Jogos intercursos iniciam com muita animação na Uniuv

 

A abertura da segunda edição dos Jogos Intercursos iniciou com muita  animação dos acadêmicos. Esse ano, o número de participantes superou as expectativas.

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Semana da Comunicação: Marcos Santos ministra palestra sobre Mercado Digital Regional

Repórter: Douglas Marques – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Ontem, 10, no penúltimo dia da Semana da Comunicação Uniuv, os acadêmicos tiveram  uma palestra sobre o mercado digital regional com o rotariano, empreendedor, empreteco, sócio e diretor executivo da empresa Girafa Comunicação Interativa, Marcos Romualdo dos Santos.

Palestrante Marcos R. dos Santos
Palestrante Marcos R. dos Santos

Primeiro, Santos apresentou a equipe da Girafa, parte essencial do bom funcionamento da empresa, da qual alguns dos alunos que estavam presentes fazem parte, e explicou a razão da escolha do nome. Segundo ele, a ideia surgiu em um momento de descontração e representa o olhar adiante, o ver “por cima” que eles devem ter no mercado digital, área de atuação da agência.

Depois, utilizando como exemplo alguns familiares próximos que começaram, recentemente, a fazer uso das redes sociais, ele explicou quem são, quais os hábitos e o que buscam os internautas brasileiros, que já totalizam quase 50% da população. “Os clientes querem relacionamento “, disse.

IMG_8489Para ilustrar o funcionamento do mercado regional e a forma de trabalho da empresa Girafa, foram apresentados diversos Cases locais de sucesso. Um deles foi a Ação Grupo Ravanello, que tinha por objetivo divulgar o novo Website do grupo. Com o uso de um Totem Digital, promoções e muita criatividade, em pouco tempo eles conseguiram que 1,5 mil pessoas se cadastrassem para receber informações do Grupo, o que se reverteu em 95% de convergência dos cadastrados para o novo site.

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Aline Graef, Social Media da Girafa Comunicação Interativa

Outro Case apresentado, desta vez pela convidada presente da equipe, Aline Graef , social media da empresa, foi a da 4Play Eventos. Aline contou como eles conseguiram, em uma úncia ação quase sem custos, por meio da rede social Facebook, que 14% da população local (12,584 mil pessoas) participassem de uma promoção específica para um Show.

Com relação ao uso da rede social mais popular do mundo, Santos alertou que é preciso estar atento para a diferença entre quantidade e resultado. “ Não importa quantos likes você tem. Importa a segmentação desse público”, explicou. A Importância do Planejamento das ações foi outro tópico bastante enfatizado, e o palestrante usou de exemplos reais para  demonstrar que, sem antever as consequências dos passos no mercado digital, os resultados podem ser bastante desastrosos.

Antes da sessão de perguntas e respostas, os presentes assistiram a um vídeo, uma reflexão acerca da vida digital e a real. O vídeo pode ser visto no link abaixo:

 

 

Galeria do evento:

Acadêmicos participam de conferência com Luciana Hidalgo e Marcelo Moutinho

Repórter: Douglas Marques – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Terça-feira, 17, estiveram presente,  no auditório da Fundação de Cultura de União da Vitória, os jornalistas e escritores Luciana Hidalgo  e Marcelo Moutinho. Os temas por eles abordados foram a força do escritor, seu papel social e a literatura como catalisador de transformações socias e individuais. O bate-papo, que fez parte da programação da  32ª edição da Semana Literária do Sesc, foi mediado pela mestre em comunicação e linguagens e professora do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) , Angela Maria Farah. Compareceram, além dos acadêmicos de Comunicação Social da Uniuv, estudantes, professores da região e comunidade em geral.

