Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas

Esse foi o tema da palestra de Caio Moreira Guimarães, no XII Encontro Anual de Produção Científica (EnAProC) da Uniuv Continue reading “Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas”

Rafael Custódio foi o palestrante de quarta-feira na Semana da Comunicação

Rafael Custódio é jornalista, apresentador e editor-chefe do Jornal do Almoço da RBS TV de Joinville. Apresentou na noite do dia 27 de maio a palestra com o tema: Os desafios de quem faz ao vivo

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Caco Barcellos: o terceiro jornalista mais premiado de todos os tempos

Há  mais de 20 anos, o jornalista, repórter e escritor, com especialidade em jornalismo investigativo e documentário, é destaque no cenário nacional  Continue reading “Caco Barcellos: o terceiro jornalista mais premiado de todos os tempos”

Bem-vindos ao 2º semestre 2013

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Mais um semestre letivo inicia na Uniuv e voltamos às aulas com entusiasmo e muitas novidades.

 

Os professores do curso de Jornalismo e Publicidade e Propagandas da Uniuv se reuniram na semana passada e já organizaram várias atividades para os alunos. Além da preparação das aulas normais, esse semestre contará com vários eventos como o Enaproc, a Semana de Comunicação (7 a 11 de outubro), viagem técnica para São Paulo (15 e 16 de agosto) com visitas confirmadas no IBOPE, programa Altas Horas, ESPM e Anima Mundi, palestra de aniversário da Uniuv com o stand up de Diogo Portugal, e muito mais.

 

Animados? Então se preparem, porque muita coisa vai acontecer nesse semestre!

 

Sejam bem-vindos!

Conheça o trabalho do Conselho Editorial da Uniuv

Repórter: Douglas Marques – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

O Conselho Editorial do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) é uma organização da instituição encarregada pela publicação anual de livros, revistas e jornais. Teve início em 1998 e sua atual presidente é Fahena Porto Horbatiuk, Mestre em Linguística Aplicada, membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (Alvi) e professora de Língua e Literatura nos cursos de Secretariado Executivo e Comunicação Social

Na entrevista abaixo, ela explica de que forma as publicações do Conselho auxiliam no desenvolvimento dos universitários e da comunidade.

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O Conselho lança, anualmente, um mínimo de duas obras. Este ano foram os livros: Marechal Juarez Távora – uma síntese bibliográfica, de Eros José Sanches e o livro-reportagem de Fábio Rodrigues, intitulado Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo (confira as fotos do lançamento no perfil do curso de Jornalismo no Facebook)

Em 15 anos de existência, o acervo do Conselho já conta com mais de 24 publicações. No ano passado, foram lançados três livros , sendo as obras escritas pelos professores Angela Maria Farah, Lúcio Kürten dos Passos e Sandra Aparecida de Paula e Souza.

Abaixo, Angela comenta os detalhes da produção e do lançamento de sua obra, o livro A imagem da criança na imprensa – Um estudo dos jornais Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo.

 

A seleção das obras a serem publicadas é feita a partir de avaliação de critérios como a durabilidade, relevância local e originalidade.

A jornalista e membro do Conselho, Jussara Leite explana os passos a serem seguidos por aqueles que desejam ter suas obras avaliadas.

 

 

Produção de radiojornal é colocada em prática

Repórter: Bárbara Letícia Franco – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Os alunos do sexto semestre de jornalismo começaram um novo trabalho na disciplina de rádio, ministrada pelo professor Lúcio Passos. A nova atividade é a produção de um radiojornal.  Em umas das aulas os alunos se dividiram e fizeram as distribuições de suas funções para a produção do jornal, foi montada também a pauta para distribuir os temas das reportagens a serem feitas. Durante a reunião de pauta foi feita a escolha do nome do radiojornal, o tempo de duração, em que horário seria transmitido. O próximo passo foi a gravação das notas jornalísticas e a produção das matérias. Logo em seguida os alunos gravaram as cabeças do programa.

