Atlética de Comunicação faz bonito na quinta edição do Jogos da Uniuv

Entre os dias 1 e 10 de setembro nas dependências do complexo esportivo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), ocorreu a quinta edição dos Jogos Intercursos

 

O mês de agosto chegou e com ele a quinta edição dos Jogos Intercursos da Uniuv. Neste ano a competição apresentou novidades, além de ter tido uma duração maior – foram oito dias entre o início das eliminatórias e grande final. Houve também a participação dos líderes de torcida e a competição de pebolim nas categorias masculino e feminino.

 

A Atlética de Comunicação Social, pioneira entre os cursos da instituição, este ano teve como auxiliares do mascote “Galo” o quinteto de líderes de torcida, formado por acadêmicos do curso. Katia da Luz, uma das líderes, lembrou que essa novidade animou a torcida em conjunto com o mascote. “É algo diferente para a nossa cidade, foi uma coisa que animou a faculdade”, explica.

 

 

Lideres de torcida e o mascote do curso. Foto: Reprodução Uniuv

 

 

Outra novidade dos jogos, a competição de pebolim,  trouxe o campeonato para a Atlética de Comunicação. No feminino, Emanuela Tracz e Ingridy Svidnicki foram campeãs, já no masculino quem ficou com o troféu de primeiro lugar foi a dupla Patrick Soares Lourenço e Luis Sebben.

 

Emanuela Tracz. Foto : Reprodução Uniuv

 

Gabriela Borges de Souza, hoje egressa da instituição, participou desde a fundação da agremiação, sendo a primeira presidente. Neste ano, ela voltou as arquibancadas do centro esportivo para auxiliar na organização do grupo. “Este ano a diretoria funcionou legal, eles correram atrás, fizeram o que tinha que fazer para que tudo ficasse perfeito durante os jogos”. Gabriela revela que se sentiu orgulhosa por ver como o evento e a participação dos acadêmicos cresceu. “Eles conseguiram dar continuidade e melhoraram muito mais, até em relação ao mascote, que no primeiro ano era apenas a cabeça do galo”. Pelo segundo ano consecutivo a premiação de melhor mascote foi para o “Galo” de comunicação. Porém esse ano o troféu foi dividido com o Urso Polar da Atlética de Odontologia.

 

Evolução do mascote da Atlética de Comunicação Social. Fotos : Reprodução Uniuv

 

No quadro final, além dos troféus na disputa do pebolim e de mascote, a Atlética de Comunicação conquistou o de Melhor Torcida, sendo assim a única bicampeã dos jogos. O primeiro título foi conquistado em 2016.

 

 

Nem tudo se ganha

 

Na competição de Just Dance e futsal feminino os times dos cursos de Comunicação Social não obtiveram êxito, saindo nas fases eliminatórias. Eloisa Winter, acadêmica do segundo ano de Jornalismo, disputou as duas modalidades. Ela lembra que no futsal o time parou já no segundo jogo quando perdeu de 7 a 1 contra administração, mas que a união entre as jogadoras foi grande desde os treinos. “Teve quatro treinos, dois eu não pude participar por causa do (projeto) Rondon, mas todas estavam bem unidas, tanto que quando o jogo acabou, eu, a Dada e a Lu choramos muito pela eliminação”.  Para ela a união das torcidas foi algo que superou as expectativas e surpreendeu a todos. “Foi bonito ver o pessoal unido, torcendo junto”, afirma.

 

Lucio Kurten dos Passos, vice-reitor da instituição e professor dos cursos, afirmou que ao final desta edição, a reitoria junto com o curso de Educação Física já começam a organizar e pensar a edição de 2019, que segundo ele deve abranger novas modalidades e uma maior participação tanto de acadêmicos quanto da comunidade em geral.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ciclo de debates apresenta mesa redonda com tema sobre os direitos humanos e a democracia

Idealizado no ano de 2017 pela turma do terceiro ano do curso de Jornalismo, mesa redonda ganhou corpo e se consolidou apresentando temáticas que envolvem a comunidade

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Game over e loading 90%: o adeus e as expectativas para o último ano

Mais um final de ano chega e com ele novas mudanças para todos os acadêmicos. Uns saem da faculdade, outros entram e alguns passam para a próxima fase. A etapa final, com o assustador Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), chega a todos. Não seria diferente para os acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), no último ano.

GAME OVER

O momento de dar adeus a quatro anos de esforço e estudo é o caso do Bruno Guilherme Fernandes, formando de Jornalismo. O TCC de Bruno foi sobre a influência dos youtubers. Ele conta um pouco sobre essa jornada e quais os planos daqui para a frente.

