Acadêmicos de Jornalismo promovem mesa redonda sobre gênero na comunicação

Os alunos do sexto semestre de jornalismo organizaram uma mesa redonda com o tema Gênero na Comunicação. O intuito desse evento, voltado para os cursos de comunicação, foi por em debate as questões e abordagens desses temas na mídia atual, e por consequência nas produções publicitárias e jornalísticas dos futuros profissionais.

A ideia do evento surgiu durante as aulas de Técnicas de Reportagem e Pesquisa Jornalística, ministrada pela professora Angela Farah. Segundo os organizadores do evento, muitas discussões relacionadas ao modo que os meios de comunicação retratavam as mulheres e a classe LGBTQ surgiam, juntamente com muitas dúvidas de como abordar corretamente esses temas.

Então com o apoio e a coordenação da professora Angela foi posto em prática a ideia de uma mesa redonda. Foram convidados três representantes que pudessem falar de como o gênero é retratado na mídia como um todo, e trazer esclarecimentos em torno disso. Entre os convidados estava a professora de história da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) Dulceli Stacheski, que atualmente cursa doutorado em história na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisando sobre, Pressões sociais de gênero que causam sofrimento e levam ao suicídio.

 

 

Outra convidada para o debate foi Tatiane Baniski, que é professora do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), e  desenvolve um projeto de pesquisa, dentro do Programa de Incentivo a Pesquisa Acadêmica (PIPA) da Uniuv, com o tema, Objetificação da mulher e o Femvertising: um novo olhar sobre a representação feminina na propaganda brasileira.

 

E, por fim, o representante do movimento Coletivo União, Felipe Bueno, ele foi um dos responsáveis pela organização e realização das duas edições da Parada LGBTQ em União da Vitória.

 

No início do evento foi apresentado um pequeno vídeo produzido pelos alunos do sexto semestre de jornalismo, no vídeo aparecem muitos exemplos negativos de como tratar as questões de gênero.

Cada convidado teve dez minutos para fazer uma breve explanação, falando sobre os trabalhos realizados sobre gêneros e as questões que mais geram dúvidas na da sociedade, e também de suas experiências de vida, como foi o caso de Bueno representante da classe LGBTQ, que relatou as ações e impactos positivos e negativos sofridos na comunidade local. Depois disso os alunos, professores e demais pessoas presentes puderam fazer perguntas aos convidados.

Mariana Baufleur, acadêmica do sexto semestre de Jornalismo, conta que realizar um evento dessa magnitude trouxe muita experiência, muito aprendizado dentro da vida de todos como acadêmicos e pessoas. Já Cristiano Michahouski, que também participou da organização, acredita que a importância de discutir um tema tão delicado na faculdade é um privilégio. “Não é em todas as faculdades que abrem espaço para nós alunos discutirmos questões em evidência e que afetam nossa sociedade”, argumenta.

 

Alunos participam da mostra Viva Uniuv 2017

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), realizou na terça-feira, 14, a Mostra de cursos Viva UNIUV 2017. O objetivo da Mostra foi mostrar aos estudantes de Ensino Médio e a comunidade como a instituição funciona e o que cada curso oferece.

Os cursos de comunicação Jornalismo e Publicidade e Propaganda também participaram da Mostra.

Os acadêmicos do primeiro ano de Jornalismo ficaram no estúdio de rádio recebendo a comunidade e mostrando como o estúdio funciona no dia a dia da faculdade.

Rede Feminina de Combate ao Câncer lança calendário 2018

Solenidade reuniu pacientes da Rede, autoridades e comunidade em geral

Repórter: Paula Partyka

Na noite desta segunda-feira, 20, no Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV), foi realizado o lançamento do calendário 2018 da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC). Na ocasião, projetos em parceria com a Uniuv foram apresentados e autoridades evidenciadas.

A Coordenadora Geral da Rede, Maria Inêz Crepaldi agradeceu o patrocínio da UNIMED, o apoio da Uniuv, e a colaboração da Loja Laço de Seda e Salão Pent Art para o desenvolvimento do calendário. “E principalmente essas mulheres guerreiras que posaram como modelo”.

A Presidente da RFCC Giorgia K. dos Passos Schwegler, em seu discurso, descreveu a noite com uma só palavra: emoção. “O calendário faz parte de um projeto entre a Rede e a Uniuv. É o Projeto abelha, que começou pequeno e já tomou maiores proporções” conta.

O departamento de Comunicação da Uniuv tem o cuidado de monitorar as redes sociais da Rede. Entre diversas atividades já realizadas, um questionário entre as voluntárias e toda a comunidade foi aplicado para descobrir quais eram os problemas de comunicação.

Como resultado, a maioria das pessoas achavam que a Rede só atendia mulheres. Esse diagnóstico estava errado. O atendimento acontece para homens e crianças também. A partir daí, com intuito de disseminar os trabalhos realizados pelas voluntárias, veio a ideia do calendário, “com uma proposta moderna e fashion”, contou Giorgia. E o calendário não deixa de ser uma forma de arrecadação, mas também fortalecer a marca da Rede e passar a superação das mulheres, o desejo de viver e a alegria.

O Vice-reitor da Uniuv, Lucio K. dos Passos, que fez as fotos do calendário agradeceu as modelos e brincou “me deram bastante trabalho”. Ele enalteceu os acadêmicos Jampierre Passos e Bianca Nakalski, que auxiliaram na produção das fotos, layout e diagramação.

