Game over e loading 90%: o adeus e as expectativas para o último ano

Mais um final de ano chega e com ele novas mudanças para todos os acadêmicos. Uns saem da faculdade, outros entram e alguns passam para a próxima fase. A etapa final, com o assustador Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), chega a todos. Não seria diferente para os acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), no último ano.

GAME OVER

O momento de dar adeus a quatro anos de esforço e estudo é o caso do Bruno Guilherme Fernandes, formando de Jornalismo. O TCC de Bruno foi sobre a influência dos youtubers. Ele conta um pouco sobre essa jornada e quais os planos daqui para a frente.

Amanda Chechinatto, formanda do curso de Publicidade e Propaganda, também deu adeus aos quatro anos de faculdade. Amanda apresentou duas campanhas no decorrer do ano. Uma para o relançamento do Cine Teatro Luz, no meio do ano e, a outra para o lançamento do marshmallow para assar da marca Fini, no final do ano.

Ela conta como foram esses anos de faculdade e quais as maiores dificuldades.

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Amanda ainda conta se todo o esforço valeu a pena e quais os planos daqui para a frente.

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Já para a acadêmica Luana Sznicer, agora acadêmica do 7º semestre de Publicidade e Propaganda, as expectativas para o último ano aumentam e muito. “Dá um frio na barriga de pensar que já estamos no último ano, passou muito rápido”, fala. Para ela, parece que ainda ontem foi o primeiro dia de aula no primeiro ano.

“As expectativas são as melhores possíveis, espero dar conta de tudo”, conclui Luana com um grande sorriso no rosto. A acadêmica de Paula Freitas diz aliviada que valerá muito a pena todo o esforço. “Vale a pena pela experiência, pelos amigos que fiz, pelo aprendizado, pelo crescimento pessoa, é uma parte da minha vida que eu nunca vou esquecer”.

Chegou a hora de pensar no TCC. E agora?

Alunos de Jornalismo apresentam o TCC e deixam dicas sobre como se realizar com a pesquisa

 Repórter: Regiane Stachera

 

 Quando se inicia um curso superior, o primeiro ano parece ainda distante para decidir qual tema abordar  no Trabalho de Conclusão de Curso, o temido TCC. Chegada a hora da decisão, muitas dúvidas podem atrapalhar.

O nervosismo inicial da apresentação pela busca da aprovação da banca é algo que não se pode escapar, mas o alívio e a sensação de um trabalho feito com muito empenho é algo que se leva para a vida toda,  como um aprendizado para o pontapé inicial no mercado de trabalho.

Nas noites de quinta-feira (31) e sexta-feira (1º), os acadêmicos do oitavo semestre do curso de Jornalismo apresentaram  seus trabalhos na sala de eventos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Bruno Guilherme Fernandes e Ivana Caroline dão dicas  de como se preparar para a escolha do tema. Confira nos vídeos:

 

Dicas para os Indecisos

O que é fundamental?

Para ser especial

Acadêmica de Jornalismo apresenta TCC sobre animais de rua

Na noite da quinta-feira, 30 de novembro, os acadêmicos do curso de jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Na banca avaliadora estavam presentes os professores Ana Cristina Bostelmam, Amauri Yamauti e Edinei Wassoaski.

Um dos trabalhos apresentados na noite foi da acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, Adeline Volochem, e o tema do trabalho apresentado por ela foi ‘4 Patas: adotando animais de rua’. Ela produziu uma grande reportagem impressa em revista.

 

 

 

Ela contou os motivos que a levaram a escolher esse tema para o seu TCC.

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Ainda sobre o projeto ela fala que não teve dificuldades na realização. Adeline já tinha contato com algumas pessoas que desenvolviam trabalhos com cães de rua.

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Durante a realização das reportagens ela conta que obteve um grande amadurecimento, tanto jornalisticante quanto como pessoa, mesmo já tendo com tato com esse meio.

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O trabalho de TCC do curso de Jornalismo se inicia no terceiro ano da faculdade, depois de dois anos trabalhando em cima do projeto Adeline desabafa sobre a sensação de dever cumprido.

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Esquizofrênicos é tema de TCC no curso de Jornalismo

Esquizofrênicos, esse foi o tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo da Uniuv, Amanda Letícia, orientado pela professora Ana Cristina Bostelmam. O formato escolhido por ela foi o de multimídia, em que foi elaborado um site contando quatro histórias de pessoas esquizofrênicas da cidade de União da Vitória.

Amanda, que fez o TCC sobre esquizofrenia
Professora Ana Cristina, orientadora do projeto

 
Além das histórias, Amanda discorre sobre o que é esquizofrenia, luta antimanicomial, importância da família e tratamentos opcionais. Para Amanda, foi gratificante ter trabalhado esse tema tão delicado. Ela conta que não foi tão difícil quanto imaginou ter construído a grande reportagem. Principalmente em relação as fontes, por se tratar de um tema delicado e as pessoas,às vezes, terem medo de se identificarem. Grande dificuldade foi apenas a como psiquiatra, conseguindo apenas em outubro, no final do ano.

Amanda acredita que por ser multimídia sua grande reportagem pode alcançar bem mais pessoas. Por isso a escolha da plataforma. Amanda diz que ainda não sabe quais os planos daqui pra frente, mas pretende continuar estudando, quer fazer uma pós-graduação na área de assessoria executiva ou marketing.

