Laboratórios de Comunicação da Uniuv recebem melhorias

“Mesmo sendo um laboratório bem completo, vai receber algumas melhorias, como na questão de cabos, que precisam ter um comprimento maior, para atender a demanda da instituição”

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6º semestre de Publicidade e Propaganda inicia novo estágio supervisionado

Trabalho de estágio supervisionado será executado em três meses, os acadêmicos usam todo o conteúdo adquirido nos semestres anteriores, a aprovação do trabalho    é fator decisivo para passagem de ano

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Oficina de Stop Motion anima acadêmicos de Publicidade

Oficina teve o objetivo de introduzir conceitos básicos da linguagem audiovisual. “Stop Motion é uma técnica de animação em que tiramos sequências de fotos para dar a ilusão de movimento”, conta o professor  Fernando Gohl.

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Bem-vindos ao 2º semestre 2013

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Mais um semestre letivo inicia na Uniuv e voltamos às aulas com entusiasmo e muitas novidades.

 

Os professores do curso de Jornalismo e Publicidade e Propagandas da Uniuv se reuniram na semana passada e já organizaram várias atividades para os alunos. Além da preparação das aulas normais, esse semestre contará com vários eventos como o Enaproc, a Semana de Comunicação (7 a 11 de outubro), viagem técnica para São Paulo (15 e 16 de agosto) com visitas confirmadas no IBOPE, programa Altas Horas, ESPM e Anima Mundi, palestra de aniversário da Uniuv com o stand up de Diogo Portugal, e muito mais.

 

Animados? Então se preparem, porque muita coisa vai acontecer nesse semestre!

 

Sejam bem-vindos!

Acadêmicos de comunicação avaliam o primeiro semestre de 2013

Com o término do semestre letivo que aconteceu na sexta-feira, 12, alunos de comunicação avaliam como foram as aulas.

 Repórter: Lucas Dams – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

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Bruna Kobus, acadêmica de Jornalismo

O término do semestre letivo chegou. Para muitos é hora de descansar para encarar o próximo, outros aproveitaram para aprimorar conhecimentos e começar bem o segundo semestre de 2013. O último dia de aula foi na sexta-feira, 12, desse mês de julho. Para muitos acadêmicos da escola de comunicação da Uniuv o semestre foi de muitas descobertas e esclarecimentos.

Segundo a aluna do terceiro ano de Jornalismo, Bruna Kobus, os seis primeiros meses do ano foram para colocar em prática tudo o que foi aprendido desde o início. “Estamos conseguindo escolher agora qual área podemos seguir quando nos formarmos, acho interessante essa prática”. Além da confiança há expectativa para o último ano. “Ganhamos confiança com os estudos e temos a apresentação do TCC, também já começamos a treinar o que realmente queremos estudar e apresentar lá na frente”, destaca.

Juliano Bertoldi, calouro de Jornalismo, diz que foi muito proveitoso esse primeiro semestre e brinca: “Só não curti última semana (semana de provas), mais ao todo foi muito bom”.

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Aline Graef, acadêmica de Publicidade

Para quem está no último é hora de apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso, o TCC. Esse semestre ajudou na adaptação entre as matérias da grade acadêmica e as orientações, por isso, foi essencial a atenção com prazos entre trabalhos e protocolos do projeto. Aline Graef, que cursa o quarto ano de Publicidade e Propaganda, diz todos esses meses desse ano foi dedicado na apresentação de seu projeto. “O semestre acadêmico terminou com um alívio após a apresentação do TCC. Todo o trabalho que desenvolvemos durante esse período trouxe muita experiência para o próximo semestre, ajudando a entender a dinâmica do projeto, e o que iremos enfrentar no mercado de trabalho”.

Para Luana Luczka, algumas aulas foram boas e produtivas. “Trabalhos e provas aplicados durante aula sem deixar matéria acumulada”. Mas ela destaca que houve professores que deixaram alguns trabalhos e provas para a última semana e muitos alunos ficaram desesperados. Ela cursa o terceiro ano de Publicidade e Propaganda.