 

Luciana, que é detentora de dois prêmios Jabuti, iniciou a conversa falando acerca de seu livro O Passeador. Depois, explicou  o papel do escritor, segundo sua concepção, baseando-se no personagem principal de seu livro Literatura da urgência – Lima Barreto no domínio da loucura (grátis para download em Domínio Público). Ela explicou a diferença entre a crítica explícita que o escritor Lima Barreto fazia aos costumes e instituições sociais da sua época, visando mudar a situação que presenciava, daquela que fazia, por exemplo, Machado de Assis, esta notadamente velada. Luciana também comentou o processo de produção de seu livro Arthur Bispo do Rosário  – O Senhor do Labirinto, cujo trecho da adaptação para o cinema pode ser visto abaixo;

 

Moutinho, que escreve para o site Vida Breve e colabora no caderno Prosa & Verso do jornal O Globo, contou sua história de vida e de como o fato de ele ter nascido em Madureira, no subúrbio do Rio de Janeiro, influenciou a sua visão do que é cultura e literatura brasileira.  O escritor também é autor dos livros Dicionário Amoroso da língua Portuguesa, A Palavra Ausente, entre outros. Abaixo, um booktrailler de seu conto “A Palavra Ausente”, finalista do Prêmio Portugal Telecom 2012 na categoria Crônicas e Contos:

Ao término, em conversa descontraída com Bruna Kobus, os autores deram conselhos para quem deseja aprimorar o gosto pela leitura e pela escrita: 

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Debate sobre mídia e poder reúne profissionais na Uniuv

Repórter: Rodrigo Reis – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Jornalistas, publicitário e doutor em literatura apresentam seus conceitos e suas opiniões sobre os meios de comunicação

 mídia e poder

A mesa redonda que aconteceu no dia 31 de outubro, no auditório da Uniuv, trouxe como tema de discussão a “Mídia e Poder”. O debate foi promovido pela jornalista, professora e mestre em comunicação e linguagens, Angela Farah, e trouxe para uma conversa aberta os professores, Lúcio Kurten dos Passos, fotógrafo, jornalista e mestre em comunicação e linguagens, Caio Ricardo Bona Moreira, doutor em literatura e Samon Noyama, publicitário e mestre em filosofia.

Angela Farah, que abriu o debate, citou as datas mais importantes sobre a criação das principais mídias, exemplo a TV, e sobre os trâmites que estão acontecendo para o reconhecimento oficial do diploma de jornalismo. Angela lembrou também da lei de impressa que entra em vigor na Argentina, como forma do governo controlar seus meios de comunicação. A Lei de Mídia da Argentina foi votada e promulgada em 2009 e tem gerado polêmica por sua intenção de limitar o número de licenças de audiovisual dos diferentes grupos de mídias, como o Clarín. A data limite para que esses grupos se adequem de forma voluntária é sete de dezembro de 2012. Caso isso não aconteça, o governo ameaça caçar essas licenças. A lei regulamenta a utilização do espectro audiovisual, mas não estabelece um marco regulatório para o conteúdo, publicou o portal Infobae.

 

Caio Bona vê no debate a importância de se discutir como a mídia e o poder têm ligações fortes e conseguem muitas coisas na sociedade. Bona cita como exemplo o caso do jornalista Crispim Mira, mártir da liberdade da imprensa no Brasil. Vítima de uma tentativa de retaliação, em 1927, na cidade de Florianópolis, Mira foi agredido e baleado em seu próprio jornal, diante do seu filho de 14 anos. Morreu dias depois no Hospital da Caridade, centro da capital catarinense. Sua história é oculta e pouco se sabe dele. Mira buscava em seu jornal a liberdade de imprensa e sofreu represália por isso.  Bona também cita a importância da literatura como um forte recurso que pode ser usado de forma a recontar os fatos, coisas que talvez a imprensa não possa trabalhar mais aprofundada.

