Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas

Esse foi o tema da palestra de Caio Moreira Guimarães, no XII Encontro Anual de Produção Científica (EnAProC) da Uniuv Continue reading “Construindo sua sorte e transformando teorias em práticas”

O desafio do Jornalismo Multimídia foi o tema da Palestra da jornalista Genara Rigotti

“É preciso pensar em como fazer um jornalismo diferente, que seja multiplataforma, ou seja, produzir notícias tanto para o impresso quanto para o digital”.

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Enaproc 2013: Inicia o X Encontro de Produção Científica da Uniuv

Repórter: Mayara Luana Mugnol –  acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A abertura do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) aconteceu no dia 5 de novembro no Cine Teatro Luz.

O evento tem como objetivo divulgar a produção científica dos acadêmicos e professores, incentivar e estimular a prática da pesquisa, proporcionar a aplicação do conhecimento teórico na prática e gerar novos conhecimentos aperfeiçoando-os aos recursos humanos.

Durante a manhã foi realizada uma mesa redonda – para os  cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Odontologia e alunos do segundo e terceiro ano do Coltec – sobre ética na pesquisa científica. Mediada pela pró-reitora de ensino Maria Genoveva Bordignon Esteves, o debate contou com a participação de três convidados:

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Mesa redonda sobre ética na pesquisa

Samom Noyama, coordenador e professor do curso de Filosofia da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória-PR (Fafiuv), Karim Siebeneicher Brito, coordenadora e professora de letras da Faviuv, e a professora e a advogada  Mirian Karla Kmita, da Uniuv.

Noyama falou brevemente sobre o surgimento das questões éticas e das principais teorias e fundamentos sobre a ética elaboradas por filósofos. Para o professor, sua abordagem foi, em geral, problematizando a importância da discussão sobre a ética, mas alertando que não há uma forma única e definitiva de resolver este problema. A professora Karim explicou como fazer uma pesquisa com ética, e mencionou rapidamente as diretrizes da CNPq. A advogada Mirian falou sobre as diversas formas de plágio, e explicou aos acadêmicos se é ou não crime cometê-lo e de que maneira evitá-lo.

Ao final das apresentações os alunos participantes puderam tirar suas dúvidas em um bate papo descontraído com os palestrantes. Para a professora de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Angela Maria Farah, muitas pessoas não tem noção exata do que é o plágio, como se configura e como não cometê-lo. “O debate foi importante para alertar os alunos e mostrar que é possível fazer uma pesquisa sem copiar nada de ninguém”, explica a professora.

A abertura oficial do evento aconteceu durante a noite, com a apresentação da peça “Eu te amo” do Grupo teatral Um bando de Efêmeros, de União da Vitória. Após a apresentação da peça, o evento teve continuidade e os acadêmicos e professores assistiram a uma palestra sobre a importância da ciência com o Biólogo, professor e doutor Roberto Ferreira Ariton.

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Palestra sobre a importância da pesquisa científica

 

 Para Ariton, todo aluno que passa pela iniciação científica é diferenciados dos demais que não passaram por esse processo.

Acompanhe.

 

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O evento tem continuidade nesta quarta, 6, na Uniuv, onde os acadêmicos apresentarão suas pesquisas e seus trabalhos de Conclusão de Curso(TCC) e também os professores que estarão apresentando suas pesquisas de Mestrado e Doutorado.

O Enaproc é obrigatório para todos os acadêmicos que estão em fase de término do TCC, e, é este o trabalho que eles apresentarão no evento. As apresentações dos trabalhos acontecem de duas formas, painel ou comunicação oral. Na última modalidade o acadêmico dispõe de no máximo 20 minutos para apresentação. Após isso, há espaço para o público debater e realizar perguntas sobre os trabalhos.

Os universitários que ainda não estão no último ano também podem participar inscrevendo trabalhos e pesquisas científicas.  Acrescentando o desenvolvimento e o currículo acadêmico do aluno.

 

 

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Alunos de comunicação participam de palestra sobre Brandsense

Repórter: Bruna Werle – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

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No dia 15 de abril, na sala de eventos da Uniuv, os acadêmicos de Comunicação Social participaram da palestra sobre estratégia de marketing empresarial. O tema abordado pelo palestrante Paulo Lima foi Brandsense – Os segredos sensoriais das marcas.

