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		<title>Faculdade gera mudanças na vida de acadêmicos</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Marcelo Kloczko – acadêmico do 4º semestre de Jornalismo Muitas pessoas afirmam que o período da faculdade é o melhor de todos. Mas alguns acadêmicos enfrentam dúvidas em relação ao curso e, principalmente, como será o mercado de trabalho. Os acadêmicos do quarto semestre do curso de Jornalismo do Centro Universitário de União da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Repórter: Marcelo Kloczko – acadêmico do 4º semestre de Jornalismo</strong></p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/quartosemestre.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1477" title="quartosemestre" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/quartosemestre-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Muitas pessoas afirmam que o período da faculdade é o melhor de todos. Mas alguns acadêmicos enfrentam dúvidas em relação ao curso e, principalmente, como será o mercado de trabalho. Os acadêmicos do quarto semestre do curso de Jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), também enfrentaram algumas dúvidas em relação ao curso e aprenderam muito na faculdade. Eles também afirmam que já sofreram mudanças durante os dois anos do curso e também já fazem planos para o futuro.</p>
<p>A acadêmica Karoline Bertotto tinha em mente a escolha pelo curso desde a sétima série. Ela optou pela área da comunicação por ser mais dinâmica e interessante e também pelo fato de não gostar muito da área de exatas. “Nas aulas de português sempre despertava o interesse pelas redações, principalmente as narrativas. As professoras sempre me incentivam para seguir nesta área”, declara.</p>
<p>Karoline acreditava que a faculdade seria algo maravilho e fácil de ser realizado, mas encontrou uma outra realidade nos estudos. “É preciso ter garra e perseverança para fazer o que quer. Correr atrás estar sempre atualizado e informado sobre os acontecimentos”, ressalta. Ela ainda comenta que as atividades do curso estão ficando cada vez mais difíceis. “No primeiro ano era mais a interação, conhecer os colegas, o curso. O segundo ano já é mais a prática, realizar mais as atividades”, comenta.</p>
<p>A estudante Bárbara Leticia Franco tinha o interesse pela área de Jornalismo desde pequena e hoje não consegue se imaginar atuando em outra profissão, a não ser a de jornalismo. “Se eu não terminar esse curso não me vejo como profissional em outra área”, afirma. Uma coisa que chamou muito a atenção de Bárbara foi aprender a importância de uma pesquisa para a área da comunicação. “A pesquisa é o embasamento de tudo. Caso você não pesquise você corre um grande risco de passar vergonha”, ressalta.</p>
<p>Durante o curso, Bárbara percebeu uma grande mudança em seus hábitos, principalmente em seu senso crítico. Ela admite que cresceu muito, tanto na mentalidade como também em analisar as coisas de outra forma. “Cresci muito nesses últimos dois anos, uma das coisas que mudei muito foi desenvolver um maior hábito pela leitura”, revela.</p>
<p>Já a acadêmica de São Mateus do Sul, Thaís Guimarães Lima, escolheu Jornalismo também por gostar muito de escrever, mas já possuía em sua mente descobrir algo novo para outras áreas, como em rádio e TV. Ela acabou gostando também da área de Telejornalismo, principalmente na área da produção. “Gosto de fazer todos os processos de telejornalismo, deste a elaboração da pauta até o processo mais demorado que é a decupagem”, conta.</p>
<p>Quando terminar o curso Thaís pretende sair de sua cidade natal e procurar algo na área em uma cidade maior. “Uma cidade onde haja vaga no mercado de trabalho, sair com algo em vista já. E pretendo ainda em fazer cursos de especializações”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O perfil do profissional de Comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicamos, aqui, dois textos produzidos para a disciplina Introdução à Comunicação Social II, refletindo sobre as características necessárias ao perfil de um profissional da comunicação. Boa leitura! Profª Angela Farah &#160; O profissional de comunicação Douglas Marques - Acadêmico do 2º semestre de Jornalismo O profissional de comunicação é um vórtice pulsante de informações. Ele absorve, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicamos, aqui, dois textos produzidos para a disciplina Introdução à Comunicação Social II, refletindo sobre as características necessárias ao perfil de um profissional da comunicação. Boa leitura!</p>