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Você pode acessar o site em: http://esquizofrenicos.com.br/

A Representação da Mulher no Cinema é tema de TCC na UNIUV

Na primeira noite do mês de dezembro, aconteceu no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), as apresentações dos Trabalhos de Conclusões de Curso (TCC) de Jornalismo.

Ivana Caroline apresentou seu trabalho com tema “Representação da Mulher no Cinema”. Ela conta que escolheu esse tema porque se identifica muito com esse assunto. “Então eu não ficaria enjoada dele”, conta.

Fazendo um breve relato sobre os pontos negativos que ela encontrou na construção do seu trabalho, ela diz que foi a das pessoas não aceitarem dar entrevista. “Também fazer o TC, e dar conta do restante da faculdade e lidar com a pressão e o nervosismo é bastante complicado”, diz Ivana.

Segundo ela, o maior aprendizado foi saber que com esforço e dedicação é possível você conseguir seus objetivos.

 

Ela ressalta o desejo de divulgar seu trabalho. “ Ainda quero conseguir divulgar meu trabalho para gerar mesmo uma reflexão sobre o tema. Mas a princípio objetivo alcançado até aqui”, responde. Perguntada sobre os passos de agora em diante, ela conta que não pretende parar de estudar. “Quero fazer o curso de Publicidade para completar a formação”.

Qual é o sentimento dos acadêmicos dias antes do TCC?

Repórter: Osmari Lopes – acadêmico do 6º semestre de jornalismo

Os formandos do curso de  Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), vivem a expectativa da apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). As bancas para os acadêmicos de Jornalismo acontecem dias 9, 10 e 11 de  dezembro. Após quatro anos de muito estudo e dedicação, falta pouco, porém, a hora de fechar com   sucesso a caminhada acadêmica, traz uma de alegria, temor e  sensação dever cumprido.

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Marcelo Kloczko, 22, depois de um ano inteiro de trabalho, conta que nos últimos dias o aluno fica meio estranho, porque parece que ainda não caiu a ficha que está acabando o curso. “Quatro anos que você estuda, se dedica e aí vem o TCC que é um ano inteiro de trabalho intenso.  Após a entrega, ainda não caiu a ficha que o ano tá acabando. Parece que a ficha vai cair após a banca final . Passa um filme pela cabeça . Nos últimos dias, temos conversado mais, lembrando de tudo que passamos juntos tudo que vivemos, das aulas,  dos professores e dos acontecimentos pessoais, a gente acaba convivendo durante esses quatro anos de estudo. Ainda não há um sentimento de nostalgia, depois da aprovação na banca final ,  vai bater uma saudade. A gente vai perceber que acabou  e restará apenas o mercado de trabalho”, descreve .

Segundo ele, após a formatura vai mudar a questão de tempo. Durante o curso, o tempo foi dividido entre estudo e trabalho”Isso pesa, agora não é apenas o trabalho. Após a formatura, a  dedicação se volta para o trabalho,  crescer profissionalmente.”  Marcelo diz que durante os quatro anos se perguntou se havia escolhido o curso certo. “Agora com o TCC pronto, vi que ficou do jeito que eu queria e  os comentários que estou ouvindo acho que fiz a escolha certa”, finaliza.

trabalho 01 cortePara a  acadêmica Thais Guimarães de Lima, 21, o aluno passa  quatro trabalhando parece que em função de chegar a esse momento e fazer  o TCC, que simboliza  o resultado de tudo o que aprendeu. “É hora de colocar em prática  mesmo tudo o que você passou , seja na área que você optou , seja rádio, TV, impresso ou online,  e colocar todo seu esforço na naquilo.  A gente sofre bastante, mas também se diverte muito, fazendo um trabalho com o tema escolhido de algo que você gosta.  E vai com tudo.  Passamos por muita coisa nesse período,  raiva,  problema com material que não deu certo, entrevista que furou  e tudo mais”, diz.   Ela ressalta que fez  um Livro Reportagem. “Peguei o material há duas semanas e, ao ver  que  o livro  veio da gráfica  todo bonitinho,   com o meu nome na capa , isso não tem preço.  Ver tudo o que você já fez.  Tudo o que passou e ver o resultado ali. Quando abri a caixa e peguei o livro, nossa, valeu a pena”, diz.

Thaís conta que passou  um filme dos quatro anos da faculdade. Com relação ao TCC, ela diz que o aluno passa por momentos bons e ruins  e por mais que sejam quatro anos, passa muito rápido.  “A gente faz amizades com os colegas, professores,  Agora vai embora , não apenas com conhecimento  mas com muitas amizades.  É bem legal. Após a formatura, tenho planos para  tentar mudar de trabalho  e crescer um pouquinho. Eu estou  fazendo alguns testes, uns trabalhos  para ir para Curitiba.   Minha intenção sempre foi  sair da cidade, estou trabalhando em um jornal  local,  que era o que eu queria até para aprender . Por em prática  o que aprendia em sala  de aula.   Meu objetivo é sair de lá e ir para um local maior.  Nesse momento em estou  visando Curitiba, que é um lugar legal para viver  e seu eu conseguir uma oportunidade , é lá que vou ficar .”