 

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Palestra com Bacharel em Sistemas de Informação amplia conhecimento dos alunos sobre as tecnologias e inovações das mídias digitais

Repórter: Karoline Bertotto – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

Os números estatísticos comprovam: a internet quadriplicou seu número de usuários nos últimos dez anos. Segundo Andrews Roberson Batista isso se deve a fatores como, o aumento de lan houses, a banda larga e a internet móvel que impulsionaram sua popularização aqui no Brasil. Tecnologias e Mídias Digitais parecem ser os assuntos da hora, ou nunca saírem de questão com programas, softwares, mídias e inovações que parecem inesgotáveis. Na noite de segunda-feira (04 de junho) o quinto e sétimo semestres de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) puderam assistir a uma palestra onde o analista Andrews mostrou os grandes lançamentos e tendências de negócio e divulgação da grande rede. “O Andrews é um auto didata foi muito além do que a faculdade ofereceu, além de ser um grande líder”, inicia a professora e ex-colega de trabalho Ana Cristina Bostelmam.

Andrews é diretor de web na Girafa Comunicação Interativa e introduziu o assunto apresentando as mídias criadas e utilizadas pela Girafa. O destaque de Andrews foi para o site de compras coletivas Continente Coletivo que eclodiu no ano de 2011 e seguia um modelo que fez sucesso internacionalmente e foi testado aqui nas cidades. Mercado do qual o Brasil é líder em acessos na América Latina e que movimentou mais de 1 bilhão de reais em 2011. Todos os dias surgem, no comércio eletrônico, novas formas e oportunidades de negócio, como os agregadores de ofertas, revendedores de cupom e o Ad Network, uma plataforma de distribuição de anúncios publicitários em que você pode anunciar na sua rede social e faturar com isso também. 85% do faturamento da empresa Google vem dos links patrocinados. A Boobox é a brasileira desse ramo, surgiu da periferia de Brasília e entrou para a lista das 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2012. Além do Ad Network, Social Games são grandes destaques do mercado atualmente e devem arrecadar mais de 74 bilhões de dólares em 2012, mais do que o próprio cinema, sendo que o Brasil é o quarto País com maior mercado de Social Games do mundo.

Andrews ainda lembrou da magnitude que a internet pode gerar para uma marca ou negócio, se comparada ao custo e praticidade da divulgação em outras mídias, mostrando ótimos números de acessos em redes sociais e outros sites. “Redes Sociais serão sempre tendência daqui pra frente”, conclui a professora Ana Cristina sobre palestra do amigo Andrews Roberson Batista. “Acho muito válido o compartilhamento, não adianta reter isso para mim, os alunos de Comunicação Social precisam desse conhecimento”, afirma o analista.

Mais uma vez: unidas pela Comunicação

Repórter: Fernanda Santos – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

As irmãs Fernanda e Rafaella Maier, além de laços afetivos, seguiram os mesmos caminhos e hoje trabalham juntas

Na terça-feira,8 de novembro, o segundo e quarto semestres de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, receberam a visita de Fernanda e Rafaella Maier para falar sobre os meios de comunicação que atuam e contar quais as suas experiências. O convite para a palestra surgiu do aluno Osmari José Lopes, que cursa a disciplina de Teoria da Comunicação, ministrada pela professora Angela Farah. “Como deveríamos trazer pessoas ligadas a Comunicação Social, sugeri a presença de Rafaella e Fernanda porque eu já as conhecia”, disse Lopes, afirmando que as iratienses aceitaram o convite com muito entusiasmo e ficaram muito felizes, pois é a primeira vez que o curso recebe representantes de Irati.

Formação em Comunicação gera vínculo entre as irmãs

Rafaella Maier formou-se em Jornalismo pela Faculdade Santa Amélia, em Ponta Grossa. “Faria Publicidade e Propaganda. Por não ter opções, fiz Jornalismo e vi que era a área certa. Tenho certeza absoluta que fiz a escolha mais sensata”, diz Rafaella.  Antes mesmo de se formar, a estudante de Jornalismo já trabalhava em um jornal local como recepcionista e depois assumiu o papel de jornalista responsável. Nesse emprego, Rafaella permaneceu por oito anos. Em 2011, integrou na agência de Publicidade com sua irmã, Fernanda.