O colega de Luana, Gustavo Freitas, diz que o semestre foi tranquilo, a atenção dada pelos professores foi bastante satisfatória e o conteúdo das disciplinas estava bastante completo. Ele também fala do acúmulo da última semana. “Ruim mesmo foi à correria do final do semestre. Muitos trabalhos, avaliações e ainda o estágio”. Para ele, todos esses trabalhos o deixaram um pouco perdido. “Acabei não fazendo alguns trabalhos para poder entregar outros”.

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Agexcom: uma vitrine real para os comunicadores da Uniuv

A Agência Experimental de Comunicação da Uniuv existe desde 2001 e hoje já faz trabalhos para clientes externos a Instituição

Repórter: Bruna Kobus – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

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Agexcom (Foto: Reprodução)

Este ano, a Agência Experimental de Comunicação (Agexcom) da Uniuv começou com novos alunos, novas ideias e novos orientadores. A Agência já existe desde 2001, quando o curso de Relações Públicas ainda era oferecido na Instituição. Ela ficou parada por algum tempo e, em 2005, voltou a funcionar então com acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade.

A Agexcom tem a função de apresentar um pouco da realidade de como é o mercado de trabalho, a realidade da profissão e também para que os alunos coloquem em prática o que aprendem em sala de aula. “É como se fosse uma vitrine. A maioria dos alunos que passou pela Agex foram empregados antes de se graduarem”, disse o coordenado do Curso de Jornalismo, Lúcio Passos. E como se trata de uma Agência Experimental o trabalho não é remunerado, mas vale na construção de portfólio e também networking profissional.

História

Em 2001, os alunos de Relação Públicas (RP) deram o ponta pé inicial com as produções da Agexcom. Mas ainda era um trabalho sem compromisso. Já em 2002, a Agência começou a funcionar regularmente com alunos de Jornalismo, Publicidade e também RP. Após um ano de funcionamento as portas da Agexcom foram fechadas por quase três anos e, em 2005, novos alunos começaram as produções. De lá para cá já se passaram oito anos e muitos alunos já passaram pela Agex. Cada um em sua área. Os acadêmicos de Jornalismo cobrem matérias institucionais e os de Publicidade criam campanhas para os vestibulares da Uniuv. Alguns trabalhos fora da Instituição também já foram realizados. Um exemplo é o Centenário do Colégio Serapião. “Lá dentro a gente trabalha com campanhas e, muitas vezes, para clientes externos. Isso também depende muito da demanda que nós temos. A gente procura controlar um pouco essa entrada de campanhas em função do próprio tempo de aprendizado e de execução dos trabalhos”, disse o professor supervisor da Agexcom Robson Fogaça.

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Cara nova

No início de 2013, o professor Robson divulgou os requisitos para a pré-seleção dos novos candidatos. Hoje, estão trabalhando na Agexcom Luis Eduardo, Laís Ferreira, Gabriela Souza e Luan Roberto em Publicidade. Bruna Werle e Mayara Mugnol na área de Jornalismo e como mentores estão Marcelo Mayer e Ana Paula Bahniuk, egressos do curso de Publicidade.

propostabO ambiente de trabalho dos comunicadores da Agex também vai mudar. Na última quinta-feira, 6, os coordenados do Curso de Comunicação Social Lúcio Passos, Julliana Biscaia e o professor Robson Fogaça estiveram reunidos com uma equipe da Uniuv para analisarem os projetos de ambientação da Agexcom. Ao todo foram apresentados dois projetos, e a escolha será feita via Facebook. O projeto que receber mais likes na Fanpage da Agência

 

 

Alunos de Comunicação fazem visita técnica à Pormade

Repórter: Douglas Marques – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo

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Acadêmicos de Comunicação Social da Uniuv durante visita técnica

Dia 13, às 19h30, os alunos do quinto e sétimo semestre de Jornalismo e os do sétimo de Publicidade e Propaganda foram recebidos por Romeu de Almeida (Mercedinho) na Sala de Treinamento da Pormade. Enquanto aguardavam a chegada de Hermine Luiza Schreiner, diretora de RH da empresa, os alunos foram convidados a fazer um lanche, com café, leite, bolacha de polvilho e Sonho de Valsa, dispostos em uma pequena mesa, à lateral da sala. Havia música ambiente e, na parede, em meio a vários quadros de premiação por gestão de pessoas, um banner branco apresentava uma frase do escritor brasileiro Vicente Falconi: “Declarar um problema é uma alegria”.