 Para o acadêmico Marcelo Kloczko a produção do radiojornal é de extrema importância para a formação do acadêmico. “Além de aprender todas as funções para a produção de um radiojornal o trabalho mostra a importância do trabalho em grupo”, comenta. De acordo com Kloczko a elaboração do jornal mostra o trabalho de um radiojornal diário, o que acaba proporcionando a experiência do mercado fora da faculdade. “Cada um está empenhado em sua tarefa e acredito que o resultado final será bom”, diz.

Karoline Bertoto conta qual é a sua função e como funciona a produção do radiojornal. “Eu fiquei com a função de âncora, e a gente depende de toda a equipe de jornalismo para montar o radiojornal. A gente precisa ouvir as matérias, saber do que elas tratam para poder escrever a escalada, que é a primeira parte do radiojornal e depois a chamadinha antes de cada nota ou matéria”, explica.

Para Bertoto no radiojornal é muito importante o trabalho dos âncoras e dos repórteres. “Acho que é necessário, basicamente, os âncoras que vão fazer a apresentação do jornal e de uma equipe de jornalistas para cobrir todas as editorias, previsão do tempo, cotação e tudo o que um jornal precisa ter para ficar completo e com qualidade”, comenta.

Quebra de rotina e prática fotográfica

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo da Uniuv

A manhã de sábado, 6, quebrou a rotina dos acadêmicos do sexto semestre de Jornalismo da Uniuv. A aula prática de fotografia afastou os alunos de suas camas, mas contribui com grande aprendizado e diversão. A aula funcionou da seguinte maneira: após as instruções dadas pelo professor da disciplina, Lúcio Passos, os alunos agem sozinhos, com a câmera em modo manual, ou seja, as configurações de cada foto são determinadas pelos próprios acadêmicos.

A acadêmica Karoline Bertoto conta que o improviso faz parte, mas é necessário conhecer a técnica. “A parte técnica da fotografia é uma coisa que você tem que saber, porque as condições de luz variam muito, e você tem que se virar. O aprendizado se torna fundamental”, comenta.

Toda a técnica aprendida em sala de aula foi colocada em prática nesse dia. Passos ressalta que, por meio da ação de fotografar, os acadêmicos revisam toda a teoria já vista.

Rodrigo Reis ficou empolgado com a aula e concorda com Passos. “Certas coisas só se aprendem na prática”. Ele conta, também que a ajuda dos colegas foi fundamental, principalmente daqueles que entendem um pouco mais sobre a fotografia e puderam dar dicas sobre o assunto.

Além do companheirismo, outro fator ressaltado na aula prática foi a espontaneidade. Segundo Passos, ela “parece aflorar diante das câmeras”.

O dia a dia da produção de um jornal é vivido em sala de aula

Repórter: Mayara de Lima Solarevicz  – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo da Uniuv

           Produzir matérias, fotos, correr atrás de entrevistas e informações são algumas das funções desempenhadas pelos acadêmicos do quinto semestre de Jornalismo na matéria de Redação Jornalística. No terceiro ano, a turma se prepara para desenvolver um jornal, com circulação na faculdade e nas regiões próximas de União da Vitória.

Essa é a oportunidade também dos alunos se aproximarem dessa realidade. “Eu nunca tive uma experiência concreta em um jornal ainda. Já publiquei poucas coisas, mas não com essa responsabilidade de datas, produção, revisão. No Observatório é a nossa chance de mostrar um pouco do que a gente já aprendeu e sabe fazer”, esclarece a acadêmica Karoline Bertoto.

A ideia de criar um jornal surgiu devido à necessidade de aliar a teoria do jornalismo com a prática, conta o professor Edinei Wassoaski, responsável pelo projeto do Observatório. Por meio dele os alunos conseguem desenvolver todas as etapas necessárias para a confecção de um jornal. “Eu, como professor, apenas oriento e faço a revisão final do material”, explica.