Formada em Publicidade e Propaganda em 2009, pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), Fernanda Maier começou a trabalhar quando iniciou a faculdade. A publicitária principiou na Prefeitura Municipal de Irati, local em que permanece atualmente pela Casa da Cultura. Em julho de 2010, resolveu abrir sua agência de Publicidade. “Recebi a proposta de iniciar o projeto com parcerias, mas decidi que faria isso sozinha”, contou Fernanda, que em fevereiro de 2011, recebeu Rafaella como companheira para que juntas formassem a Prax Publicidade e tomassem frente da Revista Visual.

Profissionais formados são minoria em cidades do interior

Rafaella e Fernanda promoveram um grande bate-papo com a turma para expor suas experiências de trabalho. Rafaella contou que durante sua passagem pelo jornal impresso, sempre teve trabalhos paralelos ligados a revistas e outros jornais locais, na condição de free lance. Falando da revista, meio em que promoveu várias perguntas dos acadêmicos, Rafaella explicou que como é mensal, há mais tempo para a preparação do material que será publicado. “Porém, junto a matérias, temos que cuidar do setor de finanças e vendas, por exemplo, campos em que no jornal havia divisões de atividades”, informa a jornalista.

Para o jornal, Rafaella comenta que escrevia matérias de assuntos gerais. Mas, para a revista, o sistema de informações é diferenciado. “O público é distinto e o material jornalístico é preparado de forma mais social, com menos textos e mais fotos”. Para ela, está aí um dos grandes diferenciais entre uma revista e o jornal.

“Para publicitários, o mercado é difícil”, inicia Fernanda. Em Irati, ela é a única publicitária com diploma que trabalha na área. “Acredito que o maior problema para as pessoas é entender para quê serve a Publicidade e Propaganda, até pela presença de muitos amadores”.  Fernanda salienta que por muito tempo pensou que não havia tanta necessidade de se obter um diploma na área, mas com o tempo observou que foi fundamental para a sua formação profissional. “Hoje, exerço o que aprendi e ainda tenho minhas dificuldades”, esclarece.

Irmãs não se arrependem do que escolheram e são apaixonadas pelo que fazem

Fernanda narra que durante a faculdade aprendeu a gostar da Publicidade, mas durante um tempo deixou esse gosto de lado. “Então, quando me formei, pensei em fazer outro curso porque realmente perdi um pouco da vontade de trabalhar na área”. Porém, Fernanda relembrou dos quatro anos em que enfrentava as estradas para vir de ‘van’ à faculdade e dos sacrifícios com essas viagens diárias. “Percebi que precisava trabalhar com a Publicidade e entendi que nada foi em vão”, relata a apaixonada pela Publicidade, Fernanda.

Rafaella observa que ser jornalista não é uma profissão fácil porque exige tato, sensibilidade e imparcialidade, independente das circunstâncias. “Jornalismo é muito mais do que escrever textos e colocar verbos nos momentos certos: é escrever da forma com que todas as pessoas entendam”. Para ela, o papel do jornalista é ser ávido, correr atrás das notícias mesmo com todas as dificuldades que surgirem no caminho.  Sobre o diploma, a jornalista descreve que infelizmente a profissão não é valorizada a começar por essa questão. “Mas para os bons, a queda do diploma não faz diferença porque sempre haverá trabalho para gente que realmente gosta do que faz e se dedica. E eu amo o que faço”, finaliza Rafaella.

 

Palestra faz sucesso com os acadêmicos da Uniuv

Repórter: Thaís Siqueira Pinto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

Muitos acadêmicos ficaram satisfeitos com a palestra de abertura do Enaproc no Wooden Hall. Dizem ter gostado muito sobre o tema abordado e também acharam interessante o modo de como o palestrante interagiu com a plateia

O 8º Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) aconteceu nos dias 17 e 18 de outubro de 2011, e foi promovido pelo Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Para a abertura, a Uniuv trouxe a palestra do professor Max Haetinger, que abordou o tema “Educação, Pesquisa e Criatividade”. O evento aconteceu no Centro de Eventos Wooden Hall em União da Vitória (Paraná).