 

Para Samon Noyama, é fundamental discutir como estamos entendendo a forma de liberdade de imprensa. Cita o exemplo da Revolução Francesa que levantou a ideia de liberdade, mas ficou totalmente avessa ao que planejava.   A Revolução Francesa foi o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799, alteraram o quadro político e social da França. Segundo Noyama, essa ideia de liberdade trouxe alguns problemas, muitos não entenderam o principal objetivo das lutas e do discurso proferido da liberdade. Defendiam valores de falar o que pensam. De acordo com Noyama nós fazemos parte do mundo e interferimos muito nele, cada um a sua maneira. Por ser publicitário formado, Noyama apresentou a relação entre os profissionais das mídias no mercado de trabalho, onde o jornalista busca em seu dia a dia revelar o que há de verdade nos fatos do mundo e o publicitário procura sempre a melhor forma de promover e vender seus anúncios e produtos.

 

Lúcio Kurten dos Passos traz em sua abordagem o poder da imagem nas mídias e cita como exemplo a história do rei Luís 14, que gerou a autoidolatria, se autopromovendo.  Luís 14 de Bourbon conhecido como “Rei-Sol”, foi o um monarca absolutista da França, reinando de 1643 a 1715. A ele é atribuída a famosa frase: “L’État c’est moi” (em português: O Estado sou eu), apesar de grande parte dos historiadores achar que isso é apenas um mito. Passos faz uma relação entre a história de Luís 14 e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que fez a promoção de sua imagem para conquistar a nação e enfim chegar à presidência. Segundo Passos, os profissionais comunicadores são os intermediadores entre o real e o irreal e considera a era em que nos encontramos como a era das imagens, isso desde o século 20. Relatou também o aumento incalculável das imagens publicadas, permitido pelas novas tecnologias existentes no mundo hoje.

 

Nova edição de O Observatório começa a tomar forma

Repórter: Thais Lima – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo – Uniuv

Projeto prático do curso de Jornalismo, o jornal impresso O Observatório é o resultado da união das disciplinas Redação Jornalística e Planejamento Editorial e Gráfico. É impresso a cada semestre e tem como objetivo colocar em prática o que os acadêmicos do terceiro ano do curso estão aprendendo. Esta edição está em fase final de produção, e promete ser um trabalho diferenciado, tanto na parte textual quanto visual.

Acadêmicos do 6º semestre de Jornalismo gravam primeiro telejornal

Repórter: Bárbara Letícia Franco – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Os alunos do sexto semestre de jornalismo da Uniuv realizaram seu primeiro telejornal. Durante as gravações, eles puderam praticar tudo o que viram na teoria sobre a produção de um telejornal. Os alunos dividiram-se entre gravação e produção.

Egressos da Uniuv prestigiam Semana da Comunicação

Repórter: Rodrigo Reis – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A Semana de Comunicação da Uniuv, que aconteceu dos dias 13 a 17 de agosto, contou com a participação de alguns egressos formados em Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Eles aproveitaram a oportunidade para rever colegas e também para conhecer mais sobre o que o mercado tem exigido dos novos profissionais nas palestras apresentadas.

Palestrantes inspiram acadêmicos na Semana da Comunicação

Repórter: Thais Lima – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo – Uniuv
Comemorando os dez anos dos cursos de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), o corpo docente preparou uma semana repleta de atividades com o objetivo de oferecer aos acadêmicos momentos de descontração e inspiração. Entre os dias 13 e 16 de agosto, a Uniuv recebeu quatro palestrantes que trouxeram consigo toda a sua história e experiência, alcançando o intuito visado pelos professores e encantando os alunos.

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TCC é um dilema para muitos universitários

Repórter: Deiwerson D. dos Santos – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

Os acadêmicos do oitavo semestre de Comunicação Social estão na fase final de seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). No curso de Jornalismo, que neste ano de 2012 vai formar 12 novos profissionais na área, os alunos estão na fase de apenas dar os últimos ajustes ao projeto.

Eles podem escolher vários veículos para realizarem suas pesquisas, como, TV, rádio, livro-reportagem, revista, jornal impresso, monografia, entre outros.