<p>Profª Angela Farah</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O profissional de comunicação</strong></p>
<p>Douglas Marques - Acadêmico do 2º semestre de Jornalismo</p>
<p>O profissional de comunicação é um vórtice pulsante de informações. Ele absorve, associa, recorta e depois cola, organiza e distribui. Tudo aquilo que passa por suas mão é marcado por digitais; provas da essência do espírito de quem as fez. Comunicação é sempre assim, pessoal, íntima. Mas nem por isso deve deixar de ser também verdadeira.</p>
<p>Essas marcas eternizadas na notícia, na nota, na declaração, de onde vêm? Do mundo visto pelo caleidoscópio único e intransferível. Evidente que não se pode afirmar a superioridade de um ponto de vista em relação a outro. Afinal, estamos todos no mesmo planeta, pisando o mesmo ar e respirando a mesma terra; apesar de em diferentes coordenadas, apesar de noutras sendas. O importante é tão somente que a visão não esteja turva, cega de inverdades e erros. Propositais ou não. Suspeito até que se todos conseguissem avistar uns aos outros, lá nas suas diferentes latitudes e longitudes, concordariam que a paisagem é de fato, a mesma. E que não há vantagens em se estar no topo ou no fundo do vale. Na verdade, o que há são apenas diferenças na perspectiva e nas cores.</p>
<p>Perceber esses contrastes, dos lugares, dos tempos e das impressões, faz com que &#8211; mesmo esparramando vísceras no papel &#8211; o profissional de comunicação seja verdadeiro no que diz, para consigo e para com os outros. Só que até chegar a esse estágio, a estrada é árdua, longa, exige já nas preliminares uma série de predisposições e qualidades inalienáveis, tais como a disciplina, flexibilidade, vontade e, principalmente, a paixão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_________________________________________________________________________________________________</p>
<p><strong>Perfil Profissional</strong></p>
<p>Olavo Contim - Acadêmico do 2º semestre de Publicidade e Propaganda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cada ano que passa, o número de profissionais capacitados a exercer determinada profissão vem crescendo de forma contínua e progressiva. Por consequência, a concorrência fica cada vez maior, também, e o mercado de trabalho exige do profissional diferencial e eficiência, para que haja destaques no meio dessa enorme demanda.</p>
<p>Seja qual profissão for, o respeito sempre deverá existir. Seja com colegas de trabalho, concorrentes e, principalmente, a peça-chave de tudo: o cliente. O cliente sempre deverá ser respeitado, ouvido, bem atendido e a ele sempre transmitida a confiança naquilo que o profissional quer mostrar.</p>
<p>Outro ponto é o comprometimento com aquilo que se faz. Doar-se para a sua profissão e executá-la com amor. Ao contrário do que pensam, fazer o que se gosta é muito mais importante do que apenas fazer algo pelo dinheiro. A profissão feita com carinho, amor e comprometimento é uma profissão bem feita, o que faz com que o profissional se destaque por aquilo que faz, tendo seu trabalho reconhecido.</p>
<p>Resumidamente, por fim, a ética é um fator-chave para qualquer profissão, pois sem ela não se chega a lugar nenhum e não se conquista credibilidade e confiança das pessoas no profissional que está querendo expor o seu trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Acadêmica de Publicidade e Propaganda analisa tendências das telenovelas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo O sexto semestre de Publicidade e Propaganda precisou entregar um projeto e uma monografia como forma de avaliação das disciplinas de Planejamento de Campanha e Métodos e Técnicas de Pesquisa, com os professores Liliane Gasda e Edinei Wassoaski, respectivamente. A acadêmica Ana Paula Bahniuk explica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo</p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Ana-Paula-Bahniuk.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1466" title="Ana Paula Bahniuk" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Ana-Paula-Bahniuk-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>O sexto semestre de Publicidade e Propaganda precisou entregar um projeto e uma monografia como forma de avaliação das disciplinas de Planejamento de Campanha e Métodos e Técnicas de Pesquisa, com os professores Liliane Gasda e Edinei Wassoaski, respectivamente. A acadêmica Ana Paula Bahniuk explica que os dois trabalhos são realizados neste ano porque, nos dois últimos semestres do curso, os alunos precisam desenvolver um trabalho de conclusão de curso (TCC) em cada semestre. “Os outros cursos têm um TCC para fazer. Nós temos dois e ainda temos menos tempo”, diz.</p>