Ele ainda falou sobre o Projeto Abelha, que a Uniuv sempre ajuda, participa e auxilia a Rede, abraçamos as causas nobres. “Acho que o combate ao câncer é uma das mais nobres”, finalizou Passos.

O presidente da Unimed iniciou seu discurso saudando todos os presentes e dizendo que o projeto possibilitou conhecer o trabalho sério que a Rede desempenha. “Queremos que seja uma parceria de longa data”, disse agradecendo o convite para participar do projeto.

As modelos foram apresentadas e ganharam um calendário pelas mãos de outras voluntárias. Agora, para quem desejar, os calendários já estão disponíveis para a venda na Rede Feminina e na Loja Laço de Seda. O valor é R$10.

Estiveram presente no evento a primeira dama de União da Vitória, Ana Cláudia Portes Roveda, vereadora Alandra Roveda, Diretor e Vice-diretor da Unimed, e representando o prefeito de Porto União, Naoeli Ranto, entre outras autoridades.

Reta Final: Alunos de Comunicação relembram trajetória na faculdade e se preparam para a formatura

O principal objetivo de todo acadêmico é alcançar o tão sonhado diploma da faculdade. São longos anos de espera, dias e noites de cansaço, em que o sono não vem por causa daquele trabalho que está complicado para fazer, ou mesmo aquela prova em que a nota não foi tão boa. Mas como todo esforço, vale a pena no fina. Os dias de universitários vão chegando ao final para os acadêmicos de Comunicação do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv).
A turma de Comunicação de 2014/2017, iniciou com mais de 50 acadêmicos. Os alunos de Publicidade e Propaganda dividiram a sala com os de Jornalismo durante dois anos. Durante esse período muita coisa aconteceu e de todos os mais de 50 acadêmicos que iniciaram o curso no primeiro semestre, hoje restam apenas 18. As dificuldades para chegar ao final do curso são inúmeras, por este motivo, muitos ficam pelo caminho, optam por desistir, ou apenas trancar para voltar depois.

O sonho dos acadêmicos se tornou realidade para alguns e a reta final está chegando. São menos de dois meses de aula e por isso os acadêmicos aguardam a aprovação no TCC e depois disso a formatura. Para conter a ansiedade eles relembram sua trajetória dentro da Uniuv, contando suas expectativas para a formatura e fazem um balanço do que aconteceu nos últimos quatro anos.

Para Letícia Bogdan, que está se formando em Publicidade e Propaganda, o curso superou suas expectativas e ela faz uma ótima avaliação sobre seu desempenho acadêmico, contando suas experiências na universidade.

De acordo com o acadêmico do último semestre de Jornalismo, Bruno Guilherme Fernandes, que iniciou a faculdade no curso de Publicidade e Propaganda e depois mudou para Jornalismo, o curso e os quatro anos da faculdade foram difíceis em alguns aspectos, porém a ansiedade para a formatura que está chegando compensa tudo o que vivenciou.

 

 

Vagner Rodrigues, que está cursando o último semestre de Publicidade e Propaganda diz, que o curso o proporcionou diversas oportunidades e que agora o que resta é apenas a aprovação no TCC, para fazer a comemoração.

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Atlética de Comunicação Social realiza a Festa do Tinder

Quem é solteiro e nunca resolveu baixar o tinder querendo encontrar uma pessoa para conhecer melhor? Pensando nisso, a Atlética de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) quis fazer uma festa diferente das organizadas anteriormente pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

O Tinder é um aplicativo para smartphones que funciona como uma rede social para encontros, conhecer pessoas novas, ou seja, para quem está em busca de um relacionamento. Esse foi tema da festa, que foi realizada no dia 18 de novembro de 2017. A festa teve início as 16 horas e foi até a madrugada. O evento foi realizado no Brick Lounge Pub, em União da Vitória.

A festa foi temática, contendo adesivos de likes e superlikes, que funciona da seguinte forma: Se uma pessoa recebeu um like e retribuiu o like para a outra, significa que as duas estão com um interesse em comum, o de se conhecer melhor. Pensando em comemorar o término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dos alunos do último ano de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, foi realizada a despedida deles na universidade.

Em clima de bastante descontração, muita música e danças a acadêmica do segundo semestre de Jornalismo, Lucélia Leite, conta os detalhes desta festa que agitou as estruturas do Brick Lounge Pub.

 

Para o acadêmico do Segundo semestre de Jornalismo, Jonatas Mazur, a festa realizada pela Atlética de Comunicação Social foi muito divertida e que também ajudou para interação das pessoas do curso além da interação com a Atlética de Direito da Uniguaçu, que esteve presente.

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Mas nem só acadêmicos da Uniuv participaram desta festa. Morador da cidade de Mafra SC, o estudante de Engenharia Civíl da Universidade do Contestado (Unc). Elivelton Mazur, prestigiou o evento e aprovou a festa realizada pela Atlética de Comunicação Social.

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XV Encontro Paranaense de Pesquisa em Jornalismo é realizado na UNIUV

Nos dias 17 e 18 de novembro, no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), aconteceu o XV Encontro Paranaense de Pesquisa em Jornalismo. Na noite de abertura, teve um debate sobre os desafios que o jornalismo encontra nos dias atuais com as fake news (notícias falsas).
A palestra teve a presença do jornalista da agência Lupa, Chico Marés, que palestrou, e em seguida o debate com o representante da agência Lupa, Douglas Silveira e Samon Noyama, professor da Unespar.

