Alunos e egressos de Comunicação apresentam trabalhos no X Enaproc da Uniuv

Repórter Bruna Kobus: acadêmica do sexto semestre de Jornalismo 

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Na noite de 6 de novembro alunos do oitavo semestre de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) no X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc). As apresentações de Comunicação Social foram realizadas no segundo piso da Instituição.

Com início às 19h, Marcelo de Lara, egresso de Jornalismo, mostrou em slides o processo de produção de sua monografia, concluída em 2012.

Marcelo escreveu sobre a religião nas pautas da Folha de São Paulo e Gazeta do Povo. Foram cinco meses apenas para análise do material.

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Logo após Lara, o acadêmico do último ano de Jornalismo, Marcelo Kloczko, apresentou seu livro-foto-reportagem. Nele Marcelo conta a história de Dunha, o primeiro fotógrafo da cidade de Cruz Machado.

Ao longo da apresentação de Kloczko havia um anexo que deixou todos os presentes impressionados.  Marcelo mostrou uma das fotos que Dunha tirou quando fotografava para a Polícia do município. “Tinha muitos outras fotos desse jeito, mas não quis perder o foco do livro colocando elas. Dunha tirava as fotos de graça para a Polícia, nunca ganhou nada com isso, além de ser o único na cidade que tirava foto”, conta.

Veja os slides: Memórias Reveladas

 

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Após o intervalo, foi a vez dos alunos de Publicidade e Propaganda. O primeiro grupo, Sniper, contou sobre a campanha publicitária que realizaram para a sorveteria Klomix.  “A gente apresentou só o primeiro TCC, o que já estava finalizado, pois o último ainda está em fase de conclusão”, confirma Aline Marques, acadêmica de Publicidade.

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A Sniper é formada pelos alunos Aline Marques, Cris Morais e Ozório Filho.

Durante a apresentação Ozório explicou o significado da Agência, o que surpreendeu um dos monitores da sala, a professora de Publicidade e Propaganda, Gabrielle Saniszewski.

O acadêmico de Publicidade explicou que o nome da agência significa “atirador de elite” em inglês. E o motivo dessa nomenclatura é que a Agência vai direto ao assunto, com um único tiro igual a um Sniper, a Agência consegue com uma campanha atingir os objetivos do cliente.

Mas, antes da Agência Sniper, as alunas Aline Graef, Ágatha Gomes e Luna Melo também mostraram a primeira produção do Trabalho de Conclusão de Curso.

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Os Trabalhos de Conclusão de Curso que realizamos tem como principal objetivo nos aproximar de duas diferentes realidade de mercado. O mais importante é que temos que nos dedicar a cada etapa de uma campanha, para que o todo seja o resultado de um trabalho legal. Eu vejo o TCC como uma forma de unir tudo que aprendemos na faculdade e muito mais, a parte “acadêmica” do trabalho exige que façamos pesquisas relacionadas ao mercado que escolhemos trabalhar, aumentando assim ainda mais nosso repertório como alunos e profissionais“, conta Aline sobre as campanhas desenvolvidas e também a apresentação realizada no Enaproc.

O último trabalho da noite foi de Marcelo Götz Mayer que apresentou uma campanha elaborada para o Jóia Tênis Clube em Porto União. Mayer trabalhou com a publicidade personalizada para cada cliente. Marcelo trabalhou com temas para a classe A e baseado na compra de Jóias.

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“O motivo de escolher o Jóia foi por ser um tipo de cliente que não estava acostumado a trabalhar, que gerasse um desafio então  o melhor é sempre escolher o novo, pois o desafio é o que move a nossa vida.

 

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Professores do Curso de Jornalismo lançam livros

Repórteres: Karoline Bertotto e Marcelo Kloczko – acadêmicos do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

 

Na quarta-feira, 07 de novembro, os professores de Jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), Angela Farah e Lúcio Passos, lançaram seus livros pelo Conselho Editorial da Uniuv.

O evento foi realizado no Clube 25 de julho e contou com a participação de números musicais e culturais, além da também professora da Uniuv, Sandra de Paula e Souza, que esteve presente para lançar seu livro ‘Oficina Pedagógica – O despertar para a educação turística municipal’.

Cada um contou com alguém que os apresentava, para logo em seguida falar um pouco sobre a sua obra e o desenvolvimento. O professor Lúcio foi apresentado por seu irmão, Murilo Passos, e a professora Angela pela professora Ana Cristina Bostelmam.