<p>Ana Paula decidiu fazer a monografia sobre as tendências que a telenovela lança na sociedade. O tema envolve moda, psicologia e publicidade. “Escolhi desde o primeiro ano. Apenas aprimorei para a monografia”, afirma. Ela diz que sempre gostou de moda e entende muito de psicologia. A receita se completou quando Ana Paula teve a disciplina de Produção Publicitária em TV e Cinema. “Sabia que a moda influencia as pessoas. Quando tivemos aula de TV decidi fazer algo assim. Juntei TV, publicidade, moda e psicologia e a receita para a monografia estava aí”, conta.</p>
<p>O tema foi trabalhado durante todo o ano. No primeiro semestre, Ana Paula desenvolveu o pré-projeto, com os objetivos do assunto, pesquisa bibliográfica e metodologia. Neste semestre, os acadêmicos ficaram responsáveis de desenvolver o conteúdo. “O professor exigiu 30 páginas de conteúdo, fora todo o resto”, comenta. Dos oito alunos da turma, apenas Ana Paula entregou a monografia no prazo determinado. “Achei um absurdo a quantidade de páginas exigidas, mas consegui terminar. Só eu entreguei.”</p>
<p>Ana Paula escolheu duas novelas da TV Globo para analisar: América e Caminho das Índias. A aluna preferiu as novelas de Glória Perez porque considera a autora “famosa” em assuntos sociais. “As duas novelas trouxeram estilos que não tinham nada a ver com o país, que eram o country e o indiano”. A acadêmica analisou como as duas modas tão incomuns com a realidade do Brasil chegam às ruas a aos guarda-roupas.</p>
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		<title>Jornalismo se prepara para o encerramento do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Elisiane Domainski – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Todo ano começa com promessas e expectativas. Em Jornalismo não foi diferente: pessoas novas, com estilos, pensamentos e comportamentos diferentes que ingressaram no curso. E alunos que, depois de 4 anos de batalha, finalizaram o Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), e se preparam para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repórter: Elisiane Domainski – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo<br />
<a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/elisiane.jpg"><img src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/elisiane-300x225.jpg" alt="" title="elisiane" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-1462" /></a>Todo ano começa com promessas e expectativas. Em Jornalismo não foi diferente: pessoas novas, com estilos, pensamentos e comportamentos diferentes que ingressaram no curso. E alunos que, depois de 4 anos de batalha, finalizaram o Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), e se preparam para a banca. Cada um que aprendeu e levou do ano muitas conquistas. </p>
<p><strong>2º Semestre</strong></p>
<p>Como já esperado, no primeiro ano de faculdade, os acadêmicos entram pensando nas práticas, nas aulas de Telejornalismo, rádio e impresso. Para Wagner Bilitzki, acadêmico do segundo semestre de Jornalismo, apesar da teoria, o ano foi muito proveitoso. O acadêmico aprendeu com as palestras e toda a base repassada pelos professores, como a professora Angela Farah, que segundo ele, conseguiu se expressar muito bem nas suas aulas. Wagner também relembra que um dos trabalhos mais empenhados da turma, foi a criação do jornal, na aula de informática. “Criamos desde a diagramação até a parte editorial. Fazíamos em duplas. Publicidade fazia a parte publicitária e, Jornalismo, fazia a parte das matérias”, conta.</p>
<p><strong>4º Semestre</strong></p>
<p>Para Mayara de Lima, acadêmica do quarto semestre de Jornalismo, o segundo ano como esperado, foi bem mais prático. “Acabei aprendendo muito mais do que eu imaginava. Não me esforcei tanto, quanto eu queria, mas fui muito sugada de um jeito positivo pelos professores”, conta. </p>
<p>A acadêmica relembra que todos os professores foram importantes durante o ano. Ela destaca que a professora Angela Farah e a Fahena Horbatiuk foram as que mais marcaram positivamente, a sua passagem pelo segundo ano, pela humanidade e inteligência. </p>
