Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas

Esse foi o tema da palestra de Caio Moreira Guimarães, no XII Encontro Anual de Produção Científica (EnAProC) da Uniuv Continue reading “Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas”

Agência Experimental de Comunicação está de cara nova

A Agência Experimental de Comunicação (Agexcom) mudou! Novos ares deixaram a agência com a cara do curso de Comunicação Social.

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Lançamento do blog de comunicação gera expectativas entre acadêmicos

 

Acadêmicos de todos os anos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda aguardam o lançamento do Blog de Comunicação para saber as novidades do curso e como está no novo layout e plataformas de organização. Continue reading “Lançamento do blog de comunicação gera expectativas entre acadêmicos”

O jornalismo para a internet e o Blog de Comunicação Uniuv

O jornalismo para a internet, suas características e a impressão dos alunos do terceiro ano de jornalismo da Uniuv

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Qual é o sentimento dos acadêmicos dias antes do TCC?

Repórter: Osmari Lopes – acadêmico do 6º semestre de jornalismo

Os formandos do curso de  Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), vivem a expectativa da apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). As bancas para os acadêmicos de Jornalismo acontecem dias 9, 10 e 11 de  dezembro. Após quatro anos de muito estudo e dedicação, falta pouco, porém, a hora de fechar com   sucesso a caminhada acadêmica, traz uma de alegria, temor e  sensação dever cumprido.

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Marcelo Kloczko, 22, depois de um ano inteiro de trabalho, conta que nos últimos dias o aluno fica meio estranho, porque parece que ainda não caiu a ficha que está acabando o curso. “Quatro anos que você estuda, se dedica e aí vem o TCC que é um ano inteiro de trabalho intenso.  Após a entrega, ainda não caiu a ficha que o ano tá acabando. Parece que a ficha vai cair após a banca final . Passa um filme pela cabeça . Nos últimos dias, temos conversado mais, lembrando de tudo que passamos juntos tudo que vivemos, das aulas,  dos professores e dos acontecimentos pessoais, a gente acaba convivendo durante esses quatro anos de estudo. Ainda não há um sentimento de nostalgia, depois da aprovação na banca final ,  vai bater uma saudade. A gente vai perceber que acabou  e restará apenas o mercado de trabalho”, descreve .

Segundo ele, após a formatura vai mudar a questão de tempo. Durante o curso, o tempo foi dividido entre estudo e trabalho”Isso pesa, agora não é apenas o trabalho. Após a formatura, a  dedicação se volta para o trabalho,  crescer profissionalmente.”  Marcelo diz que durante os quatro anos se perguntou se havia escolhido o curso certo. “Agora com o TCC pronto, vi que ficou do jeito que eu queria e  os comentários que estou ouvindo acho que fiz a escolha certa”, finaliza.

trabalho 01 cortePara a  acadêmica Thais Guimarães de Lima, 21, o aluno passa  quatro trabalhando parece que em função de chegar a esse momento e fazer  o TCC, que simboliza  o resultado de tudo o que aprendeu. “É hora de colocar em prática  mesmo tudo o que você passou , seja na área que você optou , seja rádio, TV, impresso ou online,  e colocar todo seu esforço na naquilo.  A gente sofre bastante, mas também se diverte muito, fazendo um trabalho com o tema escolhido de algo que você gosta.  E vai com tudo.  Passamos por muita coisa nesse período,  raiva,  problema com material que não deu certo, entrevista que furou  e tudo mais”, diz.   Ela ressalta que fez  um Livro Reportagem. “Peguei o material há duas semanas e, ao ver  que  o livro  veio da gráfica  todo bonitinho,   com o meu nome na capa , isso não tem preço.  Ver tudo o que você já fez.  Tudo o que passou e ver o resultado ali. Quando abri a caixa e peguei o livro, nossa, valeu a pena”, diz.

Thaís conta que passou  um filme dos quatro anos da faculdade. Com relação ao TCC, ela diz que o aluno passa por momentos bons e ruins  e por mais que sejam quatro anos, passa muito rápido.  “A gente faz amizades com os colegas, professores,  Agora vai embora , não apenas com conhecimento  mas com muitas amizades.  É bem legal. Após a formatura, tenho planos para  tentar mudar de trabalho  e crescer um pouquinho. Eu estou  fazendo alguns testes, uns trabalhos  para ir para Curitiba.   Minha intenção sempre foi  sair da cidade, estou trabalhando em um jornal  local,  que era o que eu queria até para aprender . Por em prática  o que aprendia em sala  de aula.   Meu objetivo é sair de lá e ir para um local maior.  Nesse momento em estou  visando Curitiba, que é um lugar legal para viver  e seu eu conseguir uma oportunidade , é lá que vou ficar .”