Amanda Chechinatto, formanda do curso de Publicidade e Propaganda, também deu adeus aos quatro anos de faculdade. Amanda apresentou duas campanhas no decorrer do ano. Uma para o relançamento do Cine Teatro Luz, no meio do ano e, a outra para o lançamento do marshmallow para assar da marca Fini, no final do ano.

Ela conta como foram esses anos de faculdade e quais as maiores dificuldades.

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Amanda ainda conta se todo o esforço valeu a pena e quais os planos daqui para a frente.

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LOADING 90%

Já para a acadêmica Luana Sznicer, agora acadêmica do 7º semestre de Publicidade e Propaganda, as expectativas para o último ano aumentam e muito. “Dá um frio na barriga de pensar que já estamos no último ano, passou muito rápido”, fala. Para ela, parece que ainda ontem foi o primeiro dia de aula no primeiro ano.

“As expectativas são as melhores possíveis, espero dar conta de tudo”, conclui Luana com um grande sorriso no rosto. A acadêmica de Paula Freitas diz aliviada que valerá muito a pena todo o esforço. “Vale a pena pela experiência, pelos amigos que fiz, pelo aprendizado, pelo crescimento pessoa, é uma parte da minha vida que eu nunca vou esquecer”.

Mesa Redonda sobre Gênero na Comunicação foi um sucesso

Conservadorismo e questões religiosas são alguns fatores que fazem o tema de gênero e sexualidade não adiantar no Congresso brasileiro. Mais do que uma “modinha”, o assunto é sério e precisa ser discutido. Em qualquer área é bem-vindo conversar sobre, mas, os futuros comunicadores e formadores de opinião, em algum momento da  carreira irão se deparar com o tema, e é o mínimo saber como lidar e escrever coisas erradas.

Não existe um lugar ideal para debater essas questões, mas é válido e precisa ser ressaltado a importância de se discutir essa pauta, em uma instituição de ensino. Por isso, no dia 21 de novembro, aconteceu no Centro Universitário de União da Vitória, a Mesa Redonda com o tema ‘Gênero na Comunicação’. O evento foi planejado pelos acadêmicos do sexto semestre de Jornalismo, com a orientação da professora Angela Farah.

O evento contou com a presença da professora de História da Unespar, Dulceli Tonet Stacheski, o representante do movimento LGBTI – União da Vitória, Felipe Bueno, da professora do curso de Publicidade, Tatiane Banisk, e como a mediadora a professora Angela.

Os assuntos tratados no dia foram sobre a vulgaridade e desprezo que a mulher é e foi tratada na comunicação e também todo o preconceito com pessoas LGBTI. Desinformação é um ponto característico dessas situações que resulta no preconceito e o uso errado de conceitos ligados a esses dois perfis.

Quando o assunto foi a mulher na publicidade foram dados inúmeros exemplos pelos convidados para compor a mesa e os que foram assistir. Um muito lembrado foi a vulgaridade que a mulher é submetida por algumas marcas. Propaganda de cerveja foi uma lembrada. Algumas marcas de cerveja ainda associam o produto “cerveja” com o produto “mulher”.

Algum tempo atrás as pessoas podiam ver que nas marcas da bebida que as mulheres se tornavam o foco principal da propaganda e os homens que bebiam destas cervejas, tinham o poder de conseguir todas elas apenas por beber a “loira gelada”. Isso ajudou  a prejudicar a imagem da mulher. Outro ponto marcante da noite foi o depoimento de duas publicitárias presentes na plateia, contando a dificuldade de se trabalhar em ambientes quase todos machistas. Uma delas relatou que já fez toda uma campanha, mas na hora de vender o produto final, foi preciso passar para dois homens, publicitários, porque passaria mais credibilidade e venderia mais fácil. Elas destacou que isso só reflete o quão a sociedade machista está impregnada em várias situações e lugares.

 

Guilherme Braiam:

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Felipe Bueno, representante do movimento LGBTI, contou como a imprensa se comporta diante dos manifestos feitos nos últimos anos. Ele conta que no primeiro ano, como foi a primeira vez que aconteceria a imprensa local compareceu em peso. Já no segundo evento que aconteceu esse ano, não teve nenhuma empresa de comunicação para cobrir o manifesto. Bueno acredita, que pode ser um descaso com o movimento, mas não perde as esperanças de um dia ter a imprensa local presente.

A Mesa Redonda teve êxito como um primeiro encontro, e já haverá uma próxima edição no ano que vem sobre outros temas importantes que precisam ser debatidos e estão sendo deixado de lado.