Depois, Hermine, a Minthi, como é conhecida pelos colaboradores da empresa e amigos, fez uma apresentação, abordando os principais projetos e práticas de gestão da empresa.

Ela elucidou os problemas comunicacionais que a Pormade enfrenta para manter uma comunicação efetiva com e entre os 530 profissionais– mais os vendedores espalhados pelo Brasil; apresentou as unidades da empresa; o uso da bicicleta nessas unidades, que somam cerca de 51 mil metros quadrados; contou sobre projetos futuros, como um novo auditório e alojamentos; falou sobre o Centro de Desenvolvimento Humano (CEDEHP); sobre a Associação, que promove gincanas e campeonatos entre os colaboradores; apresentou o organograma da empresa, focando-se no que é importante para se construir e manter um ambiente de trabalho saudável; forneceu passos para se cuidar do clima organizacional de uma empresa; falou sobre a meritocracia e as razões para se dar um retorno as pessoas de acordo com sua participação; mostrou uma matéria especial da Globo News, de 2011, sobre a Pormade; disse que são gastos, em média, 250 mil reais anuais com treinamento de funcionários; apresentou os pilares da construção de um bom ambiente de trabalho usados pela empresa – Confiança, Inspiração; Falar, ouvir, participar e Saber agradecer; apresentou os projetos de capacitação técnico operacional, feitos em parceria com a Uniuv; entre outros, como Ginástica Laboral, Diálogo de Segurança, etc., que estão disponíveis na página da empresa ( pormade.com.br).

Acerca das práticas de gestão, Minthi destacou os Grupos de Melhorias, que teve início em 1996, com um projeto de convênio de bicicletas com as oficinas, que visava diminuir o custo de manutenção para os funcionários, posto que, na época, fosse o transporte mais usado. Segundo Minthi, hoje já se somam mais de 8 mil melhorias desde a criação dos Grupos, que são, também, uma ferramenta de sucessão e formação de liderança e uma estratégia de gestão participativa.

Os canais de comunicação usados pela Pormade consistem em um sistema de comunicação interligado (a Rádio Pormade, sobre a qual foi contada uma interessante história), um jornal mural e comunicação online. Mas esses, para a diretora de RH, são apenas formas de disseminação de informações, a comunicação, por si, estaria no nível pessoal.

A política de portas abertas da empresa foi outro ponto bastante focado. Na Pormade, uma vez por semana, os líderes dos grupos de melhorias, que são gerenciados por Mercedinho, tomam café com a direção. O objetivo, de acordo com Minthi, é promover a integração entre diretoria e colaboradores. “RH é comunicação”, disse.

Minthi também deixou uma importante dica para quem deseja trabalhar com gestão de pessoas. “Se não tiver dinheiro, faça como puder”, afirmou, e, em uma referência ao café de recepção dos alunos, completou: “Não importa o glamour, e sim o carinho que você põem nas coisas”.

Depois, os alunos conheceram as dependências da empresa. No andar superior, próximo ao Cantinho da Beleza, local onde os funcionários podem dedicar um tempo para os cuidados pessoais, há um cartaz salpicado de corações, com mensagens de agradecimento dos colaboradores ao trabalho de Minthi.

Debate sobre mídia e poder reúne profissionais na Uniuv

Repórter: Rodrigo Reis – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Jornalistas, publicitário e doutor em literatura apresentam seus conceitos e suas opiniões sobre os meios de comunicação

 mídia e poder

A mesa redonda que aconteceu no dia 31 de outubro, no auditório da Uniuv, trouxe como tema de discussão a “Mídia e Poder”. O debate foi promovido pela jornalista, professora e mestre em comunicação e linguagens, Angela Farah, e trouxe para uma conversa aberta os professores, Lúcio Kurten dos Passos, fotógrafo, jornalista e mestre em comunicação e linguagens, Caio Ricardo Bona Moreira, doutor em literatura e Samon Noyama, publicitário e mestre em filosofia.

