Egresso da Uniuv fica em 2º Lugar no Sangue Novo

Repórter: Lucas Dams – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

sangue novo 2013O egresso do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), Marcelo de Lara, ficou entre os finalistas do 18º Prêmio Sangue Novo, com o trabalho em Comunicação Empresarial. O projeto foi realizado ainda quando Lara estava no último ano de faculdade, na disciplina de Planejamento em Comunicação Empresarial, ministrada pela professora Ana Cristina Bostelmam. Esse foi o primeiro prêmio ganho pela instituição na área de assessoria de comunicação.

A entrega dos prêmios para os finalistas foi realizada no Memorial de Curitiba no dia 30 de outubro. Lara ficou em segundo lugar na sua categoria. O Sangue Novo busca valorizar a inovação dos estudantes em Jornalismo de diversas instituições do Paraná.

Esse não foi o primeiro prêmio que acadêmicos de Jornalismo da Uniuv recebem. Em 2012, os acadêmicos do oitavo semestre ganharam um prêmio com o Blog de Comunicação, e  Kiara Domit, com Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), onde desenvolveu um trabalho em quadrinhos, e ganhou na categoria produto/projeto Jornalismo Livre, .

Em 2011, Veridiane Sander ficou com o segundo lugar na categoria projeto de telejornalismo com o tema “É hora de aprender as lendas regionais”. No ano anterior a Uniuv foi novamente premiada duas vezes, com Rodrigo Seccon, e seu portal de internet Jmais, e Camila Valéria de Lima, com o programa Retrato, produto telejornalístico.

O primeiro prêmio que o curso de jornalismo da Uniuv recebeu no Sangue Novo foi o projeto jornal para internet com o portal “bicicletas.jor.br” da acadêmica Jussara Leite.

 

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Semana da Comunicação termina com Jornalismo de dados

Repórter: Lucas Dams – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Jornalismo digital. Esse foi o tema da última noite da Semana da Comunicação realizada no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). André Rosa foi o convidado da noite. Ele trouxe o jornalismo de dados para ser debatido com os acadêmicos. Rosa diz que devemos aproveitar as oportunidades porque o modo de fazer jornalismo não mudou o que muda é o formato.

Mais computadores para fazer o jornalismo permitem refazer a notícia e converter em fatos. O jornalista cita o pai da precisão, Philip Meyer, que utilizava o computador para inserir dados e via além do que estava apenas no papel. Os computadores apoiavam o jornalismo. Através da coleta de dados, usando técnicas das ciências sociais e da análise de bases de dados, essa especialidade do jornalismo busca introduzir elementos do método científico na rotina produtiva das notícias, o que resultaria em maior objetividade e exatidão no noticiário.

Ele também destacou que o jornalismo e os profissionais de sistemas de informações precisam trabalhar juntos. “Comunicação não vive sem sistema de informação e comunicação ajuda SI, hoje o jornalista precisa processar e relacionar, raspar dados”, complementa.  Outro destaque foi que as redes sociais são ferramentas fortes na divulgação de informações (Facebook e Twitter).

Atualmente o profissional de comunicação precisa de uma rotina produtiva, definida pelas seguintes etapas: obtenção de dados, filtragem, visualização e narração. O jornalista deu o exemplo de uma base de dados particulares. O jornalismo necessita desses bancos para retirar informações. “O The Guardian’, jornal britânico, que criou seu próprio banco de dados, onde são filtrados e retiradas dados para elaboração de pautas e notícias. Além dos bancos de dados públicos, como portais da transparência”.

Rosa é jornalista, professor universitário, mestre em comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. Foi subeditor do site Gazeta Esportiva.Net, onde trabalhou por nove anos. Por outros cinco, passou pelo Portal Comunique-se, onde atuou como gerente de conteúdo e responsável pelos cursos na área de jornalismo on-line. Com passagens pelo Centro Universitário Sant’Anna, Universidade Cidade de São Paulo e Faculdades Metropolitanas Unidas, atualmente é doutorando pela Universidade Metodista de São Paulo, colaborador da Tracto e docente nos cursos de Comunicação Social (área de novas mídias e tecnologia) das Faculdades Integradas Rio Branco.

