Uniuv é a segunda universidade que recebe o documentário da Guerra do Contestado “Terra Cabocla”

Acadêmicos de Comunicação Social, Secretário Executivo e História prestigiam documentário sobre a Guerra do Contestado e também o debate com o professor Lúcio, Wanilton e o egresso João Batista (JB).

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História do rádio incentiva produção no veículo

Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

A matéria de História da Comunicação, aplicada nos dois primeiros semestres do curso de Comunicação Social, geralmente é considerada cansativa pelos acadêmicos por causa da carga de conteúdo apresentado. No entanto, o professor Edinei Wassoaski, que leciona a disciplina neste ano, mobilizou os alunos do segundo semestre para apresentarem algo relacionado à história do rádio. Ele propôs que os acadêmicos utilizassem a plataforma rádio para o trabalho.  Entre as alternativas, os alunos puderam decidir entre jingle, propaganda, spot e radionovela.

O acadêmico de Jornalismo Bruno Moreschi Marcinichen, optou pela radionovela. Além dele, Bruna Kobus, Bruna Werle, Maiara Mognol e Jaqueline Lopes formaram um grupo. “Como estamos estudando a história do rádio, o trabalho teria que ser nessa plataforma”, explica Marcinichen. De acordo com ele, o grupo adaptou um conto de Érico Veríssimo em radionovela. “Adaptamos para a linguagem da época.” Marcinichen comenta que o trabalho, intitulado “Quem fica chora e o defunto nunca sabe se morreu” é um monólogo. “A mulher transa com o homem e ele mata ela. Mas ela confunde a morte com o êxtase da relação e não sabe o que realmente sente”, conta o acadêmico. Para ele, a experiência foi interessante. “Fizemos mesmo sem saber ao certo como devia ser uma radionovela”. Bruna Kobus fez o trabalho junto com Marcinichen e esclarece que a linguagem precisava estar relacionada às décadas de 1940 e 1950. “Precisamos elaborar ruídos, pois o estúdio é bem lacrado e não se ouvem outros sons”, diz. Ela ainda lembra que as produções da época não utilizavam muitos recursos.

A acadêmica Thaís Ribeiro também é do segundo semestre de Comunicação Social. O grupo dela decidiu fazer uma radionovela em estilo mexicano. “Eu fazia o papel de uma velha bêbada. Adorei o trabalho”, conta. Thaís participou da oficina de rádio na Semanada de Comunicação Social, no final do primeiro semestre, e gostou do veículo. Além dessas produções, os acadêmicos formularam uma propaganda de cigarro, um jingle sobre fubá e outra radionovela ao estilo faroeste.