Objetificação da mulher e Femvertising é tema apresentado no Enaproc

Nos dias 30 e 31 de outubro acontece o Enaproc no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Encontro de Anual de Produção Científica tem como objetivos divulgar a produção científica da comunidade acadêmica, incentivar e estimular a prática da pesquisa científica e tecnológica e proporcionar a aplicabilidade dos conhecimentos formais nos meios produtivos.

Vários projetos são inscritos, inclusive os projetos que fazem parte do Programa de Incentivo à Pesquisa Científica (PIPA). Um dos trabalhos que serão apresentados no evento é o ‘A objetificação da mulher e o femvertising: um novo olhar sobre a representação feminina na propaganda brasileira’, da professora de Publicidade e Propaganda, Tatiane Baniski.

A acadêmica do oitavo semestre de Publicidade e Propaganda, Amanda Chechinatto, Paula Schreiner, do sexto semestre e, Mariana Baufleur do sexto semestre de Jornalismo serão as palestrantes do tema. O objetivo do trabalho delas é analisar campanhas publicitárias brasileiras por meio da observação e interpretação, detectando os pontos em que a campanha objetifica o corpo da mulher. Detectar também a forma machista que as campanhas repassam ao público.

Uma das campanhas analisadas pelo projeto é da Avon

A professora Tatiane conta que é de extrema importância trabalhar esse tema e apresentá-lo as pessoas. “Quanto maior o número de pessoas conscientizadas melhor e tanto o PIPA quanto o Enaproc são pontes que nos possibilitam trabalhar e divulgar isso”.

A acadêmica Amanda também aponta a importância de se trabalhar esse tema. “É um tema de extrema importância e super atual. As mulheres cada vez mais estão tomando os seus espaços na sociedade e no mercado de trabalho”, acrescenta. Amanda ainda coloca que a publicidade, que sempre impõem padrões para a sociedade, deve fazer um trabalho de conscientização nesse aspecto.

Já a acadêmica Paula comenta que é muito bom poder trabalhar esse tipo de discussão na faculdade. “É uma oportunidade pra analisar vários aspectos das campanhas e ver como a maioria está mudando, tomando consciência”.

Mariana também  conta que, como jornalista, entrar no mundo das campanhas é de extremo crescimento. “As duas disciplinas estão cada vez mais entrelaçadas uma a outra e é muito legal poder trabalhar observando o reposicionamento de várias marcas”. Ela diz também que pode observar muito mais coisas do lado jornalístico.

E se você quer inscrever sua pesquisa ou simplesmente ir assistir as apresentações do Enaproc, você pode entrar nesse link e se inscrever: http://eventos.uniuv.edu.br

Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas

Esse foi o tema da palestra de Caio Moreira Guimarães, no XII Encontro Anual de Produção Científica (EnAProC) da Uniuv Continue reading “Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas”

Enaproc 2013: acadêmicos do 8º semestre de Jornalismo apresentam seus TCC’s

Repórter: Osmari Lopes – Acadêmico do 6º semestre de jornalismo

No segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), os acadêmicos do oitavo semestre de Jornalismo apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).

Veja abaixo a apresentação do trabalho de três acadêmicos futuros comunicólogos.

 

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O acadêmico, Pedro Henrique Wasilewski, 22, apresentou seu projeto, que resgatou “A História do Cine Theatro Central de Irati”. Sua orientadora é a Professora de jornalismo Ana Cristina Bostelmam. Wasilewski escolheu a categoria Grande Reportagem em Televisão para contar essa história. O acadêmico conta que o Cine Theatro Central foi determinante para disseminar a cultura de muitas pessoas. “ O Cine  Theatro Central foi inaugurado em 1920 e sua história durou 63 anos de forma ininterrupta. João Wasilewski, seu criador, era imigrante  Polonês e enquanto ele viveu, o Cine teve vida”, diz

 

 

jjBárbara Letícia Franco, 21,  apresentou seu projeto com o tema: História do Jornalismo Investigativo. A categoria por ela escolhida é Grande Reportagem Impressa para revista. Sua orientadora é a Professora de jornalismo, Angela Maria Farah. Bárbara explica que  o tema foi escolhido mesmo antes de iniciar o curso de Jornalismo. “Atualmente trabalho em um jornal de Porto União e esse tipo de trabalho me fascina. O trabalho foi legal. Minhas fontes são jornalistas  ganhadores de prêmios importantes, mas de fácil acesso”, diz.

