “Ao fazer uma foto de um evento o jornalista está fazendo a reportagem e ao mesmo tempo a publicidade, pois estará fazendo com que imagens dos patrocinadores seja conhecido”, diz Coas.

 

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Palestra faz sucesso com os acadêmicos da Uniuv

Postado em 3 de novembro de 2011

Repórter: Thaís Siqueira Pinto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

Muitos acadêmicos ficaram satisfeitos com a palestra de abertura do Enaproc no Wooden Hall. Dizem ter gostado muito sobre o tema abordado e também acharam interessante o modo de como o palestrante interagiu com a plateia

O 8º Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) aconteceu nos dias 17 e 18 de outubro de 2011, e foi promovido pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Para a abertura, a Uniuv trouxe a palestra do professor Max Haetinger, que abordou o tema “Educação, Pesquisa e Criatividade”. O evento aconteceu no Centro de Eventos Wooden Hall em União da Vitória (Paraná).

“O objetivo do evento foi levar para os acadêmicos uma palestra que não falasse sobre motivação, mas que mostrasse que o encontro de produção científica significa muito para a vida acadêmica, e os benefícios que ele traz são vários”, diz o reitor da Uniuv, Jairo Vicente Clivati. Para ele, o evento superou todas as expectativas, pois a palestra foi concreta e não motivacional. “O Max soube passar com muita clareza e profundidade a importância que a pesquisa e a produção têm na educação e com seu humor surpreendeu a todos”, ressalta.

De acordo com Haetinger, acreditar no futuro é essencial para qualquer pessoa se dar bem na vida. Pois quem acredita e luta pelos seus sonhos, chega a qualquer lugar. Ele disse em sua palestra que todos os acadêmicos precisam ser curiosos, pesquisar bastante sobre assuntos diversificados e tudo que achar necessário.

Segundo a Pró-Reitora de Ensino da Uniuv, Maria Genoveva Bordignon Esteves, no período matutino quase 500 lugares foram tomados por professores e acadêmicos da Uniuv, e no período noturno aproximadamente 700 lugares. Ela conta que escolheu a palestra de Max para os acadêmicos no ano passado, onde assistiu a uma palestra dele e acabou gostando muito.

A estudante do oitavo semestre do curso de Jornalismo da Uniuv, Janaína Anair da Silva, conta que gostou muito da palestra, ainda mais por ter sido em um lugar diferenciado, como o Wooden Hall. Para ela, foi uma das melhores palestras do Enaproc. “Foi muito divertido e ainda me fez lembrar uma palestra que gostei muito, que foi a em comemoração aos 37 anos da Uniuv ‘A vida que vale a pena ser vivida’, com o professor Clóvis de Barros Filho”, conta. Ela acha que se a maior parte dos palestrantes abordassem os temas do jeito que ele abordou elas não ficaram maçantes.

 

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Aniversário da Uniuv motiva acadêmicos

Postado em 12 de outubro de 2011

Fábio Rodrigues e Fabiano Picket - Acadêmicos do 6º Semestre de Jornalismo

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), em seu 37º aniversário, proporcionou a palestra “A vida que vale a pena ser vivida”, com o professor Clóvis de Barros Filho. A palestra motivacional reuniu acadêmicos, professores, ex-alunos e funcionários da empresa Pormade.

De acordo com a pró-reitora de Ensino da Uniuv, Maria Genoveva Bordignon Esteves, palestras desse tema são importantes em qualquer época do ano. “O objetivo é manter sempre o moral da comunidade acadêmica elevada”, diz.

Maria Genoveva afirma que as palestras precisam ter motivos nobres. “Não apenas de motivação, mas com um conteúdo bom.” Para ela, o que não agrega ao conhecimento, não é de interesse do Centro Universitário.

Antes do evento, o aluno do quarto semestre de Arquitetura, Rafael Ribacz, disse que o tema da palestra é interessante e por isso comprou o ingresso. “Qualquer palestra vale a pena. É um impulso maior para os alunos”, explica.

Eliane Maria Felizarda Jaworski é aluna do oitavo semestre de Administração. Nessa fase, Eliane prepara o trabalho de conclusão de curso (TCC), conhecido e temido pela maioria dos acadêmicos. Ela afirma que eventos proporcionados pela faculdade tiram o estresse do dia a dia. “Motiva o aluno a conhecer mais coisas”, assegura. “São coisas que podem ser aproveitadas durante o meu TCC e que posso levar para a vida.” Para Eliane, as palestras são importantes fontes de cultura.

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Acadêmicos elogiam palestra em comemoração ao aniversário da Uniuv

Postado em 12 de outubro de 2011

Claudiane Berres e Bruna Oleskovicz - Acadêmicas do 6º Semestre de Jornalismo

Em comemoração aos 37 anos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), a Instituição trouxe o palestrante e professor de Ética da Escola de Comunicações de Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Clóvis de Barros Filho. Para Muitos acadêmicos que estavam presentes no dia 21 de setembro, no Cine Teatro Luz, parecia ser mais uma palestra chata, mas “A vida que vale a pena ser vivida” surpreendeu a comunidade acadêmica.