Thaís Siqueira, que escolheu fazer o projeto no veículo televisão, diz que escolheu essa área porque TV, mesmo com muitos detalhes em som, imagens, textos e conteúdos, chama mais sua atenção. “Já tenho editado 18 minutos, estou arrumando os erros da fundamentação, concluindo, colocando algumas coisas que faltam. Tinha horas que eu achava que não conseguiria fazer algo, e eu mesmo me surpreendia. Ficava melhor do que imaginava,” conta Thaís.

Todo acadêmico espera chegar nesta fase, pois, tudo o que é mais difícil de se fazer, já passou. Perguntado à caloura de jornalismo Ana Laura Posselt se já pensa no TCC, ela responde que sim, mas que ainda não tem ideia do que fazer. ”Acho importante começar a pensar desde já sobre o que fazer, mas não começar alguma coisa, porque não temos nem teoria pra isso,” diz Ana.

Angela Farah, professora nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda na Uniuv, orienta estes acadêmicos do primeiro ano. Fala que preocupações com TCC não são necessárias, mas são importantes. “Alguns já conversam sobre. O que é preciso é aproveitar as matérias para conseguir fazer um bom trabalho. Acompanhar os conteúdos em sala de aula. Ter embasamento em livros. Primeiro vem a escolha, objeto e depois os métodos,” esclarece

Não tem como fugir desta abreviatura TCC quando se está dentro de uma universidade. Este assunto faz parte da vida acadêmica. Seja calouro o aluno ou não. Fernanda Santos, do último semestre, diz ao pessoal do primeiro e segundo ano, os quais teoricamente, ainda nem pensam no projeto, que não tem como não pensar em TCC, pois todos terão de fazer. ”Eu aconselho que já fixem uma ideia desde o segundo ano, para entrar no terceiro certos do que vão trabalhar durante dois anos. Como o trabalho é extenso, exige tempo para tomar todos os cuidados. E quanto mais cedo começar, é melhor. Já que vamos passar por isso, é bem mais fácil se concentrar antes mesmo do tempo de decisão do tema e de como o projeto será feito” conclui.

Até a formação, o acadêmico passa por quatro longos anos na instituição. O ambiente acadêmico exige muitas pesquisas, tarefas, exercícios, provas e trabalhos. Os alunos, seja de Comunicação Social ou não, têm de acostumar com esta rotina que vai trazer a eles todas as competências necessárias para ser um bom profissional.

Gionei Fhynbeen, formado em Jornalismo na Uniuv em 2011, trabalha atualmente na assessoria de imprensa na Cooperativa Agroindustrial Bom Jesus, em Lapa (PR). O egresso passou por toda a correria universitária. Quanto ao TCC, Fhynbeen diz que levou oito meses até a conclusão. Dizendo da aprovação na banca, o adeus ao TCC, fala que o sentimento que se tem após isso, é o de alívio. “Você tem quatro anos de estudos, mas apenas um trabalho para decidir se você é ou não competente”, conclui Fhynbeen.

 

Curso de Comunicação retorna as atividades do segundo semestre

Repórter: Marcelo Kloczko – 6º semestre de Jornalismo Uniuv

 Ao total, o segundo semestre tem 103 dias letivos. Parece bastante, mas passará muito rápido para o curso de Comunicação da Uniuv. A expectativa dos acadêmicos para este semestre é dar continuidade às aulas práticas e aos projetos. O curso de Comunicação também reserva algumas novidades para este último semestre.

Professores de Comunicação da Uniuv participam da Intercom Sul

Repórter: Rodrigo dos Reis – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Aconteceu do dia 31 de maio a 2 de junho, a Intercom Sul na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), localizada na cidade de Chapecó (SC), com o tema “Esportes na idade mídia: diversão, informação e educação”. Voltada para os profissionais de comunicação, acadêmicos, professores, doutores e mestres que atuam neste meio, o evento tem como objetivo apresentar os trabalhos científicos produzidos na região sul, além de mostrar outras temáticas durante o encontro.