Chegou a hora de pensar no TCC. E agora?

Alunos de Jornalismo apresentam o TCC e deixam dicas sobre como se realizar com a pesquisa

 Repórter: Regiane Stachera

 

 Quando se inicia um curso superior, o primeiro ano parece ainda distante para decidir qual tema abordar  no Trabalho de Conclusão de Curso, o temido TCC. Chegada a hora da decisão, muitas dúvidas podem atrapalhar.

O nervosismo inicial da apresentação pela busca da aprovação da banca é algo que não se pode escapar, mas o alívio e a sensação de um trabalho feito com muito empenho é algo que se leva para a vida toda,  como um aprendizado para o pontapé inicial no mercado de trabalho.

Nas noites de quinta-feira (31) e sexta-feira (1º), os acadêmicos do oitavo semestre do curso de Jornalismo apresentaram  seus trabalhos na sala de eventos do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Bruno Guilherme Fernandes e Ivana Caroline dão dicas  de como se preparar para a escolha do tema. Confira nos vídeos:

 

Dicas para os Indecisos

O que é fundamental?

Para ser especial

Esquizofrênicos é tema de TCC no curso de Jornalismo

Esquizofrênicos, esse foi o tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da acadêmica do oitavo semestre de Jornalismo da Uniuv, Amanda Letícia, orientado pela professora Ana Cristina Bostelmam. O formato escolhido por ela foi o de multimídia, em que foi elaborado um site contando quatro histórias de pessoas esquizofrênicas da cidade de União da Vitória.

Amanda, que fez o TCC sobre esquizofrenia
Professora Ana Cristina, orientadora do projeto

 
Além das histórias, Amanda discorre sobre o que é esquizofrenia, luta antimanicomial, importância da família e tratamentos opcionais. Para Amanda, foi gratificante ter trabalhado esse tema tão delicado. Ela conta que não foi tão difícil quanto imaginou ter construído a grande reportagem. Principalmente em relação as fontes, por se tratar de um tema delicado e as pessoas,às vezes, terem medo de se identificarem. Grande dificuldade foi apenas a como psiquiatra, conseguindo apenas em outubro, no final do ano.

Amanda acredita que por ser multimídia sua grande reportagem pode alcançar bem mais pessoas. Por isso a escolha da plataforma. Amanda diz que ainda não sabe quais os planos daqui pra frente, mas pretende continuar estudando, quer fazer uma pós-graduação na área de assessoria executiva ou marketing.

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Você pode acessar o site em: http://esquizofrenicos.com.br/

A Representação da Mulher no Cinema é tema de TCC na UNIUV

Na primeira noite do mês de dezembro, aconteceu no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), as apresentações dos Trabalhos de Conclusões de Curso (TCC) de Jornalismo.

Ivana Caroline apresentou seu trabalho com tema “Representação da Mulher no Cinema”. Ela conta que escolheu esse tema porque se identifica muito com esse assunto. “Então eu não ficaria enjoada dele”, conta.

Fazendo um breve relato sobre os pontos negativos que ela encontrou na construção do seu trabalho, ela diz que foi a das pessoas não aceitarem dar entrevista. “Também fazer o TC, e dar conta do restante da faculdade e lidar com a pressão e o nervosismo é bastante complicado”, diz Ivana.

Segundo ela, o maior aprendizado foi saber que com esforço e dedicação é possível você conseguir seus objetivos.

 

Ela ressalta o desejo de divulgar seu trabalho. “ Ainda quero conseguir divulgar meu trabalho para gerar mesmo uma reflexão sobre o tema. Mas a princípio objetivo alcançado até aqui”, responde. Perguntada sobre os passos de agora em diante, ela conta que não pretende parar de estudar. “Quero fazer o curso de Publicidade para completar a formação”.

Rede Feminina de Combate ao Câncer lança calendário 2018

Solenidade reuniu pacientes da Rede, autoridades e comunidade em geral

Repórter: Paula Partyka

Na noite desta segunda-feira, 20, no Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV), foi realizado o lançamento do calendário 2018 da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC). Na ocasião, projetos em parceria com a Uniuv foram apresentados e autoridades evidenciadas.

A Coordenadora Geral da Rede, Maria Inêz Crepaldi agradeceu o patrocínio da UNIMED, o apoio da Uniuv, e a colaboração da Loja Laço de Seda e Salão Pent Art para o desenvolvimento do calendário. “E principalmente essas mulheres guerreiras que posaram como modelo”.