Angela Farah, que abriu o debate, citou as datas mais importantes sobre a criação das principais mídias, exemplo a TV, e sobre os trâmites que estão acontecendo para o reconhecimento oficial do diploma de jornalismo. Angela lembrou também da lei de impressa que entra em vigor na Argentina, como forma do governo controlar seus meios de comunicação. A Lei de Mídia da Argentina foi votada e promulgada em 2009 e tem gerado polêmica por sua intenção de limitar o número de licenças de audiovisual dos diferentes grupos de mídias, como o Clarín. A data limite para que esses grupos se adequem de forma voluntária é sete de dezembro de 2012. Caso isso não aconteça, o governo ameaça caçar essas licenças. A lei regulamenta a utilização do espectro audiovisual, mas não estabelece um marco regulatório para o conteúdo, publicou o portal Infobae.

 

Caio Bona vê no debate a importância de se discutir como a mídia e o poder têm ligações fortes e conseguem muitas coisas na sociedade. Bona cita como exemplo o caso do jornalista Crispim Mira, mártir da liberdade da imprensa no Brasil. Vítima de uma tentativa de retaliação, em 1927, na cidade de Florianópolis, Mira foi agredido e baleado em seu próprio jornal, diante do seu filho de 14 anos. Morreu dias depois no Hospital da Caridade, centro da capital catarinense. Sua história é oculta e pouco se sabe dele. Mira buscava em seu jornal a liberdade de imprensa e sofreu represália por isso.  Bona também cita a importância da literatura como um forte recurso que pode ser usado de forma a recontar os fatos, coisas que talvez a imprensa não possa trabalhar mais aprofundada.

 

Para Samon Noyama, é fundamental discutir como estamos entendendo a forma de liberdade de imprensa. Cita o exemplo da Revolução Francesa que levantou a ideia de liberdade, mas ficou totalmente avessa ao que planejava.   A Revolução Francesa foi o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799, alteraram o quadro político e social da França. Segundo Noyama, essa ideia de liberdade trouxe alguns problemas, muitos não entenderam o principal objetivo das lutas e do discurso proferido da liberdade. Defendiam valores de falar o que pensam. De acordo com Noyama nós fazemos parte do mundo e interferimos muito nele, cada um a sua maneira. Por ser publicitário formado, Noyama apresentou a relação entre os profissionais das mídias no mercado de trabalho, onde o jornalista busca em seu dia a dia revelar o que há de verdade nos fatos do mundo e o publicitário procura sempre a melhor forma de promover e vender seus anúncios e produtos.

 

Lúcio Kurten dos Passos traz em sua abordagem o poder da imagem nas mídias e cita como exemplo a história do rei Luís 14, que gerou a autoidolatria, se autopromovendo.  Luís 14 de Bourbon conhecido como “Rei-Sol”, foi o um monarca absolutista da França, reinando de 1643 a 1715. A ele é atribuída a famosa frase: “L’État c’est moi” (em português: O Estado sou eu), apesar de grande parte dos historiadores achar que isso é apenas um mito. Passos faz uma relação entre a história de Luís 14 e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que fez a promoção de sua imagem para conquistar a nação e enfim chegar à presidência. Segundo Passos, os profissionais comunicadores são os intermediadores entre o real e o irreal e considera a era em que nos encontramos como a era das imagens, isso desde o século 20. Relatou também o aumento incalculável das imagens publicadas, permitido pelas novas tecnologias existentes no mundo hoje.

 

Enaproc incentiva e mobiliza acadêmicos de Jornalismo

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo da Uniuv
Foto: Lúcio Passos
Nos dias 29 e 30 de novembro aconteceu na Uniuv, o IX Encontro Anual de Produção Científica(Enaproc ). O evento tem como objetivos divulgar a produção científica dos acadêmicos, incentivar e estimular a prática da pesquisa científica e tecnológica, proporcionar a aplicação dos conhecimentos teóricos na prática, gerar novos conhecimentos e aperfeiçoar recursos humanos.

A professora de Jornalismo e Publicidade e Prograganda, Angela Farah, ressalta um dos objetivos alcançados com êxito. “O aluno consegue descobrir nele o gosto pela pesquisa científica”. Para a acadêmica, que expôs seu trabalho no Enaproc, Fernanda Santos, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, o trabalho e a dedicação são reconhecidos. “A partir do momento que o seu trabalho é compartilhado, todos aprendem mais”, afirma Fernanda.