<p>Dos trabalhos que marcaram, ela destaca a matéria de TV sobre a federalização do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). “Foi a matéria que eu mais me dediquei o ano inteiro. Cerca de 800 pessoas viram a matéria que ficou no site da Uniuv. Fiquei conhecida. Amei”, afirma.</p>
<p><strong>3º Semestre</strong></p>
<p>Para Thais Siqueira, acadêmica do sexto semestre de Jornalismo, o ano foi mais difícil que o esperado. “Eu achava que o quarto ano era mais difícil. Mas quanto mais difícil melhor, assim eu aprendo mais”, conta. Para a acadêmica, um dos professores que marcaram seu ano, foi a professora Angela Farah e o professor Amauri Yamauti. “A Angela é uma excelente professora, ainda mais com a fundamentação teórica &#8211; o TCC. Aprendendo quais são os tipos de jornalismo. E o Amauri, a parte de TV, que eu gosto”, conta.</p>
<p>Thais acha que melhorou muito na parte impressa, apesar de antes gostar mais de TV. Ela comenta que um dos trabalhos que mais a marcou no ano, foi a grande reportagem multimídia de saúde, para a matéria de Jornalismo Online. “Eu fiz em TV, rádio e impresso sobre o colesterol. Entrevistei nutricionista, médicos e várias pessoas que tem o colesterol e outras que se cuidam para não ter. Esse eu me dediquei bastante”, conta.<br />
<strong><br />
4º Semestre</strong></p>
<p>	Para Janaína Anair da Silva, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, todas as expectativas para o último ano de faculdade, foram alçadas. Ela conseguiu terminar o TCC, agora vai passar pela banca. Segundo ela, todos os professores foram essenciais para que ela conseguisse aprender o máximo possível. Durante as gravações do TCC, Janaína teve algumas dificuldades em conseguir as entrevistas. “Algumas pessoas odeiam câmeras”, comenta. A acadêmica também acha que o laboratório precisava estar mais equipado de câmeras. “Um dia precisava de câmera e não tinha”, conta.</p>
<p><strong>E o lado do professor?</strong></p>
<p>Segundo a professora Angela Farah, o ano foi muito importante. Para ela, o professor, além de ter o conhecimento, precisa acreditar no que faz e, principalmente, em quem está do outro lado – o aluno. “Às vezes, a gente coloca muita expectativa em cima do aluno e acaba se decepcionando. Porque talvez, essa expectativa seja muita para o que você pode no momento”, comenta. Porém, a professora comenta que é preciso valorizar o que o aluno conseguiu produzir. “Mas você conseguiu produzir alguma coisa. Eu tenho que olhar para essa ‘alguma coisa’ e ver se está bom, ruim, médio e ajudar você a passar por isso”, conta. </p>
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		<title>Acadêmicos de Jornalismo e Publicidade criam jornais em sala de aula</title>
		<link>http://comunicacaouniuv.com.br/academicos-de-jornalismo-e-publicidade-criam-jornais-em-sala-de-aula/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 20:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Bruna Oleskovicz &#8211; acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de experimentar, na prática, um pouco das futuras profissões. O trabalho realizado pelos acadêmicos envolvia criar um jornal com matérias desenvolvidas pelos alunos do curso de Jornalismo e a propaganda criadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repórter: Bruna Oleskovicz &#8211; acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo</p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Foto-matéria-Bruna.jpg"><img src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Foto-matéria-Bruna-300x225.jpg" alt="" title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-1457" /></a>Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de experimentar, na prática, um pouco das futuras profissões. O trabalho realizado pelos acadêmicos envolvia criar um jornal com matérias desenvolvidas pelos alunos do curso de Jornalismo e a propaganda criadas pelos alunos de Publicidade e Propaganda. Além disso, os estudantes diagramaram seus jornais com a ajuda da professora responsável pelo trabalho, na disciplina de Informática.</p>
<p>A professora Juliana Biscaia explica que o trabalho foi feito em dupla, que deveria ser composta por um aluno de cada curso. “Foram desenvolvidos aproximadamente 14 jornais”, conta. Segundo a professora, não foi estipulado nenhum critério para os jornais, apenas algumas dicas. “Passei ideias de como eles poderiam fazer o trabalho, como os temas, as editorias, etc.”, conta. O resultado surpreendeu Juliana. “Ficou muito legal, bem mais do que o esperado”, destaca.</p>