A acadêmica ainda conta que a última semana é engraçado, pois reparou que todos os anos isso acontece: todo mundo dizendo que não aguenta  mais  e não vê  a hora  de ir embora, mas ao mesmo tempo, todo mundo resolve  reunir a turma toda  ir para o bar, descontrair. “Tá acabando, mas todos sentem  que a convivência diária  também tá acabando.  O que está mais forte agora é concluir o curso e passar a banca , mas já  floresce  uma certa nostalgia , as lembrança de tudo.  Essa noção de que ta acabando realmente , essa parte de vivência . Penso que quando passar a formatura,  que é a última reunião formal,  acho que aí a gente vai sentir bastante. Nós vamos tentar reunir a turma não sei de quanto em quanto tempo , para tentar manter mesmo  a amizade que fizemos nesse período”, finaliza.

Enaproc 2013: acadêmicos do 8º semestre de Jornalismo apresentam seus TCC’s

Repórter: Osmari Lopes – Acadêmico do 6º semestre de jornalismo

No segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), os acadêmicos do oitavo semestre de Jornalismo apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).

Veja abaixo a apresentação do trabalho de três acadêmicos futuros comunicólogos.

 

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O acadêmico, Pedro Henrique Wasilewski, 22, apresentou seu projeto, que resgatou “A História do Cine Theatro Central de Irati”. Sua orientadora é a Professora de jornalismo Ana Cristina Bostelmam. Wasilewski escolheu a categoria Grande Reportagem em Televisão para contar essa história. O acadêmico conta que o Cine Theatro Central foi determinante para disseminar a cultura de muitas pessoas. “ O Cine  Theatro Central foi inaugurado em 1920 e sua história durou 63 anos de forma ininterrupta. João Wasilewski, seu criador, era imigrante  Polonês e enquanto ele viveu, o Cine teve vida”, diz

 

 

jjBárbara Letícia Franco, 21,  apresentou seu projeto com o tema: História do Jornalismo Investigativo. A categoria por ela escolhida é Grande Reportagem Impressa para revista. Sua orientadora é a Professora de jornalismo, Angela Maria Farah. Bárbara explica que  o tema foi escolhido mesmo antes de iniciar o curso de Jornalismo. “Atualmente trabalho em um jornal de Porto União e esse tipo de trabalho me fascina. O trabalho foi legal. Minhas fontes são jornalistas  ganhadores de prêmios importantes, mas de fácil acesso”, diz.

A acadêmica destaca que sua s fontes são todas de fora, sendo dois de Curitiba e um de Florianópolis.  “Conviver um tempo mesmo que pequeno com pessoas do nível profissional de  James Alberti e Mauri Koni, foi um presente e isso me deixou ainda mais motivada”, admite.

 

Sem títuloMayara de Lima Solarevicz, 21, apresentou seu  projeto que trava sobre as Mulheres na Guerra do Contestado. Sua orientadora é a professora de jornalismo Ana Cristina Bostelmam e a categoria por ela escolhida é Grande Reportagem em TV. Mayara, diz que queria dar um foco diferente a  conhecida Guerra do Contestado.  “ Muitos  pesquisaram sobre a guerra, porém meu foco foi a participação importante das mulheres na Guerra do Contestado. Descobri coisas importantes e os interessados poderão ter uma visão, mais ampla do trabalho desenvolvido pelas mulheres na guerra”, diz.

Segundo a acadêmica, as mulheres da época, tiveram um papel significativo e não podem ficar de fora do contexto histórico. “ A Guerra do Contestado, teve a presença importante das mulheres e meu foco, é elas”.

Enaproc 2013: Acadêmicos de Jornalismo apresentam resumo do TCC

Repórter: Bruna Tretto. Acadêmica do 6º semestre de jornalismo da Uniuv

O segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) aconteceu no dia 6, nas próprias salas de aula do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Enaproc é obrigatório para os acadêmicos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda do oitavo semestre. Os alunos desse período estão em fase de término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é o resumo deste o trabalho que eles apresentam.

As apresentações dos trabalhos foram em comunicação oral. Nesta modalidade o acadêmico dispôs de no máximo 20 minutos para apresentação e, ao término, o público tem espaço para realizar perguntas e esclarecer dúvidas sobre os trabalhos.

Abaixo leia e aprecie três apresentações dos acadêmicos de Jornalismo da Uniuv sobre seus TCCs.

 

A VIDA SOBRE UMA CADEIRA DE RODAS

A acadêmica Karoline Bertolotti, é a autora do projeto ‘A vida sobre uma cadeira de rodas’, que tem como orientadora a professora de jornalismo Angela Maria Farah. O projeto será desenvolvido mediante uma série de reportagens para revista, contando as histórias e a superação de quem vive a vida sobre uma cadeira de rodas. Karoline escolheu o tema por achar que os cadeirantes são, na maioria das vezes, ignorados por boa parte da sociedade. “Sempre achei interessante e importante de se falar sobre o fato de uma pessoa perder os movimentos em determinado momento e ter de conviver com isso.”

A acadêmica espera que o seu trabalho consiga mostrar para os leitores como é viver sobre uma cadeira de rodas. E que, por meio dele, a sociedade repense as atitudes com relação à pessoa com deficiência, atentando para a importância de se oferecer acessibilidade e condições mínimas de circulação, e, consequentemente, inclusão, aos cadeirantes.