A acadêmica destaca que sua s fontes são todas de fora, sendo dois de Curitiba e um de Florianópolis.  “Conviver um tempo mesmo que pequeno com pessoas do nível profissional de  James Alberti e Mauri Koni, foi um presente e isso me deixou ainda mais motivada”, admite.

 

Sem títuloMayara de Lima Solarevicz, 21, apresentou seu  projeto que trava sobre as Mulheres na Guerra do Contestado. Sua orientadora é a professora de jornalismo Ana Cristina Bostelmam e a categoria por ela escolhida é Grande Reportagem em TV. Mayara, diz que queria dar um foco diferente a  conhecida Guerra do Contestado.  “ Muitos  pesquisaram sobre a guerra, porém meu foco foi a participação importante das mulheres na Guerra do Contestado. Descobri coisas importantes e os interessados poderão ter uma visão, mais ampla do trabalho desenvolvido pelas mulheres na guerra”, diz.

Segundo a acadêmica, as mulheres da época, tiveram um papel significativo e não podem ficar de fora do contexto histórico. “ A Guerra do Contestado, teve a presença importante das mulheres e meu foco, é elas”.

Alunos e egressos de Comunicação apresentam trabalhos no X Enaproc da Uniuv

Repórter Bruna Kobus: acadêmica do sexto semestre de Jornalismo 

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Na noite de 6 de novembro alunos do oitavo semestre de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) no X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc). As apresentações de Comunicação Social foram realizadas no segundo piso da Instituição.

Com início às 19h, Marcelo de Lara, egresso de Jornalismo, mostrou em slides o processo de produção de sua monografia, concluída em 2012.

Marcelo escreveu sobre a religião nas pautas da Folha de São Paulo e Gazeta do Povo. Foram cinco meses apenas para análise do material.

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Logo após Lara, o acadêmico do último ano de Jornalismo, Marcelo Kloczko, apresentou seu livro-foto-reportagem. Nele Marcelo conta a história de Dunha, o primeiro fotógrafo da cidade de Cruz Machado.

Ao longo da apresentação de Kloczko havia um anexo que deixou todos os presentes impressionados.  Marcelo mostrou uma das fotos que Dunha tirou quando fotografava para a Polícia do município. “Tinha muitos outras fotos desse jeito, mas não quis perder o foco do livro colocando elas. Dunha tirava as fotos de graça para a Polícia, nunca ganhou nada com isso, além de ser o único na cidade que tirava foto”, conta.

Veja os slides: Memórias Reveladas

 

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Após o intervalo, foi a vez dos alunos de Publicidade e Propaganda. O primeiro grupo, Sniper, contou sobre a campanha publicitária que realizaram para a sorveteria Klomix.  “A gente apresentou só o primeiro TCC, o que já estava finalizado, pois o último ainda está em fase de conclusão”, confirma Aline Marques, acadêmica de Publicidade.

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A Sniper é formada pelos alunos Aline Marques, Cris Morais e Ozório Filho.

Durante a apresentação Ozório explicou o significado da Agência, o que surpreendeu um dos monitores da sala, a professora de Publicidade e Propaganda, Gabrielle Saniszewski.

O acadêmico de Publicidade explicou que o nome da agência significa “atirador de elite” em inglês. E o motivo dessa nomenclatura é que a Agência vai direto ao assunto, com um único tiro igual a um Sniper, a Agência consegue com uma campanha atingir os objetivos do cliente.