Segundo Jussara Leite, membro do Conselho Editorial da Uniuv, as obras foram selecionadas por acreditar que seriam de amplo interesse e bem utilizadas. O processo de produção dos livros começou há uns dois anos e envolveu várias pessoas, entre elas, Fahena Porto Horbatiuk, presidente do Conselho, que fez as revisões, e a própria Angela que fez a preparação do seu livro e do colega Lúcio Passos. “Acho que as obras como um todo ficaram muito atraentes. Cumpriu a nossa expectativa”, afirma.

As duas obras são o resultado de pesquisas realizadas na produção do mestrado. O livro de Lúcio, “Produção de sentido em fotografia”, fala exatamente da leitura de imagens fotográficas inseridas no contexto jornalístico. “Parti da definição do que queria estudar, escolhi objeto, busquei embasamento e iniciei o processo de análise”, conta o professor. Para ele, poder finalmente lançar sua obra dá a sensação de dever cumprido. “Como professor e pesquisador é minha obrigação compartilhar o conhecimento adquirido”, acredita.

 “A imagem da criança na imprensa – Um estudo dos jornais Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo” é o título do livro da professora Angela Farah, fruto também, de uma longa pesquisa realizada em seu mestrado. No livro, Angela analisa imagens de crianças, utilizadas nos dois maiores jornais de São Paulo e como elas produzem sentido no entendimento do público. Para Angela, a sensação de lançar um livro é de estranheza, pelo conteúdo ter sido feito em sua dissertação, antes do livro. “Mas é muito bacana, porque a decoração, a diagramação, é em forma de livro, e eu acho que o trabalho fica muito mais fácil para as pessoas consultarem”, explica. De acordo com a professora, foram aproximadamente dois anos para preparar e adequar todo o material da dissertação para o livro, que acredita ser interessante a todos aqueles que estudam ou trabalham com comunicação, representação, fotografia e análise.

Os dois professores, não descartam a possibilidade de novos livros futuramente. “Talvez possa, no futuro, transformar outra pesquisa em livro”, afirma Lúcio. Já Angela, pretende escrever livros reportagens ou até mesmo transformar sua próxima pesquisa, o doutorado, num outro livro.

 

 

Alunos de Comunicação Social da Uniuv vão a Curitiba conhecer os maiores grupos de Comunicação do Estado

Repórter: Karoline Bertotto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

Na terça feira, 9, os alunos de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e Jornalismo, rumaram à capital do estado para realizar uma viagem técnica. A organização ficou por conta das professoras Ana Cristina Bostelmam e Angela Farah .

A ideia, de acordo com a professora Angela Farah, surgiu de uma conversa que teve com a turma do terceiro ano de jornalismo. A viagem não saiu no primeiro semestre porque não havia data disponível para a visita à RPC. No segundo semestre, os contatos foram retomados e as visitas agendadas.

Ana Cristina, porém, lembra que a viagem foi planejada de acordo com dois princípios: preço e qualidade. “Temos sempre duas preocupações, que se interligam: fazer uma viagem com conteúdo e fazer com que ela seja acessível financeiramente aos alunos. Buscamos muitos orçamentos e várias possibilidades de visita para poder unir estas duas preocupações”, explica.

Para Angela, a principal contribuição das visitas técnicas está em ajudar o aluno a perceber a importância da profissão para a sociedade. “A principal contribuição das visitas para os alunos é a que o horizonte amplia-se, o mundo cresce, as fronteiras se alargam. Ao conhecer veículos de comunicação de médio porte, mas com uma estrutura muito boa de trabalho, os alunos podem visualizar algo que não temos na cidade, podem pensar melhor sobre suas opções profissionais, avaliar novas oportunidades, fazer novos planos, sonhar mais alto”, afirma.

Logo pela manhã, os acadêmicos foram levados à sede do jornal Gazeta do Povo, no centro de Curitiba, onde assistiram a um vídeo institucional apresentando toda a equipe que forma o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). A mediadora do programa de visitas, Lúcia Müller, ainda lembrou aos alunos um dos valores mais importantes na profissão jornalista: o compromisso com a veracidade, a necessidade em verificar a notícia antes de reproduzi-la.