Acadêmicos de comunicação avaliam o primeiro semestre de 2013

Com o término do semestre letivo que aconteceu na sexta-feira, 12, alunos de comunicação avaliam como foram as aulas.

 Repórter: Lucas Dams – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

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Bruna Kobus, acadêmica de Jornalismo

O término do semestre letivo chegou. Para muitos é hora de descansar para encarar o próximo, outros aproveitaram para aprimorar conhecimentos e começar bem o segundo semestre de 2013. O último dia de aula foi na sexta-feira, 12, desse mês de julho. Para muitos acadêmicos da escola de comunicação da Uniuv o semestre foi de muitas descobertas e esclarecimentos.

Segundo a aluna do terceiro ano de Jornalismo, Bruna Kobus, os seis primeiros meses do ano foram para colocar em prática tudo o que foi aprendido desde o início. “Estamos conseguindo escolher agora qual área podemos seguir quando nos formarmos, acho interessante essa prática”. Além da confiança há expectativa para o último ano. “Ganhamos confiança com os estudos e temos a apresentação do TCC, também já começamos a treinar o que realmente queremos estudar e apresentar lá na frente”, destaca.

Juliano Bertoldi, calouro de Jornalismo, diz que foi muito proveitoso esse primeiro semestre e brinca: “Só não curti última semana (semana de provas), mais ao todo foi muito bom”.

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Aline Graef, acadêmica de Publicidade

Para quem está no último é hora de apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso, o TCC. Esse semestre ajudou na adaptação entre as matérias da grade acadêmica e as orientações, por isso, foi essencial a atenção com prazos entre trabalhos e protocolos do projeto. Aline Graef, que cursa o quarto ano de Publicidade e Propaganda, diz todos esses meses desse ano foi dedicado na apresentação de seu projeto. “O semestre acadêmico terminou com um alívio após a apresentação do TCC. Todo o trabalho que desenvolvemos durante esse período trouxe muita experiência para o próximo semestre, ajudando a entender a dinâmica do projeto, e o que iremos enfrentar no mercado de trabalho”.

Para Luana Luczka, algumas aulas foram boas e produtivas. “Trabalhos e provas aplicados durante aula sem deixar matéria acumulada”. Mas ela destaca que houve professores que deixaram alguns trabalhos e provas para a última semana e muitos alunos ficaram desesperados. Ela cursa o terceiro ano de Publicidade e Propaganda.

O colega de Luana, Gustavo Freitas, diz que o semestre foi tranquilo, a atenção dada pelos professores foi bastante satisfatória e o conteúdo das disciplinas estava bastante completo. Ele também fala do acúmulo da última semana. “Ruim mesmo foi à correria do final do semestre. Muitos trabalhos, avaliações e ainda o estágio”. Para ele, todos esses trabalhos o deixaram um pouco perdido. “Acabei não fazendo alguns trabalhos para poder entregar outros”.

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Projeto Rondon: Aluna de jornalismo é a nova integrante da equipe da Uniuv

Repórter: Lucas Dams – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo

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Bruna Werle de Oliveira, acadêmica de Jornalismo

A equipe do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) que integra o projeto Rondon com destino a Nunes Freire (MA) tem uma integrante nova. A acadêmica Bruna Werle de Oliveira, do quinto semestre de jornalismo, foi convocada após a desistência de Thais Ribeiro do curso de Publicidade e Propaganda. Bruna tinha se classificado na nona colocação, sendo a primeira suplente caso houvesse desistência.

Bruna destaca que o projeto é uma lição de vida e cidadania. “Aprender a aceitar cada um como um ser único e tratá-lo com igualdade. Porque não somos mais que eles por sermos do sul, e eles não são menos que nós por viverem em situações precárias”, destaca.