A acadêmica ainda conta que a última semana é engraçado, pois reparou que todos os anos isso acontece: todo mundo dizendo que não aguenta  mais  e não vê  a hora  de ir embora, mas ao mesmo tempo, todo mundo resolve  reunir a turma toda  ir para o bar, descontrair. “Tá acabando, mas todos sentem  que a convivência diária  também tá acabando.  O que está mais forte agora é concluir o curso e passar a banca , mas já  floresce  uma certa nostalgia , as lembrança de tudo.  Essa noção de que ta acabando realmente , essa parte de vivência . Penso que quando passar a formatura,  que é a última reunião formal,  acho que aí a gente vai sentir bastante. Nós vamos tentar reunir a turma não sei de quanto em quanto tempo , para tentar manter mesmo  a amizade que fizemos nesse período”, finaliza.

Alunos e egressos de Comunicação apresentam trabalhos no X Enaproc da Uniuv

Repórter Bruna Kobus: acadêmica do sexto semestre de Jornalismo 

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Na noite de 6 de novembro alunos do oitavo semestre de Comunicação Social do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) no X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc). As apresentações de Comunicação Social foram realizadas no segundo piso da Instituição.

Com início às 19h, Marcelo de Lara, egresso de Jornalismo, mostrou em slides o processo de produção de sua monografia, concluída em 2012.

Marcelo escreveu sobre a religião nas pautas da Folha de São Paulo e Gazeta do Povo. Foram cinco meses apenas para análise do material.

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Logo após Lara, o acadêmico do último ano de Jornalismo, Marcelo Kloczko, apresentou seu livro-foto-reportagem. Nele Marcelo conta a história de Dunha, o primeiro fotógrafo da cidade de Cruz Machado.

Ao longo da apresentação de Kloczko havia um anexo que deixou todos os presentes impressionados.  Marcelo mostrou uma das fotos que Dunha tirou quando fotografava para a Polícia do município. “Tinha muitos outras fotos desse jeito, mas não quis perder o foco do livro colocando elas. Dunha tirava as fotos de graça para a Polícia, nunca ganhou nada com isso, além de ser o único na cidade que tirava foto”, conta.

Veja os slides: Memórias Reveladas

 

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Após o intervalo, foi a vez dos alunos de Publicidade e Propaganda. O primeiro grupo, Sniper, contou sobre a campanha publicitária que realizaram para a sorveteria Klomix.  “A gente apresentou só o primeiro TCC, o que já estava finalizado, pois o último ainda está em fase de conclusão”, confirma Aline Marques, acadêmica de Publicidade.

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A Sniper é formada pelos alunos Aline Marques, Cris Morais e Ozório Filho.

Durante a apresentação Ozório explicou o significado da Agência, o que surpreendeu um dos monitores da sala, a professora de Publicidade e Propaganda, Gabrielle Saniszewski.

O acadêmico de Publicidade explicou que o nome da agência significa “atirador de elite” em inglês. E o motivo dessa nomenclatura é que a Agência vai direto ao assunto, com um único tiro igual a um Sniper, a Agência consegue com uma campanha atingir os objetivos do cliente.

Mas, antes da Agência Sniper, as alunas Aline Graef, Ágatha Gomes e Luna Melo também mostraram a primeira produção do Trabalho de Conclusão de Curso.

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Os Trabalhos de Conclusão de Curso que realizamos tem como principal objetivo nos aproximar de duas diferentes realidade de mercado. O mais importante é que temos que nos dedicar a cada etapa de uma campanha, para que o todo seja o resultado de um trabalho legal. Eu vejo o TCC como uma forma de unir tudo que aprendemos na faculdade e muito mais, a parte “acadêmica” do trabalho exige que façamos pesquisas relacionadas ao mercado que escolhemos trabalhar, aumentando assim ainda mais nosso repertório como alunos e profissionais“, conta Aline sobre as campanhas desenvolvidas e também a apresentação realizada no Enaproc.

O último trabalho da noite foi de Marcelo Götz Mayer que apresentou uma campanha elaborada para o Jóia Tênis Clube em Porto União. Mayer trabalhou com a publicidade personalizada para cada cliente. Marcelo trabalhou com temas para a classe A e baseado na compra de Jóias.

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“O motivo de escolher o Jóia foi por ser um tipo de cliente que não estava acostumado a trabalhar, que gerasse um desafio então  o melhor é sempre escolher o novo, pois o desafio é o que move a nossa vida.

 

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Enaproc 2013: Marcelo S. de Lara e Thaís Lima apresentam seus trabalhos no Enaproc

No segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv),  Marcelo Szymkowiak de Lara (graduado em Jornalismo pela instituição e vencedor do 2º  lugar do 18º  Prêmio Sangue Novo, na categoria Projeto Jornalístico para Assessoria de Imprensa) apresentou , com mediação da professora Ana Cristina Bostelmam, seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC):  A religião na pauta do jornal impresso: uma análise dos jornais Gazeta do Povo e Folha de São Paulo.

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O objetivo do trabalho de Marcelo foi verificar e analisar a entrada de materiais com conteúdo religioso em jornais impressos. Para isso, ele primeiro fez um levantamento teórico, conceituando o  jornalismo e os critérios de notícia. Depois, coletou nos jornais Gazeta e Folha, por conta de sua abrangência, durante 5 meses, materiais que exibiam conteúdo religioso, como matérias jornalísticas assinadas, propagandas, anúncios e artigos.