A Intercom surgiu em São Paulo em 1977 como Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação e possui desde então grande prestígio nacional e internacional reconhecidos pela sociedade científica e reúne a cada ano milhares de pessoas em seus congressos regionais e nacional, visando sempre revelar novos trabalhos desenvolvidos no meio. Pode ser sócio da Intercom quem já possui diploma nessa área do conhecimento e que dedica estudos avançados na Comunicação. Acadêmicos somente podem desfrutar do Intercom Junior, onde têm a oportunidade de apresentar seus trabalhos e futuramente depois da formação podendo se associar. A programação é ampla e dividas em várias partes. É o participante que se enquadra na grade de acordo com seus objetivos. Divisões temáticas para apresentações de professores e profissionais, Intercom Junior para acadêmicos que estão cursando ou acabaram de concluir o curso das áreas relacionadas, Oficinas e Mini cursos para os envolvidos nas programações, Expocom, Homenagens e Festas e Eventos. Um encontro deste porte precisa de uma estrutura muito grande pra dar conta de tudo. Por isso ela é sempre realizada em instituições que possam manter um grande números de pessoas participando e circulando.

Quatro professores da Uniuv fizeram parte do Intercom Sul. A professora Angela Farah, jornalista e mestre em Comunicação e Linguagens participou dos debates e assistiu os trabalhos de pesquisa sobre os temas da atualidade na comunicação e também sobre o ensino da comunicação. Ela aproveitou a oportunidade para ver a apresentação da também professora da Uniuv, Ana Cristina Bostelmam, jornalista e mestre em Comunicação e Linguagens, que apresentou seu trabalho ” Jornalismo online na prática acadêmica: um relato da experiência da criação e atualização do blog de comunicação da Uniuv”, projeto desenvolvido e aplicado na disciplina Jornalismo Online do quinto semestre de Comunicação Social – habilitação Jornalismo.

Os coordenadores do curso de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Uniuv, Lúcio Kurten dos Passos e Julliana Biscaia, estiveram presentes e tiveram como função, por meio de convite da comissão organizadora do evento, de serem coordenadores de Sala do Expocom, que é um prêmio dedicado aos trabalhos de graduação de diversos períodos. Passos vê na Intercom a oportunidade de somar conhecimento e o intercâmbio cultural permite a ele conhecer pessoas de várias cidades e com costumes diferentes. “Em dez anos de curso, as melhores experiências sempre vieram da troca de conhecimento adquirida em sala de aula e da participação em eventos, viagens e bate-papos”, refere Lúcio.

Para Angela as expectativas são de muitas trocas de ideias, trazendo novidades tanto para as aulas quanto para a atualização do curso de Comunicação da Uniuv. ” Participar do Intercom Sul foi muito importante, para conhecer a realidade de outra universidade em outro Estado, como a Unochapecó, e também para encontrar pesquisadores da área e trocar ideias. Voltei com muitas ideias e energia renovada para colocá-las em prática”, descreve. A professora Ana Cristina diz que o maior benefício é o conhecimento. “É incrível como a gente troca informações, conhece pessoas e estudos que são feitos em outras instituições e acaba sempre trazendo um pouco para a nossa sala de aula”. Nenhum aluno da Uniuv participou dessa edição. Mas todos irão sentir os reflexos do conhecimento que os professores trarão da Intercom Sul 2012.