<p>O acadêmico de Jornalismo, Wagner Bilitzki, conta que sua dupla gostaria de criar um jornal diferente. “Surgiu a ideia de montar um jornal sobre fotografia, até porque meu colega é autodidata em fotografia”, afirma. As tarefas entre as duplas fora divididas. “Eu fiz as matérias e meu colega a diagramação”, conta. Porém, Bilitzki teve que apresentar seu trabalho individualmente, pois seu parceiro trancou o curso para fazer intercâmbio, mas ele afirma que aprendeu algo importante com essa experiência. “Pude notar a facilidade em desenvolver um jornal se trabalhar em equipe”, destaca.</p>
<p> Já o aluno de Publicidade e Propaganda, Jader Wolff, conta que sua equipe criou uma empresa de publicidade fictícia. “Nós fizemos todos os anúncios que seriam veiculados nos jornais das duplas”, explica. O acadêmico ressalta a experiência que adquiriu logo no início do curso. “Gostei de realizar esse trabalho, pois me trouxe a oportunidade de aprender a estimular a minha criatividade”, afirma.</p>
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		<title>Alunos do 1° ano de Comunicação Social não tiveram Semanada</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Professores e alunos comentam sobre a Semanada e seu benefício para os cursos de Comunicação Repórter: Claudiane Berres &#8211; acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo Nos primeiros anos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda (PP), os conteúdos trabalhados em sala são teóricos e há pouca atividade para exercer a prática. Com isso, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Professores e alunos comentam sobre a Semanada e seu benefício para os cursos de Comunicação</em></p>
<p>Repórter: Claudiane Berres &#8211; acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo</p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/claudiane.jpg"><img src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/claudiane-300x225.jpg" alt="" title="claudiane" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-1453" /></a>Nos primeiros anos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda (PP), os conteúdos trabalhados em sala são teóricos e há pouca atividade para exercer a prática. Com isso, os professores promoviam a Semanada, uma única semana com prática total. Era a oportunidade dos acadêmicos terem contato com os laboratórios de rádio e TV, o que acontece pouco nos primeiros semestres dos cursos. A Semanada é quando os acadêmicos podem ter um contato próximo com a profissão, produzir textos jornalísticos e publicitários, além das matérias multimídias.</p>
<p>	Muitos feriados, palestras, acabaram deixando impossível realizar a Semanada este ano. “Foram dois semestres corridos. Muita atividade extra, palestras interessantes para os dois cursos, e os professores precisam dar provas e trabalhos”, comenta Julliana Biscaia, professora coordenadora PP. Julliana ainda afirma que isso não vai prejudicar a turma, pois todo o conteúdo da Semanada vai ser vivenciado pelos acadêmicos nos outros semestres, tanto de Jornalismo quanto PP.</p>
<p>O acadêmico de Jornalismo, Assis Gabriel Krebs, acha que o primeiro ano tem muita teoria e que falta aulas práticas. “Muito conteúdo atrapalha, tem que mostrar o que aprendeu na teoria. Faltou prática”, diz. Krebs ainda conta que muitos alunos desistiram dos cursos de comunicação por ser muita teoria. “É o principal fator de desistência, porque muitos trabalham e o conteúdo na faculdade é pesado. Cansa as pessoas”. Segundo Krebs a Semanada poderia conter as desistências. “Como a Semanada é aula prática, mostra mesmo a vida do profissional”, conclui. Já o acadêmico de PP, Valdomiro Dalcomuni Neto, acha que é importante essa carga teórica nos primeiros semestres. “Eu acho importante ter a teoria. É faculdade, é um diferencial”, comenta. </p>
<p>A professora de Jornalismo, Angela Farah, acha que o motivo da desistência é outro. “Muitas pessoas acham que jornalismo é fácil, leve. Na faculdade percebem que é muita filosofia, psicologia e se assustam”. Ela acredita que a Semanada tem seu benefício, mas também acha que ela não é totalmente eficiente. “A Semanada ajuda a entender a profissão, no entanto, não é uma prática bem embasada. Acaba sendo mais entretenimento”, comenta. A professora Angela ainda conta que os acadêmicos têm ideia do que é a profissão, que isso é tratado dentro da disciplina de Introdução a Comunicação Social, e que a disciplina proporciona o contato dos acadêmicos com profissionais. “Eles recebem informações, profissionais. Eles têm noção da profissão”, finaliza.</p>