Em seguida, as catalogou e escolheu dez para análise, pelo critério de melhor amostragem. Analisou-as e chegou a conclusão de que há uma quantidade expressiva de material com conteúdo jornalístico sendo veiculado diariamente nos jornais, e que eles não tem uma editoria especializada em religião. Além disso, Marcelo inferiu que a presença de assuntos religiosos em conteúdos noticiosos só acontece quando a matéria correlaciona a religião com assuntos do campo laico, não sendo do interesse dos jornais conteúdos doutrinários da religião.

Segundo Marcelo, sua ideia inicial para o TCC era  investigar a questão da ética na comunicação, mas após ver uma matéria na Gazeta do Povo que falava sobre uma pesquisa que revelava a diminuição de jovens católicos e o aumento de jovens evangélicos, decidiu buscar de que modo a religião entra nos jornais. O fato de ter estudado teologia durante quatro anos e entender a religião como um elemento influente na sociedade, também foram fatores motivadores para que se decidisse pelo tema.

Para o próximo ano, Marcelo planeja acrescentar informações ao material e publicá-lo em livro

 

Narrativas da Rua 

Às 21h20, na sala 331, Thaís Guimarães de Lima, graduada em jornalismo pela Uniuv, apresentou seu  trabalho de conclusão de curso: Artistas de Rua – Vida e Realidade, cujo produto resultante foi o livro “Palmas pra mim: Narrativas de quem escolheu a rua como palco para a arte e a arte como profissão para sua vida”.405176_220427808038785_422967635_n

A proposta do projeto era de encontrar as fontes em seu ambiente, identificar as que se adaptavam ao modelo, abordá-las, conhecê-las, entrevistá-las e  relatar suas histórias por escrito, no formato perfil, em um livro, com o objetivo principal de trazer mais conhecimento sobre o universo dos artistas de rua. Nesse processo de imersão, característico do jornalismo literário, Thaís assistiu a espetáculos de fantoches, foi desenhada, comprou CDs, entre outras atividades que compuseram o singular método de abordagem. Ela  também fez uma pesquisa prévia para identificar quais trabalhos artisticos de rua eram legalizados, quais eram ilegais e buscou conceitos sobre arte e criatividade.

Artista de rua Segundo Thaís, o nome do livro surgiu por acaso, ao conhecer um artista de rua vestido de palhaço, que se apresentava com uma placa contendo as inscrições Palmas pra mim. “Eu vi que isso tem muito a ver com os artistas de rua, porque quando eles vão trabalhar, com arte, na rua, eles estão se propondo a ser o espetáculo, a ser a atração”. A diagramação, assim como o título e o texto, seguiu uma linha dinâmica, evitando a formalidade.

A principal dificuldade encontrada por Thais Lima no processo de produção de seu livro foi a pesquisa, pois teve de conceituar não apenas o que é a arte, um tema já, por si, bastante complexo, mas também teve de estudar as diversas formas de manifestações de arte que encontrava. Quanto as entrevistas, relata que foram fáceis, fluentes, porque aconteceram, na verdade, como conversas informais.

Futuramente, após algumas modificaçãos, Thaís planeja publicar seu livro, e continuar a escrever.

 

Enaproc 2013: Acadêmicos de Jornalismo apresentam resumo do TCC

Repórter: Bruna Tretto. Acadêmica do 6º semestre de jornalismo da Uniuv

O segundo dia do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) aconteceu no dia 6, nas próprias salas de aula do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Enaproc é obrigatório para os acadêmicos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda do oitavo semestre. Os alunos desse período estão em fase de término do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é o resumo deste o trabalho que eles apresentam.

As apresentações dos trabalhos foram em comunicação oral. Nesta modalidade o acadêmico dispôs de no máximo 20 minutos para apresentação e, ao término, o público tem espaço para realizar perguntas e esclarecer dúvidas sobre os trabalhos.

Abaixo leia e aprecie três apresentações dos acadêmicos de Jornalismo da Uniuv sobre seus TCCs.

 

A VIDA SOBRE UMA CADEIRA DE RODAS

A acadêmica Karoline Bertolotti, é a autora do projeto ‘A vida sobre uma cadeira de rodas’, que tem como orientadora a professora de jornalismo Angela Maria Farah. O projeto será desenvolvido mediante uma série de reportagens para revista, contando as histórias e a superação de quem vive a vida sobre uma cadeira de rodas. Karoline escolheu o tema por achar que os cadeirantes são, na maioria das vezes, ignorados por boa parte da sociedade. “Sempre achei interessante e importante de se falar sobre o fato de uma pessoa perder os movimentos em determinado momento e ter de conviver com isso.”

A acadêmica espera que o seu trabalho consiga mostrar para os leitores como é viver sobre uma cadeira de rodas. E que, por meio dele, a sociedade repense as atitudes com relação à pessoa com deficiência, atentando para a importância de se oferecer acessibilidade e condições mínimas de circulação, e, consequentemente, inclusão, aos cadeirantes.

Para Karoline, apresentar o seu trabalho no Enaproc foi muito importante. “Foi quase uma preparação mesmo pra banca. Você ensaia, cronometra, mais ou menos, o tempo, e pode sentir o clima das pessoas, como elas reagem com relação ao projeto e a apresentação.”

A FERROVIA NO DESENVOLVIMENTO DE UNIÃO DA VITÓRIA E PORTO UNIÃO

Apresentado pelo acadêmico Deiwerson Damasceno dos Santos, e tendo como orientadora a professora de jornalismo, Angela Maria Farah, o projeto é uma grande reportagem impressa para revista sobre o surgimento e desenvolvimento das cidades de União da Vitória (PR) e Porto União (SC), a partir da ferrovia.