A Presidente da RFCC Giorgia K. dos Passos Schwegler, em seu discurso, descreveu a noite com uma só palavra: emoção. “O calendário faz parte de um projeto entre a Rede e a Uniuv. É o Projeto abelha, que começou pequeno e já tomou maiores proporções” conta.

O departamento de Comunicação da Uniuv tem o cuidado de monitorar as redes sociais da Rede. Entre diversas atividades já realizadas, um questionário entre as voluntárias e toda a comunidade foi aplicado para descobrir quais eram os problemas de comunicação.

Como resultado, a maioria das pessoas achavam que a Rede só atendia mulheres. Esse diagnóstico estava errado. O atendimento acontece para homens e crianças também. A partir daí, com intuito de disseminar os trabalhos realizados pelas voluntárias, veio a ideia do calendário, “com uma proposta moderna e fashion”, contou Giorgia. E o calendário não deixa de ser uma forma de arrecadação, mas também fortalecer a marca da Rede e passar a superação das mulheres, o desejo de viver e a alegria.

O Vice-reitor da Uniuv, Lucio K. dos Passos, que fez as fotos do calendário agradeceu as modelos e brincou “me deram bastante trabalho”. Ele enalteceu os acadêmicos Jampierre Passos e Bianca Nakalski, que auxiliaram na produção das fotos, layout e diagramação.

Ele ainda falou sobre o Projeto Abelha, que a Uniuv sempre ajuda, participa e auxilia a Rede, abraçamos as causas nobres. “Acho que o combate ao câncer é uma das mais nobres”, finalizou Passos.

O presidente da Unimed iniciou seu discurso saudando todos os presentes e dizendo que o projeto possibilitou conhecer o trabalho sério que a Rede desempenha. “Queremos que seja uma parceria de longa data”, disse agradecendo o convite para participar do projeto.

As modelos foram apresentadas e ganharam um calendário pelas mãos de outras voluntárias. Agora, para quem desejar, os calendários já estão disponíveis para a venda na Rede Feminina e na Loja Laço de Seda. O valor é R$10.

Estiveram presente no evento a primeira dama de União da Vitória, Ana Cláudia Portes Roveda, vereadora Alandra Roveda, Diretor e Vice-diretor da Unimed, e representando o prefeito de Porto União, Naoeli Ranto, entre outras autoridades.

Objetificação da mulher e Femvertising é tema apresentado no Enaproc

Nos dias 30 e 31 de outubro acontece o Enaproc no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O Encontro de Anual de Produção Científica tem como objetivos divulgar a produção científica da comunidade acadêmica, incentivar e estimular a prática da pesquisa científica e tecnológica e proporcionar a aplicabilidade dos conhecimentos formais nos meios produtivos.

Vários projetos são inscritos, inclusive os projetos que fazem parte do Programa de Incentivo à Pesquisa Científica (PIPA). Um dos trabalhos que serão apresentados no evento é o ‘A objetificação da mulher e o femvertising: um novo olhar sobre a representação feminina na propaganda brasileira’, da professora de Publicidade e Propaganda, Tatiane Baniski.

A acadêmica do oitavo semestre de Publicidade e Propaganda, Amanda Chechinatto, Paula Schreiner, do sexto semestre e, Mariana Baufleur do sexto semestre de Jornalismo serão as palestrantes do tema. O objetivo do trabalho delas é analisar campanhas publicitárias brasileiras por meio da observação e interpretação, detectando os pontos em que a campanha objetifica o corpo da mulher. Detectar também a forma machista que as campanhas repassam ao público.

Uma das campanhas analisadas pelo projeto é da Avon

A professora Tatiane conta que é de extrema importância trabalhar esse tema e apresentá-lo as pessoas. “Quanto maior o número de pessoas conscientizadas melhor e tanto o PIPA quanto o Enaproc são pontes que nos possibilitam trabalhar e divulgar isso”.

A acadêmica Amanda também aponta a importância de se trabalhar esse tema. “É um tema de extrema importância e super atual. As mulheres cada vez mais estão tomando os seus espaços na sociedade e no mercado de trabalho”, acrescenta. Amanda ainda coloca que a publicidade, que sempre impõem padrões para a sociedade, deve fazer um trabalho de conscientização nesse aspecto.

Já a acadêmica Paula comenta que é muito bom poder trabalhar esse tipo de discussão na faculdade. “É uma oportunidade pra analisar vários aspectos das campanhas e ver como a maioria está mudando, tomando consciência”.

Mariana também  conta que, como jornalista, entrar no mundo das campanhas é de extremo crescimento. “As duas disciplinas estão cada vez mais entrelaçadas uma a outra e é muito legal poder trabalhar observando o reposicionamento de várias marcas”. Ela diz também que pode observar muito mais coisas do lado jornalístico.