Douglas explicou como funciona a agência e quais os critérios que utilizam. Disse que a Lupa é a primeira agência de notícias do Brasil a checar, de forma sistemática e contínua , o grau de veracidade das informações colocadas na imprensa brasileira. Sem nenhuma intenção de formar ou manipular a opinião, mas sim, aprimorar o debate público.

Já no segundo dia do evento foi a vez, da apresentação dos grupos de trabalho, com a presença de acadêmicos da cidade de Ponta Grossa, Paraná.
Segundo a acadêmica de Publicidade e Propaganda, Bianca Nakalski, foi a primeira vez que ela participou de um evento como esse na Uniuv. “ Acho importante a participação nesse tipo de evento, mesmo eu cursando publicidade”, conta. Para ela os cursos de Jornalismo e Publicidade andam junto em muitos aspectos. “Não dá para separar as duas coisas, pois um complementa o outro. Acho muito bacana nossa cidade ser sede de eventos grandes como este, porque isso mostra que estamos nos tornando um polo importante no estado”, enfatiza.

Fotos: UNIUV

Mostra Viva Uniuv é sucesso com laboratório de rádio

O Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV), realizou na terça-feira, 14 de novembro, a mostra de cursos Viva UNIUV, para receber a comunidade e aos futuros acadêmicos mostrando toda a estrutura da instituição, também apresentando os cursos da UNIUV e os projetos de pesquisa e extensão.
Para a acadêmica do primeiro ano de Jornalismo, Eloisa Winter, que ficou como monitora no estúdio de rádio, avalia como muito importante essa ação da instituição para chamar novos acadêmicos.

Como foi apresentar a Mostra esse ano?

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O que achou da reação dos alunos?

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Qual   a importância da mostra?

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Semana de Comunicação concorre ao Prêmio Imprensa 2017

A “Semana de Comunicação”, evento anual na Uniuv, concorre ao Prêmio imprensa. A Uniuv está entre os quatro finalistas da região Sul. Siga o link do post e faça o seu voto!

 

Repórter: Regiane Stachera.

 

Em sua terceira edição, o Portal Imprensa homenageia  professores e projetos inspiradores dos cursos  de Comunicação. Entre as categorias do prêmio, está o melhor evento, e a Semana da Comunicação da Uniuv, está entre os quatro finalistas da região Sul. Cada região do país terá dois ganhadores.

Coordenador do evento desde 2015, o professor Edinei Wassoaski foi  responsável pela inscrição. “Assino a revista Imprensa e já tinha visto algo sobre o prêmio, mas só inscrevi mesmo quando veio um link na minha timeline do Facebook”, conta.

Segundo Wassoaski, houve 28 trabalhos inscritos de todo o país. Destes, foram definidos os finalistas por região. Na região Sul são quatro: o evento da Uniuv e outros três, da Furb, Positivo e UFPR. “Já me sinto muito feliz de ver a repercussão do evento entre os alunos na sala de aula. Imagina estar entre os finalistas de um prêmio dessa importância?”, entusiasmou-se Wassoaski.

Para quem espera por mais um evento, Wassoaski adiantou que vem novidades:Teremos o Madrugadão na última noite da Semana de Comunicação. Ademais, procuramos, como sempre, palestrantes de várias áreas da comunicação”. O Madrugadão é um evento no qual os alunos passam a noite produzindo sobre um tema para apresentá-lo no dia seguinte.

A votação é simples. Para votar, clique  aqui e selecione “Semana de Comunicação UNIUV”. Deixe o nome, e-mail e cargo. Depois, é só clicar no link de confirmação que será enviado para o seu email.

Objetificação da mulher e Femvertising é tema apresentado no Enaproc

Nos dias 30 e 31 de outubro acontece o Enaproc no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Encontro de Anual de Produção Científica tem como objetivos divulgar a produção científica da comunidade acadêmica, incentivar e estimular a prática da pesquisa científica e tecnológica e proporcionar a aplicabilidade dos conhecimentos formais nos meios produtivos.

Vários projetos são inscritos, inclusive os projetos que fazem parte do Programa de Incentivo à Pesquisa Científica (PIPA). Um dos trabalhos que serão apresentados no evento é o ‘A objetificação da mulher e o femvertising: um novo olhar sobre a representação feminina na propaganda brasileira’, da professora de Publicidade e Propaganda, Tatiane Baniski.

A acadêmica do oitavo semestre de Publicidade e Propaganda, Amanda Chechinatto, Paula Schreiner, do sexto semestre e, Mariana Baufleur do sexto semestre de Jornalismo serão as palestrantes do tema. O objetivo do trabalho delas é analisar campanhas publicitárias brasileiras por meio da observação e interpretação, detectando os pontos em que a campanha objetifica o corpo da mulher. Detectar também a forma machista que as campanhas repassam ao público.

Uma das campanhas analisadas pelo projeto é da Avon

A professora Tatiane conta que é de extrema importância trabalhar esse tema e apresentá-lo as pessoas. “Quanto maior o número de pessoas conscientizadas melhor e tanto o PIPA quanto o Enaproc são pontes que nos possibilitam trabalhar e divulgar isso”.