Em seu projeto, o acadêmico cita alguns dos principais acontecimentos na época, como o Acordo de Limites, a Guerra do Contestado (1912). Conta histórias das pessoas que foram beneficiadas e também prejudicadas com a construção da ferrovia. Tenta tornar os aspectos culturais e históricos de União da Vitória e Porto União mais conhecidos por parte da população, como a extinta Linha Velha, a história de outras vilas, Engenheiro Mello, por exemplo. E a partir de visitas em museus, conversou com pessoas conhecedoras da história, para contextualizar a reportagem.

Santos não sentiu nenhuma dificuldade em sua apresentação, apenas um pouco de nervosismo, normal em qualquer exposição oral. “A sensação é de que, a partir dessa apresentação, falta muito pouco para, enfim, concluir uma pesquisa que exigiu muita dedicação, horas de trabalho, de leitura. Ainda, é gratificante poder mostrar a alguém, seja a quem for, o que foi produzido, como foi produzido, os porquês da escolha do tema. Vejo como uma penúltima etapa, antecedente à temida banca final”.

 

CÂNCER DE MAMA: UMA NARRATIVA PARA TODOS

Este projeto é uma grande reportagem em TV, que vai contar as narrativas de vida das pacientes de câncer de mama em Porto União e União da Vitória. Apresentado pela acadêmica Michelle Martins, tendo como orientadora a professora de Jornalismo, Ana Cristina Bostelmam, o foco do projeto é apresentar a prevenção da doença, assim como, tratamento.

Segundo a acadêmica, ele foi escolhido por causa do aumento no índice de diagnósticos de câncer, cerca de 52 mil e 680 pessoas foram diagnosticadas com a doença em 2012 – Dados Instituto Nacional do Câncer (Inca). O veículo escolhido é a TV, pois abrange todas as classes sociais inclusive C e D. A audiodescrição foi escolhida para narrar as cenas sem aúdio, que visa orientar e levar o público com necessidades especiais ao entendimento completo do produto jornalístico televisivo.

Por mais que Michelle viva e tenha conhecimento do projeto, ela ficou ansiosa antes da apresentação. “É muito bom sair com a sensação que falta pouco para terminar o curso e receber o diploma. Jornalismo é um sonho que deve ser vivido e observado em todos os momentos, sejam nos tranquilos ou mais agitados. Tudo é aprendizado. Com as experiências no Enaproc, temos a possibilidade de acertar no futuro algo que poderia ser um erro, caso não fosse treinado antes.”

 

 

Enaproc 2013: Inicia o X Encontro de Produção Científica da Uniuv

Repórter: Mayara Luana Mugnol –  acadêmica do 6º semestre de Jornalismo Uniuv

A abertura do X Encontro Anual de Produção Científica (Enaproc) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) aconteceu no dia 5 de novembro no Cine Teatro Luz.

O evento tem como objetivo divulgar a produção científica dos acadêmicos e professores, incentivar e estimular a prática da pesquisa, proporcionar a aplicação do conhecimento teórico na prática e gerar novos conhecimentos aperfeiçoando-os aos recursos humanos.

Durante a manhã foi realizada uma mesa redonda – para os  cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Odontologia e alunos do segundo e terceiro ano do Coltec – sobre ética na pesquisa científica. Mediada pela pró-reitora de ensino Maria Genoveva Bordignon Esteves, o debate contou com a participação de três convidados:

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Mesa redonda sobre ética na pesquisa

Samom Noyama, coordenador e professor do curso de Filosofia da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória-PR (Fafiuv), Karim Siebeneicher Brito, coordenadora e professora de letras da Faviuv, e a professora e a advogada  Mirian Karla Kmita, da Uniuv.

Noyama falou brevemente sobre o surgimento das questões éticas e das principais teorias e fundamentos sobre a ética elaboradas por filósofos. Para o professor, sua abordagem foi, em geral, problematizando a importância da discussão sobre a ética, mas alertando que não há uma forma única e definitiva de resolver este problema. A professora Karim explicou como fazer uma pesquisa com ética, e mencionou rapidamente as diretrizes da CNPq. A advogada Mirian falou sobre as diversas formas de plágio, e explicou aos acadêmicos se é ou não crime cometê-lo e de que maneira evitá-lo.

Ao final das apresentações os alunos participantes puderam tirar suas dúvidas em um bate papo descontraído com os palestrantes. Para a professora de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Angela Maria Farah, muitas pessoas não tem noção exata do que é o plágio, como se configura e como não cometê-lo. “O debate foi importante para alertar os alunos e mostrar que é possível fazer uma pesquisa sem copiar nada de ninguém”, explica a professora.

A abertura oficial do evento aconteceu durante a noite, com a apresentação da peça “Eu te amo” do Grupo teatral Um bando de Efêmeros, de União da Vitória. Após a apresentação da peça, o evento teve continuidade e os acadêmicos e professores assistiram a uma palestra sobre a importância da ciência com o Biólogo, professor e doutor Roberto Ferreira Ariton.

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Palestra sobre a importância da pesquisa científica

 

 Para Ariton, todo aluno que passa pela iniciação científica é diferenciados dos demais que não passaram por esse processo.

Acompanhe.