“No começo, eu achei que iria ser diferente, mas depois eu gostei”, comenta Edenilce Brancaleoni, acadêmica de Administração. Quem também gostou da palestra foi Tiago Ribas, acadêmico de Arquitetura e Urbanismo. “Adorei, porque ele explicou a teoria dos três amores de uma forma tão compreensível”, diz.

Durante a palestra, o professor Clóvis explicou as diferenças do amor de Platão, de Aristóteles e o Ágape, de Cristo. “No amor de Platão e Aristóteles o que importa é o que queremos, a nossa alegria. E no amor Ágape, o que importa é a alegria do outro”.

As palavras ditas pelo professor marcaram de alguma forma cada acadêmico. “Saber amar, porque amar é a base de tudo”, disse Edenilce. “Seguir os valores que ele falou para conseguir ter uma vida feliz”, afirmou a acadêmica, referindo-se aos valores da confiança e da desconfiança que o palestrante comentou. “É preciso confiar e também saber desconfiar”, destacou Clóvis. Ribas também comenta sobre o que gostou da palestra. “A moral é uma espécie de amor falsificado. Você não ama as pessoas, mas tenta. Achei essa frase verdadeira”, afirma o acadêmico.

O resultado foi além das expectativas para os acadêmicos. “Uma palestra muito bem feita. O que ele falava acabava marcando bastante a gente”, disse Edenilce. “Foi muito mais do que eu esperava. Valeu a pena participar”, ressaltou Ribas.

Mas os acadêmicos acreditam que só palestras sobre motivação não farão as diferenças. “Motivação é interessante, mas precisa de outros temas, isso ajuda também, mas precisa de outros conhecimentos”, declara Edenilce. “Motivação é bom, mas também devia trazer outros assuntos da atualidade, algo assim”, diz Ribas.

 

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Acadêmicos de Jornalismo ganham em dobro com palestra de aniversário da Uniuv

Postado em 12 de outubro de 2011

Fernanda Santos e Francisco Marcelo S. de Lara – Acadêmicos do 6º Semestre de Jornalismo

Além de participarem da palestra motivacional ‘A Vida que Vale a Pena ser Vivida’, com o professor Clovis Barros Filho, alunos de jornalismo tiveram a oportunidade de fazer a cobertura do evento. Divididos em duplas, cada uma deles escolheu em que veículos fariam a reportagem. A divisão foi realizada em sala de aula, no dia 15 de setembro, quando os professores e o coordenador do curso de Comunicação, Lúcio Kürten dos Passos, reuniram os alunos para propor a atividade. A palestra aconteceu no dia 21 de setembro, no Cine Teatro Luz.

Segundo a professora Angela Maria Farah, a iniciativa dessa atividade para os alunos foi dela juntamente com o professor e coordenador. Angela diz que sempre que surgem oportunidades como essa é uma maneira dos alunos praticarem sua futura profissão. “A iniciativa foi minha e do Lúcio. É preciso aproveitar essas oportunidades, é uma forma dos alunos já viverem na prática a sua profissão”, afirma Angela. Como foram mais de dez duplas tratando do mesmo evento, a professora diz esperar enfoques bem diversificados. “Estou vendo até bastante motivação da parte dos alunos. Espero que sejam bem criativos”, comenta.

Para Lúcio dos Passos, professor e coordenador do Curso de Jornalismo, esse tipo de evento acontece todo ano para se comemorar o aniversário do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) e sempre há a cobertura feita por alunos. Mesmo sendo final de bimestre para os alunos, quando as atividades são mais intensas, Passos ressalta que isso não influenciaria, pois entraria como mais uma atividade. “Na vida profissional não vai existir essa questão de final de bimestre”, enfatiza.

Uma das duplas formadas foi dos acadêmicos Fábio Rodrigues e Fabiano Picket. Por ter uma afinidade maior com o texto escrito, Rodrigues e Picket escolheram o veículo impresso e encararam de forma tranquila a atividade. “Como dificuldade pensei primeiro no valor a pagar, mas depois nos dispensaram disso. Acho que para as entrevistas não teremos muitos problemas, só o prazo da entrega me preocupa um pouco, pois já temos outros trabalhos também”, diz Rodrigues. Para ele, mesmo a atividade em final de bimestre, acredita que é uma boa experiência para os alunos. “Nós até poderíamos ficar em casa para deixar em dia os outros trabalhos, mas também já tivemos um bom tempo até para fazê-los e acho que uma palestra motivacional vai ajudar 100% para levantar o astral”, declara o acadêmico.

Para a aluna Amanda Mendes, que fez dupla com Thaís Siqueira Pinto, a proposta dos alunos produzirem matérias sobre a palestra foi positiva para se adquirir experiência. “Achei bacana. É uma forma de já atuarmos na profissão. Quanto mais experiências tivermos, melhor. Assim conhecemos mais pessoas, mais fontes para até outras entrevistas”, diz.