“O objetivo do evento foi levar para os acadêmicos uma palestra que não falasse sobre motivação, mas que mostrasse que o encontro de produção científica significa muito para a vida acadêmica, e os benefícios que ele traz são vários”, diz o reitor da Uniuv, Jairo Vicente Clivati. Para ele, o evento superou todas as expectativas, pois a palestra foi concreta e não motivacional. “O Max soube passar com muita clareza e profundidade a importância que a pesquisa e a produção têm na educação e com seu humor surpreendeu a todos”, ressalta.

De acordo com Haetinger, acreditar no futuro é essencial para qualquer pessoa se dar bem na vida. Pois quem acredita e luta pelos seus sonhos, chega a qualquer lugar. Ele disse em sua palestra que todos os acadêmicos precisam ser curiosos, pesquisar bastante sobre assuntos diversificados e tudo que achar necessário.

Segundo a Pró-Reitora de Ensino da Uniuv, Maria Genoveva Bordignon Esteves, no período matutino quase 500 lugares foram tomados por professores e acadêmicos da Uniuv, e no período noturno aproximadamente 700 lugares. Ela conta que escolheu a palestra de Max para os acadêmicos no ano passado, onde assistiu a uma palestra dele e acabou gostando muito.

A estudante do oitavo semestre do curso de Jornalismo da Uniuv, Janaína Anair da Silva, conta que gostou muito da palestra, ainda mais por ter sido em um lugar diferenciado, como o Wooden Hall. Para ela, foi uma das melhores palestras do Enaproc. “Foi muito divertido e ainda me fez lembrar uma palestra que gostei muito, que foi a em comemoração aos 37 anos da Uniuv ‘A vida que vale a pena ser vivida’, com o professor Clóvis de Barros Filho”, conta. Ela acha que se a maior parte dos palestrantes abordassem os temas do jeito que ele abordou elas não ficaram maçantes.

 

Um feriado ao lado de Caco Barcellos

Repórter: Fernanda Santos – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

Sete de setembro, dia da Independência do Brasil. Em pleno feriado, a maioria dos brasileiros só pensa em descansar e aproveitar da melhor forma o dia de folga. Porém, ao contrário dessas pessoas, alunos do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) trocaram a noite do feriado por uma viagem rumo à Caçador, Santa Catarina. Por quê? O jornalista Caco Barcellos ministraria a palestra ‘Os desafios na formação de um profissional e na lapidação de novos talentos’.

Em uma aula de Informática, uma semana antes da palestra de Barcellos, acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo conversavam com a professora durante a aula, e por acaso, descobriram que o jornalista estaria em Caçador. “Todo mundo gostou da ideia e imediatamente procuramos mais informações”, conta o acadêmico Bruno Moreschi Marcinichen. Então, os alunos rapidamente avisaram as outras turmas de Comunicação e contrataram uma condução para a viagem.

Às 17h30, o grupo de 13 alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, acompanhado pela professora Angela Farah, se reuniu em frente à Uniuv para embarcar rumo a cidade catarinense. Caco foi o terceiro palestrante na segunda noite do Seminário de Administração da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe (Uniarp). “A experiência que Barcellos tem no Profissão Repórter se encaixou perfeitamente no tema”, diz a aluna do quarto semestre de Jornalismo, Mayara Solarevicz. Durante a palestra, o jornalista chamou atenção para as situações simples e corriqueiras da vida que podem, de certa forma, auxiliar mais tarde a prática e vivência na profissão. “Ele se posicionou como repórter, mas sua fala foi voltada para empresas, administradores e coisas do gênero”, explica Mayara.

Valores pessoais foram destacados pelo  jornalista

Um assunto que Barcellos reforçou foram os valores que são conquistados na vida afirmando também que todos são responsáveis pela situação atual que se encontra o País. “Também o que me chamou atenção é que Caco, partindo de sua vida pessoal, contou que seus pais pelo pouco que sabiam lhe ensinaram grandes lições que o fizeram um profissional correto e, principalmente, ético”, enfatiza a aluna de Jornalismo que ficou encantada e surpresa com a palestra.