 

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O evento tem continuidade nesta quarta, 6, na Uniuv, onde os acadêmicos apresentarão suas pesquisas e seus trabalhos de Conclusão de Curso(TCC) e também os professores que estarão apresentando suas pesquisas de Mestrado e Doutorado.

O Enaproc é obrigatório para todos os acadêmicos que estão em fase de término do TCC, e, é este o trabalho que eles apresentarão no evento. As apresentações dos trabalhos acontecem de duas formas, painel ou comunicação oral. Na última modalidade o acadêmico dispõe de no máximo 20 minutos para apresentação. Após isso, há espaço para o público debater e realizar perguntas sobre os trabalhos.

Os universitários que ainda não estão no último ano também podem participar inscrevendo trabalhos e pesquisas científicas.  Acrescentando o desenvolvimento e o currículo acadêmico do aluno.

 

 

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Enaproc: Encontro Anual de Produção Científica está em sua 10ª edição

Repórter: Bruna Kobus – acadêmica do 5º semestre de Jornalismo

enaprocO Encontro Anual de Produção Científica Enaproc 2013 da Uniuv já está em sua décima edição e este ano será realizado nos dias 5 de novembro, com abertura no Cine Teatro Luz, e 6 de novembro, com apresentações dos trabalhos científicos, que serão na própria Instituição.

Alunos e professores da Uniuv vão apresentar seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) e também pesquisas de Mestrado e Doutorado durante o evento. O Enaproc também abrirá as portas para pesquisadores de outras instituições de ensino.

Para saber mais acompanhe a reportagem com o professor e presidente da Comissão Organizadora do Enaproc, Tiago Kohut .

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Veja mais sobre o Enaproc Uniuv no site.

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Egresso de Jornalismo investe em seu TCC e lança oficialmente seu livro reportagem

Repórteres: Bruna Kobus e Lucas Dams –  acadêmicos do 5º semestre de Jornalismo da Uniuv

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Fábio Rodrigues durante o lançamento da obra

Desde o primeiro ano de Jornalismo na Uniuv, Fábio Rodrigues tinha em mente escrever um livro, para ele “tinha mais cara de jornalista”. “Eu já havia feito até um esboço de um romance”, confessou. Mas a ideia só ganhou forma nos últimos dois anos do curso, no penúltimo com a produção do pré-projeto e toda a familiarização com o conteúdo a ser estudado e, no último ano, enfim, a produção do tão esperado livro.

A obra “Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” foi um projeto de conclusão de curso, que por inquietação do novato escritor não queria que seus textos fossem esquecidos. “Se um livro é produzido e lançado, o mercado está aí, aí para divulgar sua obra”, disse Fábio.   E foi assim que o recém-formado em Jornalismo ganhou o mercado de sua cidade, Canoinhas. Na noite de quarta-feira, 17 de abril, lançou oficialmente seu livro em um bar de sua cidade, intitulado de Bar do Coringa. “Achei o lugar apropriado para o lançamento, é rústico e a comunidade de Marcílio compareceu e comprou os livros, o mais importante”, contou a orientadora do escritor, Angela Farah.

Nesta noite, Rodrigues tinha levado para o Bar 75 livros. “Imprimi todos pelo Clube de Autores, igual quando imprimi para a banca do TCC. Eu paguei o que pude e tive o retorno.” Durante a produção do livro, Fábio como um bom jornalista, seguiu sua pauta e resistiu para não “viajar” de mais com tantos assuntos novos que surgiam a cada entrevista. “O livro traz a história geral da Vila de Marcílio Dias, de Canoinhas, é baseada nas histórias das pessoas, por isso não se pode dizer que seja a história completa, segui a minha pauta porque a cada entrevista surgiam milhões de assuntos novos para abordar e eu não conseguia atingir tudo”, confessou.

Conselho Editorial

Em pouco tempo o livro que conta a história de Marcílio Dias terá uma editora. A Uniuv lança em média dois livros por ano pelo Conselho Editorial e ainda este ano a obra de Rodrigues será publicada pela Instituição. “A Uniuv entrou como editora e me deu uma base, mas os exemplares ainda serão impressos pelo Clube de Autores e o livro terá algumas páginas a mais.” Fábio se referiu aos offs da história que irá publicar em seus próximos exemplares.

Novos projetos

O jornalista está divulgando seu trabalho, mas já tem em mente vários outros projetos de futuros livros, mas que, segundo ele, só está analisando a maneira correta de abordá-los.

Aumentando a coleção

Para quem quiser comprar a obra de Fábio basta acessar o Clube de Autores e finalizar a compra. Neste caso haverá frete e então se preferir comprar direto do autor basta contatá-lo em sua rede social, Facebook.

TCC é um dilema para muitos universitários

Repórter: Deiwerson D. dos Santos – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

Os acadêmicos do oitavo semestre de Comunicação Social estão na fase final de seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). No curso de Jornalismo, que neste ano de 2012 vai formar 12 novos profissionais na área, os alunos estão na fase de apenas dar os últimos ajustes ao projeto.

Eles podem escolher vários veículos para realizarem suas pesquisas, como, TV, rádio, livro-reportagem, revista, jornal impresso, monografia, entre outros.