Para Karoline o aprendizado é contínuo. “Você vai atrás, faz, refaz. E o interessante no Observatório é que a gente tá fazendo da redação até a diagramação. É um aprendizado muito completo sobre todas as etapas da profissão por onde um jornal passa até ser publicado”, conta.

            Uma das características dessa edição do jornal Observatório será a humanização nas reportagens, ou seja, apresentar lugares e personagens um pouco mais aprofundados, evidenciando características que façam o leitor se identificar com o texto. Essa ideia foi proposta pelo professor Edinei e aceita pela turma. Para Marcelo Kloczko essa ideia abriu os horizontes quanto à escolha de temas para futuras matérias. “Durantes as entrevistas encontrei muitas pessoas com histórias interessantes. Pretendo realizar reportagens especiais com elas, além disso, o tema mostrou novas pautas para nós, estudantes de jornalismo”, comenta.

            A proposta para o ano de 2012 do jornal Observatório foi apresentar a região do Sul Paranaense com matérias turísticas sobre União da Vitória, Porto União e as cidades vizinhas. Para Kloczko essa é a oportunidade de divulgar as cidades da região. “Elas possuem muitas atrações e poucas pessoas tem conhecimento”, afirma.

            O jornal está em processo de finalização e em breve estará circulando. A expectativa dos alunos é grande, segundo Karoline. “Eu espero que fique boa, com qualidade e estética boa. Espero que os leitores curtam nossas matérias, que se interessem e sintam vontade de ler o próximo”, diz.

O perfil do profissional de Comunicação

Publicamos, aqui, dois textos produzidos para a disciplina Introdução à Comunicação Social II, refletindo sobre as características necessárias ao perfil de um profissional da comunicação. Boa leitura!

Profª Angela Farah

 

O profissional de comunicação

Douglas Marques – Acadêmico do 2º semestre de Jornalismo

O profissional de comunicação é um vórtice pulsante de informações. Ele absorve, associa, recorta e depois cola, organiza e distribui. Tudo aquilo que passa por suas mão é marcado por digitais; provas da essência do espírito de quem as fez. Comunicação é sempre assim, pessoal, íntima. Mas nem por isso deve deixar de ser também verdadeira.

Essas marcas eternizadas na notícia, na nota, na declaração, de onde vêm? Do mundo visto pelo caleidoscópio único e intransferível. Evidente que não se pode afirmar a superioridade de um ponto de vista em relação a outro. Afinal, estamos todos no mesmo planeta, pisando o mesmo ar e respirando a mesma terra; apesar de em diferentes coordenadas, apesar de noutras sendas. O importante é tão somente que a visão não esteja turva, cega de inverdades e erros. Propositais ou não. Suspeito até que se todos conseguissem avistar uns aos outros, lá nas suas diferentes latitudes e longitudes, concordariam que a paisagem é de fato, a mesma. E que não há vantagens em se estar no topo ou no fundo do vale. Na verdade, o que há são apenas diferenças na perspectiva e nas cores.

Perceber esses contrastes, dos lugares, dos tempos e das impressões, faz com que – mesmo esparramando vísceras no papel – o profissional de comunicação seja verdadeiro no que diz, para consigo e para com os outros. Só que até chegar a esse estágio, a estrada é árdua, longa, exige já nas preliminares uma série de predisposições e qualidades inalienáveis, tais como a disciplina, flexibilidade, vontade e, principalmente, a paixão.

 

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Perfil Profissional

Olavo Contim – Acadêmico do 2º semestre de Publicidade e Propaganda

 

A cada ano que passa, o número de profissionais capacitados a exercer determinada profissão vem crescendo de forma contínua e progressiva. Por consequência, a concorrência fica cada vez maior, também, e o mercado de trabalho exige do profissional diferencial e eficiência, para que haja destaques no meio dessa enorme demanda.