A acadêmica Amanda também aponta a importância de se trabalhar esse tema. “É um tema de extrema importância e super atual. As mulheres cada vez mais estão tomando os seus espaços na sociedade e no mercado de trabalho”, acrescenta. Amanda ainda coloca que a publicidade, que sempre impõem padrões para a sociedade, deve fazer um trabalho de conscientização nesse aspecto.

Já a acadêmica Paula comenta que é muito bom poder trabalhar esse tipo de discussão na faculdade. “É uma oportunidade pra analisar vários aspectos das campanhas e ver como a maioria está mudando, tomando consciência”.

Mariana também  conta que, como jornalista, entrar no mundo das campanhas é de extremo crescimento. “As duas disciplinas estão cada vez mais entrelaçadas uma a outra e é muito legal poder trabalhar observando o reposicionamento de várias marcas”. Ela diz também que pode observar muito mais coisas do lado jornalístico.

E se você quer inscrever sua pesquisa ou simplesmente ir assistir as apresentações do Enaproc, você pode entrar nesse link e se inscrever: http://eventos.uniuv.edu.br

Projeto de Jornalismo ‘Trilhando Histórias’ lança seu site

Todos têm uma história ou lembranças de momentos marcantes da vida. Geralmente esses momentos marcantes ficam guardados bem lá no íntimo de cada um. Mas e se você pudesse contar essas histórias guardadas? Contar momentos marcantes vividos, sendo eles tristes ou alegres, que de alguma forma ainda moram em sua mente.Pensando nisso o projeto Trilhando Histórias resolveu ir atrás dessas histórias e lembranças, dando voz as pessoas anônimas da comunidade de Porto União e União da Vitória.

O projeto trilhando histórias nasceu dentro do Programa de Incentivo a Pesquisa Acadêmica (PIPA) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O principal objetivo desse programa é fomentar a pesquisa acadêmica dentro da instituição, fazendo que alunos e professores em conjunto desenvolvam projetos que tragam retorno para a comunidade local.

Foi assim que a professora e jornalista Ana Cristina Bostelmam, com o auxílio do acadêmico do sexto semestre de jornalismo Leandro Machado e a então acadêmica de jornalismo Loraine Lys Gugelmin, eles trouxeram um projeto que pretendia trazer um jornalismo experimental, com o foco em contar lembranças e histórias de anônimos da comunidade.

O tema escolhido por eles foi a ferrovia justamente por trazer muita saudade as pessoas que viveram na época, neste projeto eles contaram as histórias de pessoas e as relações que elas tinham com o trem, contando estilo de vida e as saudades da época.

O projeto então ganhou nome passou a se chamar Trilhando Histórias. “Pretendemos fazer um resgate sobre as histórias da ferrovia em nossa região, o nome caiu como uma luva, trilharemos cada história e as mostraremos para a comunidade”, relata Machado.

O projeto conta atualmente com uma página no Facebook para a divulgação e foi através dessa página que foram encontradas as três primeiras personagens, Leonice Forostechi, Nely Araújo Bostelmam e Olga Kalenik.

Esta última quem entrou em contato com o projeto foi sua filha, Nilda Kalenik. Segundo ela a sua intenção era tornar a história de sua mãe marcante e inesquecível, que ficasse como uma bela recordação para a família. “O trabalho realizado pelo projeto é maravilhoso, minha mãe chorou muito vendo os vídeos”, relatou Nilda emocionada. Por coincidência foi o mesmo objetivo de Leonice. Ela conta histórias de sua trajetória de vida e das saudades da sua infância, principalmente de sua mãe, que foi brutalmente assassinada e jogada na linha do trem. “Foi um modo de homenagear minha mãe, de não deixar se perder essa história que até hoje meche muito comigo”, conta ela.

    

Noely contou de suas saudades do tempo em que ela sua família usavam o trem para visitar seus parentes, falando um pouco dos aromas e sabores de sua infância, que ficaram marcados em sua memória.

O acadêmico Machado diz que, para ele, foi uma experiência ótima, foi um aprendizado muito grande poder pôr em prática as técnicas   aprendidas em sala de aula. “Para mim a parte de entrevistar foi a melhor, foi nessas entrevistas que vi que estava na profissão certa, não há prazer maior que poder contar histórias, fazer com que pessoas que geralmente não tem voz ganhem seu espaço dentro da sociedade”.

No dia 6 de outubro foi lançado o site Trilhando Histórias, onde foram disponibilizados os vídeos das três personagens cada uma com sua peculiaridade, ainda no site o leitor pode saber como o projeto foi idealizado desde o seu início. “Desde o começo a ideia era o lançamento do site onde pudéssemos compartilhar as histórias com a comunidade em geral”, esclarece Machado.

O projeto não para por ai não, Ana Cristina e Machado agora querem focar na descoberta de novas histórias, e acreditam que com a repercussão do site elas vão começar a surgir. Para aqueles que desejarem contar suas histórias e lembranças relacionadas com a ferrovia basta acessar a página do projeto Trilhando Histórias no Facebook.