Thaís Siqueira, que escolheu fazer o projeto no veículo televisão, diz que escolheu essa área porque TV, mesmo com muitos detalhes em som, imagens, textos e conteúdos, chama mais sua atenção. “Já tenho editado 18 minutos, estou arrumando os erros da fundamentação, concluindo, colocando algumas coisas que faltam. Tinha horas que eu achava que não conseguiria fazer algo, e eu mesmo me surpreendia. Ficava melhor do que imaginava,” conta Thaís.

Todo acadêmico espera chegar nesta fase, pois, tudo o que é mais difícil de se fazer, já passou. Perguntado à caloura de jornalismo Ana Laura Posselt se já pensa no TCC, ela responde que sim, mas que ainda não tem ideia do que fazer. ”Acho importante começar a pensar desde já sobre o que fazer, mas não começar alguma coisa, porque não temos nem teoria pra isso,” diz Ana.

Angela Farah, professora nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda na Uniuv, orienta estes acadêmicos do primeiro ano. Fala que preocupações com TCC não são necessárias, mas são importantes. “Alguns já conversam sobre. O que é preciso é aproveitar as matérias para conseguir fazer um bom trabalho. Acompanhar os conteúdos em sala de aula. Ter embasamento em livros. Primeiro vem a escolha, objeto e depois os métodos,” esclarece

Não tem como fugir desta abreviatura TCC quando se está dentro de uma universidade. Este assunto faz parte da vida acadêmica. Seja calouro o aluno ou não. Fernanda Santos, do último semestre, diz ao pessoal do primeiro e segundo ano, os quais teoricamente, ainda nem pensam no projeto, que não tem como não pensar em TCC, pois todos terão de fazer. ”Eu aconselho que já fixem uma ideia desde o segundo ano, para entrar no terceiro certos do que vão trabalhar durante dois anos. Como o trabalho é extenso, exige tempo para tomar todos os cuidados. E quanto mais cedo começar, é melhor. Já que vamos passar por isso, é bem mais fácil se concentrar antes mesmo do tempo de decisão do tema e de como o projeto será feito” conclui.

Até a formação, o acadêmico passa por quatro longos anos na instituição. O ambiente acadêmico exige muitas pesquisas, tarefas, exercícios, provas e trabalhos. Os alunos, seja de Comunicação Social ou não, têm de acostumar com esta rotina que vai trazer a eles todas as competências necessárias para ser um bom profissional.

Gionei Fhynbeen, formado em Jornalismo na Uniuv em 2011, trabalha atualmente na assessoria de imprensa na Cooperativa Agroindustrial Bom Jesus, em Lapa (PR). O egresso passou por toda a correria universitária. Quanto ao TCC, Fhynbeen diz que levou oito meses até a conclusão. Dizendo da aprovação na banca, o adeus ao TCC, fala que o sentimento que se tem após isso, é o de alívio. “Você tem quatro anos de estudos, mas apenas um trabalho para decidir se você é ou não competente”, conclui Fhynbeen.

 

Pré-banca avalia projetos e trabalhos de conclusão de curso

Repórter: Rodrigo Reis -acadêmico do 5º semestre de Jornalismo Uniuv

A pré-banca é um período decisivo na vida dos acadêmicos de Jornalismo, pois é nesse momento que eles terão a oportunidade de apresentar todo o conteúdo já trabalhado e dados levantados, sendo este um mínimo de 40% como exige o regulamento da faculdade. Existe a possibilidade de reprovação se o trabalho avaliado for objeto de plágio ou se não atender os requisitos mínimos exigidos.

 

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Alunos do 5° semestre de Publicidade e Propaganda planejam estágio

Repórter: Karoline Bertotto – 5º semestre de Jornalismo Uniuv

No terceiro ano, os alunos de Publicidade e Propaganda produzem campanha em empresas reais para o estágio, que é obrigatório, e segundo a coordenadora Julliana Biscaia, uma oportunidade de colocar em prática o que é visto em sala de aula.

Conselho Editorial incentiva a produção científica e publicações de obras

Repórter: Amanda Mendes – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

O Conselho Editorial do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) foi criado em 1999. Logo após foi lançada a coleção José Júlio Cleto da Silva, com o objetivo de produção científica e cultural dos docentes e escritores regionais. Atualmente, o Conselho Editorial conta com várias obras e é um incentivo para alunos do Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo publicar os seus livros-reportagem.

Segundo a professora e presidente do Conselho Editorial Fahena Porto Horbatiuk, o conselho visa motivar e colaborar com a produção cultural regional, fazendo lançamentos festivos das obras, valorizando os autores. O Conselho Editorial apóia escritores e pesquisadores da região, fazendo revisão e diagramação de textos, solicitando o International Standart Book Number (ISBN), sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros e ficha catalográfica.

De acordo com a professora do Curso de Comunicação Social e membro do Conselho Editorial, Angela Maria Farah, são escolhidos alguns critérios para a publicação de uma obra, pois não é possível publicar todos os trabalhos, somente duas obras por ano. A escolha é feita por meio da relevância do tema para a comunidade.

Como muitos acadêmicos do Curso de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo apresentam em suas bancas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) livros reportagem. Este foi o caso da acadêmica Priscila Ernst, que contou a história de São João do Triunfo e teve sua obra publicada pelo Conselho Editorial. “Tinha que ser publicado, pois não tinha nada que contasse a história do município, até por questão da Universidade, vem muita gente de todas as regiões para cá”, comenta Angela.