Segundo a mediadora, a Gazeta conta atualmente com um quadro de funcionários que passa os três mil, entre freelancers e todos que são envolvidos, de alguma forma, para que o maior jornal do estado do Paraná possa acontecer. A Gazeta do Povo existe há quase um século e tem uma tiragem de 42 mil exemplares por dia. Aos domingos esse número dobra, chegando, muitas vezes, as 95 mil edições.

Uma curiosidade esclarecida por Lúcia, é que, com os meios digitais, este número não aumentou, mas não caiu. Destacando a importância em conhecer e experimentar todas as modalidades que o jornalismo oferece, a mediadora guiou os alunos aos setores de fotografia e infografia, redação e parque gráfico, para que pudessem conhecer e entender um pouco melhor o processo de construção da notícia.

A visita na RPC foi à tarde, lá os alunos conheceram dos carros de reportagem aos estúdios dos jornais e programas, passando pela ilha de edição, sala de transmissões e link ao vivo, sweetcher, laboratórios e redação. Na RPC, Lúcia falou um pouco do improviso enfrentado por boa parte dos funcionários que fazem TV diariamente.

Para a mediadora do Programa de Visitas do Grupo RPCOM, poder mostrar aos alunos a estrutura e rotina de trabalho, tanto do jornal, quanto da TV, é fundamental. “É uma experiência muito rica de conteúdo, algo que a pessoa não esquece. Nós da emissora ficamos muito felizes em recebê-los, a gente espera encontrar alguém de vocês nos corredores daqui alguns anos”, afirma.

As visitas ao GRPCOM são diárias e chegam a 250 visitantes por semana.

A última visita do dia foi na Agência de Publicidade Opus Múltipla, uma das maiores do Paraná e que está completando 40 anos de mercado. Lá, agência e grupo de funcionários foram apresentados aos alunos e reforçado valores e características fundamentais de qualquer agência e para qualquer profissional publicitário, como, a pró-atividade, qualidade e excelência.

A Opus Múltipla trabalha com clientes grandes e de diversos segmentos e já foi premiada em muitos festivais, inclusive o maior deles, o Festival de Cannes, em 2008. Está incluída no grupo OM que engloba ainda a House Kricket e a Brainbox, todas do ramo publicitário.

Para os alunos, viagens assim são a oportunidade de conhecerem melhor uma realidade não muito presente em nossas cidades. “Acredito que as viagens técnicas são uma forma de mostrar para o aluno como funcionam as coisas lá fora, como é posto em prática o que vemos em sala de aula.”, conta a acadêmica de Jornalismo do sexto semestre, Bárbara Letícia Franco, que acrescenta: “Serviu também como estímulo para nós alunos. Pudemos ver que o trabalho de nossa profissão é árduo, mas que se realmente gostamos nada é impossível”, completa.

A professora Ana Cristina acredita que além do conhecimento, viajar com os alunos possibilita também o entrosamento e união do curso. “É um momento de confraternização, de estreitar laços de amizade, de curtir um pouco dessa fase tão maravilhosa que é a faculdade”. Para ela, esta foi uma das melhores viagens que já fizeram. “Ninguém se atrasou nos horários, todos participaram com entusiasmo das visitas, não tivemos reclamações, a viagem foi super tranquila. Enfim, todos voltaram muito cansados, mas com certeza valeu a pena”, diz.

 

 

Egressa do curso de Jornalismo é a primeira aprovada em Mestrado

Repórter: Marcelo Kloczko – 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A jornalista Criselli Montipó é a primeira egressa do curso de Jornalismo a obter um mestrado. Ela realizou a sua pesquisa na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Programa de Mestrado em Jornalismo (PosJor). Sua aprovação aconteceu em 17 de agosto, quando realizou a defesa da sua dissertação.

Natural de Paula Freitas (PR), Criselli formou-se em 2005 em Jornalismo pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Após a conclusão realizou especialização em Didática e Docência no Ensino Superior na Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu (Uniguaçu).

Com o objetivo, já em mente, de realizar o mestrado, encontrou trabalho em Curitiba (PR). Mudou-se para a capital pela facilidade e possibilidades de cursar a espacialização. A jornalista escolheu o mestrado com o objetivo de unir as áreas da docência e do jornalismo. “Além de acreditar no papel social do jornalismo, também confio no potencial transformador da educação”, afirma.