Curso de Comunicação ganha selo comemorativo de 10 anos

Repórter: Marcelo Kloczko – 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Dando início às comemorações de dez anos de criação, o curso de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), realizou o Concurso do Selo Comemorativo. O concurso contou com a participação dos acadêmicos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda e o objetivo era criar um emblema tendo como tema os dez anos do curso.
O professor e coordenador do curso de Jornalismo, Lúcio Kurten dos Passos, explica que a ideia da criação do selo surgiu da proposta de motivar os acadêmicos e também de envolvê-los nas comemorações do curso. “Será um ano importante com lançamento de livros dos professores, participações em congressos, visitas técnicas, visando mostrar às comunidades da região a importância da comunicação social”, afirma.
A organização geral do concurso foi do professor e publicitário Robson Fogaça. No total, 14 acadêmicos participaram com suas criações. Os selos inscritos passaram por avaliação da comissão julgadora formada pelos professores Fernando Gohl, Lúcio Kurten dos Passos e Julliana Biscaia. Após a análise, três classificados participaram da votação geral, em que os acadêmicos do curso de Comunicação escolheram o selo vencedor.
O selo escolhido pelos estudantes foi do acadêmico do sétimo semestre de Publicidade e Propaganda, Cassio Bona Júnior, que obteve 50 votos. Ele comenta que utilizou em sua criação o conceito de fontes e cores que representassem a seriedade dos cursos de Comunicação da Uniuv. “Ao centro do número zero existem dois balões que simulam um diálogo entre pessoas e, englobando eles, existe o zero com a ideia de balão também, simbolizando os meios de comunicação”, explica.

O resultado do concurso foi anunciado pelo professor Lucio durante a quinta edição do Encontro de Alunos e Ex-alunos dos Cursos de Comunicação (Enconalexcurcom). No evento foi realizada também a entrega da premiação para o vencedor. Bona ganhou livros relacionados a criação gráfica, uma camiseta e um kit da gráfica Pancrom.

Alunos do 1° ano de Comunicação Social não tiveram Semanada

Professores e alunos comentam sobre a Semanada e seu benefício para os cursos de Comunicação

Repórter: Claudiane Berres – acadêmica do 6º Semestre de Jornalismo

Nos primeiros anos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda (PP), os conteúdos trabalhados em sala são teóricos e há pouca atividade para exercer a prática. Com isso, os professores promoviam a Semanada, uma única semana com prática total. Era a oportunidade dos acadêmicos terem contato com os laboratórios de rádio e TV, o que acontece pouco nos primeiros semestres dos cursos. A Semanada é quando os acadêmicos podem ter um contato próximo com a profissão, produzir textos jornalísticos e publicitários, além das matérias multimídias.

Muitos feriados, palestras, acabaram deixando impossível realizar a Semanada este ano. “Foram dois semestres corridos. Muita atividade extra, palestras interessantes para os dois cursos, e os professores precisam dar provas e trabalhos”, comenta Julliana Biscaia, professora coordenadora PP. Julliana ainda afirma que isso não vai prejudicar a turma, pois todo o conteúdo da Semanada vai ser vivenciado pelos acadêmicos nos outros semestres, tanto de Jornalismo quanto PP.

O acadêmico de Jornalismo, Assis Gabriel Krebs, acha que o primeiro ano tem muita teoria e que falta aulas práticas. “Muito conteúdo atrapalha, tem que mostrar o que aprendeu na teoria. Faltou prática”, diz. Krebs ainda conta que muitos alunos desistiram dos cursos de comunicação por ser muita teoria. “É o principal fator de desistência, porque muitos trabalham e o conteúdo na faculdade é pesado. Cansa as pessoas”. Segundo Krebs a Semanada poderia conter as desistências. “Como a Semanada é aula prática, mostra mesmo a vida do profissional”, conclui. Já o acadêmico de PP, Valdomiro Dalcomuni Neto, acha que é importante essa carga teórica nos primeiros semestres. “Eu acho importante ter a teoria. É faculdade, é um diferencial”, comenta.

A professora de Jornalismo, Angela Farah, acha que o motivo da desistência é outro. “Muitas pessoas acham que jornalismo é fácil, leve. Na faculdade percebem que é muita filosofia, psicologia e se assustam”. Ela acredita que a Semanada tem seu benefício, mas também acha que ela não é totalmente eficiente. “A Semanada ajuda a entender a profissão, no entanto, não é uma prática bem embasada. Acaba sendo mais entretenimento”, comenta. A professora Angela ainda conta que os acadêmicos têm ideia do que é a profissão, que isso é tratado dentro da disciplina de Introdução a Comunicação Social, e que a disciplina proporciona o contato dos acadêmicos com profissionais. “Eles recebem informações, profissionais. Eles têm noção da profissão”, finaliza.