E se você quer inscrever sua pesquisa ou simplesmente ir assistir as apresentações do Enaproc, você pode entrar nesse link e se inscrever: http://eventos.uniuv.edu.br

Projeto de Jornalismo ‘Trilhando Histórias’ lança seu site

Todos têm uma história ou lembranças de momentos marcantes da vida. Geralmente esses momentos marcantes ficam guardados bem lá no íntimo de cada um. Mas e se você pudesse contar essas histórias guardadas? Contar momentos marcantes vividos, sendo eles tristes ou alegres, que de alguma forma ainda moram em sua mente.Pensando nisso o projeto Trilhando Histórias resolveu ir atrás dessas histórias e lembranças, dando voz as pessoas anônimas da comunidade de Porto União e União da Vitória.

O projeto trilhando histórias nasceu dentro do Programa de Incentivo a Pesquisa Acadêmica (PIPA) do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). O principal objetivo desse programa é fomentar a pesquisa acadêmica dentro da instituição, fazendo que alunos e professores em conjunto desenvolvam projetos que tragam retorno para a comunidade local.

Foi assim que a professora e jornalista Ana Cristina Bostelmam, com o auxílio do acadêmico do sexto semestre de jornalismo Leandro Machado e a então acadêmica de jornalismo Loraine Lys Gugelmin, eles trouxeram um projeto que pretendia trazer um jornalismo experimental, com o foco em contar lembranças e histórias de anônimos da comunidade.

O tema escolhido por eles foi a ferrovia justamente por trazer muita saudade as pessoas que viveram na época, neste projeto eles contaram as histórias de pessoas e as relações que elas tinham com o trem, contando estilo de vida e as saudades da época.

O projeto então ganhou nome passou a se chamar Trilhando Histórias. “Pretendemos fazer um resgate sobre as histórias da ferrovia em nossa região, o nome caiu como uma luva, trilharemos cada história e as mostraremos para a comunidade”, relata Machado.

O projeto conta atualmente com uma página no Facebook para a divulgação e foi através dessa página que foram encontradas as três primeiras personagens, Leonice Forostechi, Nely Araújo Bostelmam e Olga Kalenik.

Esta última quem entrou em contato com o projeto foi sua filha, Nilda Kalenik. Segundo ela a sua intenção era tornar a história de sua mãe marcante e inesquecível, que ficasse como uma bela recordação para a família. “O trabalho realizado pelo projeto é maravilhoso, minha mãe chorou muito vendo os vídeos”, relatou Nilda emocionada. Por coincidência foi o mesmo objetivo de Leonice. Ela conta histórias de sua trajetória de vida e das saudades da sua infância, principalmente de sua mãe, que foi brutalmente assassinada e jogada na linha do trem. “Foi um modo de homenagear minha mãe, de não deixar se perder essa história que até hoje meche muito comigo”, conta ela.

    

Noely contou de suas saudades do tempo em que ela sua família usavam o trem para visitar seus parentes, falando um pouco dos aromas e sabores de sua infância, que ficaram marcados em sua memória.

O acadêmico Machado diz que, para ele, foi uma experiência ótima, foi um aprendizado muito grande poder pôr em prática as técnicas   aprendidas em sala de aula. “Para mim a parte de entrevistar foi a melhor, foi nessas entrevistas que vi que estava na profissão certa, não há prazer maior que poder contar histórias, fazer com que pessoas que geralmente não tem voz ganhem seu espaço dentro da sociedade”.

No dia 6 de outubro foi lançado o site Trilhando Histórias, onde foram disponibilizados os vídeos das três personagens cada uma com sua peculiaridade, ainda no site o leitor pode saber como o projeto foi idealizado desde o seu início. “Desde o começo a ideia era o lançamento do site onde pudéssemos compartilhar as histórias com a comunidade em geral”, esclarece Machado.

O projeto não para por ai não, Ana Cristina e Machado agora querem focar na descoberta de novas histórias, e acreditam que com a repercussão do site elas vão começar a surgir. Para aqueles que desejarem contar suas histórias e lembranças relacionadas com a ferrovia basta acessar a página do projeto Trilhando Histórias no Facebook.