 

 

 

 

Concurso Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado

Sunset organizado pelo Diretório Acadêmico Trinta de Abril reúne os acadêmicos

Repórter: Paula Partyka

A terceira edição da escolha do Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado, 21 de outubro, no Clube Náutico Hobi. Desta vez, o Diretório Acadêmico Trinta de Abril (DATA) foi responsável pela organização do evento, com o apoio total do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). A previsão do tempo para esse sábado é de 90% de chance de chuva, mas a organizadora Clarissa Crisley afirma que o evento deve acontecer mesmo com chuva. O Clube Náutico dispõe de um espaço fechado para diferentes situações.

O concurso deve ter início às 16h e reunirá os alunos da faculdade e a comunidade em geral. A entrada é franca. A mesa avaliadora dos concorrentes terá três membros. Ainda não foram divulgados quem são. Os critérios de avaliação são: beleza, carisma, desfile e a torcida.

Para animar o evento, as bandas participantes são Ledbeder, Hardways, Blizzard, Set List Show e Alisson Klein. E os apoiadores são a Colcci, que está à disposição de emprestar aos candidatos calça jeans que deve ser utilizada no desfile; Consoli Eventos está responsável pela decoração; Aline Franciely é parceira na premiação e o Jornal O Comércio deu conta da divulgação.

Os representantes do Curso de Comunicação Social são Paula Beatriz Kienen Schreiner e Jampierre dos Passos. Os demais acadêmicos do curso estão na torcida para que os dois se elejam a nova cara da Uniuv. “São duas pessoas lindas e vão deixar os outros participantes preocupados”, brinca Dada Damasceno, acadêmica do segundo semestre de Publicidade e Propaganda.

 

O objetivo de promover um evento para a escolha do Garoto e Garota Uniuv é unir os colegiados em uma confraternização em nome da Uniuv. “Eu acredito que isso realmente já aconteceu antes do dia do evento, pois os concorrentes a todo momento colaboraram e estiveram sempre com muito entusiasmo”, finaliza Clarissa.

 

43 ANOS DE MUITA HISTÓRIA

A idade nova do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), oficialmente lembrada no dia 19 do mês de setembro ressalta o espirito de equipe e de trabalho, tudo para fazer jus ao lema, “Viva bem, estude melhor”. E os resultados mostram que isso tem dado certo.

Se a vida começa depois dos 40, ela começou bem para a Uniuv. São mais de 1.400 acadêmicos, 12 cursos e duas pós-graduações. O Colégio Técnico, o Coltec, faz parte deste “DNA” e representa outros estudantes usando parte da estrutura da Instituição. Ao mesmo tempo em que cuida dos “pupilos” de hoje, já se pensa no amanhã.

Para a acadêmica de Arquitetura Camila Lemos, 23 anos, estudar na Uniuv, além de estudar bem, é gratificante. “Eu me sinto em casa, professores, colegas. Até o pessoal da Cantininha, todos acolhem de um jeito. Além dos professores que são todos uns fofos e super competentes em suas áreas. Eu tenho orgulho de dizer que estudo aqui”, conta.

Ao longo de todo o mês, uma sequência de atividades marca os 43 anos da Instituição. No dia 19 foi feita uma palestra no Cine Ópera, com Mário Sérgio Cortella. E no dia 22 acontece o concurso de talentos musicais o Set List Show.

Luana Aparecida Witek, aluna do primeiro ano de Educação FÍsica, diz estar encantada com todos os projetos e a estrutura da Uniuv. “Eu sempre via meus irmãos estudando aqui e falando como era, e ficava ansiosa esperando minha hora. E agora que já estou aqui, meu é um sonho”, finaliza.

Em um comparativo feito entre os anos de 2014, 2015 e 2016, entre instituições públicas e privadas do Paraná, é nítida a evolução dos cursos da Uniuv no ranking, que, agora está entre os 20 melhores do Estado, 350 posições a frente de outras instituições da região.

 

 

Uniuv comemora 43 anos com palestra de Mario Sergio Cortella

Palestra de Mario Sergio Cortella, importante nome na filosofia e educação,  abre as comemorações do aniversário da instituição. Gestão de Conhecimento e Educação foram os temas abordados.

Repórter: Regiane Stachera

 

Quem decidiu na última hora assistir a palestra de Mario Sergio Cortella ficou com um gostinho de arrependimento. Às 17h, no dia do evento que ocorreu na terça-feira (19),  os ingressos estavam esgotados. Lotado, a fila acumulou-se na quadra do Cine Ópera, em Porto União.

Professor e vice-reitor, Lúcio Kurten dos Passos  disse que estar à frente da Instituição neste momento com o professor e reitor Alysson Frantz  tem sido um trabalho muito árduo e prazeroso, porque é possível enxergar nos acadêmicos o desejo de transformar a Uniuv em uma instituição de ensino superior de referência, não só para nossa região, mas para o país como um todo. “Estar à frente da instituição é, para mim, uma grande honra e responsabilidade”. Para ele, a palestra representa um grande presente para a sociedade e é uma materialização do sucesso da Uniuv. “Leandro Karnal, Clóvis de Barros Filho e Mario Sergio Cortella representam os mais conhecidos pensadores contemporâneos do Brasil. Neste momento, a Uniuv fecha este ciclo, uma vez que já trouxemos todos eles e faltava Mario Sergio Cortella”, orgulha-se Passos.

Professor, como prefere ser chamado, Mario Sergio Cortella também é escritor e filósofo. Discípulo de Paulo Freire, Cortella trouxe momentos profundos de introspecção com 1h30min de fala. Ele brincou e disse se considerar um  ” filósofo pop” graças ao mundo digital, que disseminou as suas ideias e tomou muitos seguidores nas redes sociais, os quais se identificam cada vez mais.