O perfil do profissional de Comunicação

Publicamos, aqui, dois textos produzidos para a disciplina Introdução à Comunicação Social II, refletindo sobre as características necessárias ao perfil de um profissional da comunicação. Boa leitura!

Profª Angela Farah

 

O profissional de comunicação

Douglas Marques – Acadêmico do 2º semestre de Jornalismo

O profissional de comunicação é um vórtice pulsante de informações. Ele absorve, associa, recorta e depois cola, organiza e distribui. Tudo aquilo que passa por suas mão é marcado por digitais; provas da essência do espírito de quem as fez. Comunicação é sempre assim, pessoal, íntima. Mas nem por isso deve deixar de ser também verdadeira.

Essas marcas eternizadas na notícia, na nota, na declaração, de onde vêm? Do mundo visto pelo caleidoscópio único e intransferível. Evidente que não se pode afirmar a superioridade de um ponto de vista em relação a outro. Afinal, estamos todos no mesmo planeta, pisando o mesmo ar e respirando a mesma terra; apesar de em diferentes coordenadas, apesar de noutras sendas. O importante é tão somente que a visão não esteja turva, cega de inverdades e erros. Propositais ou não. Suspeito até que se todos conseguissem avistar uns aos outros, lá nas suas diferentes latitudes e longitudes, concordariam que a paisagem é de fato, a mesma. E que não há vantagens em se estar no topo ou no fundo do vale. Na verdade, o que há são apenas diferenças na perspectiva e nas cores.

Perceber esses contrastes, dos lugares, dos tempos e das impressões, faz com que – mesmo esparramando vísceras no papel – o profissional de comunicação seja verdadeiro no que diz, para consigo e para com os outros. Só que até chegar a esse estágio, a estrada é árdua, longa, exige já nas preliminares uma série de predisposições e qualidades inalienáveis, tais como a disciplina, flexibilidade, vontade e, principalmente, a paixão.

 

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Perfil Profissional

Olavo Contim – Acadêmico do 2º semestre de Publicidade e Propaganda

 

A cada ano que passa, o número de profissionais capacitados a exercer determinada profissão vem crescendo de forma contínua e progressiva. Por consequência, a concorrência fica cada vez maior, também, e o mercado de trabalho exige do profissional diferencial e eficiência, para que haja destaques no meio dessa enorme demanda.

Seja qual profissão for, o respeito sempre deverá existir. Seja com colegas de trabalho, concorrentes e, principalmente, a peça-chave de tudo: o cliente. O cliente sempre deverá ser respeitado, ouvido, bem atendido e a ele sempre transmitida a confiança naquilo que o profissional quer mostrar.

Outro ponto é o comprometimento com aquilo que se faz. Doar-se para a sua profissão e executá-la com amor. Ao contrário do que pensam, fazer o que se gosta é muito mais importante do que apenas fazer algo pelo dinheiro. A profissão feita com carinho, amor e comprometimento é uma profissão bem feita, o que faz com que o profissional se destaque por aquilo que faz, tendo seu trabalho reconhecido.

Resumidamente, por fim, a ética é um fator-chave para qualquer profissão, pois sem ela não se chega a lugar nenhum e não se conquista credibilidade e confiança das pessoas no profissional que está querendo expor o seu trabalho.

 

 

 

História do rádio incentiva produção no veículo

Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

A matéria de História da Comunicação, aplicada nos dois primeiros semestres do curso de Comunicação Social, geralmente é considerada cansativa pelos acadêmicos por causa da carga de conteúdo apresentado. No entanto, o professor Edinei Wassoaski, que leciona a disciplina neste ano, mobilizou os alunos do segundo semestre para apresentarem algo relacionado à história do rádio. Ele propôs que os acadêmicos utilizassem a plataforma rádio para o trabalho.  Entre as alternativas, os alunos puderam decidir entre jingle, propaganda, spot e radionovela.