Mas, antes da Agência Sniper, as alunas Aline Graef, Ágatha Gomes e Luna Melo também mostraram a primeira produção do Trabalho de Conclusão de Curso.

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Os Trabalhos de Conclusão de Curso que realizamos tem como principal objetivo nos aproximar de duas diferentes realidade de mercado. O mais importante é que temos que nos dedicar a cada etapa de uma campanha, para que o todo seja o resultado de um trabalho legal. Eu vejo o TCC como uma forma de unir tudo que aprendemos na faculdade e muito mais, a parte “acadêmica” do trabalho exige que façamos pesquisas relacionadas ao mercado que escolhemos trabalhar, aumentando assim ainda mais nosso repertório como alunos e profissionais“, conta Aline sobre as campanhas desenvolvidas e também a apresentação realizada no Enaproc.

O último trabalho da noite foi de Marcelo Götz Mayer que apresentou uma campanha elaborada para o Jóia Tênis Clube em Porto União. Mayer trabalhou com a publicidade personalizada para cada cliente. Marcelo trabalhou com temas para a classe A e baseado na compra de Jóias.

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“O motivo de escolher o Jóia foi por ser um tipo de cliente que não estava acostumado a trabalhar, que gerasse um desafio então  o melhor é sempre escolher o novo, pois o desafio é o que move a nossa vida.

 

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Enaproc 2013: Marcelo S. de Lara e Thaís Lima apresentam seus trabalhos no Enaproc

No segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv),  Marcelo Szymkowiak de Lara (graduado em Jornalismo pela instituição e vencedor do 2º  lugar do 18º  Prêmio Sangue Novo, na categoria Projeto Jornalístico para Assessoria de Imprensa) apresentou , com mediação da professora Ana Cristina Bostelmam, seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC):  A religião na pauta do jornal impresso: uma análise dos jornais Gazeta do Povo e Folha de São Paulo.

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O objetivo do trabalho de Marcelo foi verificar e analisar a entrada de materiais com conteúdo religioso em jornais impressos. Para isso, ele primeiro fez um levantamento teórico, conceituando o  jornalismo e os critérios de notícia. Depois, coletou nos jornais Gazeta e Folha, por conta de sua abrangência, durante 5 meses, materiais que exibiam conteúdo religioso, como matérias jornalísticas assinadas, propagandas, anúncios e artigos.

Em seguida, as catalogou e escolheu dez para análise, pelo critério de melhor amostragem. Analisou-as e chegou a conclusão de que há uma quantidade expressiva de material com conteúdo jornalístico sendo veiculado diariamente nos jornais, e que eles não tem uma editoria especializada em religião. Além disso, Marcelo inferiu que a presença de assuntos religiosos em conteúdos noticiosos só acontece quando a matéria correlaciona a religião com assuntos do campo laico, não sendo do interesse dos jornais conteúdos doutrinários da religião.

Segundo Marcelo, sua ideia inicial para o TCC era  investigar a questão da ética na comunicação, mas após ver uma matéria na Gazeta do Povo que falava sobre uma pesquisa que revelava a diminuição de jovens católicos e o aumento de jovens evangélicos, decidiu buscar de que modo a religião entra nos jornais. O fato de ter estudado teologia durante quatro anos e entender a religião como um elemento influente na sociedade, também foram fatores motivadores para que se decidisse pelo tema.