Usar o Rondon para aperfeiçoar seu trabalho, esse é um dos seus objetivos. “Profissionalmente, viver essa experiência abrirá meus olhos e minha mente sobre a cobertura jornalística”, disse. Para ela, essa experiência será um diferencial em sua carreira e contará pontos em seu currículo. Além de ser uma forma de contribuir para um mundo melhor por meio de seu trabalho. “Sei que o pouco que eu fizer será muito para eles”, conclui.

Outra acadêmica participante do projeto é colega de Bruna e também acadêmica de Jornalismo, Mayara Mugnol, que pretende trabalhar junto para desenvolver oficinas relaciona a área da comunicação.

O Projeto Rondon é coordenado pelo Ministério da Defesa. Seu objetivo é promover a integração social na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliem o bem estar da população. O Rondon é realizado pela parceria de diversos Ministérios e tem o apoio das Forças Armadas, que dão suporte logístico e segurança necessária às operações. Ainda recebe a colaboração de Governos Estaduais, de Prefeituras Municipais e de empresas socialmente responsáveis.

Essa é a segunda vez que a Uniuv participa do Projeto Rondon. Em sua primeira participação os alunos foram atuar em Irará, na Bahia.

 

Egresso de Jornalismo investe em seu TCC e lança oficialmente seu livro reportagem

Repórteres: Bruna Kobus e Lucas Dams –  acadêmicos do 5º semestre de Jornalismo da Uniuv

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Fábio Rodrigues durante o lançamento da obra

Desde o primeiro ano de Jornalismo na Uniuv, Fábio Rodrigues tinha em mente escrever um livro, para ele “tinha mais cara de jornalista”. “Eu já havia feito até um esboço de um romance”, confessou. Mas a ideia só ganhou forma nos últimos dois anos do curso, no penúltimo com a produção do pré-projeto e toda a familiarização com o conteúdo a ser estudado e, no último ano, enfim, a produção do tão esperado livro.

A obra “Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” foi um projeto de conclusão de curso, que por inquietação do novato escritor não queria que seus textos fossem esquecidos. “Se um livro é produzido e lançado, o mercado está aí, aí para divulgar sua obra”, disse Fábio.   E foi assim que o recém-formado em Jornalismo ganhou o mercado de sua cidade, Canoinhas. Na noite de quarta-feira, 17 de abril, lançou oficialmente seu livro em um bar de sua cidade, intitulado de Bar do Coringa. “Achei o lugar apropriado para o lançamento, é rústico e a comunidade de Marcílio compareceu e comprou os livros, o mais importante”, contou a orientadora do escritor, Angela Farah.

Nesta noite, Rodrigues tinha levado para o Bar 75 livros. “Imprimi todos pelo Clube de Autores, igual quando imprimi para a banca do TCC. Eu paguei o que pude e tive o retorno.” Durante a produção do livro, Fábio como um bom jornalista, seguiu sua pauta e resistiu para não “viajar” de mais com tantos assuntos novos que surgiam a cada entrevista. “O livro traz a história geral da Vila de Marcílio Dias, de Canoinhas, é baseada nas histórias das pessoas, por isso não se pode dizer que seja a história completa, segui a minha pauta porque a cada entrevista surgiam milhões de assuntos novos para abordar e eu não conseguia atingir tudo”, confessou.

Conselho Editorial

Em pouco tempo o livro que conta a história de Marcílio Dias terá uma editora. A Uniuv lança em média dois livros por ano pelo Conselho Editorial e ainda este ano a obra de Rodrigues será publicada pela Instituição. “A Uniuv entrou como editora e me deu uma base, mas os exemplares ainda serão impressos pelo Clube de Autores e o livro terá algumas páginas a mais.” Fábio se referiu aos offs da história que irá publicar em seus próximos exemplares.

Novos projetos

O jornalista está divulgando seu trabalho, mas já tem em mente vários outros projetos de futuros livros, mas que, segundo ele, só está analisando a maneira correta de abordá-los.

Aumentando a coleção

Para quem quiser comprar a obra de Fábio basta acessar o Clube de Autores e finalizar a compra. Neste caso haverá frete e então se preferir comprar direto do autor basta contatá-lo em sua rede social, Facebook.