Marcinichen relata que algo que lhe prendeu a atenção foi a forma de Barcellos retratar a importância da humildade. “Ele comentou a forma de como chegou onde está agora. Que foi um taxista e que se esforçou muito para alcançar seus objetivos, que vocês pode chegar onde deseja”, disse o aluno.

Alunos ficam realizados com a palestra

“Nossa, eu adorei imensamente”, afirma Mayara. Entusiasmada e contente com o que assistiu em Caçador, ela conta que já conhecia o trabalho de Barcellos. “E vê-lo, literalmente, foi de arrepiar. Ele tocou em coisas tão simples, mas tão significativas que o simples fato de valorizar tudo que acontece na minha vida ou qualquer pessoa que seja, foi uma das questões que ficaram mais claras nessa palestra. Ele passou uma noção real e crítica da situação brasileira, porém com otimismo”.

Alegre com o que viu também, Bruno vê o jornalista de forma diferente. “Antes eu o achava um jornalista bem sucedido. Agora, descobri quem ele era antes de chegar onde está de forma bem sucedida”. Bruno diz que a palestra foi muito boa porque Caco não se voltou somente para a área de Jornalismo e nem Administração, campo em que o Seminário se estendia.

Mayara tenta explicar tudo que aprendeu com a noite de conhecimento. Ela diz que suas ideias a fizeram pensar e refletir que existe alguém ‘importante’ que entende o que está ocorrendo com o mundo e disposto a mudar. “O que ele fala talvez se traduz àquela velha esperança de mudar o mundo. O que ele busca repassar  é que as coisas estão sendo vistas como realmente são e mesmo assim alguém quer fazer diferente”, finaliza a estudante.

 

 

Acadêmicos de Jornalismo fazem cobertura da palestra de Clóvis Barros

Repórter: Michelle Martins de Lima – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completa 37 anos em setembro. Para comemorar a data, todos os anos a instituição trabalha na organização de eventos que unam os acadêmicos, administração e área pedagógica. Neste ano, Clóvis de Barros Filho foi convidado a ministrar uma palestra na noite que marca o aniversário da Uniuv, 21 de setembro. O tema da palestra foi A vida que vale a pena ser vivida. O mesmo tema foi pauta também dos acadêmicos de Jornalismo.

Os alunos do sexto e oitavo semestres ficaram responsáveis por fazer a cobertura do evento. Antes da palestra, os estudantes e professores se reuniram para definir os grupos, categorias das matérias e a mídia a ser utilizada: fotojornalismo, impresso, rádio e TV.

No Cine Teatro Luz, em União da Vitória, os repórteres como Janaína da Silva, vão dividir o espaço com os colegas e a plateia. “O desafio é fazer algo diferente. Já que teremos mais uma dupla em telejornalismo”, diz Janaína. Segundo a acadêmica do último período, cada dupla vai ter que encontrar focos diferentes para as matérias, pois o assunto geral é o mesmo.

Para os professores que estavam no momento da reunião, a criatividade dos focas (nome dado aos jornalistas novatos) vai ser um dos requisitos avaliados. “Essa matéria que vocês irão fazer vai valer nota”, explica Lucio Passos, coordenador do curso. Cada professor vai analisar e corrigir as matérias correspondentes a sua área de especialização.  O professor com especialização em fotojornalismo, vai analisar as matérias em foto.

De acordo como aluno Clayton Ganzer, o prazo estipulado para a entrega do conteúdo jornalístico é de cinco dias.  Ao termino da produção, o material pode formar uma grande reportagem multimídia.

 

Professores de comunicação recomendam palestra para acadêmicos

Repórter: Thais Siqueira Pinto – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) recebe dia 21, Palestra com Clóvis de Barros Filho, com o tema: A vida que vale a pena ser vivida, em Homenagem aos 37 anos da Instituição. A intenção da palestra é de fortalecer os acadêmicos, os fazendo refletirem sobre a vida para que possam resistir contra as coisas ruins que pretendem impor-lhes a vida que vale a pena ser vivida.