Para o próximo ano, Marcelo planeja acrescentar informações ao material e publicá-lo em livro

 

Narrativas da Rua 

Às 21h20, na sala 331, Thaís Guimarães de Lima, graduada em jornalismo pela Uniuv, apresentou seu  trabalho de conclusão de curso: Artistas de Rua – Vida e Realidade, cujo produto resultante foi o livro “Palmas pra mim: Narrativas de quem escolheu a rua como palco para a arte e a arte como profissão para sua vida”.405176_220427808038785_422967635_n

A proposta do projeto era de encontrar as fontes em seu ambiente, identificar as que se adaptavam ao modelo, abordá-las, conhecê-las, entrevistá-las e  relatar suas histórias por escrito, no formato perfil, em um livro, com o objetivo principal de trazer mais conhecimento sobre o universo dos artistas de rua. Nesse processo de imersão, característico do jornalismo literário, Thaís assistiu a espetáculos de fantoches, foi desenhada, comprou CDs, entre outras atividades que compuseram o singular método de abordagem. Ela  também fez uma pesquisa prévia para identificar quais trabalhos artisticos de rua eram legalizados, quais eram ilegais e buscou conceitos sobre arte e criatividade.

Artista de rua Segundo Thaís, o nome do livro surgiu por acaso, ao conhecer um artista de rua vestido de palhaço, que se apresentava com uma placa contendo as inscrições Palmas pra mim. “Eu vi que isso tem muito a ver com os artistas de rua, porque quando eles vão trabalhar, com arte, na rua, eles estão se propondo a ser o espetáculo, a ser a atração”. A diagramação, assim como o título e o texto, seguiu uma linha dinâmica, evitando a formalidade.

A principal dificuldade encontrada por Thais Lima no processo de produção de seu livro foi a pesquisa, pois teve de conceituar não apenas o que é a arte, um tema já, por si, bastante complexo, mas também teve de estudar as diversas formas de manifestações de arte que encontrava. Quanto as entrevistas, relata que foram fáceis, fluentes, porque aconteceram, na verdade, como conversas informais.

Futuramente, após algumas modificaçãos, Thaís planeja publicar seu livro, e continuar a escrever.

 

Enaproc 2013: Acadêmicos de Jornalismo apresentam resumo do TCC

Repórter: Bruna Tretto. Acadêmica do 6º semestre de jornalismo da Uniuv

O segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) aconteceu no dia 6, nas próprias salas de aula do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Enaproc é obrigatório para os acadêmicos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda do oitavo semestre. Os alunos desse período estão em fase de término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é o resumo deste o trabalho que eles apresentam.

As apresentações dos trabalhos foram em comunicação oral. Nesta modalidade o acadêmico dispôs de no máximo 20 minutos para apresentação e, ao término, o público tem espaço para realizar perguntas e esclarecer dúvidas sobre os trabalhos.

Abaixo leia e aprecie três apresentações dos acadêmicos de Jornalismo da Uniuv sobre seus TCCs.

 

A VIDA SOBRE UMA CADEIRA DE RODAS

A acadêmica Karoline Bertolotti, é a autora do projeto ‘A vida sobre uma cadeira de rodas’, que tem como orientadora a professora de jornalismo Angela Maria Farah. O projeto será desenvolvido mediante uma série de reportagens para revista, contando as histórias e a superação de quem vive a vida sobre uma cadeira de rodas. Karoline escolheu o tema por achar que os cadeirantes são, na maioria das vezes, ignorados por boa parte da sociedade. “Sempre achei interessante e importante de se falar sobre o fato de uma pessoa perder os movimentos em determinado momento e ter de conviver com isso.”

A acadêmica espera que o seu trabalho consiga mostrar para os leitores como é viver sobre uma cadeira de rodas. E que, por meio dele, a sociedade repense as atitudes com relação à pessoa com deficiência, atentando para a importância de se oferecer acessibilidade e condições mínimas de circulação, e, consequentemente, inclusão, aos cadeirantes.

Para Karoline, apresentar o seu trabalho no Enaproc foi muito importante. “Foi quase uma preparação mesmo pra banca. Você ensaia, cronometra, mais ou menos, o tempo, e pode sentir o clima das pessoas, como elas reagem com relação ao projeto e a apresentação.”

A FERROVIA NO DESENVOLVIMENTO DE UNIÃO DA VITÓRIA E PORTO UNIÃO

Apresentado pelo acadêmico Deiwerson Damasceno dos Santos, e tendo como orientadora a professora de jornalismo, Angela Maria Farah, o projeto é uma grande reportagem impressa para revista sobre o surgimento e desenvolvimento das cidades de União da Vitória (PR) e Porto União (SC), a partir da ferrovia.