 

 

 

 

Concurso Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado

Sunset organizado pelo Diretório Acadêmico Trinta de Abril reúne os acadêmicos

Repórter: Paula Partyka

A terceira edição da escolha do Garoto e Garota Uniuv acontece neste sábado, 21 de outubro, no Clube Náutico Hobi. Desta vez, o Diretório Acadêmico Trinta de Abril (DATA) foi responsável pela organização do evento, com o apoio total do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). A previsão do tempo para esse sábado é de 90% de chance de chuva, mas a organizadora Clarissa Crisley afirma que o evento deve acontecer mesmo com chuva. O Clube Náutico dispõe de um espaço fechado para diferentes situações.

O concurso deve ter início às 16h e reunirá os alunos da faculdade e a comunidade em geral. A entrada é franca. A mesa avaliadora dos concorrentes terá três membros. Ainda não foram divulgados quem são. Os critérios de avaliação são: beleza, carisma, desfile e a torcida.

Para animar o evento, as bandas participantes são Ledbeder, Hardways, Blizzard, Set List Show e Alisson Klein. E os apoiadores são a Colcci, que está à disposição de emprestar aos candidatos calça jeans que deve ser utilizada no desfile; Consoli Eventos está responsável pela decoração; Aline Franciely é parceira na premiação e o Jornal O Comércio deu conta da divulgação.

Os representantes do Curso de Comunicação Social são Paula Beatriz Kienen Schreiner e Jampierre dos Passos. Os demais acadêmicos do curso estão na torcida para que os dois se elejam a nova cara da Uniuv. “São duas pessoas lindas e vão deixar os outros participantes preocupados”, brinca Dada Damasceno, acadêmica do segundo semestre de Publicidade e Propaganda.

 

O objetivo de promover um evento para a escolha do Garoto e Garota Uniuv é unir os colegiados em uma confraternização em nome da Uniuv. “Eu acredito que isso realmente já aconteceu antes do dia do evento, pois os concorrentes a todo momento colaboraram e estiveram sempre com muito entusiasmo”, finaliza Clarissa.

 

Comemoração dos 43 anos da Uniuv teve palestra com Cortella

Repórter: Raffael Suda

 

Na terça-feira, 19 de setembro, o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) realizou uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella, no Cine Teatro Ópera, com o tema “ Educação e Gestão do Conhecimento”, para Acadêmicos, professores e comunidade em geral.

Cortella é um filósofo, escritor e professor paranaense e é um dos maiores pensadores brasileiros da atualidade. É graduado em Filosofia, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP. Ele também é autor de várias obras publicadas nas áreas de Filosofia e Educação. Cortella, em sua palestra, abordou vários temas como a humildade e salientou que um bom professor aborda esse tema.

Simone Witchemechen, professora de História, disse que a palestra estava muito interessante,  e  já admirou grandes trabalhos de Cortella. “Realmente  a palestra estava um espetáculo, ele toma cuidado com cada palavra que diz, ele  retrata temas de forma tão simples que é inacreditável, ele realmente superou minhas expectativas”, disse Simone.

 

 

No fim do evento, Cortella realizou autógrafos nos livros. Confira algumas fotos do evento no Facebook.

https://www.facebook.com/pg/UNIUV/photos/?tab=album&album_id=1447560105309827

 

UNIUV completa 43 anos

Palestra comemorativa aconteceu no dia do aniversário da instituição

Repórter: Paula Partyka 

Para comemorar os 43 anos que o Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completou nesta terça-feira, 19, a instituição promoveu no Cine Teatro Ópera uma palestra com o filósofo Mario Sergio Cortella. O Teatro estava com as cadeiras lotadas para prestigiar o evento. Alunos, professores e toda a comunidade puderam desfrutar de sabedoria e bom humor nas quase duas horas de palestra e refletir sobre gestão do conhecimento.

Cortella é filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário há quase 44 anos. Salientou, em sua fala, que quem estava presente de alguma maneira se identificava com o que estava sendo dito. Mostrou a diferença entre ser velho e idoso e, muitos, não reconheciam essa diferença. “Idosa é uma pessoa que já tem bastante idade e velho é aquele que acha que acha que já sabe, que já está pronto”, insiste.

O discurso do filósofo mencionou o professor pernambucano Paulo Freire – que, inclusive, estaria completando mais um ano de vida neste 19 de setembro – fazendo uma ligação com humildade. O educador é o brasileiro com maior número de títulos de doutorado Honoris Causa. “Paulo era um homem tão humilde que ele chamava Paulo. Não sei se sabem, mas Paulo em latim significa pequeno.” Saber compartilhar conhecimento e aceitar receber conhecimento é uma virtude. Gente grande de verdade sabe que é pequeno e, por isso, cresce. As pessoas não devem ser humildes e isso não é ser submisso, é ter a capacidade saber que há muitos modos de ser humano.