Amanda que, junto com Thaís, escolheu fazer a matéria em rádio, aproveitou fazer também uma matéria para o blog de comunicação. Ao final do evento comemorou por ter conseguido fazer as entrevistas, apesar da falta de algumas fontes. “Graças a Deus, eu consegui. Tive dificuldade com alguns alunos de outros cursos que não quiseram dar entrevista. Eles são menos acessíveis para entrevistas do que os alunos de comunicação”, lamenta Mendes.

Sobre a palestra, Amanda se surpreendeu, pois acreditava que seria algo chato por o palestrante ser um professor de Filosofia. “Por ser professor dessa área, no começo achei que iria ser algo maçante. Mas gostei muito, nem vi o tempo passar”, diz satisfeita.

O convite feito ao palestrante foi no contexto da comemoração dos 37 anos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). De acordo com Angela, todo ano há o convite a um palestrante para o aniversário da Uniuv, e como ela já havia lido o livro de Clóvis de Barros Filho, com o tema da palestra, repassou a sugestão para a pró-reitora de Extensão e Cultura, professora Fahena Porto Horbatiuk, que acatou a ideia.

Na abertura da palestra, a professora Maria Genoveva Bordignon Esteves, pró-reitora de Ensino, representando o reitor da instituição, Jairo Vicente Clivatti, que, por motivos profissionais, não pode estar presente, disse que a Uniuv, assim como seus acadêmicos, evolui a cada etapa da vida. “Comemorando 37 anos, a Uniuv está na fase da maturidade, sabe o que quer”, declarou.

 

 

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Curso de Comunicação Social participa de palestra publicitária

Postado em 12 de outubro de 2011

Repórter: Marcelo Lara – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

No dia 29 de setembro, o curso de Comunicação Social participou de uma palestra com profissionais da área da publicidade. O tema proposto era “Propaganda: o que Não fazer?”. Os palestrantes eram Fabrício Carvalho e Pedro Ruta Junior, ambos diretores de arte na agência de publicidade A Casa da Comunicação, de Ponta Grossa (PR). O evento, que por imprevistos na viagem dos palestrantes, começou com uma hora e quinze de atraso, foi na sala de eventos e contou com a presença de professores e alunos dos cursos de Publicidade e Propaganda (PP) e de Jornalismo.

Na exposição do tema, Ruta e Carvalho apresentaram questões como o que não se deve fazer em um planejamento, como deixar de focar nos seus objetivos, o que não fazer na mídia, como não se descuidar e investir em mídias erradas, as quais tentam “comprar” o publicitário com mimos (brindes). Por fim, eles destacaram que o publicitário não deve parar no tempo, mas aproveitar as novas ferramentas e recursos que a tecnologia e a internet lhe oferecem para que seu trabalho tenha qualidade e tenha sucesso profissional.


Palestras como essa fazem parte de um programa já organizado pelo curso de Comunicação Social para os acadêmicos durante o ano. É o que diz a coordenadora e professora do curso de PP, Juliana Biscaia. “Antes nós tínhamos o Giro da Comunicação, mas como as palestras eram feitas em fins de semana, muitos alunos não vinham. Então, nós pensamos em trazer um palestrante por mês, variando as áreas de PP e Jornalismo”, diz a coordenadora.

Ainda segundo a coordenadora, existe uma dificuldade para contatar palestrantes devido aos trabalhos deles e de suas agendas ‘baterem’ com a da Instituição. “A iniciativa de trazer esses palestrantes foi da professora Renata, até por já conhecer o Fabrício, com o qual se formou junto na Uniuv. Mas não é fácil acertar uma palestra. Com publicitários, apesar da rotina da agência ser grande, há uma mobilidade maior, com jornalistas já é mais difícil”, afirma.

Quem se mostrou contente e com boa expectativa da palestra foi a professora de Jornalismo Ana Cristina Bostelmam. Empresária também no ramo da comunicação, ela diz que essas palestras sempre acrescentam algo ao aluno, ao professor e ao profissional. “É preciso aproveitar esses eventos, por mais que eles não falem algo novo, nós assimilamos as coisas também por repetição, então eles podem reforçar algo que talvez estejamos falhando no trabalho”, enfatiza Bostelmam. Ela também disse estar contente por ver um ex-aluno da Uniuv e um ex-funcionário seu agora dando palestras sobre seu trabalho. “O Fabrício se formou aqui em 2007 em publicidade e também trabalhou conosco na agência Girafa Comunicação e ele era muito bom. É muito legal você ver um egresso agora passando sua experiência para os outros”, declara.

Da participação dos acadêmicos de Jornalismo na palestra de Publicidade, Bostelmam comenta que hoje não dá mais para pensar nessas áreas separadas, é preciso acompanhar as duas. “O jornalismo e a publicidade andam juntos. É preciso entender os dois. Essas palestras dão o que a sala de aula não oferece ao aluno, que é o entendimento da outra área”, afirma a professora.

 

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