 

O Enaproc é obrigatório para os acadêmicos de Jornalismo e PP do oitavo semestre. Os alunos desse período estão em fase de término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é este o trabalho que eles apresentam. “Para o nosso curso é obrigatório, não entendia o motivo, mas é muito bom, porque a gente já tem uma noção de como é apresentar o TCC”, conta Fábio Rodrigues, acadêmico do oitavo semestre de Jornalismo.

 

As apresentações dos trabalhos acontecem de duas formas, painel ou comunicação oral. Na última, modalidade o acadêmico dispõem de no máximo 20 minutos para apresentação. Após isso, há espaço para o público debater e realizar perguntas sobre os trabalhos.

A experiência para Fábio Rodrigues foi interessante. “As perguntas que foram feitas no Enaproc me preparam melhor para o TCC”, afirma. Fernanda também reconhece a importância do evento. Além de identificar itens que pode melhorar na apresentação da banca final, a troca de experiências foi significativa. “Além de participar e contribuir com um momento anual muito importante para toda a Uniuv, nos sentimentos parte integrante do Enaproc”.

 

Os universitários que ainda não estão no último ano também podem participar inscrevendo trabalhos. Nesse ano, a participação de acadêmicos por vontade própria foi significativa. Rodrigues recomenda que os alunos participem. “Isso também entra para o nosso currículo. Um encontro de produção científica só enaltece a faculdade e principalmente os alunos. Acho que poucos estão atentos a isso”.

Produção de radiojornal é colocada em prática

Repórter: Bárbara Letícia Franco – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Os alunos do sexto semestre de jornalismo começaram um novo trabalho na disciplina de rádio, ministrada pelo professor Lúcio Passos. A nova atividade é a produção de um radiojornal.  Em umas das aulas os alunos se dividiram e fizeram as distribuições de suas funções para a produção do jornal, foi montada também a pauta para distribuir os temas das reportagens a serem feitas. Durante a reunião de pauta foi feita a escolha do nome do radiojornal, o tempo de duração, em que horário seria transmitido. O próximo passo foi a gravação das notas jornalísticas e a produção das matérias. Logo em seguida os alunos gravaram as cabeças do programa.

 Para o acadêmico Marcelo Kloczko a produção do radiojornal é de extrema importância para a formação do acadêmico. “Além de aprender todas as funções para a produção de um radiojornal o trabalho mostra a importância do trabalho em grupo”, comenta. De acordo com Kloczko a elaboração do jornal mostra o trabalho de um radiojornal diário, o que acaba proporcionando a experiência do mercado fora da faculdade. “Cada um está empenhado em sua tarefa e acredito que o resultado final será bom”, diz.

Karoline Bertoto conta qual é a sua função e como funciona a produção do radiojornal. “Eu fiquei com a função de âncora, e a gente depende de toda a equipe de jornalismo para montar o radiojornal. A gente precisa ouvir as matérias, saber do que elas tratam para poder escrever a escalada, que é a primeira parte do radiojornal e depois a chamadinha antes de cada nota ou matéria”, explica.

Para Bertoto no radiojornal é muito importante o trabalho dos âncoras e dos repórteres. “Acho que é necessário, basicamente, os âncoras que vão fazer a apresentação do jornal e de uma equipe de jornalistas para cobrir todas as editorias, previsão do tempo, cotação e tudo o que um jornal precisa ter para ficar completo e com qualidade”, comenta.

Alunos de Comunicação Social da Uniuv vão a Curitiba conhecer os maiores grupos de Comunicação do Estado

Repórter: Karoline Bertotto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Na terça feira, 9, os alunos de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e Jornalismo, rumaram à capital do estado para realizar uma viagem técnica. A organização ficou por conta das professoras Ana Cristina Bostelmam e Angela Farah .

A ideia, de acordo com a professora Angela Farah, surgiu de uma conversa que teve com a turma do terceiro ano de jornalismo. A viagem não saiu no primeiro semestre porque não havia data disponível para a visita à RPC. No segundo semestre, os contatos foram retomados e as visitas agendadas.

Ana Cristina, porém, lembra que a viagem foi planejada de acordo com dois princípios: preço e qualidade. “Temos sempre duas preocupações, que se interligam: fazer uma viagem com conteúdo e fazer com que ela seja acessível financeiramente aos alunos. Buscamos muitos orçamentos e várias possibilidades de visita para poder unir estas duas preocupações”, explica.