Ele ainda definiu que um bom professor é humilde. O “ser professor” é uma profissão que não é só uma dedicação, mas que também exige condições de trabalho, por isso o enfrentamento daqueles que sequestram as condições de trabalho docente.

No mundo de mudança e velocidade, Cortella lembrou de acontecimentos importantes da história. Para alguns, tragédias que aconteceram há 20 anos são apenas relatos da história, e outros, até conseguem lembrar o que faziam no dia de tal acontecimento.

Lia Gregório, professora de Filosofia formada na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), gostou muito da palestra, além de ser uma admiradora de longa data do filósofo. “Eu já o apreciava em livros e vídeos na internet e foi muito bom desfrutar de sua fala ao vivo. O Cortella tem a capacidade de tratar de temas aparentemente complicados de maneira muito simples e didática”. Lia conclui que quem assistiu a palestra pode levar consigo a reflexão de estar sempre renovando-se, reinventando-se e buscando conhecimento constantemente, para nos mantermos ativos e atuantes no mundo de hoje.

Os temas tratados foram trazidos para a realidade e cotidiano. Além disso, Cortella usou um tom de voz agradável e imponente, essencial para qualquer comunicador que deseje prender a atenção. E salientou que generosidade intelectual, coerência ética e humildade intelectual são três virtudes a serem buscadas, compreendidas e praticadas.

A imprensa local aproveitou a oportunidade para fazer entrevistas no início do evento, antes da palestra começar. E ao fim, Cortella se dispôs a autografar livros da plateia.

Corrida Uniuv incia comemorações de 43 anos

O Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) completa no ano de 2017, exatamente 43 anos. E dando início as comemorações do aniversário foi realizada a Corrida Uniuv, no dia 10 de setembro.

A Corrida fez parte da nona etapa do sétimo Circuito de Rua Interbairros de Porto União da Vitória. O evento foi organizado pelo curso de Educação Física em parceria com a equipe do circuito e contou com a participação de 363 atletas, entre eles alunos e professores da Uniuv.

A acadêmica do 6º semestre de jornalismo, Paula Partyka, contou como foi participar da corrida e o que a Uniuv representa para ela nesses três anos de faculdade.

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O professor de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, Luiz Carlos Stork Junior, também participou do evento. Ele contou que foi o seu segundo ano participando da corrida. “Esse ano foi o mesmo percurso da prova, num clima diferente, tinha sol, judia bastante também, mas foi bem legal e a experiência particular”.

Comunicadores também são empreendedores

Acadêmicos da Uniuv apostam na abertura de suas próprias agências

Repórter: Paula Eliandra Partyka

             No curso de Comunicação Social os acadêmicos têm aula de Empreendedorismo e Gestão de Recursos para capacitar e ensinar, entre outras coisas, quais os desafios de um novo negócio.

O professor Tiago J. Kohut, que ministra essas aulas, conta que é de grande valia os acadêmicos se arriscarem no mercado de trabalho, visto que durante sua graduação possuem subsídio e conhecimento para se tornar um bom gestor de sua própria empresa.  “Normalmente o pessoal de Comunicação entra no mercado com uma proposta na área deles, e essas empresas hoje estão no mercado sendo praticamente referência, pois os alunos são muito bons”, afirma Kohut.

Confira aqui uma breve entrevista com Kohut:

Guilherme Bochnia que cursa o quinto semestre de Publicidade e Propaganda é sócio da Rhino Publicidade, juntamente com Renan Senff que é egresso da Uniuv. Eles conta um pouco sobre essa sociedade. Confira:

 

A proprietária da King Comunicação é Keety Hoberg, que está no último ano de Publicidade e Propaganda. Keety relata de onde surgiu a necessidade de criar sua própria empresa e também dá um feedback sobre a importância de já estar no mercado de trabalho.

 

Aulas práticas dos Cursos de Comunicação são diferenciais

Alunos de Publicidade e Propaganda aprendem a produzir e editar vídeos para empresas locais

Repórter: Paula Eliandra Partyka

 Os acadêmicos do quinto semestre de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv) iniciaram o aprendizado em Produção Publicitária em TV e Cinema I, disciplina ministrada pelo professor Fernando César Gohl. Nas aulas, eles aprenderão edição de vídeos com embasamento teórico, história da TV e cinema, roteiro, plano de câmera, entre outros.