“Ao contrário do que parece, não será uma palestra de autoajuda, porque o perfil deste palestrante é filosófico e suas reflexões são baseadas em grandes pensadores”, é o que explica a professora Ana Cristina Bostelmam. De acordo com ela, nunca teve uma oportunidade de assistir a uma palestra de Clóvis, e está na expectativa, pois já leu e pesquisou sobre o que ele quer dizer com este tema. Ela diz que a palestra não é só para os acadêmicos mas para todas as pessoas essa reflexão é saudável, especialmente para saber o que vale a pena realmente na vida e o que, de fato, é uma vida feliz.

O Professor Edinei Wassoaski já assistiu a uma palestra do Clóvis e recomenda para todos. O Clóvis trabalha com a filosofia no dia a dia, atos simples como comprar pão e interagir com os amigos podem ser atos filosóficos é o que diz Edinei. Tudo isso longe do contexto da autoajuda, tão comum em palestras. “Clóvis vai justamente contra isso e mostra que as situações cotidianas dependem muito mais do que você faz, como você age, do que de alguma combinação cósmica ou algo do gênero. Você é responsável pela tua felicidade. Não adianta fazer simpatia, ler livros de autoajuda, ou algo do gênero. A mensagem que ele deve deixar aos nossos acadêmicos é que todo mundo tem o poder de transformar sua vida, mas isso depende única e exclusivamente de você, não dos outros”, comenta Edinei.

 

 

Alunos participam da terceira edição do Comchopp

Texto: Elaine Schmitt – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo
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A ideia do evento é clara no site: misturar comunicação, internet, novidades, interatividade, um papo descontraído com os amigos e ainda tomar um chopinho.
Durante a noite do dia 5 de novembro, pela terceira vez, foi o que aconteceu na choperia La Luna Divas Club, às 19h00, onde alunos de comunicação, empresários e profissionais da área de União da Vitória e Porto União se reuniram para promover, além de uma boa reunião de amigos, palestra com as tendências da comunicação. Continue reading “Alunos participam da terceira edição do Comchopp”

Alunos do 6° semestre de Jornalismo vão fazer sua primeira entrevista ping -pong

Texto: Janaína Anair da Silva – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

No dia 6 de outubro aconteceu uma palestra sobre Bioética com o Padre Luiz Antônio Bento, assessor da Comissão para a Vida e a Família. Na palestra, foram tratados os temas aborto, eutanásia,  fertilização in vitro e clonagem.

Só que a palestra deixou os alunos do 6° Semestre de Jornalismo mais curiosos sobre o assunto.  Por isso, dia 11 de novembro, na disciplina  da Professora Ângela Farah, Técnica de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística, será feita uma entrevista ping-pong (pergunta e resposta) com o filósofo Samon Noyama, professor do curso de Filosofia da Fafi.

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6º Semestre de Jornalismo recebe visita de ex-jornalista

Texto: Elaine Schmitt – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

Foto: Edinei Wassoaski

Mãe e esposa, Bianca Neppel contou aos alunos de Comunicação Social da Uniuv, na noite de segunda-feira, 3 de maio, durante a aula de Redação Jornalística, como mudou seu mundo do Jornalismo para o Direito. “Mudei, primeiro, porque gosto de dinheiro”, conta a advogada sorrindo. Morando atualmente em Canoinhas (SC), Neppel concedeu aos jovens acadêmicos de União da Vitória (PR) respostas que envolvem sua profissão e conduta. No meio da palestra foi perguntada pela aluna de jornalismo Michelle Martins sobre como transportar os conhecimentos científicos para o mercado de trabalho. Ela respondeu que um jornalista não poderá fazer tudo aquilo que quer e acha certo mas, da maneira que se propôs a fazer, deixar “eles” acharem que mandam e, por trás, fazer ao seu modo. “Eu, como exemplo, deixo meu marido achar que manda em casa, mas sei que não manda. Faço isso porque consigo mais coisas dele, como o cheque e o cartão de crédito”, brinca ela. Continue reading “6º Semestre de Jornalismo recebe visita de ex-jornalista”