Para Karoline, apresentar o seu trabalho no Enaproc foi muito importante. “Foi quase uma preparação mesmo pra banca. Você ensaia, cronometra, mais ou menos, o tempo, e pode sentir o clima das pessoas, como elas reagem com relação ao projeto e a apresentação.”

A FERROVIA NO DESENVOLVIMENTO DE UNIÃO DA VITÓRIA E PORTO UNIÃO

Apresentado pelo acadêmico Deiwerson Damasceno dos Santos, e tendo como orientadora a professora de jornalismo, Angela Maria Farah, o projeto é uma grande reportagem impressa para revista sobre o surgimento e desenvolvimento das cidades de União da Vitória (PR) e Porto União (SC), a partir da ferrovia.

Em seu projeto, o acadêmico cita alguns dos principais acontecimentos na época, como o Acordo de Limites, a Guerra do Contestado (1912). Conta histórias das pessoas que foram beneficiadas e também prejudicadas com a construção da ferrovia. Tenta tornar os aspectos culturais e históricos de União da Vitória e Porto União mais conhecidos por parte da população, como a extinta Linha Velha, a história de outras vilas, Engenheiro Mello, por exemplo. E a partir de visitas em museus, conversou com pessoas conhecedoras da história, para contextualizar a reportagem.

Santos não sentiu nenhuma dificuldade em sua apresentação, apenas um pouco de nervosismo, normal em qualquer exposição oral. “A sensação é de que, a partir dessa apresentação, falta muito pouco para, enfim, concluir uma pesquisa que exigiu muita dedicação, horas de trabalho, de leitura. Ainda, é gratificante poder mostrar a alguém, seja a quem for, o que foi produzido, como foi produzido, os porquês da escolha do tema. Vejo como uma penúltima etapa, antecedente à temida banca final”.

 

CÂNCER DE MAMA: UMA NARRATIVA PARA TODOS

Este projeto é uma grande reportagem em TV, que vai contar as narrativas de vida das pacientes de câncer de mama em Porto União e União da Vitória. Apresentado pela acadêmica Michelle Martins, tendo como orientadora a professora de Jornalismo, Ana Cristina Bostelmam, o foco do projeto é apresentar a prevenção da doença, assim como, tratamento.

Segundo a acadêmica, ele foi escolhido por causa do aumento no índice de diagnósticos de câncer, cerca de 52 mil e 680 pessoas foram diagnosticadas com a doença em 2012 – Dados Instituto Nacional do Câncer (Inca). O veículo escolhido é a TV, pois abrange todas as classes sociais inclusive C e D. A audiodescrição foi escolhida para narrar as cenas sem aúdio, que visa orientar e levar o público com necessidades especiais ao entendimento completo do produto jornalístico televisivo.

Por mais que Michelle viva e tenha conhecimento do projeto, ela ficou ansiosa antes da apresentação. “É muito bom sair com a sensação que falta pouco para terminar o curso e receber o diploma. Jornalismo é um sonho que deve ser vivido e observado em todos os momentos, sejam nos tranquilos ou mais agitados. Tudo é aprendizado. Com as experiências no Enaproc, temos a possibilidade de acertar no futuro algo que poderia ser um erro, caso não fosse treinado antes.”

 

 

Integrantes do Blog de Comunicação participam da abertura do VI Colóquio de Filosofia da Fafiuv

Repórteres: Douglas Marques e Bruna Tretto – acadêmicos do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Grupo teatral Um Bando de Efêmeros

Realizado anualmente pelo Colegiado do curso de Filosofia da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória (FAFIUV), o Colóquio de Filosofia é um evento que dura de três a quatro dias, e traz palestras e conferências proferidas por filósofos, professores e pesquisadores de reconhecida competência. O tema deste ano foi “Filosofia, Política e Transformação”.

A abertura do evento aconteceu no dia 8 de abril, às 19h30, na Fundação de Cultura de Porto União, com uma apresentação do grupo teatral Um Bando De Efêmeros. Mayara Mugnol e Bruna Werle, ambas do quinto semestre de Jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) e integrantes da equipe deste blog, fizeram parte do elenco da peça Eu te amo, escrita pelo corpo docente da FAFI.

Encenada ao ar livre, a peça tratou da complexidade das relações afetivas, e teve positiva aceitação entre o público. Segundo Mayara, a grande repercussão da peça foi uma surpresa. “Quando a gente terminou, muitos vieram elogiar. Eu não esperava que gostassem tanto. Foi ótimo!”, disse.

caio_angela Após a encenação, os participantes do colóquio se dirigiram ao auditório da FAFIUV, onde aconteceu uma Mesa-redonda sobre Arte e política. A Mestre em Comunicação e Linguagens e professora titular da Uniuv, Angela Farah, proferiu uma palestra acerca do Jornalismo Literário e suas possibilidades. O Doutor em Teoria Literária e professor da FAFIUV, Caio Ricardo Bona Moreira abordou o tema Desconstrução, na literatura e no cinema.