O acadêmico de Jornalismo Bruno Moreschi Marcinichen, optou pela radionovela. Além dele, Bruna Kobus, Bruna Werle, Maiara Mognol e Jaqueline Lopes formaram um grupo. “Como estamos estudando a história do rádio, o trabalho teria que ser nessa plataforma”, explica Marcinichen. De acordo com ele, o grupo adaptou um conto de Érico Veríssimo em radionovela. “Adaptamos para a linguagem da época.” Marcinichen comenta que o trabalho, intitulado “Quem fica chora e o defunto nunca sabe se morreu” é um monólogo. “A mulher transa com o homem e ele mata ela. Mas ela confunde a morte com o êxtase da relação e não sabe o que realmente sente”, conta o acadêmico. Para ele, a experiência foi interessante. “Fizemos mesmo sem saber ao certo como devia ser uma radionovela”. Bruna Kobus fez o trabalho junto com Marcinichen e esclarece que a linguagem precisava estar relacionada às décadas de 1940 e 1950. “Precisamos elaborar ruídos, pois o estúdio é bem lacrado e não se ouvem outros sons”, diz. Ela ainda lembra que as produções da época não utilizavam muitos recursos.

A acadêmica Thaís Ribeiro também é do segundo semestre de Comunicação Social. O grupo dela decidiu fazer uma radionovela em estilo mexicano. “Eu fazia o papel de uma velha bêbada. Adorei o trabalho”, conta. Thaís participou da oficina de rádio na Semanada de Comunicação Social, no final do primeiro semestre, e gostou do veículo. Além dessas produções, os acadêmicos formularam uma propaganda de cigarro, um jingle sobre fubá e outra radionovela ao estilo faroeste.

 

Professores de comunicação recomendam palestra para acadêmicos

Repórter: Thais Siqueira Pinto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) recebe dia 21, Palestra com Clóvis de Barros Filho, com o tema: A vida que vale a pena ser vivida, em Homenagem aos 37 anos da Instituição. A intenção da palestra é de fortalecer os acadêmicos, os fazendo refletirem sobre a vida para que possam resistir contra as coisas ruins que pretendem impor-lhes a vida que vale a pena ser vivida.

“Ao contrário do que parece, não será uma palestra de autoajuda, porque o perfil deste palestrante é filosófico e suas reflexões são baseadas em grandes pensadores”, é o que explica a professora Ana Cristina Bostelmam. De acordo com ela, nunca teve uma oportunidade de assistir a uma palestra de Clóvis, e está na expectativa, pois já leu e pesquisou sobre o que ele quer dizer com este tema. Ela diz que a palestra não é só para os acadêmicos mas para todas as pessoas essa reflexão é saudável, especialmente para saber o que vale a pena realmente na vida e o que, de fato, é uma vida feliz.

O Professor Edinei Wassoaski já assistiu a uma palestra do Clóvis e recomenda para todos. O Clóvis trabalha com a filosofia no dia a dia, atos simples como comprar pão e interagir com os amigos podem ser atos filosóficos é o que diz Edinei. Tudo isso longe do contexto da autoajuda, tão comum em palestras. “Clóvis vai justamente contra isso e mostra que as situações cotidianas dependem muito mais do que você faz, como você age, do que de alguma combinação cósmica ou algo do gênero. Você é responsável pela tua felicidade. Não adianta fazer simpatia, ler livros de autoajuda, ou algo do gênero. A mensagem que ele deve deixar aos nossos acadêmicos é que todo mundo tem o poder de transformar sua vida, mas isso depende única e exclusivamente de você, não dos outros”, comenta Edinei.

 

 

Novos livros da biblioteca dão ênfase a comunicação

Repórter: Marciel Borges – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo

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