Em seu projeto, o acadêmico cita alguns dos principais acontecimentos na época, como o Acordo de Limites, a Guerra do Contestado (1912). Conta histórias das pessoas que foram beneficiadas e também prejudicadas com a construção da ferrovia. Tenta tornar os aspectos culturais e históricos de União da Vitória e Porto União mais conhecidos por parte da população, como a extinta Linha Velha, a história de outras vilas, Engenheiro Mello, por exemplo. E a partir de visitas em museus, conversou com pessoas conhecedoras da história, para contextualizar a reportagem.

Santos não sentiu nenhuma dificuldade em sua apresentação, apenas um pouco de nervosismo, normal em qualquer exposição oral. “A sensação é de que, a partir dessa apresentação, falta muito pouco para, enfim, concluir uma pesquisa que exigiu muita dedicação, horas de trabalho, de leitura. Ainda, é gratificante poder mostrar a alguém, seja a quem for, o que foi produzido, como foi produzido, os porquês da escolha do tema. Vejo como uma penúltima etapa, antecedente à temida banca final”.

 

CÂNCER DE MAMA: UMA NARRATIVA PARA TODOS

Este projeto é uma grande reportagem em TV, que vai contar as narrativas de vida das pacientes de câncer de mama em Porto União e União da Vitória. Apresentado pela acadêmica Michelle Martins, tendo como orientadora a professora de Jornalismo, Ana Cristina Bostelmam, o foco do projeto é apresentar a prevenção da doença, assim como, tratamento.

Segundo a acadêmica, ele foi escolhido por causa do aumento no índice de diagnósticos de câncer, cerca de 52 mil e 680 pessoas foram diagnosticadas com a doença em 2012 – Dados Instituto Nacional do Câncer (Inca). O veículo escolhido é a TV, pois abrange todas as classes sociais inclusive C e D. A audiodescrição foi escolhida para narrar as cenas sem aúdio, que visa orientar e levar o público com necessidades especiais ao entendimento completo do produto jornalístico televisivo.

Por mais que Michelle viva e tenha conhecimento do projeto, ela ficou ansiosa antes da apresentação. “É muito bom sair com a sensação que falta pouco para terminar o curso e receber o diploma. Jornalismo é um sonho que deve ser vivido e observado em todos os momentos, sejam nos tranquilos ou mais agitados. Tudo é aprendizado. Com as experiências no Enaproc, temos a possibilidade de acertar no futuro algo que poderia ser um erro, caso não fosse treinado antes.”

 

 

Acadêmicos expõem em painéis seus projetos no X Enaproc

Trabalhos de pesquisa são apresentados por meio da modalidade de painel durante o intervalo do Enaproc,no dia 6 de novembro, no segundo piso da biblioteca da Uniuv

 Repórter: Bruna Werle – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Concomitante com as apresentações orais do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), outra modalidade foi apresentada pelos acadêmicos, na segunda noite do evento, no dia 6 de novembro de 2013. No segundo piso da Biblioteca João Dissenha, no horário do intervalo, das 20h20min às 21 horas, os alunos puderam expor seus trabalhos de pesquisa em painéis.

Segundo o professor Tiago Kohut, presidente da Comissão Organizadora, o Painel é uma modalidade de apresentação do Enaproc em que o aluno tem a oportunidade de mostrar parte de seu projeto em forma de banner. Este deve ser pretensiosamente, autoexplicativo e legível, utilizando-se de gráficos, tabelas, imagens, esquemas e um curto texto. O autor deve organizá-lo de forma que as ideias centrais do trabalho sejam facilmente entendidas e desperte o interesse do público.

A exposição tem duração de 40 minutos e o apresentador, obrigatoriamente, fica ao lado do seu painel, para responder às questões dos interessados.