Seja qual profissão for, o respeito sempre deverá existir. Seja com colegas de trabalho, concorrentes e, principalmente, a peça-chave de tudo: o cliente. O cliente sempre deverá ser respeitado, ouvido, bem atendido e a ele sempre transmitida a confiança naquilo que o profissional quer mostrar.

Outro ponto é o comprometimento com aquilo que se faz. Doar-se para a sua profissão e executá-la com amor. Ao contrário do que pensam, fazer o que se gosta é muito mais importante do que apenas fazer algo pelo dinheiro. A profissão feita com carinho, amor e comprometimento é uma profissão bem feita, o que faz com que o profissional se destaque por aquilo que faz, tendo seu trabalho reconhecido.

Resumidamente, por fim, a ética é um fator-chave para qualquer profissão, pois sem ela não se chega a lugar nenhum e não se conquista credibilidade e confiança das pessoas no profissional que está querendo expor o seu trabalho.

 

 

 

Acadêmicos de Jornalismo enfrentam a fundamentação teórica

Repórter: Elisiane Domainski – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

No segundo semestre do ano, os acadêmicos já estão familiarizados com as matérias, porém, sempre um trabalho ali, outro cá, uma nova maneira de trabalhar causa certo espanto e dificuldade aos alunos. É o que acontece com quem está começando a preparar sua fundamentação teórica, para o término do pré-projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Marciel Borges, acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, relata que sua maior dificuldade é fazer a ligação entre os títulos. “A minha dificuldade é colocar o meu pensamento e fazer a ligação com uma citação do autor. Fazer os textos se encaixarem”, conta.

Para Pedro Henrique Wasilewski, também acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, a sua dificuldade foi no início do pré-projeto. “No início, eu tive dificuldade, pois tive que fazer algumas modificações no texto. Mas tenho consciência que o meu TCC é muito importante não só para mim, como também para Irati”, conta, adiantando que seu projeto terá como tema sua cidade natal.

Para quem já passou dessa fase, os acadêmicos do oitavo semestre, o alívio de ter chegado até aqui é grande e, segundo eles, agora que já passados pela pré-banca, o conforto de estar terminando tudo é maior ainda.

Micheli Martins, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, diz que hoje consegue falar com facilidade sobre seu trabalho, mas na época, tudo era muito angustiante. “Eu encontrei muita dificuldade, pois meu tema era muito complicado. Meu tema é focado em grande reportagem de TV, mas com características do jornalismo literário e com áudio descrição. Então na minha fundamentação teórica, como estes temas não são praticados na TV, eu teria que fazer uma ligação entre os textos. Na época não existiam livros que falassem sobre isso, e nem existem hoje”, conta.

Para Janaína Anair da Silva, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, a dificuldade também foi encaixar os textos no seu devido lugar, porém, o que estressa mesmo é pré-banca. “Na pré-banca você não come, você não dorme. Mas depois que você passa é tudo mais ‘susse’, agora é só motivação”, sorri.

 

Alunos do sexto semestre fazem cobertura de evento

Repórter: Amanda Mendes – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

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Professores de comunicação recomendam palestra para acadêmicos

Repórter: Thais Siqueira Pinto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) recebe dia 21, Palestra com Clóvis de Barros Filho, com o tema: A vida que vale a pena ser vivida, em Homenagem aos 37 anos da Instituição. A intenção da palestra é de fortalecer os acadêmicos, os fazendo refletirem sobre a vida para que possam resistir contra as coisas ruins que pretendem impor-lhes a vida que vale a pena ser vivida.

“Ao contrário do que parece, não será uma palestra de autoajuda, porque o perfil deste palestrante é filosófico e suas reflexões são baseadas em grandes pensadores”, é o que explica a professora Ana Cristina Bostelmam. De acordo com ela, nunca teve uma oportunidade de assistir a uma palestra de Clóvis, e está na expectativa, pois já leu e pesquisou sobre o que ele quer dizer com este tema. Ela diz que a palestra não é só para os acadêmicos mas para todas as pessoas essa reflexão é saudável, especialmente para saber o que vale a pena realmente na vida e o que, de fato, é uma vida feliz.