Para a acadêmica Bruna C. Oleskovicz, do sexto semestre de Jornalismo, o Conselho Editorial é uma oportunidade para os acadêmicos poderem divulgar seus trabalhos e servirá também como mais uma fonte de pesquisa, além de valorizar a região. O seu TCC será impresso e ela pretende publicar o seu trabalho. “Pretendo publicar, pois gostaria que ele fosse lido por outros estudantes e sirva como base para outros trabalhos”, relata Bruna.

Ela acredita que com o apoio do Conselho as publicações se tornaram mais fáceis e, como ele é formado por membros que possuem grande conhecimento, eles realizam um trabalho que facilita a publicação.

Segundo o reitor Jairo Vicente Clivatti, a Universidade se caracteriza por pesquisa e extensão, pois é uma medida essencial para motivar a publicação. “Hoje, não se pode pensar em uma Universidade sem um Conselho Editorial, constituindo, pensando, agindo e incentivando principalmente as pessoas a publicar suas obras”, relata Clivatti.

 

Acadêmica de Publicidade e Propaganda analisa tendências das telenovelas

Repórter: Fábio Rodrigues – acadêmico do 6º semestre de Jornalismo

O sexto semestre de Publicidade e Propaganda precisou entregar um projeto e uma monografia como forma de avaliação das disciplinas de Planejamento de Campanha e Métodos e Técnicas de Pesquisa, com os professores Liliane Gasda e Edinei Wassoaski, respectivamente. A acadêmica Ana Paula Bahniuk explica que os dois trabalhos são realizados neste ano porque, nos dois últimos semestres do curso, os alunos precisam desenvolver um trabalho de conclusão de curso (TCC) em cada semestre. “Os outros cursos têm um TCC para fazer. Nós temos dois e ainda temos menos tempo”, diz.

Ana Paula decidiu fazer a monografia sobre as tendências que a telenovela lança na sociedade. O tema envolve moda, psicologia e publicidade. “Escolhi desde o primeiro ano. Apenas aprimorei para a monografia”, afirma. Ela diz que sempre gostou de moda e entende muito de psicologia. A receita se completou quando Ana Paula teve a disciplina de Produção Publicitária em TV e Cinema. “Sabia que a moda influencia as pessoas. Quando tivemos aula de TV decidi fazer algo assim. Juntei TV, publicidade, moda e psicologia e a receita para a monografia estava aí”, conta.

O tema foi trabalhado durante todo o ano. No primeiro semestre, Ana Paula desenvolveu o pré-projeto, com os objetivos do assunto, pesquisa bibliográfica e metodologia. Neste semestre, os acadêmicos ficaram responsáveis de desenvolver o conteúdo. “O professor exigiu 30 páginas de conteúdo, fora todo o resto”, comenta. Dos oito alunos da turma, apenas Ana Paula entregou a monografia no prazo determinado. “Achei um absurdo a quantidade de páginas exigidas, mas consegui terminar. Só eu entreguei.”

Ana Paula escolheu duas novelas da TV Globo para analisar: América e Caminho das Índias. A aluna preferiu as novelas de Glória Perez porque considera a autora “famosa” em assuntos sociais. “As duas novelas trouxeram estilos que não tinham nada a ver com o país, que eram o country e o indiano”. A acadêmica analisou como as duas modas tão incomuns com a realidade do Brasil chegam às ruas a aos guarda-roupas.

Acadêmicos de Jornalismo enfrentam a fundamentação teórica

Repórter: Elisiane Domainski – acadêmica do 6º semestre de Jornalismo

No segundo semestre do ano, os acadêmicos já estão familiarizados com as matérias, porém, sempre um trabalho ali, outro cá, uma nova maneira de trabalhar causa certo espanto e dificuldade aos alunos. É o que acontece com quem está começando a preparar sua fundamentação teórica, para o término do pré-projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Marciel Borges, acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, relata que sua maior dificuldade é fazer a ligação entre os títulos. “A minha dificuldade é colocar o meu pensamento e fazer a ligação com uma citação do autor. Fazer os textos se encaixarem”, conta.

Para Pedro Henrique Wasilewski, também acadêmico do sexto semestre de Jornalismo, a sua dificuldade foi no início do pré-projeto. “No início, eu tive dificuldade, pois tive que fazer algumas modificações no texto. Mas tenho consciência que o meu TCC é muito importante não só para mim, como também para Irati”, conta, adiantando que seu projeto terá como tema sua cidade natal.

Para quem já passou dessa fase, os acadêmicos do oitavo semestre, o alívio de ter chegado até aqui é grande e, segundo eles, agora que já passados pela pré-banca, o conforto de estar terminando tudo é maior ainda.

Micheli Martins, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, diz que hoje consegue falar com facilidade sobre seu trabalho, mas na época, tudo era muito angustiante. “Eu encontrei muita dificuldade, pois meu tema era muito complicado. Meu tema é focado em grande reportagem de TV, mas com características do jornalismo literário e com áudio descrição. Então na minha fundamentação teórica, como estes temas não são praticados na TV, eu teria que fazer uma ligação entre os textos. Na época não existiam livros que falassem sobre isso, e nem existem hoje”, conta.

Para Janaína Anair da Silva, acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo, a dificuldade também foi encaixar os textos no seu devido lugar, porém, o que estressa mesmo é pré-banca. “Na pré-banca você não come, você não dorme. Mas depois que você passa é tudo mais ‘susse’, agora é só motivação”, sorri.