A participação assídua dos cursos de Engenharia e Educação Física na modalidade painel e os cursos voltados às áreas humanas, na comunicação oral, de acordo com o professor, é uma tendência que vem se desenhando nos últimos tempos. Há uma preferência, por parte dos comunicólogos, em apresentar oralmente seus projetos de pesquisa. “Porém, nada impede que isso mude, que os alunos de Publicidade e Propaganda ou Jornalismo, apresentem também os painéis. É apenas uma questão de opção.”

Para o acadêmico do quarto semestre de Jornalismo, Matheus Iltchechen – que visitou o segundo piso da biblioteca, na curiosidade de saber o que estava sendo expondo nos painéis – os alunos de Comunicação Social, por trabalharem com todos os estilos de comunicação, conseguiriam transformar a tradicional apresentação oral, em banners que atrairiam o interesse do público, até mesmo dos próprios colegas. “O pessoal de comunicação iria de alguma forma tentar chamar mais atenção no cartaz, e as turmas iriam ver, pois saberiam que é de alguém de tal ano, de tal semestre”, afirma.

Fotos: Lúcio Kürten dos Passos

Enaproc 2013: Inicia o X Encontro de Produção Científica da Uniuv

Repórter: Mayara Luana Mugnol –  acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A abertura do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) aconteceu no dia 5 de novembro no Cine Teatro Luz.

O evento tem como objetivo divulgar a produção científica dos acadêmicos e professores, incentivar e estimular a prática da pesquisa, proporcionar a aplicação do conhecimento teórico na prática e gerar novos conhecimentos aperfeiçoando-os aos recursos humanos.

Durante a manhã foi realizada uma mesa redonda – para os  cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Odontologia e alunos do segundo e terceiro ano do Coltec – sobre ética na pesquisa científica. Mediada pela pró-reitora de ensino Maria Genoveva Bordignon Esteves, o debate contou com a participação de três convidados:

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Mesa redonda sobre ética na pesquisa

Samom Noyama, coordenador e professor do curso de Filosofia da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória-PR (Fafiuv), Karim Siebeneicher Brito, coordenadora e professora de letras da Faviuv, e a professora e a advogada  Mirian Karla Kmita, da Uniuv.

Noyama falou brevemente sobre o surgimento das questões éticas e das principais teorias e fundamentos sobre a ética elaboradas por filósofos. Para o professor, sua abordagem foi, em geral, problematizando a importância da discussão sobre a ética, mas alertando que não há uma forma única e definitiva de resolver este problema. A professora Karim explicou como fazer uma pesquisa com ética, e mencionou rapidamente as diretrizes da CNPq. A advogada Mirian falou sobre as diversas formas de plágio, e explicou aos acadêmicos se é ou não crime cometê-lo e de que maneira evitá-lo.

Ao final das apresentações os alunos participantes puderam tirar suas dúvidas em um bate papo descontraído com os palestrantes. Para a professora de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Angela Maria Farah, muitas pessoas não tem noção exata do que é o plágio, como se configura e como não cometê-lo. “O debate foi importante para alertar os alunos e mostrar que é possível fazer uma pesquisa sem copiar nada de ninguém”, explica a professora.

A abertura oficial do evento aconteceu durante a noite, com a apresentação da peça “Eu te amo” do Grupo teatral Um bando de Efêmeros, de União da Vitória. Após a apresentação da peça, o evento teve continuidade e os acadêmicos e professores assistiram a uma palestra sobre a importância da ciência com o Biólogo, professor e doutor Roberto Ferreira Ariton.

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Palestra sobre a importância da pesquisa científica

 

 Para Ariton, todo aluno que passa pela iniciação científica é diferenciados dos demais que não passaram por esse processo.

Acompanhe.

 

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O evento tem continuidade nesta quarta, 6, na Uniuv, onde os acadêmicos apresentarão suas pesquisas e seus trabalhos de Conclusão de Curso(TCC) e também os professores que estarão apresentando suas pesquisas de Mestrado e Doutorado.