O Professor Edinei Wassoaski já assistiu a uma palestra do Clóvis e recomenda para todos. O Clóvis trabalha com a filosofia no dia a dia, atos simples como comprar pão e interagir com os amigos podem ser atos filosóficos é o que diz Edinei. Tudo isso longe do contexto da autoajuda, tão comum em palestras. “Clóvis vai justamente contra isso e mostra que as situações cotidianas dependem muito mais do que você faz, como você age, do que de alguma combinação cósmica ou algo do gênero. Você é responsável pela tua felicidade. Não adianta fazer simpatia, ler livros de autoajuda, ou algo do gênero. A mensagem que ele deve deixar aos nossos acadêmicos é que todo mundo tem o poder de transformar sua vida, mas isso depende única e exclusivamente de você, não dos outros”, comenta Edinei.

 

 

Comunicação Social se prepara para o Festival de Publicidade de Gramado

 Repórter: Elisiane Gabrielle Domainski– acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

Onde está a ideia? Esse é o foco do 18° Festival Mundial de Publicidade de Gramado, próxima viagem técnica de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Festival Mundial de Publicidade de Gramado é um dos principais eventos de publicidade se tratando de premiação de peças e campanhas publicitárias no mundo todo, sempre trazendo debates sobre temas de interesse de profissionais e estudantes na área de publicidade.

Alguns dos temas abordados esse ano são: criação publicitária, internet, publicidade na Europa, advertising, design gráfico, marketing esportivo, multimídia, inovação publicitária e televisão/conteúdo.

A professora coordenadora da viagem, Julliana Biscaia, acredita que a viagem é uma divisão do conhecimento, pois os melhores publicitários vão estar presentes no evento. “A importância de estarmos lá é saber as novas tendências. Acontecem muitas discussões sobre o que vai acontecer, o futuro do mercado”, relata.

Thaís Siqueira, acadêmica do quinto semestre de Jornalismo, diz que apesar da viagem ser mais voltada para o curso de Publicidade, não deixa de ser importante para Jornalismo, pelo ganho de informações que ela proporciona. “É importante para Jornalismo, pois afinal, quem cobre os eventos são os jornalistas, e em todas as viagens nós aprendemos muitas coisas novas. Qualquer evento que a gente participe é válido”, conta.

As palestras ainda não foram confirmadas, porém, alguns dos destaques do evento esse ano serão a entrega do troféu Galo de Gramado, ouro, prata e bronze às agências premiadas, a entrega da Medalha Maurício Sirotsky Sobrinho, do Troféu Publicista Latino-Americano além da programação paralela ao evento.

Os alunos saem em viagem da faculdade no dia 30, às 22h30, logo após o término das aulas. A viagem acontecerá do dia 31 de agosto ao dia 2 de setembro. As palestras ainda na estão confirmadas.

Acadêmicos fazem busca em livros científicos de comunicação

Repórter: Marciel Borges – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo

Os acadêmicos do quinto semestre de Jornalismo, na matéria de Métodos e Técnicas de Pesquisa I, ministrada pela professora e jornalista Angela Maria Farah, estão conhecendo melhor livros e revistas com pesquisas científicas em comunicação. As revistas trazem as novidades e teorias estudadas por grandes pesquisadores em comunicação de todo o Brasil.

O acadêmico Fábio Rodrigues comenta a importância em estar adquirindo conhecimento com estes materiais. Para ele, estar vendo estes artigos científicos faz com que se possa ter a oportunidade de acompanhar o que está acontecendo na área de comunicação.