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		<title>Acadêmicos de Jornalismo falam sobre a pré-banca</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:22:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Repórter: Pedro Henrique  Almeida – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong>Repórter: Pedro Henrique  Almeida – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo</strong></strong></p>
<p><iframe width="450" height="253" src="http://www.youtube.com/embed/1OsC1-CtQOo?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Conselho Editorial incentiva a produção científica e publicações de obras</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:17:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Repórter: Amanda Mendes – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo O Conselho Editorial do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) foi criado em 1999. Logo após foi lançada a coleção José Júlio Cleto da Silva, com o objetivo de produção científica e cultural dos docentes e escritores regionais. Atualmente, o Conselho Editorial conta com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong>Repórter: Amanda Mendes – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo</strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/amanda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1445" title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/amanda-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O Conselho Editorial do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) foi criado em 1999. Logo após foi lançada a coleção José Júlio Cleto da Silva, com o objetivo de produção científica e cultural dos docentes e escritores regionais. Atualmente, o Conselho Editorial conta com várias obras e é um incentivo para alunos do Curso de Comunicação Social &#8211; Habilitação em Jornalismo publicar os seus livros-reportagem.</p>
<p>Segundo a professora e presidente do Conselho Editorial Fahena Porto Horbatiuk, o conselho visa motivar e colaborar com a produção cultural regional, fazendo lançamentos festivos das obras, valorizando os autores. O Conselho Editorial apóia escritores e pesquisadores da região, fazendo revisão e diagramação de textos, solicitando o International Standart Book Number (ISBN), sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros e ficha catalográfica.</p>
<p>De acordo com a professora do Curso de Comunicação Social e membro do Conselho Editorial, Angela Maria Farah, são escolhidos alguns critérios para a publicação de uma obra, pois não é possível publicar todos os trabalhos, somente duas obras por ano. A escolha é feita por meio da relevância do tema para a comunidade.</p>
<p>Como muitos acadêmicos do Curso de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo apresentam em suas bancas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) livros reportagem. Este foi o caso da acadêmica Priscila Ernst, que contou a história de São João do Triunfo e teve sua obra publicada pelo Conselho Editorial. “Tinha que ser publicado, pois não tinha nada que contasse a história do município, até por questão da Universidade, vem muita gente de todas as regiões para cá”, comenta Angela.</p>
<p>Para a acadêmica Bruna C. Oleskovicz, do sexto semestre de Jornalismo, o Conselho Editorial é uma oportunidade para os acadêmicos poderem divulgar seus trabalhos e servirá também como mais uma fonte de pesquisa, além de valorizar a região. O seu TCC será impresso e ela pretende publicar o seu trabalho. “Pretendo publicar, pois gostaria que ele fosse lido por outros estudantes e sirva como base para outros trabalhos”, relata Bruna.</p>
<p>Ela acredita que com o apoio do Conselho as publicações se tornaram mais fáceis e, como ele é formado por membros que possuem grande conhecimento, eles realizam um trabalho que facilita a publicação.</p>
