Laboratórios de Comunicação da Uniuv recebem melhorias

“Mesmo sendo um laboratório bem completo, vai receber algumas melhorias, como na questão de cabos, que precisam ter um comprimento maior, para atender a demanda da instituição”

Repórter: Luciana Ignaszevski– acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

 

No ano passado, o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) fez diversos investimentos nos cursos de Comunicação Social, Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Foram comprados equipamentos para os laboratórios de rádio, televisão (TV) e fotografia, e neste ano está prevista a reforma. Segundo o Vice-Reitor e coordenador do curso de Jornalismo, Lucio Kurten dos Passos, foram licitados aproximadamente 90 mil reais em equipamentos no ano passado. Entre eles, foram adquiridos 6 câmeras digitais reflexas para o estúdio de fotografia, 5 câmeras que gravam em Full 10378218_737333809692184_6198220915609970065_nHigh Definition (Full HD), para o estúdio de TV, além de acessórios como tripés, iluminação, gravadores MP3, mesa e uma placa de som para o laboratório de rádio, entre outros equipamentos. Também foi adquirida uma câmera de ação, que é uma reinvindicação antiga dos professores.

Neste ano, está previsto para o segundo semestre a reforma dos laboratórios. O de TV vai perder o fundo verde que vai passar a ser branco, para que possa atender além dos cursos de Comunicação, também o de Arquitetura e Urbanismo, e o Colégio Técnico de União da Vitória (Coltec). Vai ser realizado melhorias no isolamento acústico e vai ser implantada luzes Light Emitting Diode (LED), que é mais econômica, leve e eficaz. O laboratório de Rádio também vai passar por algumas reformas. “Mesmo sendo um laboratório bem completo, vai receber algumas melhorias, como na questão de cabos, que precisam ter um comprimento maior, para atender a demanda da instituição”, comenta o vice-reitor.

A acadêmica do primeiro ano de Jornalismo, Natalia Stankevicz, acredita que todos os laboratórios são bem equipados, tem uma estrutura legal, e os alunos conseguem realizar bem as atividades. “Não tive muito contato, acho que deveríamos ter mais aulas práticas, para não ficar só na teoria e sim saber no que a gente tá mexendo”, comenta.

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