O Enaproc é obrigatório para todos os acadêmicos que estão em fase de término do TCC, e, é este o trabalho que eles apresentarão no evento. As apresentações dos trabalhos acontecem de duas formas, painel ou comunicação oral. Na última modalidade o acadêmico dispõe de no máximo 20 minutos para apresentação. Após isso, há espaço para o público debater e realizar perguntas sobre os trabalhos.

Os universitários que ainda não estão no último ano também podem participar inscrevendo trabalhos e pesquisas científicas.  Acrescentando o desenvolvimento e o currículo acadêmico do aluno.

 

 

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Enaproc: Encontro Anual de Produção Científica está em sua 10ª edição

Repórter: Bruna Kobus – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

enaprocO Encontro Anual de Produção Científica Enaproc 2013 da Uniuv já está em sua décima edição e este ano será realizado nos dias 5 de novembro, com abertura no Cine Teatro Luz, e 6 de novembro, com apresentações dos trabalhos científicos, que serão na própria Instituição.

Alunos e professores da Uniuv vão apresentar seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) e também pesquisas de Mestrado e Doutorado durante o evento. O Enaproc também abrirá as portas para pesquisadores de outras instituições de ensino.

Para saber mais acompanhe a reportagem com o professor e presidente da Comissão Organizadora do Enaproc, Tiago Kohut .

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Veja mais sobre o Enaproc Uniuv no site.

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Enaproc incentiva e mobiliza acadêmicos de Jornalismo

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo da Uniuv
Foto: Lúcio Passos
Nos dias 29 e 30 de novembro aconteceu na Uniuv, o IX Encontro Anual de Produção Científica(Enaproc ). O evento tem como objetivos divulgar a produção científica dos acadêmicos, incentivar e estimular a prática da pesquisa científica e tecnológica, proporcionar a aplicação dos conhecimentos teóricos na prática, gerar novos conhecimentos e aperfeiçoar recursos humanos.

A professora de Jornalismo e Publicidade e Prograganda, Angela Farah, ressalta um dos objetivos alcançados com êxito. “O aluno consegue descobrir nele o gosto pela pesquisa científica”. Para a acadêmica, que expôs seu trabalho no Enaproc, Fernanda Santos, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, o trabalho e a dedicação são reconhecidos. “A partir do momento que o seu trabalho é compartilhado, todos aprendem mais”, afirma Fernanda.

 

O Enaproc é obrigatório para os acadêmicos de Jornalismo e PP do oitavo semestre. Os alunos desse período estão em fase de término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é este o trabalho que eles apresentam. “Para o nosso curso é obrigatório, não entendia o motivo, mas é muito bom, porque a gente já tem uma noção de como é apresentar o TCC”, conta Fábio Rodrigues, acadêmico do oitavo semestre de Jornalismo.

 

As apresentações dos trabalhos acontecem de duas formas, painel ou comunicação oral. Na última, modalidade o acadêmico dispõem de no máximo 20 minutos para apresentação. Após isso, há espaço para o público debater e realizar perguntas sobre os trabalhos.

A experiência para Fábio Rodrigues foi interessante. “As perguntas que foram feitas no Enaproc me preparam melhor para o TCC”, afirma. Fernanda também reconhece a importância do evento. Além de identificar itens que pode melhorar na apresentação da banca final, a troca de experiências foi significativa. “Além de participar e contribuir com um momento anual muito importante para toda a Uniuv, nos sentimentos parte integrante do Enaproc”.

 

Os universitários que ainda não estão no último ano também podem participar inscrevendo trabalhos. Nesse ano, a participação de acadêmicos por vontade própria foi significativa. Rodrigues recomenda que os alunos participem. “Isso também entra para o nosso currículo. Um encontro de produção científica só enaltece a faculdade e principalmente os alunos. Acho que poucos estão atentos a isso”.