O curso teve a duração dois anos. A sua pesquisa teve como tema a Narrativa Jornalística e Diversidade Sociocultural – a Tessitura das Reportagens da Revista Brasileiros, inserida da linha de pesquisa Fundamentos do Jornalismo, do PosJor. Ela escolheu este tema devido à diversidade estar ligada a sua vida. “Nasci em um cantinho do Brasil onde, desde cedo, ouvi pela voz de meus avós, histórias fantásticas da força e da simplicidade humana, da natureza e do universo”, explica.

A parte mais difícil durante o mestrado foi à época em que trabalhava em Curitiba e viajava para Florianópolis para assistir às aulas. Nesse período ela teve que organizar o seu tempo para poder trabalhar e estudar. “A dificuldade maior foi lidar com a administração das horas, para deixar o trabalho e as leituras em dia”, conta.

A produção da sua dissertação foi uma etapa que exigiu bastante de sua dedicação. Durante o período do estudo, ela recebeu uma bolsa de estudos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o que possibilitou uma dedicação exclusiva para a sua pesquisa.

Segundo Criselli, as dedicações dos professores do colegiado de jornalismo motivaram a sua ingressão na área da docência. “Na graduação tive como orientadora a professora Angela Farah, e na especialização, minha orientadora foi a professora Kelen Junges, ambas sempre me incentivaram a ingressar no mestrado”, declara.

Atualmente ela mora em Curitiba e está vinculada à Capes, mas pretende desenvolver projetos relacionados à reportagem e educação. Criselli pretende dar continuidade aos seus estudos. Iniciou um curso de extensão em Cinema, para aprimorar os seus conhecimentos de narrativa do estilo documentário. Em breve pretende cursar doutorado. “Acredito que na nossa área não tem como estacionar, tem que estar sempre antenado”, comenta.

Curso de Comunicação retorna as atividades do segundo semestre

Repórter: Marcelo Kloczko – 6º semestre de Jornalismo Uniuv

 Ao total, o segundo semestre tem 103 dias letivos. Parece bastante, mas passará muito rápido para o curso de Comunicação da Uniuv. A expectativa dos acadêmicos para este semestre é dar continuidade às aulas práticas e aos projetos. O curso de Comunicação também reserva algumas novidades para este último semestre.

Alunos de Comunicação tiveram palestra sobre telégrafo

Repórter: Marcelo Kloczko – acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Na aula da História da Comunicação, o primeiro semestre de Jornalismo e Publicidade teve uma palestra sobre o funcionamento de um telégrafo. Além da palestra sobre a importância da ferramenta para a comunicação, os acadêmicos também tiveram a oportunidade de mexer com o equipamento.

Curso de Comunicação ganha selo comemorativo de 10 anos

Repórter: Marcelo Kloczko – 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Dando início às comemorações de dez anos de criação, o curso de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), realizou o Concurso do Selo Comemorativo. O concurso contou com a participação dos acadêmicos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda e o objetivo era criar um emblema tendo como tema os dez anos do curso.
O professor e coordenador do curso de Jornalismo, Lúcio Kurten dos Passos, explica que a ideia da criação do selo surgiu da proposta de motivar os acadêmicos e também de envolvê-los nas comemorações do curso. “Será um ano importante com lançamento de livros dos professores, participações em congressos, visitas técnicas, visando mostrar às comunidades da região a importância da comunicação social”, afirma.
A organização geral do concurso foi do professor e publicitário Robson Fogaça. No total, 14 acadêmicos participaram com suas criações. Os selos inscritos passaram por avaliação da comissão julgadora formada pelos professores Fernando Gohl, Lúcio Kurten dos Passos e Julliana Biscaia. Após a análise, três classificados participaram da votação geral, em que os acadêmicos do curso de Comunicação escolheram o selo vencedor.
O selo escolhido pelos estudantes foi do acadêmico do sétimo semestre de Publicidade e Propaganda, Cassio Bona Júnior, que obteve 50 votos. Ele comenta que utilizou em sua criação o conceito de fontes e cores que representassem a seriedade dos cursos de Comunicação da Uniuv. “Ao centro do número zero existem dois balões que simulam um diálogo entre pessoas e, englobando eles, existe o zero com a ideia de balão também, simbolizando os meios de comunicação”, explica.

O resultado do concurso foi anunciado pelo professor Lucio durante a quinta edição do Encontro de Alunos e Ex-alunos dos Cursos de Comunicação (Enconalexcurcom). No evento foi realizada também a entrega da premiação para o vencedor. Bona ganhou livros relacionados a criação gráfica, uma camiseta e um kit da gráfica Pancrom.