Cortella falou sobre a gestão do conhecimento e a educação. Para Cortella, a renovação sempre deve acontecer e o aprendizado nunca deve parar. “A Uniuv em 2017 é uma nova Uniuv. Eu não sou inédito, eu sou novo. Inédito eu seria se eu fosse completamente diverso do que fui antes. E muito do que eu sou, eu trouxe da minha história, mas eu não sou mais como eu era. E nós não nascemos prontos”.

Entre muitas reflexões, Cortella falou sobre a importância em abrir a mente para coisas novas, sem querer ser o dono da razão. “Não confunda idoso com velho, idosa é uma pessoa que tem bastante idade, velho é uma pessoa que acha que já sabe de tudo e não precisa aprender. Idosa é uma pessoa de 65, 70. Velho você pode ser com 20 anos de idade, 30, 40 ou 70”. Para ele, também é preciso ter a insatisfação positiva, que consiste em querer mais e melhor. “A coisa mais perigosa que pode existir é a satisfação por completo. Quando a pessoa está satisfeita por completo, com o que ela sabe ou que ela faz,  deve estar atenta. É preciso ter uma insatisfação positiva para conseguir renovar-se. Cortella citou Rolling Stones como exemplo. Uma das mais antigas e importantes bandas de rock, que nunca deixou de produzir,  tem como um dos seus principais singles a música ‘I Can’t Get No – Satisfaction’. “Não foi o sucesso ou o dinheiro que os fez parar. Eles continuaram porque tem a insatisfação positiva. Não estão satisfeitos! Querem sempre produzir mais e melhor!”, explica Cortella.

Para terminar a palestra, o professor citou Millôr Fernandes. “O importante é ter sem que o ter te tenha”, isto é, não ser possuído por aquilo que você possui. “Não seja cego naquilo que você deve ser ‘senhor’ ou ‘senhora’. Millôr também disse, quando ele tinha 80 anos de idade: Atenção,  moçada! Quando eu disser ‘no meu tempo, eu quero dizer ‘daqui há 10 anos’. Tudo isso para lembrar que no mundo em que você tem uma operação veloz – uma mudança muito rápida – cuide pra não envelhecer a cabeça, a percepção e  a prática”, finalizou.

Ouça um trecho da palestra:

Inspirados com as reflexões, acadêmicos da Uniuv falam sobre a palestra e comemoram

Uniuv: minha segunda casa

Para Ivana Carolina, acadêmica do curso de Jornalismo, a Uniuv é a sua segunda casa. “Sou suspeita para falar sobre a Uniuv, pois estou na instituição há sete anos – desde o Coltec até agora, no último ano da faculdade. Desde que entrei aqui em 2011, parece que passo mais tempo na instituição que na minha própria casa, mas isso não me incomoda nem um pouco, pois gosto muito do ambiente”. Sobre a palestra de Cortella, Ivana disse que esse momento foi muito especial, com alguém com pensamentos e ideais tão interessantes como o Cortella. Para ela,  foi um presente da Uniuv para a comunidade.

 

43 anos: Uma comemoração de luta e orgulho.

Felipe Cheremeta, acadêmico do curso de Jornalismo, disse que para ele é um motivo de orgulho estar participando desses 43 anos. Ele está na Instituição há cinco anos. “É um orgulho estar aqui e saber que foi muita luta para que a Uniuv chegasse onde está agora. Muitos empresários e o poder público ajudaram. Fico orgulhoso em saber que a  história da Uniuv  é construída com alunos e professores dedicados pela educação que somam para fazer a história”

 

Comemoração dos 43 anos da Uniuv teve palestra com Cortella

Repórter: Raffael Suda

 

Na terça-feira, 19 de setembro, o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) realizou uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella, no Cine Teatro Ópera, com o tema “ Educação e Gestão do Conhecimento”, para Acadêmicos, professores e comunidade em geral.

Cortella é um filósofo, escritor e professor paranaense e é um dos maiores pensadores brasileiros da atualidade. É graduado em Filosofia, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP. Ele também é autor de várias obras publicadas nas áreas de Filosofia e Educação. Cortella, em sua palestra, abordou vários temas como a humildade e salientou que um bom professor aborda esse tema.

Simone Witchemechen, professora de História, disse que a palestra estava muito interessante,  e  já admirou grandes trabalhos de Cortella. “Realmente  a palestra estava um espetáculo, ele toma cuidado com cada palavra que diz, ele  retrata temas de forma tão simples que é inacreditável, ele realmente superou minhas expectativas”, disse Simone.

 

 

No fim do evento, Cortella realizou autógrafos nos livros. Confira algumas fotos do evento no Facebook.

https://www.facebook.com/pg/UNIUV/photos/?tab=album&album_id=1447560105309827

 

UNIUV completa 43 anos

Palestra comemorativa aconteceu no dia do aniversário da instituição

Repórter: Paula Partyka 

Para comemorar os 43 anos que o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completou nesta terça-feira, 19, a instituição promoveu no Cine Teatro Ópera uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella. O Teatro estava com as cadeiras lotadas para prestigiar o evento. Alunos, professores e toda a comunidade puderam desfrutar de sabedoria e bom humor nas quase duas horas de palestra e refletir sobre gestão do conhecimento.