Para Angela, a principal contribuição das visitas técnicas está em ajudar o aluno a perceber a importância da profissão para a sociedade. “A principal contribuição das visitas para os alunos é a que o horizonte amplia-se, o mundo cresce, as fronteiras se alargam. Ao conhecer veículos de comunicação de médio porte, mas com uma estrutura muito boa de trabalho, os alunos podem visualizar algo que não temos na cidade, podem pensar melhor sobre suas opções profissionais, avaliar novas oportunidades, fazer novos planos, sonhar mais alto”, afirma.

Logo pela manhã, os acadêmicos foram levados à sede do jornal Gazeta do Povo, no centro de Curitiba, onde assistiram a um vídeo institucional apresentando toda a equipe que forma o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). A mediadora do programa de visitas, Lúcia Müller, ainda lembrou aos alunos um dos valores mais importantes na profissão jornalista: o compromisso com a veracidade, a necessidade em verificar a notícia antes de reproduzi-la.

Segundo a mediadora, a Gazeta conta atualmente com um quadro de funcionários que passa os três mil, entre freelancers e todos que são envolvidos, de alguma forma, para que o maior jornal do estado do Paraná possa acontecer. A Gazeta do Povo existe há quase um século e tem uma tiragem de 42 mil exemplares por dia. Aos domingos esse número dobra, chegando, muitas vezes, as 95 mil edições.

Uma curiosidade esclarecida por Lúcia, é que, com os meios digitais, este número não aumentou, mas não caiu. Destacando a importância em conhecer e experimentar todas as modalidades que o jornalismo oferece, a mediadora guiou os alunos aos setores de fotografia e infografia, redação e parque gráfico, para que pudessem conhecer e entender um pouco melhor o processo de construção da notícia.

A visita na RPC foi à tarde, lá os alunos conheceram dos carros de reportagem aos estúdios dos jornais e programas, passando pela ilha de edição, sala de transmissões e link ao vivo, sweetcher, laboratórios e redação. Na RPC, Lúcia falou um pouco do improviso enfrentado por boa parte dos funcionários que fazem TV diariamente.

Para a mediadora do Programa de Visitas do Grupo RPCOM, poder mostrar aos alunos a estrutura e rotina de trabalho, tanto do jornal, quanto da TV, é fundamental. “É uma experiência muito rica de conteúdo, algo que a pessoa não esquece. Nós da emissora ficamos muito felizes em recebê-los, a gente espera encontrar alguém de vocês nos corredores daqui alguns anos”, afirma.

As visitas ao GRPCOM são diárias e chegam a 250 visitantes por semana.

A última visita do dia foi na Agência de Publicidade Opus Múltipla, uma das maiores do Paraná e que está completando 40 anos de mercado. Lá, agência e grupo de funcionários foram apresentados aos alunos e reforçado valores e características fundamentais de qualquer agência e para qualquer profissional publicitário, como, a pró-atividade, qualidade e excelência.

A Opus Múltipla trabalha com clientes grandes e de diversos segmentos e já foi premiada em muitos festivais, inclusive o maior deles, o Festival de Cannes, em 2008. Está incluída no grupo OM que engloba ainda a House Kricket e a Brainbox, todas do ramo publicitário.

Para os alunos, viagens assim são a oportunidade de conhecerem melhor uma realidade não muito presente em nossas cidades. “Acredito que as viagens técnicas são uma forma de mostrar para o aluno como funcionam as coisas lá fora, como é posto em prática o que vemos em sala de aula.”, conta a acadêmica de Jornalismo do sexto semestre, Bárbara Letícia Franco, que acrescenta: “Serviu também como estímulo para nós alunos. Pudemos ver que o trabalho de nossa profissão é árduo, mas que se realmente gostamos nada é impossível”, completa.

A professora Ana Cristina acredita que além do conhecimento, viajar com os alunos possibilita também o entrosamento e união do curso. “É um momento de confraternização, de estreitar laços de amizade, de curtir um pouco dessa fase tão maravilhosa que é a faculdade”. Para ela, esta foi uma das melhores viagens que já fizeram. “Ninguém se atrasou nos horários, todos participaram com entusiasmo das visitas, não tivemos reclamações, a viagem foi super tranquila. Enfim, todos voltaram muito cansados, mas com certeza valeu a pena”, diz.