<p>Segundo o reitor Jairo Vicente Clivatti, a Universidade se caracteriza por pesquisa e extensão, pois é uma medida essencial para motivar a publicação. “Hoje, não se pode pensar em uma Universidade sem um Conselho Editorial, constituindo, pensando, agindo e incentivando principalmente as pessoas a publicar suas obras”, relata Clivatti.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais uma vez: unidas pela Comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Fernanda Santos &#8211; acadêmica do 6º semestre de Jornalismo As irmãs Fernanda e Rafaella Maier, além de laços afetivos, seguiram os mesmos caminhos e hoje trabalham juntas Na terça-feira,8 de novembro, o segundo e quarto semestres de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, receberam a visita de Fernanda e Rafaella Maier para falar sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Repórter: Fernanda Santos &#8211; acadêmica do 6º semestre de Jornalismo</strong></p>
<p><em>As irmãs Fernanda e Rafaella Maier, além de laços afetivos, seguiram os mesmos caminhos e hoje trabalham juntas</em></p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/fernanda-01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1440" title="fernanda 01" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/fernanda-01-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Na terça-feira,8 de novembro, o segundo e quarto semestres de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, receberam a visita de Fernanda e Rafaella Maier para falar sobre os meios de comunicação que atuam e contar quais as suas experiências. O convite para a palestra surgiu do aluno Osmari José Lopes, que cursa a disciplina de Teoria da Comunicação, ministrada pela professora Angela Farah. “Como deveríamos trazer pessoas ligadas a Comunicação Social, sugeri a presença de Rafaella e Fernanda porque eu já as conhecia”, disse Lopes, afirmando que as iratienses aceitaram o convite com muito entusiasmo e ficaram muito felizes, pois é a primeira vez que o curso recebe representantes de Irati.</p>
<p><strong>Formação em Comunicação gera vínculo entre as irmãs</strong></p>
<p>Rafaella Maier formou-se em Jornalismo pela Faculdade Santa Amélia, em Ponta Grossa. “Faria Publicidade e Propaganda. Por não ter opções, fiz Jornalismo e vi que era a área certa. Tenho certeza absoluta que fiz a escolha mais sensata”, diz Rafaella.  Antes mesmo de se formar, a estudante de Jornalismo já trabalhava em um jornal local como recepcionista e depois assumiu o papel de jornalista responsável. Nesse emprego, Rafaella permaneceu por oito anos. Em 2011, integrou na agência de Publicidade com sua irmã, Fernanda.</p>
<p>Formada em Publicidade e Propaganda em 2009, pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), Fernanda Maier começou a trabalhar quando iniciou a faculdade. A publicitária principiou na Prefeitura Municipal de Irati, local em que permanece atualmente pela Casa da Cultura. Em julho de 2010, resolveu abrir sua agência de Publicidade. “Recebi a proposta de iniciar o projeto com parcerias, mas decidi que faria isso sozinha”, contou Fernanda, que em fevereiro de 2011, recebeu Rafaella como companheira para que juntas formassem a Prax Publicidade e tomassem frente da Revista Visual.</p>
<p><strong>Profissionais formados são minoria em cidades do interior</strong></p>
<p>Rafaella e Fernanda promoveram um grande bate-papo com a turma para expor suas experiências de trabalho. Rafaella contou que durante sua passagem pelo jornal impresso, sempre teve trabalhos paralelos ligados a revistas e outros jornais locais, na condição de <em>free lance. </em>Falando da revista, meio em que promoveu várias perguntas dos acadêmicos, Rafaella explicou que como é mensal, há mais tempo para a preparação do material que será publicado. “Porém, junto a matérias, temos que cuidar do setor de finanças e vendas, por exemplo, campos em que no jornal havia divisões de atividades”, informa a jornalista.</p>
<p>Para o jornal, Rafaella comenta que escrevia matérias de assuntos gerais. Mas, para a revista, o sistema de informações é diferenciado. “O público é distinto e o material jornalístico é preparado de forma mais social, com menos textos e mais fotos”. Para ela, está aí um dos grandes diferenciais entre uma revista e o jornal.</p>
<p>“Para publicitários, o mercado é difícil”, inicia Fernanda. Em Irati, ela é a única publicitária com diploma que trabalha na área. “Acredito que o maior problema para as pessoas é entender para quê serve a Publicidade e Propaganda, até pela presença de muitos amadores”.  Fernanda salienta que por muito tempo pensou que não havia tanta necessidade de se obter um diploma na área, mas com o tempo observou que foi fundamental para a sua formação profissional. “Hoje, exerço o que aprendi e ainda tenho minhas dificuldades”, esclarece.</p>