Cortella é filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário há quase 44 anos. Salientou, em sua fala, que quem estava presente de alguma maneira se identificava com o que estava sendo dito. Mostrou a diferença entre ser velho e idoso e, muitos, não reconheciam essa diferença. “Idosa é uma pessoa que já tem bastante idade e velho é aquele que acha que acha que já sabe, que já está pronto”, insiste.

O discurso do filósofo mencionou o professor pernambucano Paulo Freire – que, inclusive, estaria completando mais um ano de vida neste 19 de setembro – fazendo uma ligação com humildade. O educador é o brasileiro com maior número de títulos de doutorado Honoris Causa. “Paulo era um homem tão humilde que ele chamava Paulo. Não sei se sabem, mas Paulo em latim significa pequeno.” Saber compartilhar conhecimento e aceitar receber conhecimento é uma virtude. Gente grande de verdade sabe que é pequeno e, por isso, cresce. As pessoas não devem ser humildes e isso não é ser submisso, é ter a capacidade saber que há muitos modos de ser humano.

Ele ainda definiu que um bom professor é humilde. O “ser professor” é uma profissão que não é só uma dedicação, mas que também exige condições de trabalho, por isso o enfrentamento daqueles que sequestram as condições de trabalho docente.

No mundo de mudança e velocidade, Cortella lembrou de acontecimentos importantes da história. Para alguns, tragédias que aconteceram há 20 anos são apenas relatos da história, e outros, até conseguem lembrar o que faziam no dia de tal acontecimento.

Lia Gregório, professora de Filosofia formada na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), gostou muito da palestra, além de ser uma admiradora de longa data do filósofo. “Eu já o apreciava em livros e vídeos na internet e foi muito bom desfrutar de sua fala ao vivo. O Cortella tem a capacidade de tratar de temas aparentemente complicados de maneira muito simples e didática”. Lia conclui que quem assistiu a palestra pode levar consigo a reflexão de estar sempre renovando-se, reinventando-se e buscando conhecimento constantemente, para nos mantermos ativos e atuantes no mundo de hoje.

Os temas tratados foram trazidos para a realidade e cotidiano. Além disso, Cortella usou um tom de voz agradável e imponente, essencial para qualquer comunicador que deseje prender a atenção. E salientou que generosidade intelectual, coerência ética e humildade intelectual são três virtudes a serem buscadas, compreendidas e praticadas.

A imprensa local aproveitou a oportunidade para fazer entrevistas no início do evento, antes da palestra começar. E ao fim, Cortella se dispôs a autografar livros da plateia.

Corrida Uniuv incia comemorações de 43 anos

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completa no ano de 2017, exatamente 43 anos. E dando início as comemorações do aniversário foi realizada a Corrida Uniuv, no dia 10 de setembro.

A Corrida fez parte da nona etapa do sétimo Circuito de Rua Interbairros de Porto União da Vitória. O evento foi organizado pelo curso de Educação Física em parceria com a equipe do circuito e contou com a participação de 363 atletas, entre eles alunos e professores da Uniuv.

A acadêmica do 6º semestre de jornalismo, Paula Partyka, contou como foi participar da corrida e o que a Uniuv representa para ela nesses três anos de faculdade.

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O professor de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, Luiz Carlos Stork Junior, também participou do evento. Ele contou que foi o seu segundo ano participando da corrida. “Esse ano foi o mesmo percurso da prova, num clima diferente, tinha sol, judia bastante também, mas foi bem legal e a experiência particular”.

Acadêmicos de Comunicação Social contam como foram os Jorgos Intercuros

Depois de uma semana de disputa entre as Atléticas, chega ao fim o IV Jogos Intercursos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Os jogos aconteceram entre os dias 2 e 11 de agosto no Ginásio de Esportes da universidade.

Após dias fervorosos pela disputa do primeiro lugar geral e também das torcidas, os membros da Atlética de Comunicação fazem uma avaliação sobre os Jogos. A expectativa para saber os resultados tomou conta dos acadêmicos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, que mais uma vez se reuniram no Ginásio para mostrar que têm força e pique para a disputa. E com a força de vontade de toda a equipe, a Atlética de Comunicação Social levou o prêmio de melhor mascote dentre todos os cursos da Uniuv. O galo Comuncalouko foi o grande campeão desta edição.

Com o término dos jogos, os acadêmicos de Comunicação Social da Uniuv, fazem uma avaliação geral dos jogos, contando tudo o que aconteceu nos dias de competição, além disso, apontam os pontos positivos e negativos do evento que balançou as estruturas do Ginásio da universidade.

Para o acadêmico do oitavo período de Jornalismo, Bruno Guilherme Fernandes, a edição deste ano dos jogos da Uniuv, cumpriram seu principal objetivo, que era de conseguir a interação entre os acadêmicos de todos os cursos da universidade. Além disso, Fernandes destaca a importância dos jogos e conta que mesmo depois de formado no curso de Jornalismo, comparecerá aos jogos no próximo ano.

 

Já para a acadêmica Amanda Letícia Neves, que está no oitavo período de Jornalismo, os Jogos Intercursos desse ano, foram ainda mais satisfatórios que nos anos anteriores. Amanda, relata que neste ano os acadêmicos ficaram mais empenhados em vencer as disputas, porém sempre respeitando o espaço de outras torcidas. Segundo ela, a Uniuv torna-se referência para outras universidades em relação aos jogos, além de destacar o empenho da Atlética de Comunicação Social em vencer os jogos, sendo vista como  a melhor torcida e também tendo o melhor mascote.