 

 

Quebra de rotina e prática fotográfica

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo da Uniuv

A manhã de sábado, 6, quebrou a rotina dos acadêmicos do sexto semestre de Jornalismo da Uniuv. A aula prática de fotografia afastou os alunos de suas camas, mas contribui com grande aprendizado e diversão. A aula funcionou da seguinte maneira: após as instruções dadas pelo professor da disciplina, Lúcio Passos, os alunos agem sozinhos, com a câmera em modo manual, ou seja, as configurações de cada foto são determinadas pelos próprios acadêmicos.

A acadêmica Karoline Bertoto conta que o improviso faz parte, mas é necessário conhecer a técnica. “A parte técnica da fotografia é uma coisa que você tem que saber, porque as condições de luz variam muito, e você tem que se virar. O aprendizado se torna fundamental”, comenta.

Toda a técnica aprendida em sala de aula foi colocada em prática nesse dia. Passos ressalta que, por meio da ação de fotografar, os acadêmicos revisam toda a teoria já vista.

Rodrigo Reis ficou empolgado com a aula e concorda com Passos. “Certas coisas só se aprendem na prática”. Ele conta, também que a ajuda dos colegas foi fundamental, principalmente daqueles que entendem um pouco mais sobre a fotografia e puderam dar dicas sobre o assunto.

Além do companheirismo, outro fator ressaltado na aula prática foi a espontaneidade. Segundo Passos, ela “parece aflorar diante das câmeras”.

Doutor em literatura é entrevistado pelos acadêmicos de 6º Semestre de Jornalismo

Repórter: Rodrigo Reis – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

acadêmicos uniuv e caio bonaOs acadêmicos do 6º Semestre de Jornalismo da Uniuv realizaram um bate papo com o Professor e doutor em Literatura, Caio Ricardo Bona Moreira, mais conhecido como Caio Bona. A entrevista realizada no dia 19 de setembro permitiu aos acadêmicos a experiência de realizar uma coletiva com uma personalidade importante de União da Vitória.

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Nova edição de O Observatório começa a tomar forma

Repórter: Thais Lima – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo – Uniuv

Projeto prático do curso de Jornalismo, o jornal impresso O Observatório é o resultado da união das disciplinas Redação Jornalística e Planejamento Editorial e Gráfico. É impresso a cada semestre e tem como objetivo colocar em prática o que os acadêmicos do terceiro ano do curso estão aprendendo. Esta edição está em fase final de produção, e promete ser um trabalho diferenciado, tanto na parte textual quanto visual.

Acadêmicos do 6º semestre de Jornalismo gravam primeiro telejornal

Repórter: Bárbara Letícia Franco – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Os alunos do sexto semestre de jornalismo da Uniuv realizaram seu primeiro telejornal. Durante as gravações, eles puderam praticar tudo o que viram na teoria sobre a produção de um telejornal. Os alunos dividiram-se entre gravação e produção.

Egressa do curso de Jornalismo é a primeira aprovada em Mestrado

Repórter: Marcelo Kloczko – 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A jornalista Criselli Montipó é a primeira egressa do curso de Jornalismo a obter um mestrado. Ela realizou a sua pesquisa na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Programa de Mestrado em Jornalismo (PosJor). Sua aprovação aconteceu em 17 de agosto, quando realizou a defesa da sua dissertação.

Natural de Paula Freitas (PR), Criselli formou-se em 2005 em Jornalismo pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Após a conclusão realizou especialização em Didática e Docência no Ensino Superior na Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu (Uniguaçu).

Com o objetivo, já em mente, de realizar o mestrado, encontrou trabalho em Curitiba (PR). Mudou-se para a capital pela facilidade e possibilidades de cursar a espacialização. A jornalista escolheu o mestrado com o objetivo de unir as áreas da docência e do jornalismo. “Além de acreditar no papel social do jornalismo, também confio no potencial transformador da educação”, afirma.

O curso teve a duração dois anos. A sua pesquisa teve como tema a Narrativa Jornalística e Diversidade Sociocultural – a Tessitura das Reportagens da Revista Brasileiros, inserida da linha de pesquisa Fundamentos do Jornalismo, do PosJor. Ela escolheu este tema devido à diversidade estar ligada a sua vida. “Nasci em um cantinho do Brasil onde, desde cedo, ouvi pela voz de meus avós, histórias fantásticas da força e da simplicidade humana, da natureza e do universo”, explica.