<p><strong>Irmãs não se arrependem do que escolheram e são apaixonadas pelo que fazem</strong></p>
<p>Fernanda narra que durante a faculdade aprendeu a gostar da Publicidade, mas durante um tempo deixou esse gosto de lado. “Então, quando me formei, pensei em fazer outro curso porque realmente perdi um pouco da vontade de trabalhar na área”. Porém, Fernanda relembrou dos quatro anos em que enfrentava as estradas para vir de ‘van’ à faculdade e dos sacrifícios com essas viagens diárias. “Percebi que precisava trabalhar com a Publicidade e entendi que nada foi em vão”, relata a apaixonada pela Publicidade, Fernanda.</p>
<p>Rafaella observa que ser jornalista não é uma profissão fácil porque exige tato, sensibilidade e imparcialidade, independente das circunstâncias. “Jornalismo é muito mais do que escrever textos e colocar verbos nos momentos certos: é escrever da forma com que todas as pessoas entendam”. Para ela, o papel do jornalista é ser ávido, correr atrás das notícias mesmo com todas as dificuldades que surgirem no caminho.  Sobre o diploma, a jornalista descreve que infelizmente a profissão não é valorizada a começar por essa questão. “Mas para os bons, a queda do diploma não faz diferença porque sempre haverá trabalho para gente que realmente gosta do que faz e se dedica. E eu amo o que faço”, finaliza Rafaella.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jornalismo e Publicidade podem viver bem juntos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 18:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repórter: Marciel Borges – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de fazer um bate papo com profissionais da área de comunicação. A iniciativa é da professora Angela Maria Farah, que explica que é importante trazer profissionais da área para conversar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Repórter: Marciel Borges – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/marciel-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1435" title="marciel 1" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/marciel-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Os acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de fazer um bate papo com profissionais da área de comunicação. A iniciativa é da professora Angela Maria Farah, que explica que é importante trazer profissionais da área para conversar com os futuros jornalistas e publicitários. “Além de trazer conhecimento é uma oportunidade para os alunos terem uma visão como o mercado está trabalhando. Já tivemos muitos alunos que participaram do bate papo e conseguiram um trabalho na área”, diz a professora.</p>
<p>Um dos convidados foi o jornalista e administrador Gerson Coas, da Rádio Colmeia. Coas contou como é feito o trabalho de comunicação da Colmeia tanto no jornalismo como na publicidade. Destacou também os passos que a emissora passou até chegar aos tempos atuais, e pensando no futuro, como na compra de equipamentos. Ele destacou a aquisição do novo transmissor. “O rádio hoje ainda continua sendo o veículo de comunicação mais barato, uma pessoa pode comprar um pequeno rádio por dez reais”, ressalta o jornalista.</p>
<p>Ao falar em jornalismo e qualidade foi destacado a questão da emissora permanecer com a Unidade Móvel, que é um veículo preparado para trazer as informações de qualquer lugar. “A equipe da rádio está sempre atualizando e melhorando o sinal da Unidade Móvel para fazer o papel de informar a população”, comenta Coas com um sorriso.</p>
<p><a href="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/marciel-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1436" title="marciel 2" src="http://comunicacaouniuv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/marciel-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Ao dizer que jornalismo e publicidade podem viver bem, o jornalista comenta o trabalho que ele realiza como assessor de imprensa da Associação Catarinense de Motocross. “Ao fazer uma foto de um evento o jornalista está fazendo a reportagem e ao mesmo tempo a publicidade, pois estará fazendo com que imagens dos patrocinadores seja conhecido”, diz Coas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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