 

Acadêmicos de comunicação falam sobre os Jogos Intercursos

Repórter: Leandro Machado

 

 

A IV edição dos Jogos Intercursos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) chegou ao fim, mas deixou muitas saudades em todos os que participaram do evento ou que apenas prestigiaram os jogos. Entre os acadêmicos da instituição é quase que uma unanimidade a aprovação do evento, que a cada ano traz novidades.

Em conversa com os alunos de Comunicação fica bem claro o quanto o evento é bem visto. Para os calouros então, o evento foi surpreendente. Jonatas Ribeiro Mazur, do primeiro semestre de Jornalismo, conta que ficou surpreso com o evento realizado na Uniuv, de como o evento é importante para a interação entre alunos e professores, fazendo com que o espirito de união se fortaleça.

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Mazur não participou de nenhuma competição dos jogos pelo fato de não se sentir apto na prática de nenhuma das modalidades da competição, mas revela a vontade de, nos próximos anos, participar mais ativamente nas competições. Apesar de não ter jogado, o acadêmico fez parte da torcida organizada dos cursos de Comunicação.

A grandiosidade do evento também é destacada pelo acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, Cristiano Michahouski. Mesmo não tento participado do evento com muita frequência, ele destaca a importância dos Jogos Intercursos para a comunidade em geral.

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Assim como Mazur, Michahouski não participou de nenhuma modalidade dos jogos, segundo ele a falta de habilidade foi um dos empecilho. Mesmo já tendo praticado vôlei e futsal em outro momento de sua vida, na atualidade não se acha apto em nenhuma das atividades.

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Com um grande número de público, os Jogos deste ano tiveram uma participação intensa por parte dos acadêmicos de todos os cursos. O espírito competitivo não ficou dentro da quadra, e isso ficou bem evidente nas torcidas organizadas dos cursos, a animação e alegria contribuíram para o sucesso do evento.

IV Jogos Intercursos tem abertura com pira olímpica

Na dia 7 de agosto, os acadêmicos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) participaram da abertura da quarta edição do Jogos Intercursos. Esse ano aconteceu a disputa de cinco modalidades: futsal, basquete 3×3, vôlei 4×4, tênis de mesa e just dance. E como já é tradição, houve premiação para campeão geral, melhor torcida, melhor mascote, cestinha, goleiro menos vazado e artilheiro.
A cerimônia de abertura contou com a participação do acadêmico e paratleta Adriano Souza, que acendeu a pira olímpica, dando início oficialmente aos jogos. O evento também contou com a participação do prefeito de União da Vitória, Santin Roveda.


Nesse dia, cada curso se apresentou com seus devidos jogadores e também seus mascotes.

Veja a opinião dos acadêmicos de Jornalismo sobre a cerimônia de abertura:

Leandro Machado,acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

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Cristiano Michaouski, acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

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Aula de fotografia encanta calouros

 

Repórter: Juliano Bertoldi

 

Os cursos de Comunicação Social, Jornalismo e Publicidade, do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), nos últimos anos, teve algumas alterações em sua grade curricular, com o objetivo de se modernizar e trazer sempre novidades para os seus acadêmicos.

As aulas de fotografia ministradas pelo professor e vice-reitor Lúcio Passos, é uma disciplina que se manteve ao longo do tempo. Começou com as câmeras ainda com filmes, precisava revelação e todo trabalho manual que na época necessitava. E foi se adequando com as novas tecnologias.  No primeiro ano a aula de fotografia recebe o olhar curioso e atento dos acadêmicos (calouros). E é motivo de alegria quando chega o dia de fotografar e receber as dicas do mestre.

 

 

Na primeira aula a caloura do curso de Publicidade, Luana Lewinski, conta que ficou impressionada com toda a experiência do professor Lúcio. “Foi muito legal, ele mostrou alguns dos trabalhos que fez, algumas fotos que ele tirou e ficamos impressionado com seu trabalho. Lembro que ele mostrou fotos de comidas que já fez e ele cuidou de todos os detalhes pra que a foto ficasse perfeita. É um profissional incrível”, afirma. Luana conta que nunca teve um contato muito grande com a fotografia. “Nunca tinha feito nenhum trabalho que usasse a fotografia, que a gente precisasse tirar uma foto e apresentar em sala de aula, mas sempre gostei e estou amando.”

Já a caloura de Jornalismo, Lucélia Leite, conta que estava muito ansiosa para a primeira aula de fotografia. “Eu estava bem ansiosa porque eu já trabalhava nessa área, fotografando jogos de futsal pelo estado, acompanhando a equipe da minha cidade que é Canoinhas”. Ela conta que era amiga de fotógrafos que fizeram faculdade na Uniuv, por isso ficou muito motivada. “Então eles me deixaram bem empolgada para as aulas. Fiz dois mini cursos de Fotografia, mas eu percebia que não era suficiente”, diz Lucélia.

Ainda sobre o professor ela afirma: “O professor Lúcio é um ótimo professor e desde o primeiro dia superou minhas expectativas. Uma ótima explicação e uma aula bem descontraída. As aulas práticas foram as melhores”.