A parte mais difícil durante o mestrado foi à época em que trabalhava em Curitiba e viajava para Florianópolis para assistir às aulas. Nesse período ela teve que organizar o seu tempo para poder trabalhar e estudar. “A dificuldade maior foi lidar com a administração das horas, para deixar o trabalho e as leituras em dia”, conta.

A produção da sua dissertação foi uma etapa que exigiu bastante de sua dedicação. Durante o período do estudo, ela recebeu uma bolsa de estudos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o que possibilitou uma dedicação exclusiva para a sua pesquisa.

Segundo Criselli, as dedicações dos professores do colegiado de jornalismo motivaram a sua ingressão na área da docência. “Na graduação tive como orientadora a professora Angela Farah, e na especialização, minha orientadora foi a professora Kelen Junges, ambas sempre me incentivaram a ingressar no mestrado”, declara.

Atualmente ela mora em Curitiba e está vinculada à Capes, mas pretende desenvolver projetos relacionados à reportagem e educação. Criselli pretende dar continuidade aos seus estudos. Iniciou um curso de extensão em Cinema, para aprimorar os seus conhecimentos de narrativa do estilo documentário. Em breve pretende cursar doutorado. “Acredito que na nossa área não tem como estacionar, tem que estar sempre antenado”, comenta.

Televisão funciona como parceira da publicidade

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo da Uniuv

Uma das características notáveis da publicidade é a criatividade, difundida em vários meios de comunicação. Aos poucos a propaganda foi ganhando espaço no mundo midiático, ultrapassando a ideia de apenas acontecer em cartazes e jornais. Atualmente, é mais do que comum nos depararmos com a propaganda no rádio e na televisão. A disciplina de Produção em TV é ministrada durante o quinto e sexto semestre do curso de Publicidade e Propaganda. Durante o primeiro semestre, o professor Robson Fogaça foi quem ministrou estas aulas.

Segundo Fogaça, a linguagem audiovisual auxilia na construção de campanhas e resulta em sucesso. “O uso da imagem, aliada ao som, tornou ainda mais persuasiva a comunicação de produtos, serviços e conceitos”.  Em sala de aula é desenvolvida a prática e a criatividade do aluno. O saber como funciona essa linguagem, as dificuldades, algumas técnicas de construção de vídeo é essencial para uma boa argumentação da campanha, explica Fogaça.

O vídeo publicitário apresenta algumas particularidades e a principal delas é o destino final. Este material tem como objetivo a venda de um produto, portanto, não pode perder este foco.  A prática em sala de aula consiste em atividades como estruturar o vídeo, criar, filmar, editar e a finalizá-lo.   “Sua importância é total. A prática é que constrói e consolida boa parte desse conhecimento”, comenta Fogaça.

A acadêmica do sexto período de Publicidade, Aline Graef, está ansiosa para produzir os próprios vídeos em sala de aula. Para ela, esta é uma oportunidade de criar e ou aumentar o portifólio, antes mesmo de entrar no mercado de trabalho. “Com esses aprendizados, dicas e aprender a usar o próprio software de edição de vídeo faz com que ao sairmos da faculdade teremos uma base para trabalhar na área”, afirma.

Abaixo, um vídeo produzido por uma turma durante as aulas.

Egressos da Uniuv prestigiam Semana da Comunicação

Repórter: Rodrigo Reis – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A Semana de Comunicação da Uniuv, que aconteceu dos dias 13 a 17 de agosto, contou com a participação de alguns egressos formados em Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Eles aproveitaram a oportunidade para rever colegas e também para conhecer mais sobre o que o mercado tem exigido dos novos profissionais nas palestras apresentadas.

Palestrantes inspiram acadêmicos na Semana da Comunicação

Repórter: Thais Lima – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo – Uniuv
Comemorando os dez anos dos cursos de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), o corpo docente preparou uma semana repleta de atividades com o objetivo de oferecer aos acadêmicos momentos de descontração e inspiração. Entre os dias 13 e 16 de agosto, a Uniuv recebeu quatro palestrantes que trouxeram consigo toda a sua história e experiência, alcançando o intuito visado pelos professores e encantando os alunos.

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