Ao ter esta oportunidade, muitos acadêmicos tem a possibilidade de usar argumentos destes artigos no seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). “A turma está tendo a chance de ler estes artigos e colocar na prática ao fazer o TCC”, diz a acadêmica de Jornalismo, Fernanda Pereira Santos Petza. Ela comenta que um dos artigos lidos dá a ela a chance de usar o artigo para o TCC em TV que pretende colocar em prática no ano que vem.

A professora Angela ressalta a importância dos artigos científicos para os alunos que estão começando a montar o pré-projeto, que têm, por meio deste material, a forma correta de ver como é feito o jornalismo.

5º semestre de Jornalismo prepara conteúdo para um programa de TV

Repórter: Claudiane J. dos Anjos Berres – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

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Professores de comunicação participam e comentam Mostra de Curso

Repórter: Francisco Marcelo S. de Lara – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo

Nos dias 2 e 3 de junho, o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) realizou a 13ª Mostra de Cursos. Professores e acadêmicos apresentaram trabalhos para mostrar aos visitantes o que cada curso oferece e quais as atividades de trabalho que o futuro profissional vai exercer. Este ano, a Mostra aconteceu com um novo formato, no modo de oficinas. Muitos professores, entre eles os de Comunicação Social, comentaram o ponto positivo desta mudança e qual a função que cada um teria nas oficinas.

A professora Ana Cristina Bostelmam, que teve sua oficina no laboratório de TV, trabalhou a questão dos truques e a magia da TV. Para ela, a mudança no formato foi algo positivo. “O modelo desse ano é bem melhor. Na Mostra passada o pessoal só visitava, nessa, eles podem participar, interagir e o conteúdo também está melhor”, comenta a professora. A respeito da importância da Mostra, Ana Cristina diz que é uma oportunidade de atrair a comunidade para dentro da Instituição, além de informar alunos do ensino médio que queiram fazer algum curso. “Na comunicação empresarial chamamos este tipo de evento de ‘Open House’ (casa aberta). Muitos vizinhos nossos têm curiosidade de como é a Instituição e essa é uma ótima oportunidade deles entrarem e conhecer”, diz.

Para Angela Maria Farah, também professora no curso de Jornalismo, o novo formato só veio a melhorar. Ela também declara que a Mostra é uma oportunidade das pessoas conhecerem melhor a Instituição. “É como se fosse uma extensão da Universidade para a comunidade e nesse modelo de oficinas acredito que chama mais atenção”, declara Farah. Professora Angela teve sua oficina com o tema Redação Criativa. Usando um texto de Natalie Goldberg que fala sobre a escrita e uma reportagem de Eliane Brum, em forma de jornalismo literário, falou da questão de pensar a escrita criativamente. “A escrita não é somente palavras no papel, mas ela envolve também o sentir”, afirma a professora.

Amauri Yamauti, coordenador dos laboratórios de rádio e TV e também professor do curso de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, diz que a Mostra dá a oportunidade dos cursos se conhecerem, revela uma interação da Instituição. “A ideia é muito boa, visa divulgar os trabalhos dentro da Instituição e os cursos se conhecerem, é o conhecimento dos diferentes trabalhos”, diz Yamauti.

O Professor Amauri ministrou a oficina no laboratório de rádio com o tema de rádio novelas. “Vou mostrar com é a atuação dos profissionais e a produção dos sons. Os alunos do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda vão encenar o roteiro que elaboraram e os visitantes também vão produzir uma rádio novela”, comenta o coordenador.

Além das oficinas, a Uniuv reservou o espaço superior da biblioteca para que os professores pudessem dar informações sobre os cursos oferecidos. Um deles foi o de Publicidade e Propaganda, representado pela coordenadora e professora do curso, Julliana Biscaia. Para ela, o trabalho da Mostra é um retorno para a comunidade. “Nós somos uma Instituição Municipal e temos o dever de retribuir, de mostrar para a comunidade os resultados dos cursos”, enfatiza Biscaia. Para a professora, o novo formato agradou muito, pois as oficinas trazem temas para toda a comunidade. “O novo formato revela um serviço prático para a comunidade, um exemplo é a oficina de como administrar o seu tempo (feita na sala 315), todos precisam aprender isso”, afirma a coordenadora.