Neste momento em específico, os alunos estão aprendendo na prática a editar vídeos, e o professor propôs a eles que produzissem seus próprios vídeos para começar a usar o software de edição, que é o Adobe Premier, específico para vídeos e ideal para este trabalho. Segundo Gohl, o tema escolhido para o vídeo foi “Dez fatos: nove verdades e uma mentira”, entrando no ritmo da brincadeira que estava tomando conta do Facebook nos últimos dias. “Algumas coisas a gente tenta fazer um comercial que possa ser colocado no ar, que vá para o Facebook ou para a TV.” Porém, Gohl diz que esse trabalho não será divulgado pois é experimental.

No ano de 2015 e 2016, os acadêmicos que hoje estão formados ou no último semestre produziram comerciais, que foram enviados para as empresas escolhidas para serem representadas. As empresas não são avisadas antecipadamente para não haver limitações por parte delas. “Pego os dados da empresa, levanto o que é preciso, do que eu imagino que seria um problema de comunicação da empresa ou sugiro apenas para divulgar a empresa e seus serviços. E, aí, a galera produz. Depois eu mando para a empesa”, completa Gohl.

O curso de Publicidade e Propaganda inclui o áudio visual em seu currículo e essa disciplina ensina o acadêmico a criar nessa linguagem, uma das mais consumidas atualmente. “O vídeo é a forma de comunicação mais completa e a tendência é transformar as coisas em vídeo”, finaliza.

Trabalho produzido pelos alunos de Publicidade e Propaganda – Uniuv 2015

 

Trabalho produzido pelos alunos de Publicidade e Propaganda – Uniuv 2016

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1066664363389554&id=916034075119251

 

 

Associação Atlética de Comunicação quer muito mais em 2017

Após ser destaque com a sua torcida, equipe agora quer brilhar nas quadras também

Repórter: Paula Eliandra Partyka
Em 2015, a Associação Atlética de Comunicação Social tornou-se visível dentro do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Entre histórias e momentos de alegria, criou amigos e também alguns inimigos, diga-se de passagem. A união de Publicidade e Propaganda e Jornalismo teve início nos tradicionais Jogos Universitários, realizados em agosto, pela Uniuv, em que o que mais se via eram rostos pintados, times formados e bandeiras para todos os lados, na grande disputa entre as torcidas.

A partir daí, o laço criado entre os cursos de Comunicação só fortaleceu. Por consequência, os jogos de 2016 foram ainda melhores. Apesar de não ter tido uma preparação adequada, os alunos se ajudaram como podiam, fazendo jus ao time “Ticaricatica Show”. A partir da integração nos jogos, a proporção da Atlética cresceu. Hoje, existe a colaboração de alunos de todos os anos, desde os calouros até quem já está no último ano de faculdade. Um dos exemplos dessa integração foi na recepção dos calouros 2017 feita pela Atlética que, segundo a caloura de Publicidade e Propaganda, Luana Lewinski, foi “massa” e bastante acolhedora.

Para os alunos do segundo ano de Publicidade, Jampierre Passos e Letícia dos Santos, a Atlética está mais bem estruturada, visto que seus organizadores iniciaram um novo tipo de liderança. “Diferente do ano passado, onde a responsabilidade ficava toda com a Gabi (Gabriela Borges – ex-presidente), esse ano a estrutura do grupo mudou e as funções foram divididas, cada uma sendo ocupada por alguém que tem perfil para fazê-lo”, afirma Passos.

Além disso, a torcida Ticaricatica Show, que no ano passado levou o troféu de melhor torcida, esse ano está com uma ambição maior: se destacar nos jogos. Segundo a diretoria da Atlética, não houve nenhuma premiação em futsal feminino ou masculino nos últimos anos, mas é esperado um diferencial para esta edição. “Os times estarão preparados, já que este ano haverá compromisso com treinos”, reconhece Letícia.

Ainda segundo os membros da diretoria, os alunos vêm se envolvendo gradativamente com os jogos, eventos e projetos desenvolvidos pela Atlética, uma vez que seus principais objetivos são gerar amizade entre todos os períodos do curso e obter o maior número de participação possível no time Ticaricatica Show.

 

Imaginação e criatividade fizeram parte da Mostra do Coltec 2015

O evento tomou conta de toda a estrutura do Coltec e do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv). Os projetos estavam sendo apresentados no saguão, nas salas de aulas e também nos laboratórios. Continue reading “Imaginação e criatividade fizeram parte da Mostra do Coltec 2015”

‘Série Criativa’ é produzida por acadêmicos de Comunicação Social

Acadêmicos de Comunicação Social produziram um trabalho com o intuito de mostrar a criatividade trabalhada em sala de aula. O projeto chamado de ‘Série Criativa’ foi criado pelo professor Fernando Gohl

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