Alunos confirmam: trabalhar e estudar na área tem suas vantagens

Repórter: Bruna Oleskovicz – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

Trabalhar e estudar é a rotina de muitos universitários, pois  a maioria deles está no mercado de trabalho porque precisa se sustentar ou auxiliar nos gastos da família. Alguns possuem a sorte de trabalhar na área em que estudam, outros ainda não têm essa vantagem.

Wagner Bilitzki é acadêmico do primeiro semestre de Jornalismo e desde o início das aulas começou a atuar na futura profissão. “Trabalho em uma rádio na cidade de Canoinhas (SC) e exerço a função de locutor e repórter”, conta.  Para ele, a faculdade tem sido essencial e o ajuda muito no trabalho. “O curso me fornece maior auxílio com as tarefas da profissão, principalmente na escrita, pois trabalho com redações e criações de textos e também com as expressões em público”, ressalta. Porém, Bilitzki não pretende seguir essa carreira depois de formado. “Pretendo trabalhar na área de jornalismo investigativo, em televisão”, conta o acadêmico.

Desde os 13 anos, João Ernani Skodoski, acadêmico do quinto semestre de Publicidade e Propaganda, trabalha na área em que estuda. Segundo ele, apesar de atuar desde cedo no ramo, a faculdade faz diferença na rotina do trabalho. “O trabalho me auxilia nas aulas práticas do curso. E as aulas me trazem um conhecimento teórico, que eu não tenho na prática do trabalho”, afirma.

O estudante do quinto semestre de Jornalismo, Fábio Rodrigues, conta que desde que começou a trabalhar na área percebeu grandes diferenças, principalmente nas notas. “Melhora muito no desempenho, pois estando na faculdade você tem noção de como você utilizará esse conhecimento lá fora”, conta. Para ele, essa vantagem traz maiores benefícios dentro de sala de aula, como se tornar mais participativo nas aulas. “Você consegue associar a teoria com o que você vivencia e, assim, você cria uma participação mais ativa”, ressalta. Rodrigues também conta que sente maior responsabilidade ao atuar na área em que estuda. “Você aprende na faculdade o que é certo e o que é errado na profissão e cobra de si essa questão na prática”, afirma o acadêmico.

Jornalista explica como ter êxito na profissão tendo paciência

Texto e foto: Camila Rosa – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

Filho de Verônica da Conceição Oliveira da Silveira e Dartagnan Aramis da Silveira. O dono dessa história teve muita paciência para esperar a hora certa para as oportunidades chegarem. Sempre gostou de esporte, mais como era muito ruim jogando futebol, resolveu ser narrador. Seu maior sonho, desde criança. E seguindo um conselho de um professor de português, decidiu cursar Jornalismo. O palmeirense Ricardo Aramis da Silveira é tímido, mas na medida certa, sabe ser cavaleiro e, além de educado, é dedicado e atencioso. Sempre disposto e disponível a ajudar, seja quem for.
 
Ricardo se formou em 2009 em Jornalismo, no Centro Universitário de União da Vitória. Há dois anos trabalha na Rádio União AM 170 Khz e na Verde Vale FM 94.1. Ele fez um teste na rádio quando cursava o primeiro ano de faculdade, e acabou não sendo chamado. Mas nunca desanimou, esperou durante três anos para ser chamado. ‘‘Tem que persistir. Cheguei um dia no jornal para assistir e me deram o texto para ler ao vivo’’, diz o jornalista. Segundo ele, no dia seguinte voltou, no outro e no outro e até hoje está lá. ‘‘Ninguém nunca me expulsou, continuo vindo trabalhar’’, afirma sorrindo, mesmo que discretamente. Continue reading “Jornalista explica como ter êxito na profissão tendo paciência”